Questões de EFAF Filosofia - Temática
744 Questões
Questão 4 10132656
CMSM 1° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2018Leia o texto para responder ao item.
TEXTO

Fonte: http://disneyandmore.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018.
Herói na contemporaneidade
Quando eu era criança, passava todo o tempo desenhando super-heróis.
Recorro ao historiador de mitologia Joseph Campbell, que diferenciava as duas figuras públicas: o herói (figura pública antiga) e a celebridade (a figura pública moderna). Enquanto a celebridade se populariza por viver para si mesma, o herói assim se tornava por viver servindo sua comunidade. Todo super-herói deve atravessar alguma via-crúcis. Gandhi, líder pacifista indiano, disse que, quanto maior nosso sacrifício, maior será nossa conquista. Como Hércules, como Batman.
Toda história em quadrinhos traz em si alguma coisa de industrial e marginal, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Os filmes de super-herói, ainda que transpondo essa cultura para a grande e famigerada indústria, realizam uma outra façanha, que provavelmente sem eles não ocorreria: a formação de novas mitologias reafirmando os mesmos ideais heroicos da Antiguidade: para o homem moderno. O cineasta italiano Fellini afirmou uma vez que Stan Lee, o criador da-editora; Marvel e de diversos heróis populares, era o Homero dos quadrinhos.
Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men.são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado. São todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana. Não se ama um herói pelos seus poderes, mas pela sua dor. Nossos olhos podem até se voltar a eles por suas habilidades fantásticas, mas é na humanidade que eles crescem dentro do gosto popular. Os super-heróis que não sofrem ou simplesmente trabalham para o sistema vigente tendem a se tornar meio bobos, como o Tocha-Humana ou o Capitão América.
Hulk e Homem-Aranha são seres que criticam a inconsequência da ciência, com sua energia atômica e suas experiências genéticas. Os X-Men nos advertem para a educação inclusiva. Super-Homem é aquele que mais se aproxima de Jesus Cristo, e por isso talvez seja o mais popular de todos, em seu sacrifício solitário em defesa dos seres humanos, mas também tem algo de Aquiles, com seu calcanhar que é a kriptonita. Humano e super-herói, como Gandhi.
Não houve nenhuma literatura que tenha me marcado mais do que essas histórias em quadrinhos. Eu raramente as leio hoje em dia, mas quando assisto a bons filmes de super-heróis, eu lembro que todos temos um lado ingênuo e bom, que pode ser capaz de suportar a dor da solidão por um princípio.
CHUÍ, Fernando. Disponível em: http://fernandochui.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018. (Adaptado)
Glossário:
Via-crúcis: Série de 14 quadros que representam a caminhada de Jesus carregando a cruz e retratam seu sofrimento nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução. [Por Extensão] Conjunto de experiências dolorosas, terríveis, dramáticas; martírio, tormento. Etimologia (origem da palavra via-crúcis): Do latim via Crucis, "caminho da cruz”.
As conjunções e as locuções conjuntivas são mediadoras de sentidos produzidos em textos. Nos períodos transcritos abaixo, os termos sublinhados ajudam a conduzir o conteúdo enunciado para o campo indicado em negrito.
Essa indicação só NÃO está correta em:
Questão 1 10132587
CMSM 1° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2018Leia o texto para responder ao item.
TEXTO

Fonte: http://disneyandmore.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018.
Herói na contemporaneidade
Quando eu era criança, passava todo o tempo desenhando super-heróis.
Recorro ao historiador de mitologia Joseph Campbell, que diferenciava as duas figuras públicas: o herói (figura pública antiga) e a celebridade (a figura pública moderna). Enquanto a celebridade se populariza por viver para si mesma, o herói assim se tornava por viver servindo sua comunidade. Todo super-herói deve atravessar alguma via-crúcis. Gandhi, líder pacifista indiano, disse que, quanto maior nosso sacrifício, maior será nossa conquista. Como Hércules, como Batman.
Toda história em quadrinhos traz em si alguma coisa de industrial e marginal, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Os filmes de super-herói, ainda que transpondo essa cultura para a grande e famigerada indústria, realizam uma outra façanha, que provavelmente sem eles não ocorreria: a formação de novas mitologias reafirmando os mesmos ideais heroicos da Antiguidade: para o homem moderno. O cineasta italiano Fellini afirmou uma vez que Stan Lee, o criador da-editora; Marvel e de diversos heróis populares, era o Homero dos quadrinhos.
Toda boa história de super-herói é uma história de exclusão social. Homem-Aranha é um nerd, Hulk é um monstro amaldiçoado, Demolidor é um deficiente, os X-Men.são indivíduos excepcionais, Batman é um órfão, Super-Homem é um alienígena expatriado. São todos símbolos da solidão, da sobrevivência e da abnegação humana. Não se ama um herói pelos seus poderes, mas pela sua dor. Nossos olhos podem até se voltar a eles por suas habilidades fantásticas, mas é na humanidade que eles crescem dentro do gosto popular. Os super-heróis que não sofrem ou simplesmente trabalham para o sistema vigente tendem a se tornar meio bobos, como o Tocha-Humana ou o Capitão América.
Hulk e Homem-Aranha são seres que criticam a inconsequência da ciência, com sua energia atômica e suas experiências genéticas. Os X-Men nos advertem para a educação inclusiva. Super-Homem é aquele que mais se aproxima de Jesus Cristo, e por isso talvez seja o mais popular de todos, em seu sacrifício solitário em defesa dos seres humanos, mas também tem algo de Aquiles, com seu calcanhar que é a kriptonita. Humano e super-herói, como Gandhi.
Não houve nenhuma literatura que tenha me marcado mais do que essas histórias em quadrinhos. Eu raramente as leio hoje em dia, mas quando assisto a bons filmes de super-heróis, eu lembro que todos temos um lado ingênuo e bom, que pode ser capaz de suportar a dor da solidão por um princípio.
CHUÍ, Fernando. Disponível em: http://fernandochui.blogspot.com. Acesso em: 20/09/2018. (Adaptado)
Glossário:
Via-crúcis: Série de 14 quadros que representam a caminhada de Jesus carregando a cruz e retratam seu sofrimento nas horas que antecederam seu julgamento e sua execução. [Por Extensão] Conjunto de experiências dolorosas, terríveis, dramáticas; martírio, tormento. Etimologia (origem da palavra via-crúcis): Do latim via Crucis, "caminho da cruz”.
Com base no texto, é possível afirmar que:
Questão 1 11033161
IFRJ 2017Texto
Pequenas corrupções
Todo mundo se escandaliza com o petrolão. Eu também, óbvio. Atinge cifras que escapam a minha
imaginação. Mas que tal pensar sobre qual é o meu, o seu, o nosso grau individual de corrupção, como
cidadãos comuns?
No caixa eletrônico, por exemplo, tem uma fila grande. Alguém se aproxima. Conversa com um amigo
[5] lá na frente e, como se fosse a coisa mais natural, fura a fila. Uma vez reclamei para uma mulher:
– Desculpe, mas seu lugar é lá no fim da fila.
Ficou ofendida, respondeu agressiva. Sinceramente, se ela tivesse dito algo como:
– Eu sei, mas estou com um problema particular e tenho pressa.
Eu entenderia. Já me aconteceu, na fila do aeroporto, para verificação de bagagem. Ia perder o voo.
[10] Expliquei e me deixaram passar na frente. Mas e na fila do avião? Por que a pressa, se o lugar é marcado? O
motivo das prioridades é facilitar a entrada de grávidas, crianças, deficientes e idosos. Também há acesso VIP
para quem tem milhagens expressivas. Já vi cada atropelo! Uma vez, enquanto tentava proteger da correria
uma senhora com um filho pequeno, aconselhei:
– Vá lá para a frente, tem direito de entrar primeiro.
[15] Ela fez que não. Corria o risco de ser atropelada.
Se dá para furar uma fila, você fura?
No restaurante, sempre alguém dá uma carteirada com o maître e passa na frente. Vi isso acontecer
muitas vezes. Eu não gosto de esperar. Paro em frente ao restaurante e pergunto se tem espera. Se tem,
agradeço e vou a outro. Restaurantes mais vazios, com donos saltando como caranguejos sobre possíveis
[20] clientes, também não faltam.
E a nota fiscal? Houve uma época em que até o dentista perguntava se era sem nota. Com, era mais
caro. E depois, ele esquecia de dar. Fazia cara de ofendido se eu insistia. Graças aos cruzamentos da Receita
Federal, isso está acabando. Eu declaro se paguei e pronto. Acho justo. Em São Paulo, foi instituída a nota
fiscal paulista, com estímulos financeiros a quem pede. Na hora de pagar sempre perguntam:
[25] – Quer nota fiscal paulista?
Acho um absurdo a pergunta. É regra dar a nota. Se eu pago meus impostos, por que o comerciante
não? Ah, tem muito imposto. Tem mesmo. Mas, então, o certo é protestar, votar melhor. Não sobreviver à
custa de pequenas corrupções. Não é só no Brasil. Tenho um amigo modelo que mora na Cidade do Cabo, na
África do Sul. Conheceu uma finlandesa que passou maus bocados. Simples: finlandeses são honestos. Então,
[30] ela, logo no primeiro dia de férias, fez o que fazia na Finlândia. Deixou a bolsa embaixo de uma árvore e foi
correr num parque. Na volta, cadê? Perdeu grana, passaporte, tudo. Aqui, alguém tem coragem de deixar
qualquer coisa embaixo de uma árvore? Já contei a história de um amigo que sofreu um acidente de carro, dois
rapazes pararam para ajudar e o assaltaram enquanto sangrava?
Outro dia li sobre uma moradora de rua que encontrou dinheiro e devolveu. Virou notícia, como ocorre
[35] cada vez que um ato de honestidade, ainda mais praticado por um necessitado, acontece. Há algo muito errado
num país onde honestidade é notícia.
Quando devolvo o troco que veio a mais, a mocinha do caixa me olha como se estivesse diante de São
Sebastião. Claro, isso iria para a conta dela. Não sou eu que vou roubar de uma trabalhadora que está no caixa.
Mas é tão pouco comum gente que devolve! Assim como caixas também frequentemente não têm moedinhas
[40] e arredondam o troco. Já estive em restaurantes que ‘arredondaram’ em vários reais, sem nem dar explicação.
Agora, pagando com cartão, a prática está acabando. O que eu falo vale para gente rica, classe média ou pobre.
Um amigo meu, dermatologista, tinha duas clientes que viviam à base de champanhe. Se encheram de Botox.
(E o produto custa para o médico.) Deram um cheque sem fundos e foram meses para receber. Botar Botox não
é o mesmo que passar fome, onde a gente até entende o roubo de comida por desespero. Mas acontece. Como
[45] ocorre também entre os médicos. Se você for a qualquer médico e ele disser:
– Eu prefiro que o remédio seja manipulado, tenho mais confiança.
E depois indicar a farmácia, já sabe. São 30% que vão para o bolso dele. Exatamente. As farmácias de
manipulação têm o costume de pagar essa percentagem aos médicos que dão a receita.
Os exemplos não acabariam nunca. A verdade é esta: nós todos vivemos cercados de pequenas
[50] corrupções. Acorrupção maior é apenas a expressão de um tipo de vida que achamos até normal.
CARRASCO, Walcyr. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/walcyrcarrasco/noticia/2015/03/pequenas-corrupcoes.html.: . Acesso em: 20 out. 2016.
Vocabulário: maître - chefe dos garçons num restaurante
Para transmitir a ideia de que as pequenas corrupções estão presentes no dia a dia das pessoas, o autor
Questão 17 10732828
IFSP 2017/2TEXTO

(Disponível: http://www.deliriosdaalma.com.br/2014/06/selfie-selfish-adeus-liberdade-adeus.html).
Considerando a personagem Mafalda uma garota questionadora de vários assuntos sociais, o enunciado no segundo quadrinho “E o que nós somos?” revela
Questão 13 10732719
IFSP 2017/1“SELFIES” E A ERA DE NARCISO
Gianni Carta
[1] Somos todos animais sociais e precisamos ser “liked” pelos nossos “amigos”. E somos obcecados pela nossa aparência. Para resolver essas questões, nada melhor do que um “selfie”, o termo mais popular deste ano de 2013, segundo os Oxford Dictionaries. Cerca de 17 mil pessoas usaram a nova palavra. [...]
[2] Em busca da aprovação de amigos – e quiçá atrás de celebridade – as pessoas postam seus selfies no Facebook, Twitter ou Instagram. No Facebook, de fato, internautas postam seus selfies com frequência.
[3] Vemos, por exemplo, uma moça que aparece à beira de uma piscina com um fantástico tanquinho. Até Justin Bieber ficaria com inveja. Depois a vemos em outra ocasião também bastante sexy, desta feita com uma saia em uma festa. Outros postam seus selfies que variam dependendo da fase: a intelectual – com óculos e lendo; a esportiva – com uma raquete em uma quadra de tênis; a fase relaxada – em uma praia no Caribe degustando um prato de frutos do mar. E por aí vai.
[4] Esse pessoal viciado em selfies é camaleão. E, em geral, é também bastante superficial. Quando são adolescentes com egos do tamanho do Canadá, é mais compreensível, embora seus pais devessem ensiná-los que tudo tem um limite. Mas e quando são mais velhos, e argumentam que só querem dividir suas vidas com os “amigos” (mais sobre os “amigos” abaixo), seus objetivos ao postar selfies são mais questionáveis. Independentemente da faixa etária do autor do selfie, a parte mais difícil é o veredicto. Uma avalanche de likes fará o autor do selfie se sentir querido, bonito, bacana, cool (anglicismos são bem-vindos pelos adeptos do selfie). Em suma, sentem que fazem parte da comunidade de uma determinada rede social.
[5] No entanto, uma escassez total de likes será o equivalente a uma punhalada nas costas. A pessoa em questão sentirá que não tem amigos. Ou aqueles presentes na sua conta de rede social não gostam realmente dele. Ou será que ele não deveria ter posado de maiô para mostrar a pele bronzeada e o tanquinho na praia?
[7] O autorretrato remonta ao início da civilização. O homem sempre tentou se autorretratar em muros de pedra e mais tarde em quadros. Com o advento da fotografia, na primeira metade do século XIX, várias pessoas fizeram autorretratos. Depois, máquinas fotográficas passaram a oferecer o recurso self-timer, que permitia ao fotógrafo ser fotografado. Ele acionava a máquina e corria por vezes para se inserir em um grupo já preparado para a fotografia. A chegada da máquina compacta digital mudou o quadro. E o smartphone ainda mais.
[6] Com as novas tecnologias, somadas às redes sociais, ganhou vida o selfie. As pessoas, especialmente as celebridades, acham que têm controle sobre as fotos, pois podem deletar aquelas não apreciadas. Não é bem assim. Podem controlar o que postam, mas as fotos não são vistas somente pelos “amigos”. Uma vez na internet, esse campo selvagem, vai saber como essas fotos serão utilizadas? Atenção deve ser dada aos futuros patrões.
[8] Em tempo: Narciso não estava interessado em divulgar sua imagem. Apaixonou-se por ele mesmo e não estava preocupado com o parecer dos outros. [...]
[9] Narciso gostava tanto de si mesmo que não precisaria ter uma conta no Twitter ou no Facebook. Era enamorado de si mesmo e não precisava provar nada a ninguém. De certa forma, Narciso é menos vaidoso do que aqueles que vivem a postar seus selfies nas redes sociais.
(Disponível em http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/, acesso em 19/03/2015).
Na escrita, a pontuação é de grande importância para a construção de sentido do texto.
Sobre esse assunto, marque a frase em que a mudança de pontuação altera o sentido do texto original.
Questão 8 10729729
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2017DICIONÁRIO FEITO POR CRIANÇAS REVELA UM MUNDO QUE OS ADULTOS NÃO ENXERGAM MAIS
Em abril, aconteceu a Feira do Livro de Bogotá, e um dos maiores sucessos foi um livro chamado Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças. Nele, há um dicionário com mais de 500 definições para 133 palavras, de A a Z, feitas por crianças.
O curioso deste “dicionário infantil” é como as crianças definem o mundo através daquilo que os adultos já não conseguem perceber. O autor do livro é o professor Javier Naranjo, que compilou informações ao longo de dez anos durante as aulas. Ele conta que a ideia surgiu quando ele pediu aos seus alunos para definirem a palavra “criança”, e uma das respostas que lhe chamou atenção foi: “uma criança é um amigo que tem o cabelo curtinho, não toma rum e vai dormir cedo”.
Veja outros verbetes do livro e as idades das crianças que os definiram:
• Adulto: pessoa que, em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma. (Andrés, 8 anos)
• Água: transparência que se pode tomar. (Tatiana, 7 anos)
• Branco: o branco é uma cor que não pinta. (Jonathan, 11 anos)
• Camponês: um camponês não tem casa, nem dinheiro, somente seus filhos. (Luis, 8 anos)
• Céu: de onde sai o dia. (Duván, 8 anos)
• Dinheiro: coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos. (Ana María, 12 anos)
• Escuridão: é como o frescor da noite. (Ana Cristina, 8 anos)
• Guerra: gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz. (Juan Carlos, 11 anos)
• Inveja: atirar pedras nos amigos. (Alejandro, 7 anos)
• Mãe: mãe entende e depois vai dormir. (Juan, 6 anos)
• Paz: quando a pessoa se perdoa. (Juan Camilo, 8 anos)
• Solidão: tristeza que dá na pessoa às vezes. (Iván, 10 anos)
• Tempo: coisa que passa para lembrar. (Jorge, 8 anos)
• Universo: casa das estrelas. (Carlos, 12 anos)
André Fantin
Adaptado de repertoriocriativo.com.br, 22/05/2013.
Uma afirmação paradoxal contém alguma contradição interna.
Um exemplo de afirmação paradoxal é identificado em:
06
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