Estuda.com Estuda.com
  • Meu painel
  • Treinar
      Questões
    • Questões
    • Lista de exercícios
    • Provas
    • Simulados TRI
    • Simulados
    • Redações
    • Temas de redações
  • Estudar
      Plano de estudo
    • Cronograma de Estudos
    • Trilha de Estudo
    • Aulas
    • Videoaulas
    • Aulas ao vivo
    • Inteligência Artificial
    • Plano Adaptativo (via IA)
    • Duda IA
    • Conteúdos Gratuitos
    • Blogs e Ebooks
    • Resumos
  • Desempenho
      Desempenho
    • Meu Desempenho
    • Raio-X ENEM
    • Simulador SISU
  • Desafios
      Desafios
    • Ranking
    • Medalhas
    • Desafios da Duda
  • Login Criar conta grátis
    Estuda.com
  • Login Criar conta grátis

  • Meu painel
  • Treinar
      Questões
    • Questões
    • Lista de exercícios
    • Provas
    • Simulados TRI
    • Simulados
    • Redações
    • Temas de redações
  • Estudar
      Plano de estudo
    • Cronograma de Estudos
    • Trilha de Estudo
    • Aulas
    • Videoaulas
    • Aulas ao vivo
    • Inteligência Artificial
    • Plano Adaptativo (via IA)
    • Duda IA
    • Conteúdos Gratuitos
    • Blogs e Ebooks
    • Resumos
  • Desempenho
      Desempenho
    • Meu Desempenho
    • Raio-X ENEM
    • Simulador SISU
  • Desafios
      Desafios
    • Ranking
    • Medalhas
    • Desafios da Duda

  • Notificações 20
    • ⚠️⚠️⚠️ EI, VOCÊ JÁ COMEÇOU O SIMULADO?
      É sua chance de descobrir sua nota no modelo TRI e concorrer a uma bolsa 100% da Estuda.
    • 🚨🚨🚨 NOTÍCIA URGENTE!
      Assine hoje com 30% OFF e ganhe a Apostila Assuntos que mais caem no Enem. Use cupom ENEM!
    • 🚨 2º SIMULADO ENEM DISPONÍVEL, VEMMMM
      Realize as provas do 2º Simulado Enem 2026 e teste seu desempenho para a prova oficial.
    • 🤔 Se o Enem fosse hoje...
      Qual seria sua nota? Participe do 2º Simulado Enem 2026, receba seu diagnóstico e descubra
    • 🎁 R$ 263 OFF LIBERADO SÓ PARA VOCÊ!
      Resgate HOJE e LEVE DE GRAÇA a Apostila Assuntos que mais caem no Enem. ÚLTIMOS DIAS!
    • 🚨 PRESENTÃO EXCLUSIVO PRA VOCÊ!
      R$ 307 DE DESCONTO nos nossos planos + ALMANAQUE ENEM DE GRAÇA. Válido só HOJE. Corre!
    • 🚨 URGENTE!!!
      Você GANHOU R$ 281 OFF + Manual de Redação Enem 2026. Últimos dias para resgatar, corre!
    • ⚠️ ÚLTIMO DIAAAA DO 08.08 ESTENDIDO
      Você só tem até às 23h59 de HOJE pra resgatar 50% OFF no seu plano preferido. Vai ignorar?
    • 🚨🚨🚨 ACABANDO EM BREVE...
      Correeee que tá acabando sua chance de assinar um dos nossos planos com 50% DE DESCONTO!
    • 😱 APROVAÇÃO NO ENEM = 50% DE DESCONTO!
      É quase uma Black Friday antecipada. Corre pra assinar seu plano com 50% DE DESCONTO!
    • 😱 DESCONTAÇO DO 08.08!
      Por tempo limitado, você tem 50% OFF para assinar o PLANO da sua APROVAÇÃO no Enem. Corre!
    • 👀 Coloque alarme pra amanhã!
      Nosso 08.08 vem com uma condição ANTECIPADA, IMPERDÍVEL e EXCLUSIVA pra você. Não perde!
    • 🎁 PRESENTE PRA VOCÊ!
      35% OFF + Manual de Redação Enem 2026 no plano Aprovado com acesso até o fim do ano!
    • 🟢 A SEGUNDA AULA DO DIA COMEÇOU!
      O prof. Fernando está AO VIVO ensinando como passar no Enem em 100 dias, vem!
    • 🚨🚨🚨 O PROFINHO ESTÁ AO VIVO!
      Corre no YouTube pra conferir os 7 repertórios para TODOS os temas da redação do Enem 2026
    • 🟢 ESTAMOS AO VIVO, VEM!
      Clique no link e participe da aula de Mindfulness e Meditação Guiada antes do aulão!
    • ⚠️ AO VIVO EM 15 MINUTOS!
      17h30 entramos ao vivo no YouTube com Mindfulness + 7 repertórios de Redação, não perde!
    • 😔 Acho que você tá esquecendo algo...
      Seu desconto de 35% OFF + 3 APOSTILAS DE PRESENTE acaba às 23h59 e você vai MESMO perder?
    • 👀 VAI IGNORAR MESMO R$ 307 DE DESCONTO?
      Use o cupom FERIAS e desbloqueie TRÊS BENEFÍCIOS EXTRAS AGORA! Último dia!!!
    • 🚨 OFERTA RELÂMPAGO VÁLIDA ATÉ AMANHÃ!
      Assine seu plano preferido com 35% OFF e GANHE uma apostila com TOP Temas de Redação!
    • Marcar tudo como lido
Cadastre-se grátis e treine com questões, provas, exercícios e muito mais → CADASTRAR AGORA
Descubra um novo jeito de estudar com a Estuda.com
Já tenho conta Criar conta
Google
- A senha deve conter no mínimo 5 caracteres.
*Usaremos o número de WhatsApp fornecido para contatos referentes a sua compra e/ou comunicações sobre o plano adquirido.
Ao fazer seu cadastro você concorda com nossos Termos de uso e Políticas da Estuda.com
Google
*Usaremos o número de WhatsApp fornecido para contatos referentes a sua compra e/ou comunicações sobre o plano adquirido.
Esqueceu a senha?
[Marketing] Questao Topo - deslogado

Questões de EFAF Filosofia - Filosofia contemporânea

Filtro rápido

31 Questões

Marca Texto
Modo Escuro
Fonte

Questão 4 10682792
Fácil 00:00

CN 2º Dia - Português (Amarela) 2023
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Morfologia Temática
  • Ética Pronome
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto para responder à questão.

 

TEXTO

 

    O que há de errado com a felicidade? Assim Bauman começa seu livro A arte da vida. Parece um contradição em termos. Ser feliz é aspiração universa Apesar disso, como adverte o escritor, o caminho variado. Baseado no questionamento de Michael Rustin Zygmunt Bauman identifica como muitos países esta mais ricos, por exemplo, e o dinheiro abundante não vem acompanhado de melhoras expressivas em pesquisa sobre felicidade.

    Aqui reside um paradoxo curioso: quase todo lutam por mais dinheiro, mas ele não consegue cumprir sua promessa imediata de satisfação. Por quê? Bauman imagina que uma parte da resposta esteja na transferência da felicidade para o ato que precede a compra. Uma vez adquirido o bem desejado, todo o esforço do mercado e da propaganda é para o bem seguinte.

    O prazo de validade do prazer consumista é curto porque o objetivo de tudo não é nossa plena entusiasmada felicidade. A insatisfação permanente garante (lógico!) nossos impulsos permanentes de consumo. Nada busca nossa realização tudo indica nossa falta, carência, desejo.

    O consumo é permanente, rápido e provoca esforços que indicam um vazio continuado e forte. Para quem produz e vende, interessa o buraco impossível de preencher, mas que mantenha todos eletrizados pelo novo modelo e novo eu.

     Nos filósofos ditos estoicos, a satisfação plena costuma ser inatingível; temos de controlar o ato de desejo incessante mais do que comprar as coisas indicadas pelo desejo.

    Traduzindo: Não se trata de ganhar mais, porém gastar menos. Aprofundando, a felicidade para um estoico - não pode passar perto da ideia de mostrar a mundo "o que eu tenho" ou "quanto posso gastar".

    Os pais de crianças e adolescentes, em um mundo como o nosso, sofrem ainda mais porque capacidade dos jovens de viver o estoicismo ou de lerem Bauman é, digamos, menor do que o desejado Coincidem, na adolescência, dois desejo complementares: a estabilidade é dada pela aceitação do grupo; esta depende dos códigos comuns de consumo. Da mesma forma, existe pouca reflexão sobre o custo da obtenção do dinheiro aos 15 anos. Um adolescente que recusa os padrões vigentes de consumo é possível, mas e tão estranho quanto uma criança que exige brócolis em detrimento do brigadeiro. Viver imune aos apelos do consumo é complexo para o adulto e quase intransponível para o jovem.

    Consumir é ser. Comprar possibilita assunto, bem como afirmação social. O tênis da moda é item existencial isso atinge o rico que pode satisfazer o desejo, o pobre que não pode e até o criminoso que insiste em poder por vias tortuosas.

    Creia-me, minha cara senhora e meu estimado senhor, existem tênis que podem custar um automóvel. O preço absurdo de alguns itens é uma prova de sua distância do comum e, por consequência, de aumento do potencial de ser que o produto traga.

    É preciso dissociar ser de consumir. Os adultos podem aumentar sua capacidade ao lerem livros como o de Bauman, restabelecendo, assim, um projeto de felicidade sem endividamento permanente. Consumir pode ser bom se o produto for alavanca simples para melhoram nossa visão de mundo. Jamais devemos deixar de pensam no desafio de um país em que tanta gente não tem o básico; outros, que podem ter, ficam endividados porque acreditaram em miragens.

    Está na hora de colocar as coisas no seu patamar de coisas. Eu tenho a pretensão de viver assim. É uma luta. Escrevi esse texto para mim também, para minha esperança de "ser mais" do que "ter mais".

KARNAL, Leandro. Compro e vivo, O Estado de S.Paulo, São Paulo, 09 out. 2022. Cultura e comportamento, C12-Adaptado. Zygmunt Bauman - Sociólogo, pensador, professor e escritor polonês. Estoicismo - Doutrina filosófica (fundada por Zenão no séc. III a.C.) qu prega a rigidez moral e a serenidade diante das dificuldades.

Assinale a opção que classifica corretamente o termo destacado em "[..] ideia de mostrar ao mundo 'o que eu tenho' [...]" (6°§).

Ver comentários

Questão 6 10422334
Fácil 00:00

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Antropologia Filosófica
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto - Como vejo o mundo

Albert Einstein

 

[01]    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que 
estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me o
descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, 
mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
[05]     E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do
trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois
experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda
alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica 
a não ser a violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e
[10] de espírito.
    Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes 
constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei 
impressionado pela máxima de Schopenhauer: “O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode 
querer o que quer”; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me
[15] tranquiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto, por conseguinte, melhor
meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar a sério demais. Vejo,
então, o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha
existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. Não obstante,
como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos porque jamais considerei o
[20] prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a
instintos de grupo.
    Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-
-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e
se não me obstino incansavelmente em perseguir estes ideais eternamente inacessíveis na arte e na
[25] ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias
que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava. Tenho forte amor pela
justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas
comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado

ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração
[30] experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem
acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da
comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso, perdi algo da ingenuidade ou da
inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais firmo uma opinião, um hábito ou um
julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente.[...]
[35]    No entanto, creio profundamente na humanidade. [...] O mistério da vida me causa a mais forte
emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece 7
esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se 
cegaram. Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens
reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências; conhecem, porém, as manifestações desta
[40] ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode
apreender esta perfeição. E esse conhecimento e essa confissão tomam o nome de religião. Deste modo,
mas somente deste modo, sou profundamente religioso, bem como esses homens. [...) Não me canso
de contemplar o mistério da eternidade da vida. Tenho uma intuição da extraordinária construção do
ser. Mesmo que o esforço para compreendê-lo fique sempre desproporcionado, vejo a Razão se 
[45] manifestar na vida. 

Disponível em: https://alberteinsteinemc2.blogspot.com/2009/01/como-vejo-o-mundo.himl (Com adaptações). Acesso em: 11 set. 2019.

Com relação ao sinal indicativo de crase, analise os termos destacados nos excertos reproduzidos abaixo e marque a única alternativa correta.

 

I “mas às vezes o pressinto” (1. 02).

I. “Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha” (1. 23).

II. “Sinto-me realmente ligado ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família”(1. 28 e 29).
IV. Homens reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências” (1. 38 e 39).

Ver comentários

Questão 5 10422300
Fácil 00:00

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Antropologia Filosófica
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto - Como vejo o mundo

Albert Einstein

 

[01]    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que 
estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me o
descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, 
mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
[05]     E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do
trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois
experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda
alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica 
a não ser a violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e
[10] de espírito.
    Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes 
constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei 
impressionado pela máxima de Schopenhauer: “O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode 
querer o que quer”; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me
[15] tranquiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto, por conseguinte, melhor
meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar a sério demais. Vejo,
então, o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha
existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. Não obstante,
como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos porque jamais considerei o
[20] prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a
instintos de grupo.
    Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-
-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e
se não me obstino incansavelmente em perseguir estes ideais eternamente inacessíveis na arte e na
[25] ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias
que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava. Tenho forte amor pela
justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas
comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado

ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração
[30] experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem
acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da
comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso, perdi algo da ingenuidade ou da
inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais firmo uma opinião, um hábito ou um
julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente.[...]
[35]    No entanto, creio profundamente na humanidade. [...] O mistério da vida me causa a mais forte
emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece 7
esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se 
cegaram. Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens
reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências; conhecem, porém, as manifestações desta
[40] ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode
apreender esta perfeição. E esse conhecimento e essa confissão tomam o nome de religião. Deste modo,
mas somente deste modo, sou profundamente religioso, bem como esses homens. [...) Não me canso
de contemplar o mistério da eternidade da vida. Tenho uma intuição da extraordinária construção do
ser. Mesmo que o esforço para compreendê-lo fique sempre desproporcionado, vejo a Razão se 
[45] manifestar na vida. 

Disponível em: https://alberteinsteinemc2.blogspot.com/2009/01/como-vejo-o-mundo.himl (Com adaptações). Acesso em: 11 set. 2019.

A respeito da manutenção e da progressão das ideias no Texto, é correto afirmar que

Ver comentários

Questão 4 10422273
Fácil 00:00

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Antropologia Filosófica
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto - Como vejo o mundo

Albert Einstein

 

[01]    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que 
estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me o
descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, 
mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
[05]     E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do
trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois
experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda
alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica 
a não ser a violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e
[10] de espírito.
    Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes 
constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei 
impressionado pela máxima de Schopenhauer: “O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode 
querer o que quer”; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me
[15] tranquiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto, por conseguinte, melhor
meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar a sério demais. Vejo,
então, o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha
existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. Não obstante,
como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos porque jamais considerei o
[20] prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a
instintos de grupo.
    Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-
-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e
se não me obstino incansavelmente em perseguir estes ideais eternamente inacessíveis na arte e na
[25] ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias
que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava. Tenho forte amor pela
justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas
comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado

ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração
[30] experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem
acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da
comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso, perdi algo da ingenuidade ou da
inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais firmo uma opinião, um hábito ou um
julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente.[...]
[35]    No entanto, creio profundamente na humanidade. [...] O mistério da vida me causa a mais forte
emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece 7
esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se 
cegaram. Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens
reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências; conhecem, porém, as manifestações desta
[40] ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode
apreender esta perfeição. E esse conhecimento e essa confissão tomam o nome de religião. Deste modo,
mas somente deste modo, sou profundamente religioso, bem como esses homens. [...) Não me canso
de contemplar o mistério da eternidade da vida. Tenho uma intuição da extraordinária construção do
ser. Mesmo que o esforço para compreendê-lo fique sempre desproporcionado, vejo a Razão se 
[45] manifestar na vida. 

Disponível em: https://alberteinsteinemc2.blogspot.com/2009/01/como-vejo-o-mundo.himl (Com adaptações). Acesso em: 11 set. 2019.

Quanto à tipologia textual e ao enfoque temático do Texto, marque a alternativa correta.

Ver comentários

Questão 3 10422208
Fácil 00:00

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Antropologia Filosófica
  • Exibir tags

Texto - Como vejo o mundo

Albert Einstein

 

[01]    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que 
estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me o
descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, 
mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
[05]     E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do
trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois
experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda
alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica 
a não ser a violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e
[10] de espírito.
    Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes 
constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei 
impressionado pela máxima de Schopenhauer: “O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode 
querer o que quer”; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me
[15] tranquiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto, por conseguinte, melhor
meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar a sério demais. Vejo,
então, o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha
existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. Não obstante,
como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos porque jamais considerei o
[20] prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a
instintos de grupo.
    Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-
-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e
se não me obstino incansavelmente em perseguir estes ideais eternamente inacessíveis na arte e na
[25] ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias
que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava. Tenho forte amor pela
justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas
comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado

ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração
[30] experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem
acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da
comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso, perdi algo da ingenuidade ou da
inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais firmo uma opinião, um hábito ou um
julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente.[...]
[35]    No entanto, creio profundamente na humanidade. [...] O mistério da vida me causa a mais forte
emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece 7
esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se 
cegaram. Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens
reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências; conhecem, porém, as manifestações desta
[40] ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode
apreender esta perfeição. E esse conhecimento e essa confissão tomam o nome de religião. Deste modo,
mas somente deste modo, sou profundamente religioso, bem como esses homens. [...) Não me canso
de contemplar o mistério da eternidade da vida. Tenho uma intuição da extraordinária construção do
ser. Mesmo que o esforço para compreendê-lo fique sempre desproporcionado, vejo a Razão se 
[45] manifestar na vida. 

Disponível em: https://alberteinsteinemc2.blogspot.com/2009/01/como-vejo-o-mundo.himl (Com adaptações). Acesso em: 11 set. 2019.

Considere os excertos abaixo, extraídos do Texto.
 

I- “Não obstante, como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos” (1. 18 e 19).
II- “Suporto, por conseguinte, melhor meu sentimento de responsabilidade” (1. 15 e 16). se manifestar na vida” (1. 44 e 45).

III- "Mesmo que o esforço para compreendê-lo fique sempre desproporcionado, vejo a Razão se manifestar na vida" (1, 44 e 45).


Os conectivos em destaque exprimem, respectivamente, relação semântica de :

Ver comentários

Questão 2 10422169
Fácil 00:00

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Antropologia Filosófica
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto - Como vejo o mundo

Albert Einstein

 

[01]    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que 
estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me o
descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, 
mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
[05]     E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do
trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois
experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda
alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica 
a não ser a violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e
[10] de espírito.
    Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes 
constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei 
impressionado pela máxima de Schopenhauer: “O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode 
querer o que quer”; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me
[15] tranquiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto, por conseguinte, melhor
meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar a sério demais. Vejo,
então, o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha
existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. Não obstante,
como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos porque jamais considerei o
[20] prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a
instintos de grupo.
    Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-
-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e
se não me obstino incansavelmente em perseguir estes ideais eternamente inacessíveis na arte e na
[25] ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias
que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava. Tenho forte amor pela
justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas
comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado

ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração
[30] experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem
acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da
comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso, perdi algo da ingenuidade ou da
inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais firmo uma opinião, um hábito ou um
julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente.[...]
[35]    No entanto, creio profundamente na humanidade. [...] O mistério da vida me causa a mais forte
emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece 7
esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se 
cegaram. Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens
reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências; conhecem, porém, as manifestações desta
[40] ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode
apreender esta perfeição. E esse conhecimento e essa confissão tomam o nome de religião. Deste modo,
mas somente deste modo, sou profundamente religioso, bem como esses homens. [...) Não me canso
de contemplar o mistério da eternidade da vida. Tenho uma intuição da extraordinária construção do
ser. Mesmo que o esforço para compreendê-lo fique sempre desproporcionado, vejo a Razão se 
[45] manifestar na vida. 

Disponível em: https://alberteinsteinemc2.blogspot.com/2009/01/como-vejo-o-mundo.himl (Com adaptações). Acesso em: 11 set. 2019.

O autor escreve o Texto com a finalidade principal de

Ver comentários
Anterior 123456 Próximo
Pastas

/

06


Faça seu login GRÁTIS


Compartilhar questão
ENEM estuda.com é um sistema para estudantes que desejam ingressar em um curso de nível superior. Resolva questões através do computador, tablet ou celular. vestibular,enem,questoes,estudar,alunos,simulados,questões enem,simulados enem,simulados vestibular,vestibular,provas,provas enem Estuda.com
logo da estuda.com
  • Quem somos
  • Blog
  • Trabalhe conosco

SEJA TEAM ESTUDA

  • Assine agora
  • Cadastre-se

NOSSAS SOLUÇÕES

  • Planos
  • Estudantes
  • Escolas
  • Professores

NOSSAS MATÉRIAS

  • Questões de Matemática
  • Questões de Português
  • Questões de História
  • Questões de Biologia
  • Questões de Geografia

ENEM E VESTIBULARES

  • Questões de Enem
  • Temas de Redação
  • ITA Vestibular
  • Questões Fuvest
  • Vestibular Unesp

SUPORTE

  • Central de ajuda
  • Ouvidoria

Disponível no Google Play Disponível na App Store
Termos de uso Política de privacidade

Todos os direitos reservados

Estuda Tecnologias LTDA

CNPJ 22951899000160