Questões de EFAI Português
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Questão 8384255
AUTORAIS POR 4AF 008 ENU003 2019Você conhece alguma festa popular?
O Carnaval, é claro!
Mas você sabe há quanto tempo existem festas como o carnaval?
Os povos das antigas civilizações faziam festas para homenagear seus deuses e agradeciam à natureza pelo alimento que colhiam da terra.
Essas festas foram transmitidas de pais para filhos até os dias de hoje.
Elas mostram o jeito de ser de cada povo, suas tradições e sua cultura.
No Brasil, as tradições portuguesas uniram-se à dança indígena e ao batuque africano.
O Maracatu tem trajes e danças que lembram os antigos guerreiros e a festa do divino de origem portuguesa, tem danças folclóricas de origem africana.
Danças como a Congada e o Moçambique vieram da cultura africana.
O Cateretê e os Caboclinhos são danças de origem indígena.
Festas como Bumba-meu-Boi narram lendas por meio de dança.
E a Cavalhada narra a história de antigas lutas. Parece um teatro ao ar livre, sempre com roupas muito coloridas e máscaras curiosas.
Em dezembro, a folia de reis celebra o nascimento do menino Jesus.
E na virada do ano a rainha do mar, Iemanjá, é homenageada nas águas do oceano. São muitas as festas populares. Com elas aprendemos uma porção de coisas... histórias, lendas, comidas típicas, músicas e artesanatos.
Conhecer as festas populares é conhecer o seu próprio povo:
Abre alas que eu quero passar...
O tema principal abordado no texto ao lado refere-se às:Newton Foot.
Questão 8384253
AUTORAIS POR 4AF 008 ENU003 2019Mulher desmaia de tanto gargalhar
F.S. tem 63 anos e mora na cidade italiana de Agrigento. Estava em casa sozinha assistindo na tevê ao programa humorístico Stasera quando caiu numa crise de riso descontrolada. Riu tanto que perdeu a consciência e desmaiou. Foi hospitalizada. Quando recobrou os sentidos, olhou para o rosto do médico e recomeçou a gargalhar, riu tanto que desmaiou de novo. Quando retomou a consciência, no primeiro sorriso que deu o médico lhe aplicou um forte sedativo. O hospital requisitou a fita do programa para saber o que levou F.S. à crise de riso.
Revista Isto É. São Paulo, Três, 24 de abril de 2002.
No trecho “O hospital requisitou a fita do programa para saber o que levou F.S. à crise de riso”, a palavra em destaque dá ideia de:
Questão 8384252
AUTORAIS POR 4AF 008 ENU003 2019Leia um trecho do conto abaixo:
Depressa acabou Saladina o seu curso. Aluna brilhante, nunca reprovou nenhum ano e quando se viu com o diploma na mão, não cabia em si de felicidade. Só havia um problema: que fazer agora" Como iriam seus pais recebê-la"
Quando bateu de mansinho à porta de sua casa, o nº 13 da Rua da Assombração, o seu coração de bruxa, pela primeira vez, fraquejou. E, apesar de a terem deixado entrar, logo sentiu que a sua atitude não fora perdoada.
― És a vergonha das bruxas! ― disse-lhe o pai. ― Mas és feitiço do meu feitiço. Podes ficar nesta casa, embora sejas pouco digna das teias de aranha que te cobrem a cama.
LOPES, Maria Teresa. Doutora Saladina, Bruxa para todos os Males. In: Histórias que acabam aqui. Ilustrações: Sara Costa. Edições ArcosOnline.com, p.18. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ea000115.pdf>. Acesso em: 11 maio 2021.
O uso do ponto de exclamação no trecho acima reforça:
Questão 8384251
AUTORAIS POR 4AF 008 ENU003 2019Quem vai salvar a vida
(...) No dia seguinte era sábado, e meu pai pegou o Trovão, nosso cachorro, e já ia saindo com ele pra passear.
Eu então perguntei:
— Ô, pai, que tal levar um saquinho para pegar a sujeira do Trovão?
— Pegar a sujeira? — ele perguntou.
— Então, pai, não se pode deixar sujeira no meio da rua...
— Ora, ora — meu pai respondeu —, a rua é pra isso mesmo!
— Pai, que absurdo! A rua é de todos! É como se você levasse seu cachorro pra sujar a casa dos outros. Você não vê que a gente pisa nessa sujeira e traz pra casa" Não vê que tem crianças pequenas que andam na rua e sujam os pés"
Meu pai me olhou torto, torto.
E foi embora.
Mas, quando ele voltou, eu vi que ele tinha um saquinho, que ele atirou no lixo (...).
A expressão destacada na frase “Meu pai me olhou torto, torto” quer dizer que o pai olhou o menino com:Ruth Rocha. Quem vai salvar a vida? São Paulo, FTD, 2009.
Questão 8384246
AUTORAIS POR 4AF 008 ENU002 2019RECEITA DE ACORDAR PALAVRAS
Palavras são como estrelas
facas ou flores
elas têm raízes pétalas espinhos
são lisas ásperas leves ou densas
para acordá-las basta um sopro
em sua alma
e como pássaros
vão encontrar seu caminho
MURRAY, Roseana. Receitas de olhar. São Paulo: FTD, 1997.
De acordo com o 5º verso, basta um sopro para acordar as:
Questão 8384243
AUTORAIS POR 4AF 008 ENU002 2019JOSÉ BENTO MONTEIRO LOBATO
Era uma vez um menino chamado Juca, que nasceu em Taubaté, estado de São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Quando Juca era criança, não havia brinquedos tão sofisticados quanto os de hoje em dia. Sabe o que ele fazia para se divertir? Usando a imaginação, transformava sabugos de milho em bonecos e chuchus com palitos espetados em cavalos. Juca também adorava ir à biblioteca da casa de seu avô: os livros de viagens e aventuras eram os seus favoritos.
O nome completo do menino dessa história é José Bento Monteiro Lobato.
No trecho “Era uma vez um menino chamado Juca, que nasceu em Taubaté, estado de São Paulo, no dia 18 de abril de 1882.”, a expressão destacada estabelece uma relação de:Adaptado de MARQUES, Fernanda. Revista Ciência Hoje das Crianças. Rio de Janeiro, Instituto Ciência Hoje.
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