Questões de EFAF Filosofia - Temática -
14 Questões
Questão 116 11840387
CONCURSOS 2 2024Aceite como verdadeiras as seguintes sentenças:
•Nenhum médico é químico.
•Alguns químicos são engenheiros.
Então é inevitavelmente verdade que:
Questão 101 11840318
CONCURSOS 2 2024Se é verdade que “nem todo lixo é reciclável” e que “resíduos hospitalares é lixo não reciclável”, então também é necessariamente verdade que
Questão 5 10772575
IFMG 2023/1Leia o texto a seguir para responder à questão
Verdade x Pós-verdade

\Disponível em: https://www.portaldenoticias.com.br/ler-coluna/1623/a-nova-verdade-vira-quando-a-razao-se-tornar-fato.html. Acesso em: 17 out. 2022.
Qual das charges abaixo apresenta uma crítica similar à da charge Verdade x Pós-verdade?
Questão 2 10728064
CMS 6º Ano - Português 2020Texto
Os cegos e o elefante

Há muitos anos, vivia na Índia, um rei sábio e muito culto. Já havia lido todos os livros de seu
reino. Seus conhecimentos eram numerosos como os grãos de areia do Rio Ganges. Muitos súditos e
ministros, para agradar o rei, também se aplicaram aos estudos e às leituras dos velhos livros. Mas
viviam disputando entre si quem era o mais conhecedor, inteligente e sábio. Cada um se arvorava em
[5] ser o dono da verdade e menosprezava os demais.
O rei se entristecia com essa rivalidade intelectual. Resolveu, então, dar-lhes uma lição.
Chamou-os todos para que presenciassem uma cena no palácio. Bem no centro da grande sala do
trono estavam alguns belos elefantes. O rei ordenou que os soldados deixassem entrar um grupo de
cegos de nascença.
[10] Obedecendo às ordens reais, os soldados conduziram os cegos para os elefantes e, guiando-lhes
as mãos, mostraram-lhes os animais. Um dos cegos agarrou a perna de um elefante; o outro segurou a
cauda; outro tocou a barriga; outro, as costas; outro apalpou as orelhas; outro, a presa; outro, a
tromba.
O rei pediu que cada um examinasse bem, com as mãos, a parte que lhe cabia. Em seguida,
[15] mandou-os vir à sua presença e perguntou-lhes:
— Com que se parece um elefante?
Começou uma discussão acalorada entre os cegos.
Aquele que agarrou a perna respondeu: — O elefante é como uma coluna roliça e pesada.
— Errado! — interferiu o cego que segurou a cauda. — O elefante é tal qual uma vassoura de
[20] cabo maleável. .
— Absurdo! — gritou aquele que tocou a barriga. — É uma parede curva e tem a pele semelhante
a um tambor.
— Vocês não perceberam nada — desdenhou o cego que tocou as costas. — O elefante parece-se com
uma mesa abaulada e muito alta.
[25] — Nada disso! — resmungou o que tinha apalpado as orelhas. - É como uma bandeira
arredondada e muito grossa que não para de tremular.
— Pois eu não concordo com nenhum de vocês — falou alto o cego que examinara a presa. — Ele
é comprido, grosso e pontiagudo, forte e rigido como os chifres.
— Lamento dizer que todos vocês estão errados — disse com prepotência o que tinha segurado a
[30] tromba. — O elefante é como a serpente, mas flutua no ar.
O rei se divertiu com as respostas e, virando-se para seus súditos e ministros, disse-lhes:
— Viram? Cada um deles disse a sua verdade. E nenhuma delas responde corretamente a
minha pergunta. Mas, se juntarmos todas as respostas, poderemos conhecer a grande verdade. Assim
são vocês: cada um tem a sua parcela de verdade. Se souberem ouvir e compreender o outro e se
[35] observarem o mundo de diferentes ângulos, chegarão ao conhecimento e à sabedoria.
(Conto do budismo chinês. Extraído de DOMINGUES, Joelza Ester. História em Documento. Imagem e texto. São Paulo: FTD, 2012. Adaptado.Acesso em: 29 jul. 2020.)
Na linha 2 do texto, a palavra “como”, no trecho “Seus conhecimentos eram numerosos como os grãos de areia do Rio Ganges”, relaciona idéias, expressando uma:
Questão 1 10728055
CMS 6º Ano - Português 2020Texto
Os cegos e o elefante

Há muitos anos, vivia na Índia, um rei sábio e muito culto. Já havia lido todos os livros de seu
reino. Seus conhecimentos eram numerosos como os grãos de areia do Rio Ganges. Muitos súditos e
ministros, para agradar o rei, também se aplicaram aos estudos e às leituras dos velhos livros. Mas
viviam disputando entre si quem era o mais conhecedor, inteligente e sábio. Cada um se arvorava em
[5] ser o dono da verdade e menosprezava os demais.
O rei se entristecia com essa rivalidade intelectual. Resolveu, então, dar-lhes uma lição.
Chamou-os todos para que presenciassem uma cena no palácio. Bem no centro da grande sala do
trono estavam alguns belos elefantes. O rei ordenou que os soldados deixassem entrar um grupo de
cegos de nascença.
[10] Obedecendo às ordens reais, os soldados conduziram os cegos para os elefantes e, guiando-lhes
as mãos, mostraram-lhes os animais. Um dos cegos agarrou a perna de um elefante; o outro segurou a
cauda; outro tocou a barriga; outro, as costas; outro apalpou as orelhas; outro, a presa; outro, a
tromba.
O rei pediu que cada um examinasse bem, com as mãos, a parte que lhe cabia. Em seguida,
[15] mandou-os vir à sua presença e perguntou-lhes:
— Com que se parece um elefante?
Começou uma discussão acalorada entre os cegos.
Aquele que agarrou a perna respondeu: — O elefante é como uma coluna roliça e pesada.
— Errado! — interferiu o cego que segurou a cauda. — O elefante é tal qual uma vassoura de
[20] cabo maleável. .
— Absurdo! — gritou aquele que tocou a barriga. — É uma parede curva e tem a pele semelhante
a um tambor.
— Vocês não perceberam nada — desdenhou o cego que tocou as costas. — O elefante parece-se com
uma mesa abaulada e muito alta.
[25] — Nada disso! — resmungou o que tinha apalpado as orelhas. - É como uma bandeira
arredondada e muito grossa que não para de tremular.
— Pois eu não concordo com nenhum de vocês — falou alto o cego que examinara a presa. — Ele
é comprido, grosso e pontiagudo, forte e rigido como os chifres.
— Lamento dizer que todos vocês estão errados — disse com prepotência o que tinha segurado a
[30] tromba. — O elefante é como a serpente, mas flutua no ar.
O rei se divertiu com as respostas e, virando-se para seus súditos e ministros, disse-lhes:
— Viram? Cada um deles disse a sua verdade. E nenhuma delas responde corretamente a
minha pergunta. Mas, se juntarmos todas as respostas, poderemos conhecer a grande verdade. Assim
são vocês: cada um tem a sua parcela de verdade. Se souberem ouvir e compreender o outro e se
[35] observarem o mundo de diferentes ângulos, chegarão ao conhecimento e à sabedoria.
(Conto do budismo chinês. Extraído de DOMINGUES, Joelza Ester. História em Documento. Imagem e texto. São Paulo: FTD, 2012. Adaptado.Acesso em: 29 jul. 2020.)
O texto é um conto popular que tem como objetivo proporcionar uma reflexão aos seus ouvintes ou aos seus leitores.
Assim, marque a alternativa que resume corretamente o ensinamento transmitido pela narrativa.
Questão 13 10171673
CANGURU Benjamin 2020Um elfo e um trol encontraram-se. Sabemos que o trol mente sempre e que o elfo nunca mente. Ambos disseram a mesma frase de entre as seguintes.
Que frase disseram?
06
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