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Questão 8355919
AUTORAIS POR 2AF 014 ENU001 2019PINGUINS-DE-MAGALHÃES

O PINGUIM-DE-MAGALHÃES É UMA ESPÉCIE DIFERENTE DE PINGUIM, POIS NÃO HABITA NO GELO. ESSES ANIMAIS VIVEM NAS PRAIAS DA ARGENTINA, ONDE CONSTROEM SUAS TOCAS.
EM QUASE TODO O CORPO DESSES PINGUINS, AS PENAS SÃO DE COR PRETA E, APENAS NO PEITO, AS PENAS SÃO BRANCAS.
OS FILHOTES NASCEM NA PRIMAVERA E, QUANDO CRESCEM, PESAM ATÉ CINCO QUILOS.
ELES VÃO AO MAR Á PROCURA DE ALIMENTOS E COMEM PEIXES, LULAS E CRUSTÁCEOS.
QUANDO CRESCEM, QUAL O PESO DOS PINGUINS?CONRADO, Lucas. CHC. Notícia impressa e on-line, 4 jul. 2012. Texto adaptado para fins didáticos.
Questão 8355915
AUTORAIS POR 2AF 014 ENU001 2019LEIA O POEMA ”MAR”, DE LAULAU E LAURA BEATRIZ.
MAR
NO MAR,
TEM SIRI E OSTRA
MARISCO E LAGOSTA,
BICHOS BONITOS,
BICHOS ESQUISITOS.
O MAR
É LINDO E GOZADO.
A GENTE ENTRA DOCE
E SAI SALGADO.
SEGUNDO O TEXTO, COMO OS ANIMAIS QUE EXISTEM NO MAR SÃO?Questão 8355505
AUTORAIS POR 5AF 018 ENU026 2019Assinale a alternativa em que todos os substantivos são coletivos.
Questão 8355439
AUTORAIS POR 5AF 018 ENU103 2019
A estranha passageira
– O senhor sabe? É a primeira vez que eu viajo de avião. Estou com zero hora de voo – e riu nervosinha, coitada.
Depois pediu que eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isso iria fazer-lhe bem. Lá sei a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem. Suspirei e fiz de educado respondendo que estava às suas ordens.
Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente. Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona e arrumar todos aqueles pacotes. Depois não sabia como amarrar o cinto e eu tive de realizar essa operação em sua farta cintura.
Afinal estava ali pronta para viajar. Os outros passageiros estavam já se divertindo às minhas custas, a zombar do meu embaraço ante as perguntas íntimas. A coisa foi ficando ridícula:
– Para que esse saquinho aí? – foi a pergunta que fez, num tom de voz que parecia que ela estava no Rio e eu em São Paulo.
– É para a senhora usar em caso de necessidade – respondi baixinho.
Tenho certeza de que ninguém ouviu minha resposta, mas todos adivinharam qual foi, porque ela arregalou os olhos e exclamou:
– Uai... as necessidades neste saquinho" No avião não tem banheiro" Alguns passageiros riram, outros – por fineza – fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira de primeira viagem. Mas ela era um azougue (embora com tantas carnes parecesse mais um açougue) e não parava de badalar. Olhava para trás, olhava para cima, mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás e esparramando embrulhos por todos os lados.
O comandante já esquentara os motores e a aeronave estava parada, esperando ordens para ganhar a pista de decolagem. Percebi que minha vizinha de banco apertava os olhos e lia qualquer coisa. Logo veio a pergunta:
– Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só pra ela?
Expliquei que emergência não era ninguém, a porta é que era de emergência, isto é, em caso de necessidade, saía-se por ela.
Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do "show". Mesmo os que mais se divertiam com ele resolveram abrir jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.
Foi quando deu o último vexame. Olhou pela janela (ela pedira para ficar do lado da janelinha para ver a paisagem) e gritou:
– Puxa vida!
Todos olharam para ela, inclusive eu. Madama apontou para a janela e disse:
– Olha lá embaixo.
Eu olhei. E ela acrescentou:
– Como nós estamos voando alto, moço. Olha só... o pessoal lá embaixo parece formiga.
Suspirei e lasquei:
– Minha senhora, aquilo são formigas mesmo. O avião ainda não levantou voo.
(Stanislaw Ponte Preta)
Vocabulário:
Aeronave: designação genérica dos aparelhos por meio dos quais se navega no ar.
Azougue: pessoa viva, esperta.
Badalar: falar.
Embaraço: perturbação.
Equívoco: engano.
Fineza: gentileza.
Incômoda: desagradável.
Sobraçando: segurando, sustentando.
No título da crônica, a passageira é chamada de "estranha", e outras qualificações podem ser dadas a ela depois de lermos integralmente o texto. Assinale a que não lhe corresponde.
A estranha passageira
– O senhor sabe? É a primeira vez que eu viajo de avião. Estou com zero hora de voo – e riu nervosinha, coitada.
Depois pediu que eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isso iria fazer-lhe bem. Lá sei a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem. Suspirei e fiz de educado respondendo que estava às suas ordens.
Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente. Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona e arrumar todos aqueles pacotes. Depois não sabia como amarrar o cinto e eu tive de realizar essa operação em sua farta cintura.
Afinal estava ali pronta para viajar. Os outros passageiros estavam já se divertindo às minhas custas, a zombar do meu embaraço ante as perguntas íntimas. A coisa foi ficando ridícula:
– Para que esse saquinho aí? – foi a pergunta que fez, num tom de voz que parecia que ela estava no Rio e eu em São Paulo.
– É para a senhora usar em caso de necessidade – respondi baixinho.
Tenho certeza de que ninguém ouviu minha resposta, mas todos adivinharam qual foi, porque ela arregalou os olhos e exclamou:
– Uai... as necessidades neste saquinho" No avião não tem banheiro" Alguns passageiros riram, outros – por fineza – fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira de primeira viagem. Mas ela era um azougue (embora com tantas carnes parecesse mais um açougue) e não parava de badalar. Olhava para trás, olhava para cima, mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás e esparramando embrulhos por todos os lados.
O comandante já esquentara os motores e a aeronave estava parada, esperando ordens para ganhar a pista de decolagem. Percebi que minha vizinha de banco apertava os olhos e lia qualquer coisa. Logo veio a pergunta:
– Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só pra ela?
Expliquei que emergência não era ninguém, a porta é que era de emergência, isto é, em caso de necessidade, saía-se por ela.
Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do "show". Mesmo os que mais se divertiam com ele resolveram abrir jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.
Foi quando deu o último vexame. Olhou pela janela (ela pedira para ficar do lado da janelinha para ver a paisagem) e gritou:
– Puxa vida!
Todos olharam para ela, inclusive eu. Madama apontou para a janela e disse:
– Olha lá embaixo.
Eu olhei. E ela acrescentou:
– Como nós estamos voando alto, moço. Olha só... o pessoal lá embaixo parece formiga.
Suspirei e lasquei:
– Minha senhora, aquilo são formigas mesmo. O avião ainda não levantou voo.
(Stanislaw Ponte Preta)
Vocabulário:
Aeronave: designação genérica dos aparelhos por meio dos quais se navega no ar.
Azougue: pessoa viva, esperta.
Badalar: falar.
Embaraço: perturbação.
Equívoco: engano.
Fineza: gentileza.
Incômoda: desagradável.
Sobraçando: segurando, sustentando.
Questão 8355372
AUTORAIS POR 5AF 018 ENU068 2019A raposa e as uvas
Uma raposa passou por baixo de uma parreira carregada de lindas uvas. Ficou logo com muita vontade de apanhar as uvas para comer.
Deu muitos saltos, tentou subir na parreira, mas não conseguiu.
Depois de muito tentar foi-se embora, dizendo:
— Eu nem estou ligando para as uvas. Elas estão verdes mesmo...
ROCHA, Ruth. Fábula de Esopo. São Paulo: FTD, 1992.
A raposa não conseguiu apanhar as uvas. Qual foi o motivo?
Questão 8355258
AUTORAIS POR 5AF 018 ENU016 2019A interferência do homem no meio ambiente pode acelerar em milhares de anos os processos naturais de mudanças climáticas e trazer graves consequências à vida na Terra. O consumo desenfreado e a explosão demográfica têm sido fatores de forte influência entre as atividades humanas.
Em consequência, fenômenos como a elevação da taxa de emissão de gás carbônico () na atmosfera podem atingir picos incontroláveis em poucas décadas, sem que a vida na Terra consiga se adaptar. Se nada for feito, daqui a um século, poderemos viver num ambiente de catástrofe.
Se a temperatura não parar de subir, daqui a cerca de 100 anos poderemos ter grandes mudanças na ocorrência de fenômenos como tormentas e furacões. A elevação do nível dos oceanos, consequência do aquecimento global, pode levar o mar a invadir parte das grandes cidades litorâneas e se misturar com fontes de água potável, como os rios que nele deságuam, salinizando-as. Águas provenientes do derretimento dos picos das montanhas geladas poderão invadir vales e cidades em seu entorno. Espécies mais sensíveis correm o risco de extinção, causando desequilíbrio nos ecossistemas e nas cadeias alimentares.
O cenário de catástrofe está desenhado. Resta ao homem fazer alguma coisa para evitar a concretização dessas profecias.
GIMENEZ, Karen. O homem faz o clima. E faz mal. Superinteressante, São Paulo, Edição especial: As 30 maiores descobertas da ciência, set. 2008. p. 34 (adaptado).
Dos problemas causados pelo homem ao meio ambiente só não é citado(a) no texto
06
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