Questões de EFAF Filosofia - Temática
744 Questões
Questão 4 10725973
CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017Leia o texto "Um por todos, todos por um!" para responder ao item.
TEXTO
Um por todos, todos por um!

Ninguém vive dentro de um casulo, não é? Pode reparar que você está sempre cercado de pessoas: seu pai, sua mãe, sua professora, seus amigos.
É que nós vivemos em uma sociedade. Cada um tem uma função: uns são médicos, donas de casa, advogados, guardas de trânsito, veterinários. Outros são arquitetos, estudantes, motoristas
[5] de táxi, cineastas, jornaleiros.
Para que todo mundo se entenda, as pessoas não podem fazer o que bem entendem. Existem leis que garantem os direitos. O direito de ser livre, trabalhar, comer, ir à escola, cuidar da saúde, descansar, votar para presidente, se divertir e muitos outros estão na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Declaração dos Direitos da Criança.
[10] Não importa a idade, o grupo social ou a religião, todos têm seus direitos.
Isso faz parte do que se chama cidadania. Mas cidadania não é feita só de direitos. Existem deveres também.
É como uma rua de mão dupla. Para que você tenha os seus direitos respeitados, é preciso respeitar os direitos dos outros. Não dá para pensar só no meu bem-estar. Cada um precisa fazer
[15] sua parte para o bem-estar de todos.
Isso é ser cidadão. Quando respeita as pessoas que são diferentes de você, ajuda os mais necessitados, não desperdiça água, obedece às placas e aos sinais, joga o lixo no lixo, você cumpre seus deveres.
Cidadania tem tudo a ver com solidariedade e respeito. É por isso que o lema dos três 20 mosqueteiros é tão legal para explicar tudo: um por todos, todos por um.
Então fica a dica: pratique cidadania.
Em casa
• Sempre que puder, ajude seus pais em tarefas como arrumar as camas e regar as plantas.
• Fique ligado para não desperdiçar água e energia. Se todos economizarem, não vai faltar para
[25] ninguém.
• Pesquise mais sobre o assunto na internet.
Na escola
• Dê uma força aos seus colegas que têm problemas nas matérias em que você é fera.
• Se a escola não tem biblioteca, reúna seus colegas e organize uma. Se já tem, faça uma
[30] campanha para doação de mais livros.
• Proponha à sua professora que leve a turma toda para visitar alguma instituição que faça trabalhos sociais ou ligados ao ambiente.
• Que tal sugerir uma gincana com jogos, peças de teatro e brincadeiras para juntar turmas diferentes?
[35] No bairro
• Reúna seus amigos e pensem no que fazer para melhorar o bairro.
• Faça uma limpeza em uma praça e convide todos para participar.
Fonte: Revista Recreio, São Paulo. Abril, ano 5, nº211, 2004, Adaptado.
Observe o fragmento abaixo:
"Em casa
• Sempre que puder, ajude seus pais em tarefas como arrumar as camas e regar as plantas.
• Fique ligado para não desperdiçar água e energia. Se todos economizarem, não vai faltar para ninguém." (linhas 22-25)
As palavras destacadas, no fragmento anterior, expressam, respectivamente, ideia de:
Questão 3 10725964
CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017Leia o texto "Um por todos, todos por um!" para responder ao item.
TEXTO
Um por todos, todos por um!

Ninguém vive dentro de um casulo, não é? Pode reparar que você está sempre cercado de pessoas: seu pai, sua mãe, sua professora, seus amigos.
É que nós vivemos em uma sociedade. Cada um tem uma função: uns são médicos, donas de casa, advogados, guardas de trânsito, veterinários. Outros são arquitetos, estudantes, motoristas
[5] de táxi, cineastas, jornaleiros.
Para que todo mundo se entenda, as pessoas não podem fazer o que bem entendem. Existem leis que garantem os direitos. O direito de ser livre, trabalhar, comer, ir à escola, cuidar da saúde, descansar, votar para presidente, se divertir e muitos outros estão na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Declaração dos Direitos da Criança.
[10] Não importa a idade, o grupo social ou a religião, todos têm seus direitos.
Isso faz parte do que se chama cidadania. Mas cidadania não é feita só de direitos. Existem deveres também.
É como uma rua de mão dupla. Para que você tenha os seus direitos respeitados, é preciso respeitar os direitos dos outros. Não dá para pensar só no meu bem-estar. Cada um precisa fazer
[15] sua parte para o bem-estar de todos.
Isso é ser cidadão. Quando respeita as pessoas que são diferentes de você, ajuda os mais necessitados, não desperdiça água, obedece às placas e aos sinais, joga o lixo no lixo, você cumpre seus deveres.
Cidadania tem tudo a ver com solidariedade e respeito. É por isso que o lema dos três 20 mosqueteiros é tão legal para explicar tudo: um por todos, todos por um.
Então fica a dica: pratique cidadania.
Em casa
• Sempre que puder, ajude seus pais em tarefas como arrumar as camas e regar as plantas.
• Fique ligado para não desperdiçar água e energia. Se todos economizarem, não vai faltar para
[25] ninguém.
• Pesquise mais sobre o assunto na internet.
Na escola
• Dê uma força aos seus colegas que têm problemas nas matérias em que você é fera.
• Se a escola não tem biblioteca, reúna seus colegas e organize uma. Se já tem, faça uma
[30] campanha para doação de mais livros.
• Proponha à sua professora que leve a turma toda para visitar alguma instituição que faça trabalhos sociais ou ligados ao ambiente.
• Que tal sugerir uma gincana com jogos, peças de teatro e brincadeiras para juntar turmas diferentes?
[35] No bairro
• Reúna seus amigos e pensem no que fazer para melhorar o bairro.
• Faça uma limpeza em uma praça e convide todos para participar.
Fonte: Revista Recreio, São Paulo. Abril, ano 5, nº211, 2004, Adaptado.
A oração "Ninguém vive dentro de um casulo, não é?" (linha 01) pode ser reescrita, sem alterar seu sentido, da seguinte forma:
Questão 2 10725960
CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017Leia o texto "Um por todos, todos por um!" para responder ao item.
TEXTO
Um por todos, todos por um!

Ninguém vive dentro de um casulo, não é? Pode reparar que você está sempre cercado de pessoas: seu pai, sua mãe, sua professora, seus amigos.
É que nós vivemos em uma sociedade. Cada um tem uma função: uns são médicos, donas de casa, advogados, guardas de trânsito, veterinários. Outros são arquitetos, estudantes, motoristas
[5] de táxi, cineastas, jornaleiros.
Para que todo mundo se entenda, as pessoas não podem fazer o que bem entendem. Existem leis que garantem os direitos. O direito de ser livre, trabalhar, comer, ir à escola, cuidar da saúde, descansar, votar para presidente, se divertir e muitos outros estão na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Declaração dos Direitos da Criança.
[10] Não importa a idade, o grupo social ou a religião, todos têm seus direitos.
Isso faz parte do que se chama cidadania. Mas cidadania não é feita só de direitos. Existem deveres também.
É como uma rua de mão dupla. Para que você tenha os seus direitos respeitados, é preciso respeitar os direitos dos outros. Não dá para pensar só no meu bem-estar. Cada um precisa fazer
[15] sua parte para o bem-estar de todos.
Isso é ser cidadão. Quando respeita as pessoas que são diferentes de você, ajuda os mais necessitados, não desperdiça água, obedece às placas e aos sinais, joga o lixo no lixo, você cumpre seus deveres.
Cidadania tem tudo a ver com solidariedade e respeito. É por isso que o lema dos três 20 mosqueteiros é tão legal para explicar tudo: um por todos, todos por um.
Então fica a dica: pratique cidadania.
Em casa
• Sempre que puder, ajude seus pais em tarefas como arrumar as camas e regar as plantas.
• Fique ligado para não desperdiçar água e energia. Se todos economizarem, não vai faltar para
[25] ninguém.
• Pesquise mais sobre o assunto na internet.
Na escola
• Dê uma força aos seus colegas que têm problemas nas matérias em que você é fera.
• Se a escola não tem biblioteca, reúna seus colegas e organize uma. Se já tem, faça uma
[30] campanha para doação de mais livros.
• Proponha à sua professora que leve a turma toda para visitar alguma instituição que faça trabalhos sociais ou ligados ao ambiente.
• Que tal sugerir uma gincana com jogos, peças de teatro e brincadeiras para juntar turmas diferentes?
[35] No bairro
• Reúna seus amigos e pensem no que fazer para melhorar o bairro.
• Faça uma limpeza em uma praça e convide todos para participar.
Fonte: Revista Recreio, São Paulo. Abril, ano 5, nº211, 2004, Adaptado.
No enunciado "É como uma rua de ánão dupla" (linha 13), a palavra "como" exprime ideia de comparação.
Que vocábulo no texto está sendo comparado à expressão "uma rua de mão dupla?
Questão 1 10725867
CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017Leia o texto "Um por todos, todos por um!" para responder ao item.
TEXTO
Um por todos, todos por um!

Ninguém vive dentro de um casulo, não é? Pode reparar que você está sempre cercado de pessoas: seu pai, sua mãe, sua professora, seus amigos.
É que nós vivemos em uma sociedade. Cada um tem uma função: uns são médicos, donas de casa, advogados, guardas de trânsito, veterinários. Outros são arquitetos, estudantes, motoristas
[5] de táxi, cineastas, jornaleiros.
Para que todo mundo se entenda, as pessoas não podem fazer o que bem entendem. Existem leis que garantem os direitos. O direito de ser livre, trabalhar, comer, ir à escola, cuidar da saúde, descansar, votar para presidente, se divertir e muitos outros estão na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Declaração dos Direitos da Criança.
[10] Não importa a idade, o grupo social ou a religião, todos têm seus direitos.
Isso faz parte do que se chama cidadania. Mas cidadania não é feita só de direitos. Existem deveres também.
É como uma rua de mão dupla. Para que você tenha os seus direitos respeitados, é preciso respeitar os direitos dos outros. Não dá para pensar só no meu bem-estar. Cada um precisa fazer
[15] sua parte para o bem-estar de todos.
Isso é ser cidadão. Quando respeita as pessoas que são diferentes de você, ajuda os mais necessitados, não desperdiça água, obedece às placas e aos sinais, joga o lixo no lixo, você cumpre seus deveres.
Cidadania tem tudo a ver com solidariedade e respeito. É por isso que o lema dos três 20 mosqueteiros é tão legal para explicar tudo: um por todos, todos por um.
Então fica a dica: pratique cidadania.
Em casa
• Sempre que puder, ajude seus pais em tarefas como arrumar as camas e regar as plantas.
• Fique ligado para não desperdiçar água e energia. Se todos economizarem, não vai faltar para
[25] ninguém.
• Pesquise mais sobre o assunto na internet.
Na escola
• Dê uma força aos seus colegas que têm problemas nas matérias em que você é fera.
• Se a escola não tem biblioteca, reúna seus colegas e organize uma. Se já tem, faça uma
[30] campanha para doação de mais livros.
• Proponha à sua professora que leve a turma toda para visitar alguma instituição que faça trabalhos sociais ou ligados ao ambiente.
• Que tal sugerir uma gincana com jogos, peças de teatro e brincadeiras para juntar turmas diferentes?
[35] No bairro
• Reúna seus amigos e pensem no que fazer para melhorar o bairro.
• Faça uma limpeza em uma praça e convide todos para participar.
Fonte: Revista Recreio, São Paulo. Abril, ano 5, nº211, 2004, Adaptado.
O texto foi escrito com o propósito de:
Questão 15 10619892
COTIL 1° Ano 2017Texto para a questão
Rede social na vida real

http://www.euri.com.br/rede-social-na-vida-real/
Qual das alternativas abaixo reflete mais direta e adequadamente o contexto dos quadrinhos Rede Social na vida real?
Questão 9 10619880
COTIL 1° Ano 2017Textos para a questão
Posto, logo existo, de Martha Medeiros
Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais “que estão me comendo vivo”.
Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu cogito, ergo sum, pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo.
Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.
Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização. Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!
O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.
Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.
(MEDEIROS, Martha. “Posto, logo existo”. O Globo: 25/03/2012.)
Em “...dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente...”, observamos a concordância verbal correta.
Assinale a concordância verbal nos períodos abaixo; em seguida, marque a resposta correta.
A – Não só o encontro de pessoas mas também o diálogo entre elas (pode / podem) demonstrar que o mundo tem jeito.
B – Havia apenas um campo de batatas para as duas tribos, mas outros (poderia / poderiam) haver na vertente posterior da montanha.
C – No centro da cidade, (via-se / viam-se) os representantes dos professores grevistas.
D – Não (havia / haviam) meios de saber que já (faz / fazem) vinte anos do ocorrido.
A sequência correta está marcada na resposta:
06
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