Questões de EFAI Português - Interpretação de Texto
643 Questões
Questão 20 16607651
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Texto 1
Teatro onde celebramos a diversidade e o trabalho em equipe, o esporte tem sido palco também de comportamentos que parecem tirados de uma comédia sem graça e ultrapassada. Já foi o tempo que atitudes preconceituosas eram “engraçadas” ou “aceitáveis” – hoje, não há mais espaço para essas cenas lamentáveis. [...]
Mas, para quem acha que “é só uma brincadeira”, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem outra leitura. No seu artigo 243-G, ele deixa claro: atos discriminatórios, ultrajantes ou preconceituosos são infrações graves. Além disso, o Brasil é signatário de convenções internacionais [...] que exigem dos países a criminalização do racismo. Então, ao contrário do que muitos podem pensar, fazer piada com a dor alheia tem consequências [...].
A Justiça Desportiva tem-se mostrado consistente e vigilante na repressão a atitudes preconceituosas e comportamentos desrespeitosos no esporte. Isso porque o esporte deve ser um campo onde todos se sintam bem-vindos, independentemente de suas origens ou realidades. Não apenas o atleta, mas o torcedor, o gandula, o dirigente – todos que fazem parte desse universo.
O futebol, como dizem, é uma “caixinha de surpresas”, mas o que não pode ser surpresa é a segurança e o respeito no estádio. Quando alguém diz “foi só uma provocação”, a Justiça Desportiva lembra que a provocação termina onde começa o desrespeito e a dor do outro. E é por isso que precisa – e deve – haver punição, para que comportamentos preconceituosos não continuem a circular nos gramados.
LISBOA, Gustavo. Preconceito no esporte está saindo de campo. Consultor jurídico, 2025. Disponível em: https://meulink.fit/ ONmicNalTaRPjrG. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Texto 2
Com discriminação, não tem partida
O futebol é o esporte mais popular do nosso país, dos campos de várzea das periferias até as quadras dos condomínios, reunindo amigos e familiares para assistirem aos jogos, seja pela televisão ou nos estádios. A expressiva popularidade não torna o esporte mais acessível, principalmente no que se refere ao acesso aos espaços de competição.
Nos últimos anos, os casos de violência racial no âmbito esportivo, em especial no futebol, têm apresentado um aumento preocupante. [...]
Essas diversas formas de violência [...], presentes nos estádios e eventos esportivos, afastam as famílias e tornam esses ambientes hostis. A pressão enfrentada pelos atletas, muitas vezes manifestada por meio de agressões sutis, impacta diretamente em seu desempenho e rendimento.
[...] É imprescindível dimensionar a gravidade do problema e enfrentá-lo com seriedade. Entre as medidas, destaca-se a importância de os profissionais de segurança pública atuarem imediatamente para punir casos flagrantes [...], garantindo que os autores [...] respondam [...] por suas ações, nos termos da lei.
Precisamos de mecanismos de controle desses atos, permitindo a responsabilização dos torcedores [...], bem como a responsabilidade dos clubes como já incluído no Regulamento Geral de Competições (RGC) da CBF que inclui até perda de pontos. As ações precisam ser articuladas e as responsabilidades atribuídas, não somente individualmente, mas no âmbito dos clubes, com a perda de pontos quando necessário, garantindo a seriedade que a pauta racial merece.
MACHADO, Vini. Com discriminação, não tem partida. Voz das comunidades, 27 set. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/ puvoznCbfnrZTuO. Acesso em: 10 mar. 2023. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
No primeiro parágrafo do Texto 2, no trecho “... seja pela televisão ou nos estádios.”, as palavras destacadas estabelecem relação de
Questão 19 16607647
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Texto 1
Teatro onde celebramos a diversidade e o trabalho em equipe, o esporte tem sido palco também de comportamentos que parecem tirados de uma comédia sem graça e ultrapassada. Já foi o tempo que atitudes preconceituosas eram “engraçadas” ou “aceitáveis” – hoje, não há mais espaço para essas cenas lamentáveis. [...]
Mas, para quem acha que “é só uma brincadeira”, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem outra leitura. No seu artigo 243-G, ele deixa claro: atos discriminatórios, ultrajantes ou preconceituosos são infrações graves. Além disso, o Brasil é signatário de convenções internacionais [...] que exigem dos países a criminalização do racismo. Então, ao contrário do que muitos podem pensar, fazer piada com a dor alheia tem consequências [...].
A Justiça Desportiva tem-se mostrado consistente e vigilante na repressão a atitudes preconceituosas e comportamentos desrespeitosos no esporte. Isso porque o esporte deve ser um campo onde todos se sintam bem-vindos, independentemente de suas origens ou realidades. Não apenas o atleta, mas o torcedor, o gandula, o dirigente – todos que fazem parte desse universo.
O futebol, como dizem, é uma “caixinha de surpresas”, mas o que não pode ser surpresa é a segurança e o respeito no estádio. Quando alguém diz “foi só uma provocação”, a Justiça Desportiva lembra que a provocação termina onde começa o desrespeito e a dor do outro. E é por isso que precisa – e deve – haver punição, para que comportamentos preconceituosos não continuem a circular nos gramados.
LISBOA, Gustavo. Preconceito no esporte está saindo de campo. Consultor jurídico, 2025. Disponível em: https://meulink.fit/ ONmicNalTaRPjrG. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Texto 2
Com discriminação, não tem partida
O futebol é o esporte mais popular do nosso país, dos campos de várzea das periferias até as quadras dos condomínios, reunindo amigos e familiares para assistirem aos jogos, seja pela televisão ou nos estádios. A expressiva popularidade não torna o esporte mais acessível, principalmente no que se refere ao acesso aos espaços de competição.
Nos últimos anos, os casos de violência racial no âmbito esportivo, em especial no futebol, têm apresentado um aumento preocupante. [...]
Essas diversas formas de violência [...], presentes nos estádios e eventos esportivos, afastam as famílias e tornam esses ambientes hostis. A pressão enfrentada pelos atletas, muitas vezes manifestada por meio de agressões sutis, impacta diretamente em seu desempenho e rendimento.
[...] É imprescindível dimensionar a gravidade do problema e enfrentá-lo com seriedade. Entre as medidas, destaca-se a importância de os profissionais de segurança pública atuarem imediatamente para punir casos flagrantes [...], garantindo que os autores [...] respondam [...] por suas ações, nos termos da lei.
Precisamos de mecanismos de controle desses atos, permitindo a responsabilização dos torcedores [...], bem como a responsabilidade dos clubes como já incluído no Regulamento Geral de Competições (RGC) da CBF que inclui até perda de pontos. As ações precisam ser articuladas e as responsabilidades atribuídas, não somente individualmente, mas no âmbito dos clubes, com a perda de pontos quando necessário, garantindo a seriedade que a pauta racial merece.
MACHADO, Vini. Com discriminação, não tem partida. Voz das comunidades, 27 set. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/ puvoznCbfnrZTuO. Acesso em: 10 mar. 2023. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
No Texto 1, há uma opinião no trecho:
Questão 18 16607643
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Texto 1
Teatro onde celebramos a diversidade e o trabalho em equipe, o esporte tem sido palco também de comportamentos que parecem tirados de uma comédia sem graça e ultrapassada. Já foi o tempo que atitudes preconceituosas eram “engraçadas” ou “aceitáveis” – hoje, não há mais espaço para essas cenas lamentáveis. [...]
Mas, para quem acha que “é só uma brincadeira”, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem outra leitura. No seu artigo 243-G, ele deixa claro: atos discriminatórios, ultrajantes ou preconceituosos são infrações graves. Além disso, o Brasil é signatário de convenções internacionais [...] que exigem dos países a criminalização do racismo. Então, ao contrário do que muitos podem pensar, fazer piada com a dor alheia tem consequências [...].
A Justiça Desportiva tem-se mostrado consistente e vigilante na repressão a atitudes preconceituosas e comportamentos desrespeitosos no esporte. Isso porque o esporte deve ser um campo onde todos se sintam bem-vindos, independentemente de suas origens ou realidades. Não apenas o atleta, mas o torcedor, o gandula, o dirigente – todos que fazem parte desse universo.
O futebol, como dizem, é uma “caixinha de surpresas”, mas o que não pode ser surpresa é a segurança e o respeito no estádio. Quando alguém diz “foi só uma provocação”, a Justiça Desportiva lembra que a provocação termina onde começa o desrespeito e a dor do outro. E é por isso que precisa – e deve – haver punição, para que comportamentos preconceituosos não continuem a circular nos gramados.
LISBOA, Gustavo. Preconceito no esporte está saindo de campo. Consultor jurídico, 2025. Disponível em: https://meulink.fit/ ONmicNalTaRPjrG. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Texto 2
Com discriminação, não tem partida
O futebol é o esporte mais popular do nosso país, dos campos de várzea das periferias até as quadras dos condomínios, reunindo amigos e familiares para assistirem aos jogos, seja pela televisão ou nos estádios. A expressiva popularidade não torna o esporte mais acessível, principalmente no que se refere ao acesso aos espaços de competição.
Nos últimos anos, os casos de violência racial no âmbito esportivo, em especial no futebol, têm apresentado um aumento preocupante. [...]
Essas diversas formas de violência [...], presentes nos estádios e eventos esportivos, afastam as famílias e tornam esses ambientes hostis. A pressão enfrentada pelos atletas, muitas vezes manifestada por meio de agressões sutis, impacta diretamente em seu desempenho e rendimento.
[...] É imprescindível dimensionar a gravidade do problema e enfrentá-lo com seriedade. Entre as medidas, destaca-se a importância de os profissionais de segurança pública atuarem imediatamente para punir casos flagrantes [...], garantindo que os autores [...] respondam [...] por suas ações, nos termos da lei.
Precisamos de mecanismos de controle desses atos, permitindo a responsabilização dos torcedores [...], bem como a responsabilidade dos clubes como já incluído no Regulamento Geral de Competições (RGC) da CBF que inclui até perda de pontos. As ações precisam ser articuladas e as responsabilidades atribuídas, não somente individualmente, mas no âmbito dos clubes, com a perda de pontos quando necessário, garantindo a seriedade que a pauta racial merece.
MACHADO, Vini. Com discriminação, não tem partida. Voz das comunidades, 27 set. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/ puvoznCbfnrZTuO. Acesso em: 10 mar. 2023. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
No segundo parágrafo do Texto 1, para argumentar que atos discriminatórios não são brincadeiras, o autor utiliza como argumento a
Questão 17 16607621
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Texto 1
Teatro onde celebramos a diversidade e o trabalho em equipe, o esporte tem sido palco também de comportamentos que parecem tirados de uma comédia sem graça e ultrapassada. Já foi o tempo que atitudes preconceituosas eram “engraçadas” ou “aceitáveis” – hoje, não há mais espaço para essas cenas lamentáveis. [...]
Mas, para quem acha que “é só uma brincadeira”, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem outra leitura. No seu artigo 243-G, ele deixa claro: atos discriminatórios, ultrajantes ou preconceituosos são infrações graves. Além disso, o Brasil é signatário de convenções internacionais [...] que exigem dos países a criminalização do racismo. Então, ao contrário do que muitos podem pensar, fazer piada com a dor alheia tem consequências [...].
A Justiça Desportiva tem-se mostrado consistente e vigilante na repressão a atitudes preconceituosas e comportamentos desrespeitosos no esporte. Isso porque o esporte deve ser um campo onde todos se sintam bem-vindos, independentemente de suas origens ou realidades. Não apenas o atleta, mas o torcedor, o gandula, o dirigente – todos que fazem parte desse universo.
O futebol, como dizem, é uma “caixinha de surpresas”, mas o que não pode ser surpresa é a segurança e o respeito no estádio. Quando alguém diz “foi só uma provocação”, a Justiça Desportiva lembra que a provocação termina onde começa o desrespeito e a dor do outro. E é por isso que precisa – e deve – haver punição, para que comportamentos preconceituosos não continuem a circular nos gramados.
LISBOA, Gustavo. Preconceito no esporte está saindo de campo. Consultor jurídico, 2025. Disponível em: https://meulink.fit/ ONmicNalTaRPjrG. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Texto 2
Com discriminação, não tem partida
O futebol é o esporte mais popular do nosso país, dos campos de várzea das periferias até as quadras dos condomínios, reunindo amigos e familiares para assistirem aos jogos, seja pela televisão ou nos estádios. A expressiva popularidade não torna o esporte mais acessível, principalmente no que se refere ao acesso aos espaços de competição.
Nos últimos anos, os casos de violência racial no âmbito esportivo, em especial no futebol, têm apresentado um aumento preocupante. [...]
Essas diversas formas de violência [...], presentes nos estádios e eventos esportivos, afastam as famílias e tornam esses ambientes hostis. A pressão enfrentada pelos atletas, muitas vezes manifestada por meio de agressões sutis, impacta diretamente em seu desempenho e rendimento.
[...] É imprescindível dimensionar a gravidade do problema e enfrentá-lo com seriedade. Entre as medidas, destaca-se a importância de os profissionais de segurança pública atuarem imediatamente para punir casos flagrantes [...], garantindo que os autores [...] respondam [...] por suas ações, nos termos da lei.
Precisamos de mecanismos de controle desses atos, permitindo a responsabilização dos torcedores [...], bem como a responsabilidade dos clubes como já incluído no Regulamento Geral de Competições (RGC) da CBF que inclui até perda de pontos. As ações precisam ser articuladas e as responsabilidades atribuídas, não somente individualmente, mas no âmbito dos clubes, com a perda de pontos quando necessário, garantindo a seriedade que a pauta racial merece.
MACHADO, Vini. Com discriminação, não tem partida. Voz das comunidades, 27 set. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/ puvoznCbfnrZTuO. Acesso em: 10 mar. 2023. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Sobre a necessidade de acabar com comportamentos desrespeitosos no esporte, os autores desses textos apresentam opiniões
Questão 14 16607591
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Pela metade
Não estou dando conta. Eu era do tipo que esquecia o celular dentro da bolsa e o usava como um orelhão portátil. Agora carrego-o ao meu lado como um cachorrinho.
Ainda consigo deixá-lo no silencioso, mas, cada vez que preciso usá-lo, vejo um mar de pontinhos verdes enfileirados na tela acusando mensagens e chamadas.
Resolvo telefonar antes de checá-las e, num clique mágico, jogo lá pra dentro um monte de gente embrulhada que nem sempre lembro de tirar do pacote depois.
Tudo parece estar se complicando. Prometeram me ajudar e cada vez tenho mais trabalho pra fazer nesse negócio que só ia facilitar a minha vida. Se quero saber se alguém quis falar comigo, preciso abrir o SMS, [...] ver as últimas chamadas, a caixa postal e os e-mails. [...]
Se fico com a campainha ligada pra responder as chamadas na hora, viro uma dessas pessoas que, a cada plim, olham suas telinhas e depois entram em câmera lenta, falando uma palavra por vez, [...] porque simplesmente acreditam que podem mesmo digitar embaixo da mesa nos fazendo crer que continuam na conversa. [...] Estamos todos fingindo que é normal. Está ficando mesmo normal existir pela metade. A coisa é poderosa. É areia movediça. Mesmo nos debatendo, entramos até o pescoço.
Nunca vi algo ser tão rapidamente assimilado como este tal de WhatsApp! [...] Abri as portas pra ele, louvando suas virtudes. De repente, os grupos! Não quis ficar de fora do grupo formado por minha família. Mais serviço!
Topei a parada porque é bem verdade que alguma parte dessa rede nos une de verdade, é bonito de ver. Mas, no último domingo, estávamos todos juntos, em carne e osso, e muitos de nós ainda postavam no grupo. Uns viam um vídeo perdido, outros uma foto... O que acontece? Vamos combinar? Está esquisito.
FRAGA, Denise. Pela metade. Folha de S. Paulo, 9 mar. 2014. Disponível em: https://meulink.fit/tNEgtPZyVFpQmKe. Acesso em: 11 mar. 2025. Fragmento. (P00126523_SUP)
No sexto parágrafo desse texto, no trecho “Nunca vi algo ser tão rapidamente assimilado como este tal de WhatsApp!”, o ponto de exclamação foi utilizado para
Questão 13 16607573
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Pela metade
Não estou dando conta. Eu era do tipo que esquecia o celular dentro da bolsa e o usava como um orelhão portátil. Agora carrego-o ao meu lado como um cachorrinho.
Ainda consigo deixá-lo no silencioso, mas, cada vez que preciso usá-lo, vejo um mar de pontinhos verdes enfileirados na tela acusando mensagens e chamadas.
Resolvo telefonar antes de checá-las e, num clique mágico, jogo lá pra dentro um monte de gente embrulhada que nem sempre lembro de tirar do pacote depois.
Tudo parece estar se complicando. Prometeram me ajudar e cada vez tenho mais trabalho pra fazer nesse negócio que só ia facilitar a minha vida. Se quero saber se alguém quis falar comigo, preciso abrir o SMS, [...] ver as últimas chamadas, a caixa postal e os e-mails. [...]
Se fico com a campainha ligada pra responder as chamadas na hora, viro uma dessas pessoas que, a cada plim, olham suas telinhas e depois entram em câmera lenta, falando uma palavra por vez, [...] porque simplesmente acreditam que podem mesmo digitar embaixo da mesa nos fazendo crer que continuam na conversa. [...] Estamos todos fingindo que é normal. Está ficando mesmo normal existir pela metade. A coisa é poderosa. É areia movediça. Mesmo nos debatendo, entramos até o pescoço.
Nunca vi algo ser tão rapidamente assimilado como este tal de WhatsApp! [...] Abri as portas pra ele, louvando suas virtudes. De repente, os grupos! Não quis ficar de fora do grupo formado por minha família. Mais serviço!
Topei a parada porque é bem verdade que alguma parte dessa rede nos une de verdade, é bonito de ver. Mas, no último domingo, estávamos todos juntos, em carne e osso, e muitos de nós ainda postavam no grupo. Uns viam um vídeo perdido, outros uma foto... O que acontece? Vamos combinar? Está esquisito.
FRAGA, Denise. Pela metade. Folha de S. Paulo, 9 mar. 2014. Disponível em: https://meulink.fit/tNEgtPZyVFpQmKe. Acesso em: 11 mar. 2025. Fragmento. (P00126523_SUP)
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