Questões de EFAF Filosofia - Temática
744 Questões
Questão 3 10795819
Concursos Pref de Irani 2013Leia com atenção o texto abaixo e responda à questão.
Participação social como base da promoção da saúde
Para o desenvolvimento de ações de promoção da saúde é imprescindível a participação social. É através da aventura de se estar no mundo, abertos para discutir as coisas novas que aparecem, dispostos a enfrentar as dificuldades e ir construindo nossos projetos de vida, sentimo-nos sujeitos da nossa história e da história de nossa sociedade, que colocamos em prática a participação social.
Mas como podemos participar?
A participação social pode ser exercida de diferentes formas. Ela pode acontecer em espaços que foram conquistados para este fim, como, por exemplo, os conselhos de saúde, de cidadania, da criança e do adolescente. Pode acontecer nas associações, nos grupos e nos movimentos sociais e, também, através da interação entre as pessoas em seu cotidiano.
Essa participação envolve um processo de aprendizagem: aos poucos temos que aprender a respeitar os diferentes valores, crenças, opiniões e maneiras de ver o mundo; temos que aprender a duvidar de nossas verdades e a ceder; temos que aprender a ser membros de um grupo de pessoas que, sem perder a individualidade, pensam coletivamente e lutam por um objetivo comum; enfim, temos que aprender a ser cidadãos que fazem a história.
Construir uma vida saudável implica em adotar certos hábitos, enfrentar condições ou situações adversas; e também em estabelecer relações afetivas, solidárias e cidadãs, adotando uma postura de ser e estar no mundo com o objetivo de bem-viver. Lembre-se: não se constrói uma vida saudável sozinho. (Vamos promover nossa saúde?/Ministério da Saúde, 2002).
A participação social envolve um processo de:
Questão 5 10795678
Concursos FAPEC - Pref de água branca 2013A questão refere-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos 18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de cada um desses assassinatos há uma gama de informações qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser capazes de mudar as representações da violência nos meios de comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira como os estudantes pensam o problema. As formas mais progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A terceira premissa é a que condena a violência com um método tão contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”, utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo. [...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações, processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial. Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
O pronome sublinhado em “Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e formem um senso crítico...”, refere-se a:
Questão 4 10795676
Concursos FAPEC - Pref de água branca 2013A questão refere-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos 18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de cada um desses assassinatos há uma gama de informações qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser capazes de mudar as representações da violência nos meios de comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira como os estudantes pensam o problema. As formas mais progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A terceira premissa é a que condena a violência com um método tão contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”, utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo. [...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações, processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial. Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
As palavras que recebem acento gráfico pela mesma razão que o justifica em homicídios, são:
Questão 3 10795673
Concursos FAPEC - Pref de água branca 2013A questão refere-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos 18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de cada um desses assassinatos há uma gama de informações qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser capazes de mudar as representações da violência nos meios de comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira como os estudantes pensam o problema. As formas mais progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A terceira premissa é a que condena a violência com um método tão contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”, utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo. [...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações, processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial. Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
Assinale a ÚNICA alternativa em que ocorre ressalva entre as ideias estabelecidas nos períodos
Questão 2 10795671
Concursos FAPEC - Pref de água branca 2013A questão refere-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos 18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de cada um desses assassinatos há uma gama de informações qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser capazes de mudar as representações da violência nos meios de comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira como os estudantes pensam o problema. As formas mais progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A terceira premissa é a que condena a violência com um método tão contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”, utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo. [...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações, processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial. Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
Assinale a opção cuja regência do verbo apresentado é a mesma do verbo destacado na passagem “Estudos recentes mostram que se uma criança norte-americana assistir a 15 horas de televisão por semana...” (l. 1 e l. 2).
Questão 1 10795665
Concursos FAPEC - Pref de água branca 2013A questão refere-se ao texto que segue.
A BRUTALIDADE QUE VEM DA MÍDIA
Estudos recentes mostram que se uma criança norte-americana assistir a 15 horas de televisão por semana ela terá testemunhado aproximadamente 40 mil homicídios ao chegar aos 18 anos de idade. Será que alguma dessas mortes contribui para a violência na escola? A questão continua em aberto. Por trás de cada um desses assassinatos há uma gama de informações qualitativas. Eram as vítimas brancas ou negras? O sexo foi envolvido? Que arma foi usada? Houve espaço na história para reflexão?
Como intelectuais transformadores – uma das definições de Paulo Freire para o papel do professor –, podemos não ser capazes de mudar as representações da violência nos meios de comunicação. Mas temos a habilidade de transformar a maneira como os estudantes pensam o problema. As formas mais progressivas de estudo da questão nos Estados Unidos estão baseadas em três premissas. Primeira: não temos poderes para censurar a mídia. Segunda: o silêncio dos educadores em torno do tema vai na direção de aceitá-lo tacitamente como “normal”. A terceira premissa é a que condena a violência com um método tão contraproducente como a estratégia de “simplesmente dizer não”, utilizada erroneamente no combate às drogas. Mas como abordar o assunto em sala de aula? Não existe uma fórmula, mas há estratégias que ajudam os estudantes a desenvolver uma consciência crítica.
Um meio é dar a eles ferramentas para que leiam e formem um senso crítico. Um dos métodos pode ser tão simples como discutir os muitos assuntos qualitativos que cercam um único ato violento. [...] Ajudando os estudantes a fazer a distinção entre as várias representações do fenômeno na mídia e a ler criticamente a forma gratuita que ele muitas vezes adquire é um importante passo. [...] Pegue-se o exemplo da brutalidade policial. Não faltam representações da mídia a esse respeito. E o professor que quer promover a prevenção deve ainda introduzir a discussão de relatórios de direitos humanos. É importante mostrar que existem consequências, iniciativas civis bem-sucedidas, investigações, processos e sentenças judiciais que podem atenuar a ação policial. Essa é a forma de estimular a consciência crítica para a transformação social. Não podemos mudar as formas de exposição na mídia, mas podemos utilizá-las para promover a cultura de paz.
(Peter Lucas)
Com base nas ideias subjacentes ao texto, assinale a opção com um raciocínio mais correto:
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