Questões de Espanhol
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Questão 3494097
Após comprar uma casquinha de sorvete cônica de 200 mL de volume, acidentalmente Tânia derrubou parte dela ao mordê-la. O pedaço que Tânia continuou a comer é uma casquinha cônica semelhante à original, mas de altura reduzida. O pedaço perdido tem o formato de um tronco de cone.
Considerando que a altura da nova casquinha é igual a 70% da original, seu volume é igual a
Questão 3493971
Considere o seguinte fragmento:
Gill Lewis. A viagem de Íris. Tradução de Maria Beatriz de Medina. Rio de Janeiro: Record, 2013.[?]
A chuva começou a cair, aguda e fria como agulhas de gelo. Olhei para trás na esperança de ver Iona, mas não consegui enxergá-la em lugar nenhum. [?]
Virei a bicicleta e voltei por onde tinha passado para procurá-la. Torrentes de água corriam pelos sulcos profundos. No caminho, peguei o casaco e tênis de Iona e parei no alto da trilha para recuperar o fôlego. [?] Iona podia estar em qualquer lugar.
[?]
[?] Olhei para baixo e vi a pegada de um pé nu na lama ao lado. A chuva já fizera poças no calcanhar e na ponta.
Iona tinha passado por ali.
[?]
A frase sublinhada no texto indica que o narrador
Questão 3493636
Tenho que escolher o que detesto ? ou o sonho, que a minha inteligência odeia, ou a ação, que a minha sensibilidade repugna; ou a ação, para que não nasci ou o sonho, para que ninguém nasceu.
Resulta que, como detesto ambos, não escolho nenhum; mas, como hei-de, em certa ocasião, ou sonhar, ou agir, misturo uma coisa com outra.
Bernardo Soares.
Tenho que escolher o que detesto ? ou o sonho, que a minha inteligência odeia, ou a ação, que a minha sensibilidade repugna; ou a ação, para que não nasci ou o sonho, para que ninguém nasceu.
Resulta que, como detesto ambos, não escolho nenhum; mas, como hei-de, em certa ocasião, ou sonhar, ou agir, misturo uma coisa com outra.
Bernardo Soares.
O fragmento acima, de Bernardo Soares, um dos heterônimos de Fernando Pessoa, foi extraído do livro intitulado Livro do desassossego, que traz algumas reflexões do eu lírico sob a forma de um diário pessoal. As marcas linguísticas presentes nesse texto literário que permitem dizer que ele mantém relação de proximidade com o gênero diário, são
Questão 3493598
Na receita, aparecem as seguintes palavras: ovos, óleo, açúcar e fubá. Escolha a alternativa que apresenta essas palavras organizadas em ordem alfabética.
Questão 3493577


No terceiro quadro da tira, o verbo "ficar" está no modo imperativo negativo. Essa forma verbal, como apresentada na fala do passarinho, demonstra que ele quer
Questão 3493480
O VERBO FOR
["] Uma bela vez, chegou um sem o menor sinal de nervosismo, muito elegante, paletó, gravata e abotoaduras vistosas. A prova oral era bestíssima. Mandava-se o candidato ler umas dez linhas em voz alta (sim, porque alguns não sabiam ler) e depois se perguntava o que queria dizer uma palavra trivial ou outra, qual era o plural de outra e assim por diante. Esse mal sabia ler, mas não perdia a pose. Não acertou a responder nada. Então, eu, carrasco fictício, peguei no texto uma frase em que a palavra "for" tanto podia ser do verbo "ser" quanto do verbo "ir?. Pronto, pensei. Se ele distinguir qual é o verbo, considero-o um gênio, dou quatro, ele passa e seja o que Deus quiser.
" Esse "for" aí, que verbo é esse"
Ele considerou a frase longamente, como se eu estivesse pedindo que resolvesse a quadratura do círculo, depois ajeitou as abotoaduras e me encarou sorridente.
? Verbo for.
" Verbo o quê"
? Verbo for.
? Conjugue aí o presente do indicativo desse verbo.
" Eu fonho, tu fões, ele fõe " recitou ele, impávido. ? Nós fomos, vós fondes, eles fõem.
[?]
RIBEIRO, João Ubaldo. O verbo for. In: O Conselheiro Cosme. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000. p. 20.
["] Uma bela vez, chegou um sem o menor sinal de nervosismo, muito elegante, paletó, gravata e abotoaduras vistosas. A prova oral era bestíssima. Mandava-se o candidato ler umas dez linhas em voz alta (sim, porque alguns não sabiam ler) e depois se perguntava o que queria dizer uma palavra trivial ou outra, qual era o plural de outra e assim por diante. Esse mal sabia ler, mas não perdia a pose. Não acertou a responder nada. Então, eu, carrasco fictício, peguei no texto uma frase em que a palavra "for" tanto podia ser do verbo "ser" quanto do verbo "ir?. Pronto, pensei. Se ele distinguir qual é o verbo, considero-o um gênio, dou quatro, ele passa e seja o que Deus quiser.
" Esse "for" aí, que verbo é esse"
Ele considerou a frase longamente, como se eu estivesse pedindo que resolvesse a quadratura do círculo, depois ajeitou as abotoaduras e me encarou sorridente.
? Verbo for.
" Verbo o quê"
? Verbo for.
? Conjugue aí o presente do indicativo desse verbo.
" Eu fonho, tu fões, ele fõe " recitou ele, impávido. ? Nós fomos, vós fondes, eles fõem.
[?]
RIBEIRO, João Ubaldo. O verbo for. In: O Conselheiro Cosme. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2000. p. 20.
Nessa crônica de João Ubaldo Ribeiro, o escritor narra uma situação em que ele integrou a banca examinadora de português de um concurso vestibular que consistia, entre outras coisas, em uma prova oral. O núcleo do enredo, do qual decorre seu efeito humorístico, gira em torno do(a)
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