Questões de EFAI Português
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Questão 8350868
AUTORAIS POR 5AF 022 ENU001 2021Bacalhau de Páscoa com azeite aromatizado
• 800 g de bacalhau dessalgado, em postas pequenas;
• ¹/² kg de batatas em lascas largas, com casca;
• ¹/² xícara (chá) de azeite;
• 5 dentes de alho em lâminas;
• 200 g de tomates cereja inteiros;
• 1 talo de alho-poró fatiado;
• 2 cebolas roxas pequenas em pétalas;
• ¹/² xícara (chá) de azeitonas pretas sem caroço;
• Sal a gosto;
• 4 colheres (sopa) de cebolinha-verde picada.
Modo de preparo
Em uma panela grande, com água fervente, cozinhe as postas de bacalhau até que estejam macias, sem desmanchar. Deixe esfriar e limpe o bacalhau, retirando as espinhas e a pele. Reserve.
Na mesma água, cozinhe as batatas até que estejam macias, porém ainda firmes. Reserve. Aqueça o azeite em uma frigideira, adicione o alho e desligue o fogo, para que não doure (deve apenas refogar).
Em um recipiente grande misture as batatas cozidas, os tomates cereja, o alho-poró, a cebola roxa, as azeitonas e tempere tudo com tempero para peixe Goutess e o sal.
Coloque essa mistura em um recipiente grande, formando uma camada. Sobre essa camada distribua as postas de bacalhau reservadas, acomodando-as entre os vegetais, e regue tudo com o azeite aromatizado com o alho. Cubra com papel-alumínio e leve ao forno médio (180°C), preaquecido, por cerca de 40 minutos ou até que tudo esteja macio. Polvilhe com cebolinha verde e sirva a seguir.
Considerando o gênero textual, indique a opção correta.Toesca Empório e Peixaria. Revista Kids mais. Culinária. Disponível em: https://www.revista kidsmais.com.br/noticia/culinaria/91/receita-de-bacalhau-para- sua-pascoa—casa-toesca. Acesso em: 16 abr. 2021.
Questão 8350860
AUTORAIS POR 5AF 022 ENU001 2021A menina da varanda
Um dia, o filho da velha pianista tocou a campainha. Queria saber como andava a saúde da mãe.
– Estou como Deus quer – ela respondeu, sorrindo e puxando o filho pelo braço.
Venha até o quarto, quero te mostrar minha nova amiga.
O filho a seguiu, em passos rápidos, estava atrasado para uma reunião.
A velha pianista abriu a janela e apontou:
– Olha ela ali, na varanda do vizinho. O filho balançou a cabeça, impaciente:
– Mamãe, não tem ninguém ali.
– Como não tem? – a velha pianista sorriu, compreensiva. – Olha a menina sentada na varanda. Ela é muito calada, quieta como ela só.
Considerando o texto, assinale a alternativa correta.CUNHA, Leo. A menina da varanda. Rio de Janeiro: Record, 2007.
Questão 8350850
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021Em qual alternativa há uma palavra polissílaba?
Questão 8350849
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021Em qual alternativa há uma palavra oxítona?
Questão 8350848
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021A lenda da Bacaba
Na serra do Tumucumaque, no Amapá, lá no extremo norte do Brasil, vivia um grupo de índios. O chefe Tamacavi preferia viver em paz a guerrear com outras nações. Quase nenhum índio se lembrava da grande batalha que tinha havido muito tempo atrás entre o deus Tupã e Catamã, a entidade do mal. A luta só terminou quando Tupã conseguiu aprisionar Catamã no alto da serra: ele ficaria ali por cem anos.
Durante muito tempo as aldeias viveram em paz. Pouco antes de completar o centésimo ano, Catamã deu o primeiro sinal do que estava por vir: uma doença atacou as mãos e os pés das pessoas, impedindo-as de andar e trabalhar. Como não podiam caçar, pescar nem plantar, começaram a morrer de fome. Porém, depois de seis luas, as pessoas se curaram, e a vida voltou ao normal.
Certa noite, uma das mulheres de Tamacavi, Tairã, que estava grávida, sonhou com Tupã. "O menino que vai nascer será a única pessoa capaz de destruir Catamã para sempre", disse o deus. "Ele vai se chamar Bacaba."
A criança nasceu e cresceu forte, sendo treinada em todos os tipos de combate. Tornou-se líder do grupo e em pouco tempo passou a chefiar todos os grupos que ocupavam a serra do Tumucumaque.
Uma noite, quando todos dormiam, uma onça atacou Tairã. Quando Bacaba viu a mãe morta, entoou o canto de guerra e comunicou ao Grande Conselho que iria enfrentar o gênio do mal. O xamã deu ervas venenosas para Bacaba jogar nos olhos de Catamã e cegá-lo. O guerreiro pintou o corpo e muniu-se dos instrumentos de guerra. Chegando ao topo da serra, deu de cara com uma onça enorme, que se atirou sobre ele. Dois dias e duas noites durou a batalha. Depois disso, tudo silenciou.
Tamacavi reuniu os guerreiros e subiu a serra. Lá, encontraram uma onça com uma lança enfiada no peito e os olhos arrancados da cara. Ao lado do animal estava o guerreiro, com o corpo estraçalhado. Bacaba havia vencido o monstro, mas isso custara-lhe a vida.
Os índios enterraram o rapaz ao lado da mãe. Entristecido com a perda da mulher e do filho, o chefe ficou recolhido durante duas luas. Passado esse tempo, foi visitar o local em estavam enterrados. Para sua surpresa, encontrou uma grande palmeira com as folhas em forma de lança, voltadas para cima; das folhas brotavam flores brancas e frutos vermelhos. Em memória do guerreiro morto, a palmeira recebeu o nome de bacaba.
Os índios colheram as frutinhas e com elas fizeram vinho. Forte como Bacaba, o caule da árvore foi usado para fazer arcos e lanças. Com o tempo, outras palmeiras iguais a essa brotaram, e seu caule continuou a ser usado para fazer as armas de combate e caça. Segundo a lenda, todas elas são abençoadas por Tupã.
Inspirada em "A lenda da bacaba", coletada por Joseli Dias em Mitos e lendas do Amapã. Fonte: SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006, p. 24-25.
Marque um verbo no infinitivo presente no texto.
Questão 8350845
AUTORAIS POR 4AF 022 ENU001 2021A lenda da Bacaba
Na serra do Tumucumaque, no Amapá, lá no extremo norte do Brasil, vivia um grupo de índios. O chefe Tamacavi preferia viver em paz a guerrear com outras nações. Quase nenhum índio se lembrava da grande batalha que tinha havido muito tempo atrás entre o deus Tupã e Catamã, a entidade do mal. A luta só terminou quando Tupã conseguiu aprisionar Catamã no alto da serra: ele ficaria ali por cem anos.
Durante muito tempo as aldeias viveram em paz. Pouco antes de completar o centésimo ano, Catamã deu o primeiro sinal do que estava por vir: uma doença atacou as mãos e os pés das pessoas, impedindo-as de andar e trabalhar. Como não podiam caçar, pescar nem plantar, começaram a morrer de fome. Porém, depois de seis luas, as pessoas se curaram, e a vida voltou ao normal.
Certa noite, uma das mulheres de Tamacavi, Tairã, que estava grávida, sonhou com Tupã. "O menino que vai nascer será a única pessoa capaz de destruir Catamã para sempre", disse o deus. "Ele vai se chamar Bacaba."
A criança nasceu e cresceu forte, sendo treinada em todos os tipos de combate. Tornou-se líder do grupo e em pouco tempo passou a chefiar todos os grupos que ocupavam a serra do Tumucumaque.
Uma noite, quando todos dormiam, uma onça atacou Tairã. Quando Bacaba viu a mãe morta, entoou o canto de guerra e comunicou ao Grande Conselho que iria enfrentar o gênio do mal. O xamã deu ervas venenosas para Bacaba jogar nos olhos de Catamã e cegá-lo. O guerreiro pintou o corpo e muniu-se dos instrumentos de guerra. Chegando ao topo da serra, deu de cara com uma onça enorme, que se atirou sobre ele. Dois dias e duas noites durou a batalha. Depois disso, tudo silenciou.
Tamacavi reuniu os guerreiros e subiu a serra. Lá, encontraram uma onça com uma lança enfiada no peito e os olhos arrancados da cara. Ao lado do animal estava o guerreiro, com o corpo estraçalhado. Bacaba havia vencido o monstro, mas isso custara-lhe a vida.
Os índios enterraram o rapaz ao lado da mãe. Entristecido com a perda da mulher e do filho, o chefe ficou recolhido durante duas luas. Passado esse tempo, foi visitar o local em estavam enterrados. Para sua surpresa, encontrou uma grande palmeira com as folhas em forma de lança, voltadas para cima; das folhas brotavam flores brancas e frutos vermelhos. Em memória do guerreiro morto, a palmeira recebeu o nome de bacaba.
Os índios colheram as frutinhas e com elas fizeram vinho. Forte como Bacaba, o caule da árvore foi usado para fazer arcos e lanças. Com o tempo, outras palmeiras iguais a essa brotaram, e seu caule continuou a ser usado para fazer as armas de combate e caça. Segundo a lenda, todas elas são abençoadas por Tupã.
Assinale uma palavra feminina:Inspirada em "A lenda da bacaba", coletada por Joseli Dias em Mitos e lendas do Amapã. Fonte: SALERNO, Silvana. Viagem pelo Brasil em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006, p. 24-25.
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