Questões de EFAI Português - Gêneros Textuais
560 Questões
Questão 14 11533827
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto
O toco de lápis
Lá, num fundo de gaveta, dois lápis estavam juntos. Um era novo, bonito, com ponta bem-feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. Sua ponta era rombuda, dele só estava um toco, de tanto ser apontado.
O grandão, novinho em folha, olhou para a triste figura do companheiro e chamou:
– Ô, baixinho! Você aí embaixo! Está me ouvindo?
– Não precisa gritar – respondeu o toco do lápis. – Eu não sou surdo!
– Não é surdo? Ah, ah, ah! Pensei que alguém tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça!
O toquinho de lápis suspirou:
– É mesmo... Até já perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador (...) Mas me diga uma coisa: Você sabe o que é uma poesia?
– Poesia? Que negócio é esse?
– Sabe o que é uma carta de amor?
– Amor? Carta? Você ficou louco, toquinho de lápis?
– Fiquei tudo! Louco, alegre, triste, apaixonado! Velho e gasto também. Se assim fiquei, foi porque muito vivi. Fiquei tudo aquilo que aprendi de tanto escrever durante toda a vida. Romance, conto, poesia, narrativa, descrição, composição, teatro, crônica, aventura, tudo! Ah, valeu a pena ter vivido tanto, ter escrito tanta coisa, mesmo tendo de acabar assim, apenas um toco de lápis. E você, lápis novinho em folha: o que é que você aprendeu?
O grandão, que era um lápis preto, ficou vermelho de vergonha...
Pedro Bandeira, Coração de criança: O livro dos bons sentimentos.
No trecho “Um era novo, bonito, com ponta muito bem-feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. (...)”, a palavra em destaque refere-se ao
Questão 13 11533787
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto
O toco de lápis
Lá, num fundo de gaveta, dois lápis estavam juntos. Um era novo, bonito, com ponta bem-feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. Sua ponta era rombuda, dele só estava um toco, de tanto ser apontado.
O grandão, novinho em folha, olhou para a triste figura do companheiro e chamou:
– Ô, baixinho! Você aí embaixo! Está me ouvindo?
– Não precisa gritar – respondeu o toco do lápis. – Eu não sou surdo!
– Não é surdo? Ah, ah, ah! Pensei que alguém tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça!
O toquinho de lápis suspirou:
– É mesmo... Até já perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador (...) Mas me diga uma coisa: Você sabe o que é uma poesia?
– Poesia? Que negócio é esse?
– Sabe o que é uma carta de amor?
– Amor? Carta? Você ficou louco, toquinho de lápis?
– Fiquei tudo! Louco, alegre, triste, apaixonado! Velho e gasto também. Se assim fiquei, foi porque muito vivi. Fiquei tudo aquilo que aprendi de tanto escrever durante toda a vida. Romance, conto, poesia, narrativa, descrição, composição, teatro, crônica, aventura, tudo! Ah, valeu a pena ter vivido tanto, ter escrito tanta coisa, mesmo tendo de acabar assim, apenas um toco de lápis. E você, lápis novinho em folha: o que é que você aprendeu?
O grandão, que era um lápis preto, ficou vermelho de vergonha...
Pedro Bandeira, Coração de criança: O livro dos bons sentimentos.
O lápis pequeno virou um toquinho porque
Questão 12 11533775
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto

O cartaz acima nos chama a atenção para
Questão 10 11533728
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto
Você conhece alguma festa popular?
O Carnaval, é claro!
Mas você sabe há quanto tempo existem festas como o carnaval?
Os povos das antigas civilizações faziam festas para homenagear seus deuses e agradeciam à natureza pelo alimento que colhiam da terra.
Essas festas foram transmitidas de pais para filhos até os dias de hoje.
Elas mostram o jeito de ser de cada povo, suas tradições e sua cultura.
No Brasil, as tradições portuguesas uniram-se à dança indígena e ao batuque africano.
O Maracatu tem trajes e danças que lembram os antigos guerreiros e a festa do divino de origem portuguesa, tem danças folclóricas de origem africana.
Danças como a Congada e o Moçambique vieram da cultura africana.
O Cateretê e os Caboclinhos são danças de origem indígena. Festas como Bumba-meu-Boi narram lendas por meio de dança.
E a Cavalhada narra a história de antigas lutas. Parece um teatro ao ar livre, sempre com roupas muito coloridas e máscaras curiosas.
Em dezembro, a folia de reis celebra o nascimento do menino Jesus.
E na virada do ano a rainha do mar, Iemanjá, é homenageada nas águas do oceano.
São muitas as festas populares. Com elas aprendemos uma porção de coisas... histórias, lendas, comidas típicas, músicas e artesanatos.
Conhecer as festas populares é conhecer o seu próprio povo.
Abre alas que eu quero passar
Newton Foot
O tema principal abordado no texto ao lado refere-se às
Questão 4 11533548
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto
Quem vai salvar a vida
(...) No dia seguinte era sábado, e meu pai pegou o Trovão, nosso cachorro, e já ia saindo com ele pra passear.
Eu então perguntei:
– Ô, pai, que tal levar um saquinho para pegar a sujeira do Trovão?
– Pegar a sujeira? – ele perguntou.
– Então, pai, não se pode deixar sujeira no meio da rua...
– Ora, ora – meu pai respondeu –, a rua é pra isso mesmo!
– Pai, que absurdo! A rua é de todos! É como se você levasse seu cachorro pra sujar a casa dos outros. Você não vê que a gente pisa nessa sujeira e traz pra casa? Não vê que tem crianças pequenas que andam na rua e sujam os pés?
Meu pai me olhou torto, torto.
E foi embora.
Mas, quando ele voltou, eu vi que ele tinha um saquinho, que ele atirou no lixo (...).
Ruth Rocha. Quem vai salvar a vida? São Paulo, FTD, 2009
A parte do texto que nos indica que o narrador é um filho ou filha é
Questão 3 11533538
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto

O texto contido no documento acima tem a finalidade de
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