Questões de Inglês
19.971 Questões
Questão 11 8321069
UCB Medicina 2017/1Text to answer question.
What is sustainable development?
There are many definitions of sustainable development,
including this one which first appeared in 1987:
“Development that meets the needs of the present without
compromising the ability of future generations to meet their
[5] own needs.”
But what does this mean? What are the needs of the
present? Take a minute and write down five to ten needs
that you have in your own life.
Have you listed any needs that conflict with one another?
[10] For example, if you listed clean air to breathe, but also
listed a car for transportation, your needs might conflict.
Which would you choose, and how would you make your
decision? If we have conflicting needs, how much is that
multiplied when we look at a whole community, city,
[15] country, world? For example, what happens when a
company’s need for cheap labor conflicts with workers’
needs for livable wages? Or when individual families’
needs for firewood conflict with the need to prevent erosion
and conserve the soil? Or when one country’s need for
[20] electricity results in acid rain that damages another
country's lakes and rivers?
Available at: http://www.worldbank.org/depweb/english/sd.html. Access on: 13 sep. 2016, with alterations.
According to the text, it is correct to infer that
Questão 26 8317539
UFAM 1º Dia Conhecimentos Gerais 2017/1Leia o texto a seguir:
We all want our children to be healthy and happy, but
food—the very thing that should nourish the next
generation—has become a battleground for many
families, and the source of much confusion and
[5] controversy in the media. According to the results of a
major worldwide health study published in The Lancet, if
you are a child born in Japan today, you are projected to
enjoy both the longest life and the healthiest life, and
lifestyle and eating patterns are a big reason. Because
[10] even as childhood obesity and incidences of
diabetes skyrocket around the world, Japanese childhood
obesity levels have historically been much lower, and
have in fact been declining overall in recent years. What
are their secrets? Japanese-style eating is very efficient in
[15] that it's both filling and it delivers a high-quality nutrient
package. When you fill up on the good stuff your body
needs, you'll naturally have fewer cravings (and less
room) for junk. But you don’t have to eat seaweed, sushi,
and tofu to nourish a healthy child—just tweak your family
[20] food habits in a more healthy direction. Serve more plant
based foods like fruits, vegetables, beans, whole grains,
and healthy fats, like heart-healthy omega 3-rich fish, and
less processed food with added sugars and salt. This food
pattern is relatively low in calories, high in nutrients, and
[25] more efficiently filling by being lower in calorie density or
“calories per bite.” This will help minimize the risks of
obesity and the hosts of illnesses it triggers, and maximize
the probability of a long, healthy life. One secret: Japan’s
default meal foundation is rice, much more than bread or
[30] pasta. The advantage of Japanese-style short-grain rice,
preferably brown, or the incredibly good
tasting haiga partially milled rice, is that it is water-rich
when cooked, fluffy, and super-filling, and much lower in
calorie density than bread. All that belly-filling rice might
[] also displace less healthy foods and reduce the overall
number of calories eaten. The nutritionist Tomomi
Takahashi of the Kaji Sakura Nursery School in Hokkaido,
has great advice for all parents. “You don’t need to try so
hard,” she says. "Have a relaxed attitude, so your child
can relax and be comfortable eating. Show your child that
you enjoy eating, and the food tastes wonderful." She
stresses the importance of dining together. "Even when
you’re busy, set a specific meal time so you can sit down
and eat with your child at least once a day,” she says,
adding: “Cook your meals with love, and it will resonate in
the child’s heart. Feel the joy of eating together with your
child.” Research suggests that parents should “lighten up”
about their children’s eating habits, cut out food stress and
pressure, and just enjoy eating together as a family.
Children’s food likes and dislikes change over time, and
parents can gently steer them towards healthier
patterns simply by exposing them to a wide variety of
choices and by setting an example. The earlier and wider
a child’s experience with sampling new healthy foods, the
healthier their diet will become through childhood.
Repeated opportunities for a child to sample new foods
leads to their trying more, eating more, and liking more.
This insight can inspire you to continue to tempt your
children with new tastes over time, because their taste can
mature, expand, and change constantly as they grow
up—right into adulthood. Infants may need only one
exposure to a new food to sharply increase their eating
and liking it; and children over age 2 might need
significantly more—up to 20 exposures. So don’t give up
too early. Keep offering new foods, even small “tasting”
samples—without pressure
http://www.rd.com/health/healthy-eating/why-japanese-children-arethe-healthiest/ acessado em 25 de abril de 2017. Editado em 26 de abril de 2017
Assinale a alternativa INCORRETA
Questão 53 7277989
PUC-GO 2017/2TEXTO
[...]. Por que foi esmorecendo aquele estado de boa convivência e carinho que me deixava tão feliz? A quem deveria ser debitado o desencontro que foi se instalando na nossa relação de mãe e filha até findar naquele estouro horrível por causa da minha recusa a ser avó profissional aqui no Sul? Ou tudo já tinha passado?, um pesadelo e só
Hoje me parece incrível que eu não tenha respondido às palavras duras da minha filha, que tenha conseguido me manter calada como um peixe até que chegou o fim das férias de Norinha e ela se foi, praticamente batendo a porta, e eu tratando de me convencer de que, quem sabe?, aquilo tudo tinha sido apenas uma ideia que lhe passou pela cabeça de repente, aquele desabafo acusatório todo contra mim, fruto de algum mal-estar, ou a tal da TPM?, e um bocado de fantasia sobre sua infância e adolescência. Já tinha passado, não era a sério, tocar a vida pra frente.
Disse a mim mesma que era só questão de amainar o meu coração e procurar se não havia mesmo um problema comigo. Talvez tudo se resumisse no resultado de todas as minhas frustradas tentativas de fazer outras coisas que gostaria, tendo sempre de ceder a vez pras prioridades dos outros, da minha filha mais que todos. Norinha teria intuído alguma amargura escondida em mim e interpretado confusamente, à maneira dela, agora extravasava daquele jeito. Cheguei a pensar que era a mim que se devia debitar... ninguém me obrigou a ceder... eu devia ter feito tudo ou pelo menos muito do que desejava nesta vida [...] ... Quem sabe ainda é tempo de resgatar alguns desejos por cumprir? Vamos lá, amanhã será um novo dia. Vou começar a tricotar a minha nova felicidade, eu me dizia, e é bem provável que eu recupere a boa vontade pra com Norinha e enxergue nos atos e nas palavras dela mais cortesia e amor, as únicas coisas indispensáveis pra viver.
(REZENDE, Maria Valéria. Quarenta dias. 3. reimpr. Rio de Janeiro: Objetiva, 2016. p. 30-32.)
The sentences below describes the way the daughter treats the mother. Read all the sentences:
1. The daughter treats her mother very badly.
2. The daughter is harsh and unfeeling.
3. The daughter is totally generous and treats her mother as she should.
4. The daughter speaks softly to her mother because she is worried about her family.
Choose the ones which are more appropriate to Text:
Questão 52 7269761
PUC-GO 2017/1TEXTO
O mistério dos hippies desaparecidos
Ide ao Mercadão da Travessa do Carmo. Que vereis? O alegre, o pitoresco, o colorido. Admirai a excelente organização: cada artesão em seu quadrado, exibindo belos trabalhos.
Mas... Nada vos chama a atenção?
Não? Neste caso, pergunto-vos: onde estão os hippies da Praça Dom Feliciano? Isso mesmo, aqueles que ficavam na frente da Santa Casa. Onde estão? Não sabeis?
O homem de cinza sabe.
O homem de cinza vinha todos os dias à Praça Dom Feliciano. Ficava muito tempo olhando os hippies, que não lhe davam maior atenção. O homem, ao contrário, parecia muito interessado neles: examinava os objetos expostos, indagava por preços, por detalhes da manufatura. E anotava tudo numa caderneta de capa preta. Um dia perguntou aos hippies onde moravam. Por aí, respondeu um rapaz. Numa comuna? — perguntou o homem. Não, não era em nenhuma comuna; na realidade, estavam ao relento. O homem então disse que eles deveriam morar juntos numa comuna. Ficaria mais fácil, mais prático. O rapaz concordou. Não estava com muita vontade de falar; contudo, acrescentou, depois de uma pausa, que o problema era encontrar o lugar para a comuna.
Não é problema, disse o homem; eu tenho uma chácara lá na Vila Nova, com uma boa casa, gramados, árvores frutíferas. Se vocês quiserem, podem ficar lá. No amor? — perguntou o rapaz.
— No amor, bicho — respondeu o homem, rindo. Só quero que vocês tomem conta da casa. Os hippies confabularam entre si e resolveram aceitar. O homem levou-os — eram doze, entre rapazes e moças — à chácara, numa camioneta Veraneio. Deixou-os lá.
— No amor, bicho — respondeu o homem, rindo. Só quero que vocês tomem conta da casa. Os hippies confabularam entre si e resolveram aceitar. O homem levou-os — eram doze, entre rapazes e moças — à chácara, numa camioneta Veraneio. Deixou-os lá.
Durante algum tempo não apareceu. Mas, num domingo, deu as caras. Conversou com os jovens sobre a chácara, contou histórias interessantes. Finalmente, pediu para ver o que tinham feito de artesanato. Examinou as peças atentamente e disse:
— Posso dar uma sugestão?
Eles concordaram. Como não haveriam de concordar? Mas foi assim que começou. O homem organizou-os em equipes: a equipe dos cintos, a equipe das pulseiras, a equipe das bolsas.
Ensinou-os a trabalhar pelo sistema de linha de montagem; racionalizou cada tarefa, cada atividade.
Disciplinou a vida deles, também. Centralizou todo o consumo de tóxicos. Fornecia drogas mediante vales, resgatados ao fim do mês, conforme a produção. Permitiu que se vestissem como desejavam, mas era rígido na escala de trabalho. Seis dias por semana, folga às quartas — nos domingos tinham de trabalhar. Nestes dias, o homem de cinza admitia visitantes na chácara, mediante o pagamento de ingressos. Um guia especialmente treinado acompanhava-os, explicando todos os detalhes acerca dos hippies, estes seres curiosos.
O homem de cinza já era muito rico, mas agora está multimilionário. É que organizou uma firma, e exporta para os Estados Unidos e para o Mercado Comum Europeu cintos, pulseiras e bolsas.
Parece que, para esses artigos, não há sobretaxa de exportações. Escreveu um livro — Minha Vida Entre os Hippies — que tem se constituído em autêntico êxito de livraria; uma adaptação para a televisão, sob forma de novela, está quase pronta. E quem ouviu a trilha sonora, garante que é um estouro.
Tem apenas um temor, este homem. É que um dos hippies, de uma hora para outra, cortou o cabelo, passou a tomar banho — e usa agora um decente terno cinza. Por enquanto ainda não se manifestou; mas trata-se — o homem de cinza está convencido disto — de um autêntico contestador.
(SCLIAR, Moacyr. Melhores contos. São Paulo: Global, 2003. p. 130-132.)
Match the columns to form statements about “hippies”:
I - They usually sell...
II - They were young people in the 1960s and 1970s
who...
III - They try to live...
IV - They often have...
( ) …long hair and many of them take drugs.
( ) …rejected conventional ways of living, dressing,
and behaving.
( ) …based on peace and love.
( ) …handcraft.
The right sequence is:
Questão 19 7268741
PUC-GO 2017/1TEXTO
Escalada para o inferno
Iniciava-se ali, meu estágio no inferno. A ardida solidão corroía cada passo que eu dava. Via crucis vivida aos seis anos de idade, ao sol das duas horas. Vermelhidão por todos os lados daquela rua íngreme e poeirenta. Meus olhos pediam socorro mas só encontravam uma infinitude de terra e desolação. Tentava acompanhar os passos de meu pai. E eles eram enormes. Não só os passos mas as pernas. Meus olhos olhavam duplamente: para os passos e para as pernas e não alcançavam nem um nem outro. Apenas se defrontavam com um vazio empoeirado que entrava no meu ser inteiro. Eu queria chorar mas tinha medo. Tropeçava a cada tentativa de correr para alcançar meu pai. E eu tinha medo de ter medo. E eu tinha medo de chorar. E era um sofrimento com todos os vórtices de agonia. À minha frente, até onde meus olhos conseguiram enxergar, estavam os pés e as pernas de meu pai que iam firmes subindo subindo subindo sem cessar. À minha volta eu podia ver e sentir a terra vermelha e minha vida envolta num turbilhão de desespero. Na verdade eu não sabia muito bem para onde estava indo. Eu era bestializado nos meus próprios passos. Nas minhas próprias pernas. Tinha a impressão que o ponto de chegada era aquele redemoinho em que me encontrava e que dele nunca mais sairia. Na ânsia de ir sem querer ir eu gaguejava no caminhar. E olhava com sofreguidão para os meus pés e via ainda com mais aflição que os bicos de meus sapatos novos estavam sujos daquela poeira impregnante, vasculhante, suja. Eu sempre gostei de sapatos. Eu sempre gostei de sapatos novos. Novos e luzidios. E eles estavam sujos. Cobertos de poeira. E a subida prosseguia inalterada. Tentava olhar para o alto e só conseguia ver os enormes joelhos de meu pai que dobravam num ritmo compassado. Via suas pernas e seus pés. E só. Sentia, lá no fundo, um desejo calado de dizer alguma coisa. De dizer-lhe que parasse. Que fosse mais devagar. Que me amparasse. Mas esse desejo era um calo na minha pequenina garganta que jamais seria curado. E eu prossegui ao extremo de meus limites. Tinha de acontecer: desamarrou o cadarço de meu sapato. A loucura do sol das duas horas parece ter se engraçado pelo meu desatino. Tudo ficou muito mais quente. Tudo ficou mais empoeirado e muito mais vermelho. O desatino me levou ao choro. Não sei se chorei ou se choraminguei. Só sei que dei índices de que eu precisava de meu pai. E ele atendeu. Voltou-se para mim e viu que estava pisando no cadarço. Que estava prestes a cair. Então me socorreu. Olhou-me nos olhos com a expressão casmurra. Levou suas enormes mãos aos meus pés e amarrou o cadarço firmemente com um intrincado nó. A cena me levou a um estado de cegueira anestésica tão intensa que sofri uma espécie de amnésia passageira. Estado de torpor. Quando dei por mim, já tinha chegado ao meu destino: cadeira do barbeiro. Alta, prepotente e giratória. Ele, o barbeiro, cabeça enorme, mãos enormes, enormes unhas, sorriso nos lábios dos quais surgiam grandes caninos. Ele portava enorme máquina que apontava em minha direção. E ouvi a voz do pai: pode tirar quase tudo! deixa só um pouco em cima! Ali, finalmente, para lembrar Rimbaud, ia se encerrar meu estágio no inferno.
(GONÇALVES, Aguinaldo. Das estampas. São Paulo: Nankin, 2013. p. 45-46.)
In Text, at the begining of the paragraph, the narrator says “Iniciava-se ali, meu estágio no inferno” and finishes it with “ia se encerrar meu estágio no inferno”.
Choose the best definition for the underlined words:
Questão 28 7113609
PAS - UFLA 1° Etapa - 2° Dia 2017PASSAGE
2020 VISION: WHAT THE NEXT FIVE YEARS WILL BRING IN NEW TECHNOLOGY SELF-DRIVING CARS WITH A MORAL CODE? WEARABLE DEVICES THAT MONITOR YOUR HEALTH BY THE SECOND? WELCOME TO A RADICALLY DIFFERENT LIFE IN 2020.
Rod ChesterNews Corp Australia Network
OCTOBER 12, 2015 8:32 AM
Predict the future and you can be certain of one thing: in the future, you’ll be embarrassed by your
mistakes. Pitch your prediction too far and it’s science fiction that’s forgot before the due date. Pitch it too soon
and all you’re doing is taking today’s tech and giving it a once over. Predictions are easy to make but easy to
make wrong.
[05] Bill Gates, in his 1999 book Business@ the Speed of Thought, predicted people would carry around small
devices for news, commerce and communication (smartphones), people would pay their bills online, and friends
would make social plans through online communication. But then again he predicted the future of computing
would be tablet devices (right) running Windows (not so right). His friend, and successor as Microsoft CEO, Steve
Balmer, famously said “there’s no chance that the iPhone is going to get any significant market share”. IBM
[10] chairman Thomas Watson famously predicted, in 1943, there “there is a world market for maybe five
computers”.
So, what will the world look like in 2020? Here is a snapshot of predictions by various technology experts.
There will be self-driving cars on Australian roads. Our homes and lives will be organised by connected
smart devices interacting with our personal digital assistants. We will wear sensors, perhaps as contact lenses or
[15] even tattoos, that will monitor our body and report irregularities to our doctor. Some of us will wear clothing
with digital sensors, that will do everything from monitor the way particular muscles work during exercise to
control social interactions, such as communicating with the clothes of friends and acquaintances. Manufacturing
will be revolutionised by 3D printing and autonomous delivery, be it through self-driving cars or drones, and 3D
printing will also be used to make human tissues and organs. Passwords will be a thing of the past, with
[20] biometrics replacing them.
It’s one thing to make predictions, it’s another to ponder what it all means.
Availableat:http://www.news.com.au/technology/gadgets/2020-vision-what-the-next-five-years-will-bring-in-new-technology/newsstory/618c170f3903a3e20efb1804066f51fa. (Adapted)
The passage is written using mostly a specific verb tense which is:
06
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