Questões de EFAF Filosofia
844 Questões
Questão 6 11529611
CONCURSOS 2024Age de tal maneira que uses a humanidade, tanto na tua pessoa como na pessoa de qualquer outro, sempre e simultaneamente como fim e nunca simplesmente como meio.
(KANT, I.Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1980.)
Sobre a afirmativa do filósofo Kant, considere:
I- A afirmativa acima diz respeito ao campo da moral.
II- A afirmativa acima diz respeito à conduta humana.
III- A afirmativa acima diz respeito ao estudo da lógica.
São argumentos pertinentes:
Questão 5 11529606
CONCURSOS 2024Para o filósofo alemão Immanuel Kant (1724- 1804), a arte diferencia-se da natureza por ser uma atividade racional e livre. Assim, uma teia de aranha, embora possa parecer bela, não é uma obra de arte, já que se trata de uma tarefa mecânica e natural.
O termo arte vem da palavra latina ars, que significa:
Questão 4 11529597
CONCURSOS 2024Assinale a PaMlteCrnEat i–va T IqPuOe Aci ta a frase dita por Sócrates (469 a.C.-399 a.C.), provavelmente, a frase mais famosa da história da filosofia.
Questão 1 11529546
CONCURSOS 2024“É um conceito e uma filosofia que ressalta a importância do homem como um ser dotado de inteligência e, portanto, livre para realizar suas ações no mundo. É um conjunto de ideias onde o homem representa a figura central, nos campos da cultura, ciência, sociedade e é a principal referência para o entendimento do mundo. O ser humano é racional, crítico, questionador da sua própria realidade e responsável; portanto, pelos seus pensamentos e ações. Busca a verdade por meio de análises e do método racional e científico, através de provas e explicações, de preferência, matemáticas.”
As informações se referem a:
Questão 70 11345783
CONCURSOS 2 2024Começava-se a acreditar que a miséria humana era fruto da ignorância, e que somente a razão poderia orientar o pensamento e modificar as condições da vida humana. Essa nova visão de mundo fez surgir, em meados do século XVIII, um novo movimento filosófico. Os filósofos questionaram o poder real, os privilégios da nobreza, a religião, a economia, a educação, a escravidão, o colonialismo etc., submetendo todas as questões à razão e à crítica.
(Joelza Ester Domingues, História em Documento: imagem e texto. Adaptado)
O texto trata
Questão 11 15432593
CBNB 1 ano Ensino Médio 2023TEXTO
Mais que um sentimento, amor é princípio que move a humanidade
Afeto pode ser expressado de diversas formas e consiste em um exercício diário de empatia e autoconhecimento.
Por Artur Ferraz 23/12/19 às 07H07 atualizado em 23/12/19 às 07H24
Por mais que a gente queira criar algo novo, nunca visto antes por ninguém, há clichês que são inevitáveis. Este é um deles. Sem amor, não existe humanidade. Se você é como o narrador desta Vida Plena pré-natalina e busca no jornal assuntos mais “cerebrais” e “informativos”, com afirmações mais diretas e menos emotivas, encare este texto como uma observação social. Se não é, já sente no dia a dia: o amor é o princípio que sustenta a vida ao manter as relações entre as pessoas.
Para constatar isso, olhe ao redor se estiver perto das pessoas com quem convive ou pense no que gosta de fazer, trabalho ou hobby, e em tudo que dá sentido à continuidade de existir. O afeto que envolve cada dia é o que motiva a seguir em frente, superar os conflitos e frear os impulsos mais agressivos. Por essa onipresença e por essa capacidade de se manifestar de diversas formas, o amor é um tema que não se esgota e, mais que um sentimento, deve ser visto como um exercício constante, multilateral e coletivo.
Do ponto de vista filosófico, o amor costuma ser classificado em três variações definidas na Grécia Antiga séculos antes de Cristo: eros, philia e ágape. “Eros é o amor sensual entre duas pessoas. Philia é o amor dos amigos. E ágape é mais gratuito, um amor materno ou paterno, divino, numa dimensão transcendental. Colocando essas três dimensões do amor na nossa realidade, percebemos essas manifestações porque nos completam, edificam e impulsionam. O ágape não é personalizado, é horizontal, para toda a humanidade”, explica o professor de filosofia e teologia da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), José Marcos Luna. “Nós precisamos do amor porque a realidade humana é, muitas vezes, marcada pela maldade, mas se edifica com a solidariedade e com o bem”.
Para exercitar esse potencial afetivo, o autoconhecimento é fundamental, visto que ajuda a repensar as próprias emoções e tomar consciência da conduta e das necessidades do outro. Um processo que, de acordo com a psicóloga Alda Roberta Campos, presidente do Conselho Regional de Psicologia de Pernambuco (CRP-PE), não se conclui da noite para o dia. “À medida que você está consigo mesmo, consegue estar bem com as outras pessoas. Quando você está em dificuldade de aceitação e equilíbrio interno, isso dificulta a empatia e a solidariedade. Uma coisa importante é que isso é apreendido, tem a ver com educação, às vezes um esforço mesmo de se deslocar do desejo primitivo do que você quer para aceitar outra pessoa”, diz.
Apesar de o tema sensibilizar muita gente nesta época de Natal e Réveillon, mobilizando ações solidárias em vários lugares, esse exercício deve ser praticado o ano inteiro e envolve até a desconstrução de hábitos do senso comum. “A gente vive numa sociedade capitalista e de competição. Por maior que seja o discurso de solidariedade, as crianças são educadas para serem as melhores, os destaques da turma, ter os melhores brinquedos. E aí, depois, começam a construir relações muito superficiais em que não se aprofunda o afeto. Como podemos ser bons com tanta cobrança de corpo, nota escolar, padrão de beleza?”, reflete Campos.
Uma das principais manifestações práticas do amor pode estar no engajamento em projetos de voluntariado. Para Yablans Nascimento, coordenador de Mobilização da ONG Novo Jeito, que realiza ações de impacto social, o amor é um movimento. “Quando a pessoa se dedica à ação voluntária, ela trabalha a empatia. Isso faz com que a gente comece a olhar para a realidade do outro e pensar: ‘Esse também é um problema meu’”, afirma.
Entre as ações da organização, está a Mais Amor, que distribui abraços e rosas em locais públicos, como o Parque da Jaqueira, onde fizemos a entrevista. “Eu acho muito legal você abordar as pessoas nessa brincadeira, nessa alegria. Trazer uma flor, dar um abraço. Alegrou meu dia”, conta a estudante de letras Vitória Prazeres, 19, ao receber um abraço do grupo.
Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/mais-que-um-sentimento-amor-e-principio-que-move-ahumanidade/125760. Acesso em: 20/07/2022.
TEXTO II
amor s.m. (1275) 1. forte afeição por outra pessoa, nascida de laços de consanguineidade ou de relações sociais. 2. atração baseada no desejo sexual. 3. p. ext. relação amorosa. 4. p. ext. atração sexual natural entre espécies animais. 5. afeição baseada em admiração, benevolência ou interesses comuns, forte amizade. 6. p. met. a pessoa ou a coisa amada. 7. devoção, adoração. 8. fig. devoção de uma pessoa ou um grupo de pessoas por um ideal concreto ou abstrato. 9. p. met. o objeto de tal interesse ou veneração. 10. demonstração de zelo, de dedicação. 11. mit. divindade que personifica o amor, como cupido ou eros. 12. mit. cada uma das divindades infantis subordinadas a vênus e a cupido.
(HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2009.)
Observe o trecho abaixo, extraído do Texto I:
Do ponto de vista filosófico, o amor costuma ser classificado em três variações definidas na Grécia Antiga séculos antes de Cristo: eros, philia e ágape. “Eros é o amor sensual entre duas pessoas. Philia é o amor dos amigos. E ágape é mais gratuito, um amor materno ou paterno, divino, numa dimensão transcendental.
Considerando o trecho acima, em relação à definição de amor do texto II, podemos afirmar que:
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