Questões de EFAF Filosofia - Temática
744 Questões
Questão 7 10792251
Concursos Pref de Pariconha 2013A questão referem-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-
americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá
testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos
18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a
violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de
cada um desses assassinatos há uma gama de informações
qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi
envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para
reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições
de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser
capazes de mudar as representações da violência nos meios de
comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira
como os estudantes pensam o problema. As formas mais
progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão
baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para
censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do
tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A
terceira premissa é a que condena a violência com um método tão
contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,
utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o
assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há
estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma
consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e
formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples
como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único
ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as
várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a
forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.
[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam
representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer
promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de
relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem
consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,
processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.
Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a
transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição
na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
No período: “É importante mostrar (1) que existem consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações, processos e sentenças judiciais (2) que podem atenuar a ação policial [...]”, pode-se assumir que:
Questão 6 10792247
Concursos Pref de Pariconha 2013A questão referem-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-
americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá
testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos
18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a
violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de
cada um desses assassinatos há uma gama de informações
qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi
envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para
reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições
de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser
capazes de mudar as representações da violência nos meios de
comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira
como os estudantes pensam o problema. As formas mais
progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão
baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para
censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do
tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A
terceira premissa é a que condena a violência com um método tão
contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,
utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o
assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há
estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma
consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e
formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples
como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único
ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as
várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a
forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.
[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam
representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer
promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de
relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem
consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,
processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.
Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a
transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição
na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
Assinale o item em que há erro quanto à análise da forma verbal “podemos” encontrada destacada no último parágrafo do texto acima:
Questão 5 10792246
Concursos Pref de Pariconha 2013A questão referem-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-
americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá
testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos
18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a
violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de
cada um desses assassinatos há uma gama de informações
qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi
envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para
reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições
de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser
capazes de mudar as representações da violência nos meios de
comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira
como os estudantes pensam o problema. As formas mais
progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão
baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para
censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do
tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A
terceira premissa é a que condena a violência com um método tão
contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,
utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o
assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há
estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma
consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e
formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples
como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único
ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as
várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a
forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.
[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam
representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer
promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de
relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem
consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,
processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.
Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a
transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição
na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
O pronome sublinhado em “Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e formem um senso crítico...”, refere-se a:
Questão 4 10792244
Concursos Pref de Pariconha 2013A questão referem-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-
americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá
testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos
18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a
violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de
cada um desses assassinatos há uma gama de informações
qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi
envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para
reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições
de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser
capazes de mudar as representações da violência nos meios de
comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira
como os estudantes pensam o problema. As formas mais
progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão
baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para
censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do
tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A
terceira premissa é a que condena a violência com um método tão
contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,
utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o
assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há
estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma
consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e
formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples
como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único
ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as
várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a
forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.
[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam
representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer
promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de
relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem
consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,
processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.
Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a
transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição
na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
As palavras que recebem acento gráfico pela mesma razão que o justifica em homicídios, são:
Questão 3 10792242
Concursos Pref de Pariconha 2013A questão referem-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-
americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá
testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos
18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a
violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de
cada um desses assassinatos há uma gama de informações
qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi
envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para
reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições
de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser
capazes de mudar as representações da violência nos meios de
comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira
como os estudantes pensam o problema. As formas mais
progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão
baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para
censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do
tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A
terceira premissa é a que condena a violência com um método tão
contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,
utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o
assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há
estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma
consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e
formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples
como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único
ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as
várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a
forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.
[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam
representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer
promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de
relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem
consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,
processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.
Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a
transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição
na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
Assinale a ÚNICA alternativa em que ocorre ressalva entre as ideias estabelecidas nos períodos
Questão 2 10792241
Concursos Pref de Pariconha 2013A questão referem-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-
americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá
testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos
18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a
violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de
cada um desses assassinatos há uma gama de informações
qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi
envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para
reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições
de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser
capazes de mudar as representações da violência nos meios de
comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira
como os estudantes pensam o problema. As formas mais
progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão
baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para
censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do
tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A
terceira premissa é a que condena a violência com um método tão
contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”,
utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o
assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há
estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma
consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e
formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples
como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único
ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as
várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a
forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo.
[...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam
representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer
promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de
relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem
consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações,
processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial.
Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a
transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição
na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
Assinale a opção cuja regência do verbo apresentado é a mesma do verbo destacado na passagem “Estudos recentes mostram que se uma criança norte-americana assistir a 15 horas de televisão por semana...” (l. 1 e l. 2).
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