Questões de EFAI Português - Gêneros Textuais -
84 Questões
Questão 4 16306602
SAEB Simulado 1 | 5 ano | LP 2025Leia o texto a seguir e responda à questão:
O Coelho e a Tartaruga
Era uma vez um coelho que vivia se gabando de sua velocidade. Cansada de suas provocações, uma tartaruga desafiou o coelho para uma corrida. Todos os animais se reuniram para assistir. Quando a corrida começou, o coelho disparou e, confiante de sua vitória, decidiu descansar sob uma árvore. A tartaruga, com seu passo lento e constante, continuou sem parar. Quando o coelho acordou, percebeu que a tartaruga estava prestes a cruzar a linha de chegada. Ele correu com todas as suas forças, mas já era tarde demais. A tartaruga venceu a corrida.

Disponível em: https://br.freepik.com/vetores-gratis/coelhoe-tartaruga-na-corrida_4906493.htm#fromView=search&pag e=1&position=0&uuid=6c27c912-b200-4b74-97f4-8cdd22cd 97f5&query=imagem+do+da+lebre+e+a+tartaruga.
Qual das seguintes opções representa uma antecipação adequada que poderia ser feita antes da leitura do texto "O Coelho e a Tartaruga"?
Questão 59 11443849
PARANÁ Língua Portuguesa 2023Leia o texto abaixo.
Futebol de bichos
Jogo de futebol entre os bichos? E por que não? Pois era isso mesmo que ia acontecer na floresta! Estava tudo mais ou menos organizado para o início do jogo, quando veio de lá a tartaruga, bem devagarzinho, reclamando:
– Eu também tenho o direito de entrar nesse jogo. Sou um bicho como outro qualquer.
[...]
Tanto a tartaruga reclamou que acabaram tendo de colocá-la em um dos times. [...]
Um dos goleiros era o elefante e não sobrava quase nenhum espaço para marcar gol. O outro goleiro era o leão... E faltava coragem para chutar contra ele. Além disso, toda hora o jogo parava, pois sempre que o leão agarrava uma bola tinham de arranjar outra, porque o couro ficava em tiras. [...]
De um lado, o zagueiro central era a girafa e não passava bola alta por ali. [...] Do outro lado tinha a lebre e não havia quem conseguisse alcançá-la na corrida! [...]
Logo que o jogo começou, a raposa chutou uma bola para frente, dando um passe [...] para a tartaruga. E ela tratou de correr... Só que, quando já estava no final do segundo tempo e a partida estava empatada com dois gols para cada lado, [...] a tartaruga estava quase chegando...
Foi aí que a bola veio alta para a área do time do leão. A zebra cabeceou e a bola caiu perto da tartaruga... O rinoceronte [...] correu e chutou. Só que ele não viu direito e foi dar um tremendo chute na pobre da tartaruga! Coitada! Ela era igualzinha a uma bola de couro!
O juiz Armandinho Corujão apitou pênalti na hora!
– Priiiii! Pênalti! É pênalti! Não pode chutar o adversário dentro da área!
E foi assim, com um pênalti arranjado pela tartaruga, que o time do elefante foi campeão do grande torneio de futebol da floresta!
Disponível em: http://www.bibliotecapedrobandeira.com.br/pdfs/contos/futebol_de_bichos.pdf. Acesso em: 8 jul. 2013. Fragmento.
Nesse texto, no trecho “— Eu também tenho o direito de entrar nesse jogo.” (2° parágrafo), o travessão foi utilizado para marcar
Questão 58 11443841
PARANÁ Língua Portuguesa 2023Leia o texto baixo.
O macaco e o gato
Simão, o macaco, e Bichano, o gato, moram juntos na mesma casa. E pintam o sete. Um [...] remexe gavetas, esconde tesourinhas, atormenta o papagaio; outro arranha os tapetes, esfiapa as almofadas e bebe o leite das crianças.
Mas, apesar de amigos e sócios, o macaco sabe agir com tal maromba que é quem sai ganhando sempre. Foi assim no caso das castanhas.
A cozinheira pusera a assar nas brasas umas castanhas e fora à horta colher temperos. Vendo a cozinha vazia, [...] se aproximaram. Disse o macaco:
– Amigo Bichano, você que tem uma pata jeitosa, tire as castanhas do fogo.
O gato não se fez insistir e com muita arte começou a tirar as castanhas.
– Pronto, uma…
– Agora aquela lá… Isso. Agora aquela gorducha… Isso. E mais a da esquerda, que estalou…
O gato as tirava, mas quem as comia, gulosamente, piscando o olho, era o macaco… De repente, eis que surge a cozinheira, furiosa, de vara na mão.
– Espere aí!…
Os dois [...] sumiram-se aos pinotes.
– Boa peça, hem? — disse o macaco lá longe.
O gato suspirou:
– Para você, que comeu as castanhas. Para mim foi péssima, pois arrisquei o pelo e fiquei em jejum, sem saber que gosto tem uma castanha assada…
MORAL: O bom-bocado não é para quem o faz, é para quem o come. LOBATO, Monteiro.
Disponível em: http://zip.net/bsqLYm. Acesso em: 7 out. 2015. Fragmento.
No trecho “— Boa peça, hem?” (11° parágrafo), o travessão foi usado para
Questão 40 11443404
PARANÁ Língua Portuguesa 2023Leia o texto abaixo.
A lebre e a tartaruga
Um dia uma tartaruga começou a contar vantagem dizendo que corria muito depressa, que a lebre era muito mole e, enquanto falava, a tartaruga ria e ria da lebre. Mas a lebre ficou mesmo impressionada foi quando a tartaruga resolveu apostar uma corrida com ela.
“Deve ser só de brincadeira!”, pensou a lebre.
A raposa era o juiz e recebia as apostas. A corrida começou e, na mesma hora, claro, a lebre passou à frente da tartaruga. O dia estava quente, por isso lá pelo meio do caminho a lebre teve a ideia de brincar um pouco. Depois de brincar, resolveu tirar uma soneca à sombra fresquinha de uma árvore.
“Se por acaso a tartaruga me passar, é só correr um pouco e fico na frente de novo”, pensou.
A lebre achava que não ia perder aquela corrida de jeito nenhum. Enquanto isso, lá vinha a tartaruga com seu jeitão, arrastando os pés, sempre na mesma velocidade, sem descansar nem uma vez, só pensando na chegada. Ora, a lebre dormiu tanto que esqueceu de prestar atenção na tartaruga. Quando ela acordou, cadê a tartaruga? Bem que a lebre se levantou e saiu zunindo, mas nem adiantava! De longe ela viu a tartaruga esperando por ela na linha de chegada.
Moral: Não devemos menosprezar a capacidade dos outros.
Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=24259. Acesso em: 10 fev. 2013.
No trecho “... a tartaruga ria e ria da lebre.” (1° parágrafo), a repetição da expressão em destaque reforça
Questão 39 11443381
PARANÁ Língua Portuguesa 2023Leia o texto abaixo.
A MENINA CORAJOSA
Esta história aconteceu com a minha bisavó paterna e foi contada pela filha dela, que é minha avó. Quando criança, minha bisavó morava num sítio. Seu pai sustentava a família trabalhando na roça. Todos os dias, ela ia levar comida para o pai no roçado, um lugar longe de casa. Sua cachorrinha sempre ia com ela.
Um dia, quando levava a marmita para o pai, andando bem tranquila pela trilheira, num lugar onde a mata era fechada, viu que a cachorrinha começou a choramingar e a se enrolar nas próprias pernas. A menina percebeu que alguma coisa estranha estava acontecendo.
Olhou para os lados e viu uma onça bem grande, com o bote armado, a ponto de pular do capinzeiro em cima dela.
No que viu a onça, a menina ficou encarando a danada. Pouco a pouco, sempre olhando para o bicho, ela foi se afastando para trás sem se virar. Quando pegou uma boa distância, a menina correu em disparada até se sentir segura.
Quando chegou em casa, estava sem voz. Depois de muito tempo é que conseguiu falar.
Os homens da fazenda pegaram as armas e foram procurar a onça. Mas não a encontraram. Minha bisavó foi muito corajosa, porque na hora em que ela viu a onça, conseguiu lembrar do que o povo dizia: “Onça não ataca de frente, porque tem medo do rosto da pessoa. Quem quiser se ver livre dela basta encarar a danada e não lhe dar as costas”.
TOMAZ, Cristina Macedo. De boca em boca. São Paulo: Salesiana, 2002.
Na frase “Quem quiser se ver livre dela basta encarar a danada e não lhe dar as costas”, a palavra destacada se refere à
Questão 21 11440804
PARANÁ Língua Portuguesa 2023Leia o texto abaixo.

Disponível em: www.arionaurocartuns.com.br. Acesso em: 3 jun. 2014.
Nesse texto, as crianças e o cachorro
06
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