Questões de EFAI Português - Construção Frasal
48 Questões
Questão 10 16306623
SAEB Simulado 1 | 5 ano | LP 2025Leia o texto abaixo e responda à pergunta:
O passeio no parque
No domingo, Ana e seus amigos decidiram ir ao parque. Chegando lá, foram direto ao lago para ver os patos. Depois, caminharam até o parquinho e brincaram no escorregador e nos balanços. Por fim, fizeram um piquenique debaixo de uma grande árvore. Foi um dia muito divertido.
Qual seria a melhor forma de dividir o texto em parágrafos para organizar as ideias de maneira clara?
Questão 9 16306620
SAEB Simulado 1 | 5 ano | LP 2025Leia o texto "O encontro na floresta" e identifique a alternativa que apresenta a divisão em parágrafos mais adequada, conforme as normas gráficas e as características do gênero narrativo.
O encontro na floresta
Era uma vez uma floresta encantada onde os animais falavam e conviviam em harmonia. Certo dia, uma coruja sábia convocou todos para uma reunião urgente. O motivo era a chegada de uma forte tempestade que poderia causar danos à floresta. Preocupados, os animais decidiram se unir para proteger suas casas e famílias. Enquanto alguns reforçavam suas tocas, outros coletavam alimentos para garantir que todos estivessem seguros durante a tempestade. Após dias de trabalho árduo, a tempestade finalmente chegou. Graças à cooperação e ao esforço coletivo, todos conseguiram se abrigar e proteger a floresta dos estragos. Quando o sol voltou a brilhar, os animais celebraram a vitória da união e da amizade.
Questão 5 16306606
SAEB Simulado 1 | 5 ano | LP 2025Leia o trecho abaixo e, em seguida, responda à questão:
“A educação é a base para um futuro melhor. Ela transforma vidas e constrói sociedades mais justas.
Qual seria a divisão adequada desse trecho, considerando a norma padrão da língua portuguesa?
Questão 59 11443849
PARANÁ Língua Portuguesa 2023Leia o texto abaixo.
Futebol de bichos
Jogo de futebol entre os bichos? E por que não? Pois era isso mesmo que ia acontecer na floresta! Estava tudo mais ou menos organizado para o início do jogo, quando veio de lá a tartaruga, bem devagarzinho, reclamando:
– Eu também tenho o direito de entrar nesse jogo. Sou um bicho como outro qualquer.
[...]
Tanto a tartaruga reclamou que acabaram tendo de colocá-la em um dos times. [...]
Um dos goleiros era o elefante e não sobrava quase nenhum espaço para marcar gol. O outro goleiro era o leão... E faltava coragem para chutar contra ele. Além disso, toda hora o jogo parava, pois sempre que o leão agarrava uma bola tinham de arranjar outra, porque o couro ficava em tiras. [...]
De um lado, o zagueiro central era a girafa e não passava bola alta por ali. [...] Do outro lado tinha a lebre e não havia quem conseguisse alcançá-la na corrida! [...]
Logo que o jogo começou, a raposa chutou uma bola para frente, dando um passe [...] para a tartaruga. E ela tratou de correr... Só que, quando já estava no final do segundo tempo e a partida estava empatada com dois gols para cada lado, [...] a tartaruga estava quase chegando...
Foi aí que a bola veio alta para a área do time do leão. A zebra cabeceou e a bola caiu perto da tartaruga... O rinoceronte [...] correu e chutou. Só que ele não viu direito e foi dar um tremendo chute na pobre da tartaruga! Coitada! Ela era igualzinha a uma bola de couro!
O juiz Armandinho Corujão apitou pênalti na hora!
– Priiiii! Pênalti! É pênalti! Não pode chutar o adversário dentro da área!
E foi assim, com um pênalti arranjado pela tartaruga, que o time do elefante foi campeão do grande torneio de futebol da floresta!
Disponível em: http://www.bibliotecapedrobandeira.com.br/pdfs/contos/futebol_de_bichos.pdf. Acesso em: 8 jul. 2013. Fragmento.
Nesse texto, no trecho “— Eu também tenho o direito de entrar nesse jogo.” (2° parágrafo), o travessão foi utilizado para marcar
Questão 58 11443841
PARANÁ Língua Portuguesa 2023Leia o texto baixo.
O macaco e o gato
Simão, o macaco, e Bichano, o gato, moram juntos na mesma casa. E pintam o sete. Um [...] remexe gavetas, esconde tesourinhas, atormenta o papagaio; outro arranha os tapetes, esfiapa as almofadas e bebe o leite das crianças.
Mas, apesar de amigos e sócios, o macaco sabe agir com tal maromba que é quem sai ganhando sempre. Foi assim no caso das castanhas.
A cozinheira pusera a assar nas brasas umas castanhas e fora à horta colher temperos. Vendo a cozinha vazia, [...] se aproximaram. Disse o macaco:
– Amigo Bichano, você que tem uma pata jeitosa, tire as castanhas do fogo.
O gato não se fez insistir e com muita arte começou a tirar as castanhas.
– Pronto, uma…
– Agora aquela lá… Isso. Agora aquela gorducha… Isso. E mais a da esquerda, que estalou…
O gato as tirava, mas quem as comia, gulosamente, piscando o olho, era o macaco… De repente, eis que surge a cozinheira, furiosa, de vara na mão.
– Espere aí!…
Os dois [...] sumiram-se aos pinotes.
– Boa peça, hem? — disse o macaco lá longe.
O gato suspirou:
– Para você, que comeu as castanhas. Para mim foi péssima, pois arrisquei o pelo e fiquei em jejum, sem saber que gosto tem uma castanha assada…
MORAL: O bom-bocado não é para quem o faz, é para quem o come. LOBATO, Monteiro.
Disponível em: http://zip.net/bsqLYm. Acesso em: 7 out. 2015. Fragmento.
No trecho “— Boa peça, hem?” (11° parágrafo), o travessão foi usado para
Questão 56 11443831
PARANÁ Língua Portuguesa 2023Leia o texto abaixo.
Na toca do coelho
Alice estava começando a cansar-se de ficar sentada sobre o barranco, sem nada para fazer. Uma vez ou duas tinha dado uma olhada no livro que sua irmã estava lendo.
– Para que pode servir um livro sem figuras nem conversas? – pensava, aborrecida.
O calor daquele dia estava deixando Alice com sono. Ela perguntava a si mesma se o prazer de fazer uma guirlanda de margaridas valia o esforço de ir colher as margaridas. Foi quando um coelho branco de olhos cor-de-rosa passou correndo bem pertinho dali.
Não havia nada de extraordinário nisso. Alice não achou verdadeiramente notável, nem mesmo quando o Coelho Branco disse para si mesmo:
– Meu Deus! Meu Deus! Vou chegar atrasado! – mas quando ele tirou um relógio do bolso do colete, olhou as horas e depois continuou seu caminho a toda pressa, Alice levantou-se. Teve a impressão que nunca em sua vida tinha visto um coelho que tivesse um colete com bolso e muito menos um relógio para tirar do bolso. Ardendo em curiosidade, correu atrás do coelho através do campo e, por sorte, chegou justo a tempo de vê-lo mergulhar na abertura de uma grande toca, perto da cerca.
Num instante Alice estava descendo também, sem se perguntar nem por um momento como faria depois para voltar.
A toca continuava reta como um túnel durante um bom pedaço, depois afundava de repente, tão de repente que Alice não teve nem tempo de pensar em parar, antes de perceber que estava caindo num poço muito profundo.
O poço era de fato muito profundo ou ela é que caía muito devagar? A verdade é que, enquanto caía, Alice tinha tempo de olhar ao redor e até de refletir sobre o que iria acontecer [...].
CARROL, Lewis. In: Alice no país das maravilhas. São Paulo: Ática, s/d. Fragmento.
Nesse texto, no trecho “O poço era de fato muito profundo ou ela é que caía muito devagar?” (último parágrafo), o ponto de interrogação indica
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