Questões de EFAF Filosofia
844 Questões
Questão 3 10738934
SENAI 1°Ano - CGE 2129 2017/1A poesia abaixo se refere à questão.
Inscrição para uma Lareira
A vida é um incêndio: nela
dançamos, salamandras mágicas.
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!
Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida…
Fonte: QUINTANA, M. Esconderijos do tempo. Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2005, p. 490.
A expressão “A vida é um incêndio” significa
Questão 7 10738182
SENAI 1°Ano - CGE 2132 2017/1O texto abaixo se refere à questão.
Fotos de viagens e baladas no Facebook, check-ins em restaurantes da moda no Four Square e comentários opinativos sobre livros, shows ou fatos políticos no Twitter. Atualmente, o que mais se encontra nas redes sociais são pessoas falando de si mesmas, expondo opiniões ou comentando sobre suas vidas particulares. Muitas vezes, parece que os sites de relacionamento mudaram o comportamento humano e aquele amigo tem aproveitado as ferramentas da internet para se promover ou até contar certas vantagens.
Se antigamente algumas pessoas tinham necessidade de fofocar no portão de casa ou de contar vantagens em eventos sociais, hoje elas têm uma ferramenta na mão que permite ver tudo de todos e compartilhar tudo com todos. A qualidade da relação não muda. A rede social veio apenas para suprir a necessidade que as pessoas têm de se expressar e se relacionar em um mundo corrido.
Diferente do que se imagina, até hoje, a internet não gerou nenhuma mudança no ser humano, ela só é um facilitador. Portanto, até mesmo aquele colega tímido que quase nunca abria a boca nas rodas de bate-papo acaba postando mais coisas sobre si mesmo no Facebook, porque ele achou uma maneira mais fácil de se expressar. Isso quer dizer que a vontade de compartilhar momentos ou expor opiniões é inerente ao ser humano, mas se potencializa na internet por se tratar de um canal mais simples e, aparentemente, “seguro”. (...)
Existem comportamentos excessivos nas redes sociais que se caracterizam mais como carência do que egocentrismo. Muitas vezes o uso exagerado das redes sociais, especialmente para expressar detalhes íntimos demais ou para postar fotos constrangedoras, é categorizado como mau uso da internet e pode estar ligado ao vício.
Fonte: Disponível em: http://www.psicologofurlaneto.com.br/2012/08/redes-sociais-e-influencia-sobre-o.html. Acesso em: 04 maio 2015.
O núcleo temático do texto é a
Questão 12 10738099
SENAI 1ºAno - CGE 2133 2017/1O poema abaixo se refere à questão.
Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não
Fonte: MORAES, V.; TOQUINHO. Disponível em: http://pensador.uol.com.br/textos_de_amor/. Acesso em: 23 abr. 2015.
De acordo com o contexto,
Questão 15 10732826
IFSP 2017/2TEXTO

(Disponível: http://www.deliriosdaalma.com.br/2014/06/selfie-selfish-adeus-liberdade-adeus.html).
Sobre os sentidos do texto, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Mafalda mostra-se indignada com os imperativos das propagandas de tv.
( ) Mafalda encontra respostas sobre “o que somos” e volta tranquilamente a ligar a tv.
( ) A personagem Mafalda inquieta-se com os preços abusivos das mercadorias apresentadas nas propagandas.
( ) A postura de Mafalda com a propaganda televisiva mostra que a nossa relação com os meios de comunicação não deve ser passiva.
Assinale a sequência correta.
Questão 12 10732715
IFSP 2017/1“SELFIES” E A ERA DE NARCISO
Gianni Carta
[1] Somos todos animais sociais e precisamos ser “liked” pelos nossos “amigos”. E somos obcecados pela nossa aparência. Para resolver essas questões, nada melhor do que um “selfie”, o termo mais popular deste ano de 2013, segundo os Oxford Dictionaries. Cerca de 17 mil pessoas usaram a nova palavra. [...]
[2] Em busca da aprovação de amigos – e quiçá atrás de celebridade – as pessoas postam seus selfies no Facebook, Twitter ou Instagram. No Facebook, de fato, internautas postam seus selfies com frequência.
[3] Vemos, por exemplo, uma moça que aparece à beira de uma piscina com um fantástico tanquinho. Até Justin Bieber ficaria com inveja. Depois a vemos em outra ocasião também bastante sexy, desta feita com uma saia em uma festa. Outros postam seus selfies que variam dependendo da fase: a intelectual – com óculos e lendo; a esportiva – com uma raquete em uma quadra de tênis; a fase relaxada – em uma praia no Caribe degustando um prato de frutos do mar. E por aí vai.
[4] Esse pessoal viciado em selfies é camaleão. E, em geral, é também bastante superficial. Quando são adolescentes com egos do tamanho do Canadá, é mais compreensível, embora seus pais devessem ensiná-los que tudo tem um limite. Mas e quando são mais velhos, e argumentam que só querem dividir suas vidas com os “amigos” (mais sobre os “amigos” abaixo), seus objetivos ao postar selfies são mais questionáveis. Independentemente da faixa etária do autor do selfie, a parte mais difícil é o veredicto. Uma avalanche de likes fará o autor do selfie se sentir querido, bonito, bacana, cool (anglicismos são bem-vindos pelos adeptos do selfie). Em suma, sentem que fazem parte da comunidade de uma determinada rede social.
[5] No entanto, uma escassez total de likes será o equivalente a uma punhalada nas costas. A pessoa em questão sentirá que não tem amigos. Ou aqueles presentes na sua conta de rede social não gostam realmente dele. Ou será que ele não deveria ter posado de maiô para mostrar a pele bronzeada e o tanquinho na praia?
[7] O autorretrato remonta ao início da civilização. O homem sempre tentou se autorretratar em muros de pedra e mais tarde em quadros. Com o advento da fotografia, na primeira metade do século XIX, várias pessoas fizeram autorretratos. Depois, máquinas fotográficas passaram a oferecer o recurso self-timer, que permitia ao fotógrafo ser fotografado. Ele acionava a máquina e corria por vezes para se inserir em um grupo já preparado para a fotografia. A chegada da máquina compacta digital mudou o quadro. E o smartphone ainda mais.
[6] Com as novas tecnologias, somadas às redes sociais, ganhou vida o selfie. As pessoas, especialmente as celebridades, acham que têm controle sobre as fotos, pois podem deletar aquelas não apreciadas. Não é bem assim. Podem controlar o que postam, mas as fotos não são vistas somente pelos “amigos”. Uma vez na internet, esse campo selvagem, vai saber como essas fotos serão utilizadas? Atenção deve ser dada aos futuros patrões.
[8] Em tempo: Narciso não estava interessado em divulgar sua imagem. Apaixonou-se por ele mesmo e não estava preocupado com o parecer dos outros. [...]
[9] Narciso gostava tanto de si mesmo que não precisaria ter uma conta no Twitter ou no Facebook. Era enamorado de si mesmo e não precisava provar nada a ninguém. De certa forma, Narciso é menos vaidoso do que aqueles que vivem a postar seus selfies nas redes sociais.
(Disponível em http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/, acesso em 19/03/2015).
Marque a alternativa em que a oração sublinhada está CORRETAMENTE analisada.
Questão 11 10732713
IFSP 2017/1“SELFIES” E A ERA DE NARCISO
Gianni Carta
[1] Somos todos animais sociais e precisamos ser “liked” pelos nossos “amigos”. E somos obcecados pela nossa aparência. Para resolver essas questões, nada melhor do que um “selfie”, o termo mais popular deste ano de 2013, segundo os Oxford Dictionaries. Cerca de 17 mil pessoas usaram a nova palavra. [...]
[2] Em busca da aprovação de amigos – e quiçá atrás de celebridade – as pessoas postam seus selfies no Facebook, Twitter ou Instagram. No Facebook, de fato, internautas postam seus selfies com frequência.
[3] Vemos, por exemplo, uma moça que aparece à beira de uma piscina com um fantástico tanquinho. Até Justin Bieber ficaria com inveja. Depois a vemos em outra ocasião também bastante sexy, desta feita com uma saia em uma festa. Outros postam seus selfies que variam dependendo da fase: a intelectual – com óculos e lendo; a esportiva – com uma raquete em uma quadra de tênis; a fase relaxada – em uma praia no Caribe degustando um prato de frutos do mar. E por aí vai.
[4] Esse pessoal viciado em selfies é camaleão. E, em geral, é também bastante superficial. Quando são adolescentes com egos do tamanho do Canadá, é mais compreensível, embora seus pais devessem ensiná-los que tudo tem um limite. Mas e quando são mais velhos, e argumentam que só querem dividir suas vidas com os “amigos” (mais sobre os “amigos” abaixo), seus objetivos ao postar selfies são mais questionáveis. Independentemente da faixa etária do autor do selfie, a parte mais difícil é o veredicto. Uma avalanche de likes fará o autor do selfie se sentir querido, bonito, bacana, cool (anglicismos são bem-vindos pelos adeptos do selfie). Em suma, sentem que fazem parte da comunidade de uma determinada rede social.
[5] No entanto, uma escassez total de likes será o equivalente a uma punhalada nas costas. A pessoa em questão sentirá que não tem amigos. Ou aqueles presentes na sua conta de rede social não gostam realmente dele. Ou será que ele não deveria ter posado de maiô para mostrar a pele bronzeada e o tanquinho na praia?
[7] O autorretrato remonta ao início da civilização. O homem sempre tentou se autorretratar em muros de pedra e mais tarde em quadros. Com o advento da fotografia, na primeira metade do século XIX, várias pessoas fizeram autorretratos. Depois, máquinas fotográficas passaram a oferecer o recurso self-timer, que permitia ao fotógrafo ser fotografado. Ele acionava a máquina e corria por vezes para se inserir em um grupo já preparado para a fotografia. A chegada da máquina compacta digital mudou o quadro. E o smartphone ainda mais.
[6] Com as novas tecnologias, somadas às redes sociais, ganhou vida o selfie. As pessoas, especialmente as celebridades, acham que têm controle sobre as fotos, pois podem deletar aquelas não apreciadas. Não é bem assim. Podem controlar o que postam, mas as fotos não são vistas somente pelos “amigos”. Uma vez na internet, esse campo selvagem, vai saber como essas fotos serão utilizadas? Atenção deve ser dada aos futuros patrões.
[8] Em tempo: Narciso não estava interessado em divulgar sua imagem. Apaixonou-se por ele mesmo e não estava preocupado com o parecer dos outros. [...]
[9] Narciso gostava tanto de si mesmo que não precisaria ter uma conta no Twitter ou no Facebook. Era enamorado de si mesmo e não precisava provar nada a ninguém. De certa forma, Narciso é menos vaidoso do que aqueles que vivem a postar seus selfies nas redes sociais.
(Disponível em http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/, acesso em 19/03/2015).
Assinale a frase em que a forma verbal faz referência a um fato anterior, porém não concluído.
06
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