Questões de EFAI Português
1.947 Questões
Questão 15 11533837
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto I - Notas baixas são resultado de muito tempo em frente ao videogame. Ter acesso contínuo – e sem controle – ao videogame em casa, afeta significativamente o rendimento escolar de crianças
Os pais devem encorajar a moderação aos seus filhos quando o assunto é videogame. Mais do que apenas deixá-los afastados de atividades físicas e vivências sociais necessárias para o seu desenvolvimento, ter um videogame em casa também pode piorar o desempenho acadêmico em algumas crianças. (...) Os pesquisadores apontam uma relação bastante clara quanto ao tempo gasto com videogame e o nível de declínio acadêmico e de aprendizado, especialmente quando as crianças jogavam após o período da escola. Os autores dizem que é nessa idade que as crianças refinam seu nível de linguagem (escrita e falada) e o uso contínuo do videogame pode atrasar essa fase. “Os resultados mostraram claramente que possuir um videogame em casa pode ter resultados bastante negativos na vida real”, concluem os autores.
(adaptado de http://oqueeutenho.uol.com.br)
Texto II
Imersos na tecnologia – e mais espertos
As crianças e os adolescentes de hoje vivem cercados de videogame, computador, TV e DVD. As últimas descobertas da ciência dizem que o uso desses recursos na medida certa ao contrário do que se pensava, pode ajudá-los a afiar a inteligência.
Revista Veja, Editora Abril edição 1926, ano 38, nº 41
Glossário (Fonte: Dicionário Escolar da Língua Portuguesa- Academia Brasileira de Letras) Desempenho acadêmico – rendimento de um indivíduo em instituição de ensino.
Declínio - diminuição, decadência.
Refinam - apuram, aprimoram.
Com relação ao assunto abordado, os textos I e II
Questão 14 11533827
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto
O toco de lápis
Lá, num fundo de gaveta, dois lápis estavam juntos. Um era novo, bonito, com ponta bem-feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. Sua ponta era rombuda, dele só estava um toco, de tanto ser apontado.
O grandão, novinho em folha, olhou para a triste figura do companheiro e chamou:
– Ô, baixinho! Você aí embaixo! Está me ouvindo?
– Não precisa gritar – respondeu o toco do lápis. – Eu não sou surdo!
– Não é surdo? Ah, ah, ah! Pensei que alguém tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça!
O toquinho de lápis suspirou:
– É mesmo... Até já perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador (...) Mas me diga uma coisa: Você sabe o que é uma poesia?
– Poesia? Que negócio é esse?
– Sabe o que é uma carta de amor?
– Amor? Carta? Você ficou louco, toquinho de lápis?
– Fiquei tudo! Louco, alegre, triste, apaixonado! Velho e gasto também. Se assim fiquei, foi porque muito vivi. Fiquei tudo aquilo que aprendi de tanto escrever durante toda a vida. Romance, conto, poesia, narrativa, descrição, composição, teatro, crônica, aventura, tudo! Ah, valeu a pena ter vivido tanto, ter escrito tanta coisa, mesmo tendo de acabar assim, apenas um toco de lápis. E você, lápis novinho em folha: o que é que você aprendeu?
O grandão, que era um lápis preto, ficou vermelho de vergonha...
Pedro Bandeira, Coração de criança: O livro dos bons sentimentos.
No trecho “Um era novo, bonito, com ponta muito bem-feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. (...)”, a palavra em destaque refere-se ao
Questão 13 11533787
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto
O toco de lápis
Lá, num fundo de gaveta, dois lápis estavam juntos. Um era novo, bonito, com ponta bem-feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. Sua ponta era rombuda, dele só estava um toco, de tanto ser apontado.
O grandão, novinho em folha, olhou para a triste figura do companheiro e chamou:
– Ô, baixinho! Você aí embaixo! Está me ouvindo?
– Não precisa gritar – respondeu o toco do lápis. – Eu não sou surdo!
– Não é surdo? Ah, ah, ah! Pensei que alguém tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça!
O toquinho de lápis suspirou:
– É mesmo... Até já perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador (...) Mas me diga uma coisa: Você sabe o que é uma poesia?
– Poesia? Que negócio é esse?
– Sabe o que é uma carta de amor?
– Amor? Carta? Você ficou louco, toquinho de lápis?
– Fiquei tudo! Louco, alegre, triste, apaixonado! Velho e gasto também. Se assim fiquei, foi porque muito vivi. Fiquei tudo aquilo que aprendi de tanto escrever durante toda a vida. Romance, conto, poesia, narrativa, descrição, composição, teatro, crônica, aventura, tudo! Ah, valeu a pena ter vivido tanto, ter escrito tanta coisa, mesmo tendo de acabar assim, apenas um toco de lápis. E você, lápis novinho em folha: o que é que você aprendeu?
O grandão, que era um lápis preto, ficou vermelho de vergonha...
Pedro Bandeira, Coração de criança: O livro dos bons sentimentos.
O lápis pequeno virou um toquinho porque
Questão 12 11533775
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto

O cartaz acima nos chama a atenção para
Questão 11 11533757
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto
Você conhece alguma festa popular?
O Carnaval, é claro!
Mas você sabe há quanto tempo existem festas como o carnaval?
Os povos das antigas civilizações faziam festas para homenagear seus deuses e agradeciam à natureza pelo alimento que colhiam da terra.
Essas festas foram transmitidas de pais para filhos até os dias de hoje.
Elas mostram o jeito de ser de cada povo, suas tradições e sua cultura.
No Brasil, as tradições portuguesas uniram-se à dança indígena e ao batuque africano.
O Maracatu tem trajes e danças que lembram os antigos guerreiros e a festa do divino de origem portuguesa, tem danças folclóricas de origem africana.
Danças como a Congada e o Moçambique vieram da cultura africana.
O Cateretê e os Caboclinhos são danças de origem indígena. Festas como Bumba-meu-Boi narram lendas por meio de dança.
E a Cavalhada narra a história de antigas lutas. Parece um teatro ao ar livre, sempre com roupas muito coloridas e máscaras curiosas.
Em dezembro, a folia de reis celebra o nascimento do menino Jesus.
E na virada do ano a rainha do mar, Iemanjá, é homenageada nas águas do oceano.
São muitas as festas populares. Com elas aprendemos uma porção de coisas... histórias, lendas, comidas típicas, músicas e artesanatos.
Conhecer as festas populares é conhecer o seu próprio povo.
Abre alas que eu quero passar
Newton Foot
O trecho do texto que expressa a opinião do autor é:
Questão 10 11533728
Pref. Rio de Janeiro 4° Ano 3° Bi Português 2010Texto
Você conhece alguma festa popular?
O Carnaval, é claro!
Mas você sabe há quanto tempo existem festas como o carnaval?
Os povos das antigas civilizações faziam festas para homenagear seus deuses e agradeciam à natureza pelo alimento que colhiam da terra.
Essas festas foram transmitidas de pais para filhos até os dias de hoje.
Elas mostram o jeito de ser de cada povo, suas tradições e sua cultura.
No Brasil, as tradições portuguesas uniram-se à dança indígena e ao batuque africano.
O Maracatu tem trajes e danças que lembram os antigos guerreiros e a festa do divino de origem portuguesa, tem danças folclóricas de origem africana.
Danças como a Congada e o Moçambique vieram da cultura africana.
O Cateretê e os Caboclinhos são danças de origem indígena. Festas como Bumba-meu-Boi narram lendas por meio de dança.
E a Cavalhada narra a história de antigas lutas. Parece um teatro ao ar livre, sempre com roupas muito coloridas e máscaras curiosas.
Em dezembro, a folia de reis celebra o nascimento do menino Jesus.
E na virada do ano a rainha do mar, Iemanjá, é homenageada nas águas do oceano.
São muitas as festas populares. Com elas aprendemos uma porção de coisas... histórias, lendas, comidas típicas, músicas e artesanatos.
Conhecer as festas populares é conhecer o seu próprio povo.
Abre alas que eu quero passar
Newton Foot
O tema principal abordado no texto ao lado refere-se às
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