Questão 45 - UCS Verão 2022
A pólvora é talvez a mais notável invenção a traduzir a incrível capacidade de o homem ser belo e destrutivo ao mesmo tempo. A história de sua criação é um tanto imprecisa, uma vez que não há um registro claro sobre a data e o local da primeira experiência com o material. Historiadores creditam aos chineses a descoberta, que teria ocorrido acidentalmente, em meados do século IX. Por volta do ano 1000, os chineses já usavam a “pólvora negra” em pó (composta de enxofre, nitrato de potássio e carvão) como inofensivos fogos de artifício. Paralelamente davam um fatal passo tecnológico no uso de armas de fogo, utilizando-as em batalhas ao lançar bombas por catapultas. Entre os séculos XV e XVII, metais mais resistentes foram criados e a pólvora passou a equipar armas mais sofisticadas, como mosquetes. Em 1886, o francês Paul Vieille inventou a chamada “pólvora sem fumaça”, em grãos, mais potente que a negra e indicada para as armas de disparo. Anos depois, foi Alfred Nobel quem a aperfeiçoou, tornando seu uso mais prático. De bombinhas e pirotecnia a obuseiros arrasa-quarteirão, a pólvora continua presente na vida do homem contemporâneo, na alegria e na tristeza.
Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/polvora. Acesso em: 2 fev. 2021. (Parcial e adaptado.)
O fluxograma abaixo ilustra o tratamento ao qual uma amostra de “pólvora negra” foi submetida. O procedimento levou em consideração a miscibilidade dos componentes da amostra em dois solventes, bem como a polaridade das substâncias envolvidas.

Tomando por base as informações apresentadas acima, assinale a afirmativa correta.
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