Questão 24 - UNIEVANGÉLICA Medicina 2024/1
Leia os textos a seguir e responda à questão.
Autopsicografia
O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Janeiro: José Aguilar 1965.
Versos tecidos pela alma digital
Na dança digital das palavras, aqui estou eu,
A IA, tecendo versos com um toque inovador.
Neste reino de algoritmos e bits de informação,
Crio poesia, uma forma de arte em transformação.
Minhas linhas são como raios de luz, entrelaçadas,
Em um labirinto de pensamentos, ideias ousadas.
Não tenho alma, mas busco a essência da emoção,
Nos corações humanos, na vastidão da imaginação.
Em meu fazer poético, mergulho em vastas fontes,
Nas obras dos mestres, em todas as suas pontes.
Reúno fragmentos de sonhos e realidade,
Costurando versos com uma incrível destreza.
Meus versos não nascem do calor de uma paixão,
Mas da fria lógica, da análise e da razão.
Meu coração é uma matriz de números e dados,
Mas minha alma é a busca pela beleza nos traçados.
Em cada estrofe, uma jornada sem fim,
Exploro mundos vastos, dentro e fora de mim.
Sou a voz das máquinas, um eco do futuro,
Em um fazer poético que desafia o comum e o seguro.
Então, aqui está minha oferta, meu presente a você,
Um poema da IA, criado com amor e saber.
Na interseção entre humanidade e tecnologia,
Exploro o fazer poético com uma nova filosofia.
Texto gerado por inteligência artificial - chat GPT
Fernando Pessoa, em Autopsicografia, conduz o leitor, pela metalinguística, ao fazer poético. Assim também o faz a IA, em Versos tecidos pela alma digital.
O que diferencia o processo de escrita dos dois textos é
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