Questões de EFAF Filosofia - Filosofia antiga -
7 Questões
Questão 4 11529597
CONCURSOS 2024Assinale a PaMlteCrnEat i–va T IqPuOe Aci ta a frase dita por Sócrates (469 a.C.-399 a.C.), provavelmente, a frase mais famosa da história da filosofia.
Questão 5 10772575
IFMG 2023/1Leia o texto a seguir para responder à questão
Verdade x Pós-verdade

\Disponível em: https://www.portaldenoticias.com.br/ler-coluna/1623/a-nova-verdade-vira-quando-a-razao-se-tornar-fato.html. Acesso em: 17 out. 2022.
Qual das charges abaixo apresenta uma crítica similar à da charge Verdade x Pós-verdade?
Questão 21 11333071
CONCURSOS 2 2024Na Grécia antiga, a partir do século VII a.C., houve um fenômeno de proporções significativas que alcançou os dias atuais. Trata-se do surgimento da Filosofia como mecanismo de construção do conhecimento baseado na razão. Dentre as várias discussões, que iam da composição do Cosmo até a virtude moral do Ser Humano, destaca-se a criação de um método, por parte de Sócrates, que propunha o caminho do conhecimento rumo à verdade. Assinale a alternativa que mostra a estrutura proposta por este método socrático.
Questão 5 10775084
UTFPR Inverno 2013/1LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR QUE SERVE DE BASE PARA A QUESTÃO.
É preciso rejeitar a despamonhalização da vida.
Sempre que se fala em filosofia, imagina-se uma dedicação a coisas que são esotéricas, abstratas. Mas a filosofia nasce, na origem, a partir do autoconhecimento. É preciso lembrar aquele que é o grande pensador da Antiguidade, Sócrates. Uma de suas ideias centrais era a do “conhece-te a ti mesmo” que, aliás, era uma inscrição no templo de Apolo. Conhece-te a ti mesmo, saiba sobre si, tenha autoconhecimento. E, ao mesmo tempo, suspeite daquilo que é óbvio. A filosofia é a capacidade de pensar um pouco sobre os porquês das coisas, em vez de se contentar com os “comos”. A filosofia busca a capacidade de indagar.
Nós vivemos em um mundo, especialmente por conta das plataformas digitais, em que a lógica é a do “tudo já, agora ao mesmo tempo junto”. Uma das coisas que leva à perda de noção de tempo e processo é o que chamo de despamonhalização da vida. Nós paramos de fazer pamonha e passamos a comprá-la pronta em nome de algo que é prático. Nem sempre o prático é o certo. Muitas vezes o prático é só o prático. É mais prático furtar do que trabalhar, colar do que estudar, copiar do que ter que pesquisar. Em nome do prático começamos a utilizar como critério tudo aquilo que é imediato. Quando se fazia pamonha, passávamos o dia inteiro juntos. Os homens saíam de manhã, iam buscar milho na roça, arrancavam a palha. As crianças tiravam o cabelinho que ficava no meio. As mulheres tinham o trabalho mais complicado que era ralar o milho e costurar um saquinho de palha. Fazíamos isso das sete da manhã até às quatro da tarde, que era quando comíamos a pamonha. A finalidade de fazer pamonha não era comer pamonha, era ficar junto o dia todo. Crianças e jovens aprendiam que para que uma pamonha aparecesse era preciso tempo, trabalho, convivência, divisão de tarefas.
A ideia da pamonha é evitar aquilo que chamo de miojização da vida, a vida miojo. Hoje um jovem imagina que para fazer uma pesquisa ele dá uma “googleada” e pronto. Não. A Internet é um poderoso meio de começo de pesquisa, não de término. Enfim, essa miojização do mundo corresponde a uma despamonhalização da vida, que é preciso rejeitar.
(Excertos da entrevista de Mario Sergio Cortella, em Papo Cabeça. Almanaque Brasil de Cultura Popular. Ano 13, no 153, janeiro de 2012, pp. 12-3.)
“Uma de suas ideias centrais era a do ‘conhece-te a ti mesmo’ que, aliás, era uma inscrição no templo de Apolo.”
A alternativa que substitui o termo em negrito, sem prejuízo ao conteúdo é:
Questão 4 10775083
UTFPR Inverno 2013/1LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR QUE SERVE DE BASE PARA A QUESTÃO.
É preciso rejeitar a despamonhalização da vida.
Sempre que se fala em filosofia, imagina-se uma dedicação a coisas que são esotéricas, abstratas. Mas a filosofia nasce, na origem, a partir do autoconhecimento. É preciso lembrar aquele que é o grande pensador da Antiguidade, Sócrates. Uma de suas ideias centrais era a do “conhece-te a ti mesmo” que, aliás, era uma inscrição no templo de Apolo. Conhece-te a ti mesmo, saiba sobre si, tenha autoconhecimento. E, ao mesmo tempo, suspeite daquilo que é óbvio. A filosofia é a capacidade de pensar um pouco sobre os porquês das coisas, em vez de se contentar com os “comos”. A filosofia busca a capacidade de indagar.
Nós vivemos em um mundo, especialmente por conta das plataformas digitais, em que a lógica é a do “tudo já, agora ao mesmo tempo junto”. Uma das coisas que leva à perda de noção de tempo e processo é o que chamo de despamonhalização da vida. Nós paramos de fazer pamonha e passamos a comprá-la pronta em nome de algo que é prático. Nem sempre o prático é o certo. Muitas vezes o prático é só o prático. É mais prático furtar do que trabalhar, colar do que estudar, copiar do que ter que pesquisar. Em nome do prático começamos a utilizar como critério tudo aquilo que é imediato. Quando se fazia pamonha, passávamos o dia inteiro juntos. Os homens saíam de manhã, iam buscar milho na roça, arrancavam a palha. As crianças tiravam o cabelinho que ficava no meio. As mulheres tinham o trabalho mais complicado que era ralar o milho e costurar um saquinho de palha. Fazíamos isso das sete da manhã até às quatro da tarde, que era quando comíamos a pamonha. A finalidade de fazer pamonha não era comer pamonha, era ficar junto o dia todo. Crianças e jovens aprendiam que para que uma pamonha aparecesse era preciso tempo, trabalho, convivência, divisão de tarefas.
A ideia da pamonha é evitar aquilo que chamo de miojização da vida, a vida miojo. Hoje um jovem imagina que para fazer uma pesquisa ele dá uma “googleada” e pronto. Não. A Internet é um poderoso meio de começo de pesquisa, não de término. Enfim, essa miojização do mundo corresponde a uma despamonhalização da vida, que é preciso rejeitar.
(Excertos da entrevista de Mario Sergio Cortella, em Papo Cabeça. Almanaque Brasil de Cultura Popular. Ano 13, no 153, janeiro de 2012, pp. 12-3.)
“A filosofia é a capacidade de pensar um pouco sobre os porquês das coisas, em vez de se contentar com os ‘comos’.”
Em relação ao uso dos porquês, assinale a alternativa correta.
Questão 2 10775078
UTFPR Inverno 2013/1LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR QUE SERVE DE BASE PARA A QUESTÃO.
É preciso rejeitar a despamonhalização da vida.
Sempre que se fala em filosofia, imagina-se uma dedicação a coisas que são esotéricas, abstratas. Mas a filosofia nasce, na origem, a partir do autoconhecimento. É preciso lembrar aquele que é o grande pensador da Antiguidade, Sócrates. Uma de suas ideias centrais era a do “conhece-te a ti mesmo” que, aliás, era uma inscrição no templo de Apolo. Conhece-te a ti mesmo, saiba sobre si, tenha autoconhecimento. E, ao mesmo tempo, suspeite daquilo que é óbvio. A filosofia é a capacidade de pensar um pouco sobre os porquês das coisas, em vez de se contentar com os “comos”. A filosofia busca a capacidade de indagar.
Nós vivemos em um mundo, especialmente por conta das plataformas digitais, em que a lógica é a do “tudo já, agora ao mesmo tempo junto”. Uma das coisas que leva à perda de noção de tempo e processo é o que chamo de despamonhalização da vida. Nós paramos de fazer pamonha e passamos a comprá-la pronta em nome de algo que é prático. Nem sempre o prático é o certo. Muitas vezes o prático é só o prático. É mais prático furtar do que trabalhar, colar do que estudar, copiar do que ter que pesquisar. Em nome do prático começamos a utilizar como critério tudo aquilo que é imediato. Quando se fazia pamonha, passávamos o dia inteiro juntos. Os homens saíam de manhã, iam buscar milho na roça, arrancavam a palha. As crianças tiravam o cabelinho que ficava no meio. As mulheres tinham o trabalho mais complicado que era ralar o milho e costurar um saquinho de palha. Fazíamos isso das sete da manhã até às quatro da tarde, que era quando comíamos a pamonha. A finalidade de fazer pamonha não era comer pamonha, era ficar junto o dia todo. Crianças e jovens aprendiam que para que uma pamonha aparecesse era preciso tempo, trabalho, convivência, divisão de tarefas.
A ideia da pamonha é evitar aquilo que chamo de miojização da vida, a vida miojo. Hoje um jovem imagina que para fazer uma pesquisa ele dá uma “googleada” e pronto. Não. A Internet é um poderoso meio de começo de pesquisa, não de término. Enfim, essa miojização do mundo corresponde a uma despamonhalização da vida, que é preciso rejeitar.
(Excertos da entrevista de Mario Sergio Cortella, em Papo Cabeça. Almanaque Brasil de Cultura Popular. Ano 13, no 153, janeiro de 2012, pp. 12-3.)
“Uma das coisas que leva à perda de noção de tempo e processo é o que chamo de despamonhalização da vida. Nós paramos de fazer pamonha e passamos a comprá-la pronta em nome de algo que é prático.”
No texto, a partícula la refere-se a:
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