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Questão 8350844
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021A lenda da Bacaba
Na serra do Tumucumaque, no Amapá, lá no extremo norte do Brasil, vivia um grupo de índios. O chefe Tamacavi preferia viver em paz a guerrear com outras nações. Quase nenhum índio se lembrava da grande batalha que tinha havido muito tempo atrás entre o deus Tupã e Catamã, a entidade do mal. A luta só terminou quando Tupã conseguiu aprisionar Catamã no alto da serra: ele ficaria ali por cem anos.
Durante muito tempo as aldeias viveram em paz. Pouco antes de completar o centésimo ano, Catamã deu o primeiro sinal do que estava por vir: uma doença atacou as mãos e os pés das pessoas, impedindo-as de andar e trabalhar. Como não podiam caçar, pescar nem plantar, começaram a morrer de fome. Porém, depois de seis luas, as pessoas se curaram, e a vida voltou ao normal.
Certa noite, uma das mulheres de Tamacavi, Tairã, que estava grávida, sonhou com Tupã. "O menino que vai nascer será a única pessoa capaz de destruir Catamã para sempre", disse o deus. "Ele vai se chamar Bacaba."
A criança nasceu e cresceu forte, sendo treinada em todos os tipos de combate. Tornou-se líder do grupo e em pouco tempo passou a chefiar todos os grupos que ocupavam a serra do Tumucumaque.
Uma noite, quando todos dormiam, uma onça atacou Tairã. Quando Bacaba viu a mãe morta, entoou o canto de guerra e comunicou ao Grande Conselho que iria enfrentar o gênio do mal. O xamã deu ervas venenosas para Bacaba jogar nos olhos de Catamã e cegá-lo. O guerreiro pintou o corpo e muniu-se dos instrumentos de guerra. Chegando ao topo da serra, deu de cara com uma onça enorme, que se atirou sobre ele. Dois dias e duas noites durou a batalha. Depois disso, tudo silenciou.
Tamacavi reuniu os guerreiros e subiu a serra. Lá, encontraram uma onça com uma lança enfiada no peito e os olhos arrancados da cara. Ao lado do animal estava o guerreiro, com o corpo estraçalhado. Bacaba havia vencido o monstro, mas isso custara-lhe a vida.
Os índios enterraram o rapaz ao lado da mãe. Entristecido com a perda da mulher e do filho, o chefe ficou recolhido durante duas luas. Passado esse tempo, foi visitar o local em estavam enterrados. Para sua surpresa, encontrou uma grande palmeira com as folhas em forma de lança, voltadas para cima; das folhas brotavam flores brancas e frutos vermelhos. Em memória do guerreiro morto, a palmeira recebeu o nome de bacaba.
Os índios colheram as frutinhas e com elas fizeram vinho. Forte como Bacaba, o caule da árvore foi usado para fazer arcos e lanças. Com o tempo, outras palmeiras iguais a essa brotaram, e seu caule continuou a ser usado para fazer as armas de combate e caça. Segundo a lenda, todas elas são abençoadas por Tupã.
Assinale a alternativa correta.Inspirada em "A lenda da bacaba", coletada por Joseli Dias em Mitos e lendas do Amapã. Fonte: SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006, p. 24-25.
Questão 8350842
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021Caros meninos, há muito tempo estou sabendo do comportamento de vocês com a minha querida Domitila. Até agora, apenas observei. Chegou o momento de colocarmos os pingos nos is. Não quero saber dessas brincadeiras, nem de outras. Estarei atento a tudo que vocês fizeram em casa, na rua e na escola. Comportem-se. Caso contrário, acertarão as contas comigo.
Receberão notícias minhas.
De acordo com as características do texto apresentado, trata-se deRobô Supertudo
Questão 8350841
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021Leia o fragmento abaixo:
Alguns dias mais tarde, André resolveu abandonar a sua aldeia natal, para correr o mundo em busca de trabalho.
Firmemente resolvido a executar esse projeto, arrumou a sua trouxa, vendeu as poucas coisas que o velho deixara, conseguindo reunir apenas cinquenta mil-réis, e pôs-se a caminho, tendo ido primeiro ao cemitério despedir-se do seu querido morto.
Por muitos e muitos dias caminhou ele, sempre em frente, atravessando planícies, montes, vales, florestas e aldeias. [...]
O fragmento “[...] atravessando planícies, montes, vales, florestas e aldeias”, indica que André:PIMENTEL, Figueiredo. Histórias da Avozinha. Fundação Nacional da Biblioteca. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000137.pdf. Acesso em: 24 abril 2021.
Questão 8350840
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021Leia o fragmento abaixo:
Alguns dias mais tarde, André resolveu abandonar a sua aldeia natal, para correr o mundo em busca de trabalho.
Firmemente resolvido a executar esse projeto, arrumou a sua trouxa, vendeu as poucas coisas que o velho deixara, conseguindo reunir apenas cinquenta mil-réis, e pôs-se a caminho, tendo ido primeiro ao cemitério despedir-se do seu querido morto.
Por muitos e muitos dias caminhou ele, sempre em frente, atravessando planícies, montes, vales, florestas e aldeias. [...]
No trecho “Firmemente resolvido a executar esse projeto, arrumou a sua trouxa [...]”, a palavra destacada pode ser substituída por:PIMENTEL, Figueiredo. Histórias da Avozinha. Fundação Nacional da Biblioteca. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000137.pdf. Acesso em: 24 abril 2021.
Questão 8350836
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021Mulher desmaia de tanto gargalhar
F.S. tem 63 anos e mora na cidade italiana de Agrigento. Estava em casa sozinha assistindo na tevê ao programa humorístico Stasera quando caiu numa crise de riso descontrolada. Riu tanto que perdeu a consciência e desmaiou. Foi hospitalizada. Quando recobrou os sentidos, olhou para o rosto do médico e recomeçou a gargalhar, riu tanto que desmaiou de novo. Quando retomou a consciência, no primeiro sorriso que deu o médico lhe aplicou um forte sedativo. O hospital requisitou a fita do programa para saber o que levou F.S. à crise de riso.
Revista Isto É. São Paulo, Três, 24 de abril de 2002.
Qual o gênero textual do texto apresentado?
Questão 8350835
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021Mulher desmaia de tanto gargalhar
F.S. tem 63 anos e mora na cidade italiana de Agrigento. Estava em casa sozinha assistindo na tevê ao programa humorístico Stasera quando caiu numa crise de riso descontrolada. Riu tanto que perdeu a consciência e desmaiou. Foi hospitalizada. Quando recobrou os sentidos, olhou para o rosto do médico e recomeçou a gargalhar, riu tanto que desmaiou de novo. Quando retomou a consciência, no primeiro sorriso que deu o médico lhe aplicou um forte sedativo. O hospital requisitou a fita do programa para saber o que levou F.S. à crise de riso.
Qual o fato central apresentado no texto?Revista Isto É. São Paulo, Três, 24 de abril de 2002.
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