Questões de EFAI Português - Gêneros Textuais -
69 Questões
Questão 20 16607651
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Texto 1
Teatro onde celebramos a diversidade e o trabalho em equipe, o esporte tem sido palco também de comportamentos que parecem tirados de uma comédia sem graça e ultrapassada. Já foi o tempo que atitudes preconceituosas eram “engraçadas” ou “aceitáveis” – hoje, não há mais espaço para essas cenas lamentáveis. [...]
Mas, para quem acha que “é só uma brincadeira”, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem outra leitura. No seu artigo 243-G, ele deixa claro: atos discriminatórios, ultrajantes ou preconceituosos são infrações graves. Além disso, o Brasil é signatário de convenções internacionais [...] que exigem dos países a criminalização do racismo. Então, ao contrário do que muitos podem pensar, fazer piada com a dor alheia tem consequências [...].
A Justiça Desportiva tem-se mostrado consistente e vigilante na repressão a atitudes preconceituosas e comportamentos desrespeitosos no esporte. Isso porque o esporte deve ser um campo onde todos se sintam bem-vindos, independentemente de suas origens ou realidades. Não apenas o atleta, mas o torcedor, o gandula, o dirigente – todos que fazem parte desse universo.
O futebol, como dizem, é uma “caixinha de surpresas”, mas o que não pode ser surpresa é a segurança e o respeito no estádio. Quando alguém diz “foi só uma provocação”, a Justiça Desportiva lembra que a provocação termina onde começa o desrespeito e a dor do outro. E é por isso que precisa – e deve – haver punição, para que comportamentos preconceituosos não continuem a circular nos gramados.
LISBOA, Gustavo. Preconceito no esporte está saindo de campo. Consultor jurídico, 2025. Disponível em: https://meulink.fit/ ONmicNalTaRPjrG. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Texto 2
Com discriminação, não tem partida
O futebol é o esporte mais popular do nosso país, dos campos de várzea das periferias até as quadras dos condomínios, reunindo amigos e familiares para assistirem aos jogos, seja pela televisão ou nos estádios. A expressiva popularidade não torna o esporte mais acessível, principalmente no que se refere ao acesso aos espaços de competição.
Nos últimos anos, os casos de violência racial no âmbito esportivo, em especial no futebol, têm apresentado um aumento preocupante. [...]
Essas diversas formas de violência [...], presentes nos estádios e eventos esportivos, afastam as famílias e tornam esses ambientes hostis. A pressão enfrentada pelos atletas, muitas vezes manifestada por meio de agressões sutis, impacta diretamente em seu desempenho e rendimento.
[...] É imprescindível dimensionar a gravidade do problema e enfrentá-lo com seriedade. Entre as medidas, destaca-se a importância de os profissionais de segurança pública atuarem imediatamente para punir casos flagrantes [...], garantindo que os autores [...] respondam [...] por suas ações, nos termos da lei.
Precisamos de mecanismos de controle desses atos, permitindo a responsabilização dos torcedores [...], bem como a responsabilidade dos clubes como já incluído no Regulamento Geral de Competições (RGC) da CBF que inclui até perda de pontos. As ações precisam ser articuladas e as responsabilidades atribuídas, não somente individualmente, mas no âmbito dos clubes, com a perda de pontos quando necessário, garantindo a seriedade que a pauta racial merece.
MACHADO, Vini. Com discriminação, não tem partida. Voz das comunidades, 27 set. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/ puvoznCbfnrZTuO. Acesso em: 10 mar. 2023. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
No primeiro parágrafo do Texto 2, no trecho “... seja pela televisão ou nos estádios.”, as palavras destacadas estabelecem relação de
Questão 19 16607647
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Texto 1
Teatro onde celebramos a diversidade e o trabalho em equipe, o esporte tem sido palco também de comportamentos que parecem tirados de uma comédia sem graça e ultrapassada. Já foi o tempo que atitudes preconceituosas eram “engraçadas” ou “aceitáveis” – hoje, não há mais espaço para essas cenas lamentáveis. [...]
Mas, para quem acha que “é só uma brincadeira”, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem outra leitura. No seu artigo 243-G, ele deixa claro: atos discriminatórios, ultrajantes ou preconceituosos são infrações graves. Além disso, o Brasil é signatário de convenções internacionais [...] que exigem dos países a criminalização do racismo. Então, ao contrário do que muitos podem pensar, fazer piada com a dor alheia tem consequências [...].
A Justiça Desportiva tem-se mostrado consistente e vigilante na repressão a atitudes preconceituosas e comportamentos desrespeitosos no esporte. Isso porque o esporte deve ser um campo onde todos se sintam bem-vindos, independentemente de suas origens ou realidades. Não apenas o atleta, mas o torcedor, o gandula, o dirigente – todos que fazem parte desse universo.
O futebol, como dizem, é uma “caixinha de surpresas”, mas o que não pode ser surpresa é a segurança e o respeito no estádio. Quando alguém diz “foi só uma provocação”, a Justiça Desportiva lembra que a provocação termina onde começa o desrespeito e a dor do outro. E é por isso que precisa – e deve – haver punição, para que comportamentos preconceituosos não continuem a circular nos gramados.
LISBOA, Gustavo. Preconceito no esporte está saindo de campo. Consultor jurídico, 2025. Disponível em: https://meulink.fit/ ONmicNalTaRPjrG. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Texto 2
Com discriminação, não tem partida
O futebol é o esporte mais popular do nosso país, dos campos de várzea das periferias até as quadras dos condomínios, reunindo amigos e familiares para assistirem aos jogos, seja pela televisão ou nos estádios. A expressiva popularidade não torna o esporte mais acessível, principalmente no que se refere ao acesso aos espaços de competição.
Nos últimos anos, os casos de violência racial no âmbito esportivo, em especial no futebol, têm apresentado um aumento preocupante. [...]
Essas diversas formas de violência [...], presentes nos estádios e eventos esportivos, afastam as famílias e tornam esses ambientes hostis. A pressão enfrentada pelos atletas, muitas vezes manifestada por meio de agressões sutis, impacta diretamente em seu desempenho e rendimento.
[...] É imprescindível dimensionar a gravidade do problema e enfrentá-lo com seriedade. Entre as medidas, destaca-se a importância de os profissionais de segurança pública atuarem imediatamente para punir casos flagrantes [...], garantindo que os autores [...] respondam [...] por suas ações, nos termos da lei.
Precisamos de mecanismos de controle desses atos, permitindo a responsabilização dos torcedores [...], bem como a responsabilidade dos clubes como já incluído no Regulamento Geral de Competições (RGC) da CBF que inclui até perda de pontos. As ações precisam ser articuladas e as responsabilidades atribuídas, não somente individualmente, mas no âmbito dos clubes, com a perda de pontos quando necessário, garantindo a seriedade que a pauta racial merece.
MACHADO, Vini. Com discriminação, não tem partida. Voz das comunidades, 27 set. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/ puvoznCbfnrZTuO. Acesso em: 10 mar. 2023. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
No Texto 1, há uma opinião no trecho:
Questão 18 16607643
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Texto 1
Teatro onde celebramos a diversidade e o trabalho em equipe, o esporte tem sido palco também de comportamentos que parecem tirados de uma comédia sem graça e ultrapassada. Já foi o tempo que atitudes preconceituosas eram “engraçadas” ou “aceitáveis” – hoje, não há mais espaço para essas cenas lamentáveis. [...]
Mas, para quem acha que “é só uma brincadeira”, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem outra leitura. No seu artigo 243-G, ele deixa claro: atos discriminatórios, ultrajantes ou preconceituosos são infrações graves. Além disso, o Brasil é signatário de convenções internacionais [...] que exigem dos países a criminalização do racismo. Então, ao contrário do que muitos podem pensar, fazer piada com a dor alheia tem consequências [...].
A Justiça Desportiva tem-se mostrado consistente e vigilante na repressão a atitudes preconceituosas e comportamentos desrespeitosos no esporte. Isso porque o esporte deve ser um campo onde todos se sintam bem-vindos, independentemente de suas origens ou realidades. Não apenas o atleta, mas o torcedor, o gandula, o dirigente – todos que fazem parte desse universo.
O futebol, como dizem, é uma “caixinha de surpresas”, mas o que não pode ser surpresa é a segurança e o respeito no estádio. Quando alguém diz “foi só uma provocação”, a Justiça Desportiva lembra que a provocação termina onde começa o desrespeito e a dor do outro. E é por isso que precisa – e deve – haver punição, para que comportamentos preconceituosos não continuem a circular nos gramados.
LISBOA, Gustavo. Preconceito no esporte está saindo de campo. Consultor jurídico, 2025. Disponível em: https://meulink.fit/ ONmicNalTaRPjrG. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Texto 2
Com discriminação, não tem partida
O futebol é o esporte mais popular do nosso país, dos campos de várzea das periferias até as quadras dos condomínios, reunindo amigos e familiares para assistirem aos jogos, seja pela televisão ou nos estádios. A expressiva popularidade não torna o esporte mais acessível, principalmente no que se refere ao acesso aos espaços de competição.
Nos últimos anos, os casos de violência racial no âmbito esportivo, em especial no futebol, têm apresentado um aumento preocupante. [...]
Essas diversas formas de violência [...], presentes nos estádios e eventos esportivos, afastam as famílias e tornam esses ambientes hostis. A pressão enfrentada pelos atletas, muitas vezes manifestada por meio de agressões sutis, impacta diretamente em seu desempenho e rendimento.
[...] É imprescindível dimensionar a gravidade do problema e enfrentá-lo com seriedade. Entre as medidas, destaca-se a importância de os profissionais de segurança pública atuarem imediatamente para punir casos flagrantes [...], garantindo que os autores [...] respondam [...] por suas ações, nos termos da lei.
Precisamos de mecanismos de controle desses atos, permitindo a responsabilização dos torcedores [...], bem como a responsabilidade dos clubes como já incluído no Regulamento Geral de Competições (RGC) da CBF que inclui até perda de pontos. As ações precisam ser articuladas e as responsabilidades atribuídas, não somente individualmente, mas no âmbito dos clubes, com a perda de pontos quando necessário, garantindo a seriedade que a pauta racial merece.
MACHADO, Vini. Com discriminação, não tem partida. Voz das comunidades, 27 set. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/ puvoznCbfnrZTuO. Acesso em: 10 mar. 2023. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
No segundo parágrafo do Texto 1, para argumentar que atos discriminatórios não são brincadeiras, o autor utiliza como argumento a
Questão 17 16607621
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Texto 1
Teatro onde celebramos a diversidade e o trabalho em equipe, o esporte tem sido palco também de comportamentos que parecem tirados de uma comédia sem graça e ultrapassada. Já foi o tempo que atitudes preconceituosas eram “engraçadas” ou “aceitáveis” – hoje, não há mais espaço para essas cenas lamentáveis. [...]
Mas, para quem acha que “é só uma brincadeira”, o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) tem outra leitura. No seu artigo 243-G, ele deixa claro: atos discriminatórios, ultrajantes ou preconceituosos são infrações graves. Além disso, o Brasil é signatário de convenções internacionais [...] que exigem dos países a criminalização do racismo. Então, ao contrário do que muitos podem pensar, fazer piada com a dor alheia tem consequências [...].
A Justiça Desportiva tem-se mostrado consistente e vigilante na repressão a atitudes preconceituosas e comportamentos desrespeitosos no esporte. Isso porque o esporte deve ser um campo onde todos se sintam bem-vindos, independentemente de suas origens ou realidades. Não apenas o atleta, mas o torcedor, o gandula, o dirigente – todos que fazem parte desse universo.
O futebol, como dizem, é uma “caixinha de surpresas”, mas o que não pode ser surpresa é a segurança e o respeito no estádio. Quando alguém diz “foi só uma provocação”, a Justiça Desportiva lembra que a provocação termina onde começa o desrespeito e a dor do outro. E é por isso que precisa – e deve – haver punição, para que comportamentos preconceituosos não continuem a circular nos gramados.
LISBOA, Gustavo. Preconceito no esporte está saindo de campo. Consultor jurídico, 2025. Disponível em: https://meulink.fit/ ONmicNalTaRPjrG. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Texto 2
Com discriminação, não tem partida
O futebol é o esporte mais popular do nosso país, dos campos de várzea das periferias até as quadras dos condomínios, reunindo amigos e familiares para assistirem aos jogos, seja pela televisão ou nos estádios. A expressiva popularidade não torna o esporte mais acessível, principalmente no que se refere ao acesso aos espaços de competição.
Nos últimos anos, os casos de violência racial no âmbito esportivo, em especial no futebol, têm apresentado um aumento preocupante. [...]
Essas diversas formas de violência [...], presentes nos estádios e eventos esportivos, afastam as famílias e tornam esses ambientes hostis. A pressão enfrentada pelos atletas, muitas vezes manifestada por meio de agressões sutis, impacta diretamente em seu desempenho e rendimento.
[...] É imprescindível dimensionar a gravidade do problema e enfrentá-lo com seriedade. Entre as medidas, destaca-se a importância de os profissionais de segurança pública atuarem imediatamente para punir casos flagrantes [...], garantindo que os autores [...] respondam [...] por suas ações, nos termos da lei.
Precisamos de mecanismos de controle desses atos, permitindo a responsabilização dos torcedores [...], bem como a responsabilidade dos clubes como já incluído no Regulamento Geral de Competições (RGC) da CBF que inclui até perda de pontos. As ações precisam ser articuladas e as responsabilidades atribuídas, não somente individualmente, mas no âmbito dos clubes, com a perda de pontos quando necessário, garantindo a seriedade que a pauta racial merece.
MACHADO, Vini. Com discriminação, não tem partida. Voz das comunidades, 27 set. 2023. Disponível em: https://meulink.fit/ puvoznCbfnrZTuO. Acesso em: 10 mar. 2023. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Sobre a necessidade de acabar com comportamentos desrespeitosos no esporte, os autores desses textos apresentam opiniões
Questão 12 16607496
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Você sabe por que o cérebro é atraído pela música?
Por que amamos música? Todo mundo tem seus próprios motivos. Mas de uma perspectiva evolucionária, nosso amor pela música não faz muito sentido. [...] Acontece que a chave para seus sentimentos musicais pode ser química.
Um estudo de 2011, de Valerie Salimpoor, analisou um grupo de pessoas que seguramente sentia arrepios musicais e pediu-lhes que fizessem uma lista de reprodução de suas canções favoritas de qualquer estilo. Essas pessoas ouviram as faixas enquanto os cientistas monitoravam sua atividade cerebral. Eles descobriram que a música desencadeia a liberação de uma substância química chamada dopamina em uma parte do cérebro chamada striatum. [...]
Quando associamos picos de dopamina ao prazer, com o processamento de recompensas reais, percebemos que os ouvintes tiveram mais dopamina liberada em seus cérebros durante suas partes favoritas. Mas, surpreendentemente, também havia um aumento na quantidade de dopamina em uma parte ligeiramente diferente do cérebro antes que o ouvinte chegasse à sua parte favorita da música. Os autores chamam isso de fase antecipatória da escuta, em que nosso cérebro nos ajuda a prever a chegada de nossa parte favorita. [...]
Uma grande banda ou DJ pode realmente aumentar os níveis de dopamina nesses momentos. A queda pode ser atrasada ou manipulada para intensificar o clímax musical. E o melhor desse trabalho é que ele se estende a todos os gêneros. A música é subjetiva1 e o melhor, você pode obter sua dose de dopamina ouvindo música eletrônica ou música clássica.
*Vocabulário:
1subjetiva: baseada em uma experiência pessoal, ou seja, cada pessoa tem uma experiência diferente.
VAZ, Paulo. Você sabe por que o cérebro é atraído pela música? Portal Popline, 11 jul. 2021. Disponível em: https://meulink.fit/ iuvMtgydZIxqjOB. Acesso em: 22 jan. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00114500_SUP)
Qual trecho desse texto apresenta uma opinião?
Questão 5 16603322
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Texto 1
Tecnologia na educação: uma questão muito além do celular
O ano letivo de 2025 inicia com um importante desafio para toda a comunidade escolar: a proibição do uso de celulares dentro de estabelecimentos de ensino. E não vai ser tarefa fácil banir o dispositivo, que é parte essencial do cotidiano dos brasileiros. [...]
Um artigo acadêmico [...] sobre os impactos do uso excessivo de celulares em salas de aula proporcionou algumas reflexões sobre o assunto. [...] Entre os resultados, foi registrado que o principal uso do celular nas aulas se dava para consulta de informações (63,7%), seguido do tédio (51,1%) e do entretenimento (34,7%). Dados comprovam que, apesar do celular ser um recurso educacional, ele também é fator de distração.
Outro indicativo destacado pela pesquisa foi um número significativo de estudantes (70,4%) que afirmou utilizar os celulares para acessar aplicativos de estudo ou fazer anotações virtuais, o que reflete um potencial positivo para a tecnologia no contexto educacional. Em contrapartida, o envio de mensagens de texto (72,6%) e o uso de redes sociais (55,5%) é também predominante entre os entrevistados. [...]
As instituições escolares vão ter que compreender que a tecnologia está presente nesses desafios do século XXI. E é preciso buscar o equilíbrio de um mundo híbrido, extraindo o melhor do virtual e do presencial. O equilíbrio que favoreça a concentração, a interação, a socialização e a aprendizagem ativa. É ainda essencial que as comunidades escolares ampliem o debate sobre essas questões, porque a solução não pode ficar circunscrita à sala de aula, precisa existir além dos muros da escola. Porque a proibição do celular no ambiente escolar não resolve por si só o problema do excesso de telas e suas consequências para a saúde física e mental.
CIRILO, José Carlos. Tecnologia na educação: uma questão muito além do celular. Hoje em dia, 20 fev. 2025. Disponível em: https://meulink.fit/aZWuZgfEnKDMVXw. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
Texto 2
Celular na sala de aula não deve ser banido, e sim usado com orientação
Todos nós sofremos com as distrações causadas pelos smartphones e suas intermináveis notificações [...]. Para uma criança ou adolescente, essa sedução pode ser muito maior: pesquisas indicam que os alunos podem levar até 20 minutos para se concentrar novamente no que estavam aprendendo depois de usarem o celular para atividades não acadêmicas. [...]
Nesse sentido, não resta dúvida de que os alunos não devem ter acesso livre ao equipamento nas aulas. Especialistas defendem que não o usem nem no recreio, pois ele também comprometeria atividades de socialização típicas daquele momento. [...]
As principais evidências que apoiam essa medida vêm do Relatório Global de Monitoramento da Educação, publicado pela Unesco em julho de 2023. [...] A conclusão foi de que os efeitos são negativos, principalmente na memória e na compreensão.
O relatório não sugere a proibição irrefletida, e sim que, se usado em excesso ou para atividades não pedagógicas, os celulares trazem malefícios. “Banir a tecnologia das escolas pode ser legítimo se a integração não melhorar o aprendizado ou piorar o bem‑estar do aluno”, diz uma das conclusões. [...]
A proibição pura e simples preservará a saúde mental e eliminará os graves problemas apontados pela Unesco, o que é essencial! Mas também impedirá a chance de criarmos uma geração que faça um uso consciente de tecnologias que moldarão suas vidas de agora em diante.
SILVESTRE, Paulo. Celular na sala de aula não deve ser banido, e sim usado com orientação. Estadão, 28 out. 2024. Disponível em: https://encurtador.com.br/Etw3X. Acesso em: 7 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento.
No Texto 1, há uma opinião no trecho:
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