Questões de EFAI Português
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Questão 8384200
AUTORAIS POR 3AF 008 ENU003 2019
Meu amigo dinossauro
Um pequeno dinossauro
Apareceu no jardim
Educado, inteligente,
O seu nome era Joaquim. [...]
Ficou muito nosso amigo,
Fez tudo que é brincadeira.
Levou o Miguel pra escola,
Levou a mamãe pra feira. [...]
As pessoas espiavam,
Estranhavam um pouquinho.
Onde será que arranjaram
Este dinossaurozinho? [...]
E o dinossauro puxou
O fecho em sua barriga.
E saíram lá de dentro
Henrique mais Raimundo.
- Nós não somos dinossauro,
Enganamos todo mundo! [...]
(Adaptado: Ruth Rocha)
O trecho “E o dinossauro puxou o fecho em sua barriga. E saíram lá de dentro Henrique mais Raimundo” indica que Henrique e Raimundo estavam:
Meu amigo dinossauro
Um pequeno dinossauro
Apareceu no jardim
Educado, inteligente,
O seu nome era Joaquim. [...]
Ficou muito nosso amigo,
Fez tudo que é brincadeira.
Levou o Miguel pra escola,
Levou a mamãe pra feira. [...]
As pessoas espiavam,
Estranhavam um pouquinho.
Onde será que arranjaram
Este dinossaurozinho? [...]
E o dinossauro puxou
O fecho em sua barriga.
E saíram lá de dentro
Henrique mais Raimundo.
- Nós não somos dinossauro,
Enganamos todo mundo! [...]
(Adaptado: Ruth Rocha)
Questão 8384198
AUTORAIS POR 3AF 008 ENU003 2019O Peru
Glu! Glu! Glu!
Abram alas pro Peru
O Peru foi a passeio
Pensando que era pavão
Tico-tico riu-se tanto
Que morreu de congestão.
O Peru dança de roda
Numa roda de carvão
Quando acaba fica tonto
De quase cair no chão.
O Peru se viu um dia
Nas águas do ribeirão
Foi-se olhando foi dizendo
Que beleza de pavão!
Glu! Glu! Glu!
Abram alas pro Peru!
O Peru quase caiu no chão porque:(Vinícius de Moraes)
Questão 8384197
AUTORAIS POR 3AF 008 ENU003 2019
O texto sugere que vacinar os animais é um ato de:
Questão 8384196
AUTORAIS POR 3AF 008 ENU003 2019
Qual é o assunto do texto?
Questão 8379857
AUTORAIS POR 5AF 006 ENU005 2019A coruja e a águia
Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.
— Basta de guerra — disse a coruja. O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
— Perfeitamente — respondeu a águia. — Também eu não quero outra coisa.
— Nesse caso combinemos isto: de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
— Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?
— Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem-feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
— Está feito! – concluiu a águia.
Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico bem aberto.
— Horríveis bichos! — disse ela.
Vê-se logo que não são os filhos da coruja e comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca, a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves.
— O quê" – disse esta admirada. Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos" Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...
Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai.
Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece.
A razão para a coruja considerar seus filhotes muito bonitos é porqueLOBATO, Monteiro. Fábulas. 4. ed. São Paulo: Círculo do Livro, 1994. p. 172.
Questão 8379812
AUTORAIS POR 5AF 004 ENU016 2019Como fazíamos sem... energia elétrica
Quem cuidava da iluminação eram os vaga-lumes. Não o inseto, é claro. Mas os profissionais responsáveis por acender e apagar os lampiões das cidades. Eles eram fundamentais até , quando eletricidade ainda era artigo raro e, no lugar de lâmpadas, os postes usavam gás. Eles tinham que ser acendidos e apagados todos os dias por alguém e já eram uma invenção e tanto. Antes deles, a rotina de todo mundo durava só enquanto houvesse luz do Sol. No Brasil, onde os dias são sempre longos e claros, isso não era um problema tão grande, mas nos países mais frios, como a Inglaterra, isso significava ter apenas seis ou sete horas ativas durante o inverno.
Os ingleses ficaram tão impressionados com a criação dos postes a gás, que não tiveram coragem de usá-los em abundância. Em , Londres só acendia todos os postes duas vezes por ano: no aniversário da rainha Vitória, de maio, e no aniversário do príncipe de Gales, de novembro. Nos outros dias, só se houvesse uma notícia muito boa, como o fim de uma guerra.
Para sair de casa à noite, adultos usavam tochas e crianças uma espécie de lanterna improvisada. Ela era feita com uma lata de óleo cheia de gravetinhos com fogo e tinha de ser girada vez ou outra para não deixar eles se apagarem.
Dentro das casas, as pessoas resolviam o problema do mesmo jeito que você faz hoje quando a luz acaba: ligavam lanternas e acendiam velas. A diferença é que as lanternas eram à base de querosene e as velas, feitas de sebo. Ou seja, nada funcionava tão bem como agora. Os lampiões de querosene eram tão fracos que, às vezes, era preciso riscar um fósforo para ter certeza de que a chama estava acesa. Já as velas, difíceis de conseguir, deviam ser usadas com economia. Só os ricos abusavam. Nos palácios, grandes castiçais, cheios de velas, faziam o trabalho das lâmpadas de hoje.
Quando a luz elétrica se espalhou pelo país, os acendedores de lampião não foram os únicos a desaparecer. Também sumiram o fogão a lenha, o ferro a brasa, as lavandeiras nos chafarizes, o banho frio... A vida de todo o mundo foi completamente transformada pela invenção do americano Thomas Edson. Morar, comer e cuidar da higiene se tornaram tarefas muito mais confortáveis.
Outra mudança importante com a chegada da energia foi a limpeza das casas. No Brasil, os quartos costumavam não ter janelas. Assim, ficavam na penumbra durante o dia e na escuridão durante a noite, deixando a sujeira pouco visível. Mas foi só acenderem uma lâmpada para verem o chiqueirinho em que estavam se transformando!
Como sempre, também houve quem reclamasse da eletricidade. As vaidosas madames inglesas não gostavam nem um pouco quando aquelas lâmpadas brilhantes revelavam sem dó as suas rugas e imperfeições. “A luz elétrica, tão boa para os papéis de parede e móveis, nem sempre é conveniente para as mulheres”. Dizia uma propaganda na Inglaterra em . O anúncio vendia sombrinhas, que as mulheres passaram a usar dentro das casas para esconder o rosto da tal luz elétrica!
Segundo o texto, quem eram os vaga-lumes a que o autor se refere?SOALHEIRO, Bárbara. Como fazíamos sem... São Paulo: Panda Books, 2006.
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