Questões de EFAF Filosofia - Temática
744 Questões
Questão 11 10768487
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019Considere o cartum.

(Adão Iturrusgarai. A vida como ela é. www.folha.uol.com.br, 23.01.2018)
O cartum apresenta uma
Questão 6 10768436
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019Leia o texto para responder à questão.
Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?
Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).
Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.
Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.
Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.
Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?
(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)
Uma construção própria de uma variante popular da língua portuguesa encontra sua reescrita conforme a norma-padrão em:
Questão 5 10768435
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019Leia o texto para responder à questão.
Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?
Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).
Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.
Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.
Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.
Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?
(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)
O vocábulo que introduz o agente da ação está destacado em:
Questão 4 10768434
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019Leia o texto para responder à questão.
Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?
Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).
Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.
Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.
Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.
Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?
(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)
Considerando o contexto, o vocábulo aqueles, no quinto parágrafo – “Finalmente, há aqueles que...” –, refere-se a
Questão 3 10768433
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019Leia o texto para responder à questão.
Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?
Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).
Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.
Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.
Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.
Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?
(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)
Um sinônimo para a palavra indiscriminado (5º parágrafo) é:
Questão 2 10768432
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019Leia o texto para responder à questão.
Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?
Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).
Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.
Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.
Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.
Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?
(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)
No último parágrafo do texto, expõem-se
06
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