Questões de EFAF Matemática - Estatística
1.236 Questões
Questão 8 10438402
OBI 1° Ano - Nível 1 Fase 1 2014Lanche
Seis frutas – abacaxi, banana, caqui, laranja, pera e romã – vão servir de lanche para três amigos: Mario, Nei e Olga. Cada amigo vai comer exatamente duas frutas, respeitando as seguintes condições:
• Se Olga come abacaxi, Mario come caqui.
• Se Olga não come banana, então Nei come romã.
• Mario não pode comer laranja.
• Abacaxi não é comido pela mesma pessoa que come banana, nem caqui é comido pela mesma pessoa que come pera, nem laranja é comida pela mesma pessoa que come romã.
Se Olga come romã, qual das seguintes alternativas é necessariamente verdadeira?
Questão 3 10302964
OBR 1° Ano - Nível 5 2014Um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) está programado para realizar uma missão de monitoramento ambiental de uma floresta. Durante o seu voo, o VANT deve jogar três sensores de umidade do solo sobre a área monitorada. Devido à sua forma aerodinâmica particular, cada sensor possui 50% de chance de cair no chão voltado para cima (ou, de forma equivalente, 50% de chance de cair voltado para baixo). Os sensores só funcionam se estiverem voltados para cima.
Qual é a probabilidade de todos os três sensores caírem em condição de funcionamento adequada (todos voltados para cima)?
Questão 18 10246244
CANGURU Escolar 2014Sete crianças estão sentadas em círculo. Não há dois rapazes sentados lado a lado e não há três meninas juntas.
Qual das afirmações sobre o número de meninas é verdadeira?

Questão 20 10225971
CMBH 1° ano prova de Língua portuguesa 2014SER FELIZ É QUESTÃO DE CÁLCULO
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Forma suprema do pensamento abstrato, que, por sua vez, é manifestação suprema do intelecto humano,
a Matemática deveria ser a maneira mais eficiente de transmitir emoções. Mas não é. Embora os
professores de Matemática, às vezes, façam seus alunos chorar, ninguém se comove com uma equação
ou se alegra com um algoritmo. Mas essa fronteira pode estar começando a cair. Um grupo de
[5] neurocientistas do University College de Londres acredita ter encontrado o que seria a fórmula
matemática da felicidade. Usando scanners cerebrais, os pesquisadores mediram a reação de um grupo
de pessoas diante de prêmios e recompensas obtidos num joguinho simples de computador. Munido dos
dados sobre em que momento da atividade elas mais registravam satisfação, aliados a outras variáveis,
um programa comparou expectativas e resultados e chegou à fórmula. Ela foi em seguida aplicada a
[10] milhares de voluntários. Na maioria dos casos, a fórmula acertou quais jogadores sairiam “felizes” ou
“infelizes” do jogo. Nada muito sério ou ambicioso, o experimento londrino, no entanto, parece ser
capaz de descrever matematicamente a sensação de felicidade de curta duração. A equação da felicidade
do University College, em essência, define a satisfação em termos da comparação matemática entre a
expectativa da pessoa sobre algo e o que ela efetivamente obtém. Sempre que a expectativa é superada,
[15] a pessoa sente algo parecido com o que chamamos felicidade. A equação da felicidade feita pelos
neurocientistas de Londres já está sendo aprimorada. A nova equação vai levar em conta a, talvez, mais
preponderante variável de satisfação ou frustração do ser humano: o outro. Os pesquisadores esperam
aprender a calcular o peso, na equação da felicidade, da comparação que cada um faz de suas próprias
conquistas em relação às dos amigos, parentes e vizinhos. Nem é preciso esperar o resultado. O peso vai
[20] ser muito grande.
VEJA. São Paulo: Editora Abril; v. 34, n. 2387, ago 2014.
Em “Embora os professores de matemática, às vezes, façam seus alunos chorar...” (texto, l. 2 e 3), o verbo destacado:
Questão 19 10225926
CMBH 1° ano prova de Língua portuguesa 2014SER FELIZ É QUESTÃO DE CÁLCULO
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Forma suprema do pensamento abstrato, que, por sua vez, é manifestação suprema do intelecto humano,
a Matemática deveria ser a maneira mais eficiente de transmitir emoções. Mas não é. Embora os
professores de Matemática, às vezes, façam seus alunos chorar, ninguém se comove com uma equação
ou se alegra com um algoritmo. Mas essa fronteira pode estar começando a cair. Um grupo de
[5] neurocientistas do University College de Londres acredita ter encontrado o que seria a fórmula
matemática da felicidade. Usando scanners cerebrais, os pesquisadores mediram a reação de um grupo
de pessoas diante de prêmios e recompensas obtidos num joguinho simples de computador. Munido dos
dados sobre em que momento da atividade elas mais registravam satisfação, aliados a outras variáveis,
um programa comparou expectativas e resultados e chegou à fórmula. Ela foi em seguida aplicada a
[10] milhares de voluntários. Na maioria dos casos, a fórmula acertou quais jogadores sairiam “felizes” ou
“infelizes” do jogo. Nada muito sério ou ambicioso, o experimento londrino, no entanto, parece ser
capaz de descrever matematicamente a sensação de felicidade de curta duração. A equação da felicidade
do University College, em essência, define a satisfação em termos da comparação matemática entre a
expectativa da pessoa sobre algo e o que ela efetivamente obtém. Sempre que a expectativa é superada,
[15] a pessoa sente algo parecido com o que chamamos felicidade. A equação da felicidade feita pelos
neurocientistas de Londres já está sendo aprimorada. A nova equação vai levar em conta a, talvez, mais
preponderante variável de satisfação ou frustração do ser humano: o outro. Os pesquisadores esperam
aprender a calcular o peso, na equação da felicidade, da comparação que cada um faz de suas próprias
conquistas em relação às dos amigos, parentes e vizinhos. Nem é preciso esperar o resultado. O peso vai
[20] ser muito grande.
VEJA. São Paulo: Editora Abril; v. 34, n. 2387, ago 2014.
Em “Nem é preciso esperar o resultado. O peso vai ser muito grande.” (texto, l. 19 e 20), o ponto final, entre os dois enunciados, sugere uma relação de:
Questão 15 10225780
CMBH 1° ano prova de Língua portuguesa 2014SER FELIZ É QUESTÃO DE CÁLCULO
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Forma suprema do pensamento abstrato, que, por sua vez, é manifestação suprema do intelecto humano,
a Matemática deveria ser a maneira mais eficiente de transmitir emoções. Mas não é. Embora os
professores de Matemática, às vezes, façam seus alunos chorar, ninguém se comove com uma equação
ou se alegra com um algoritmo. Mas essa fronteira pode estar começando a cair. Um grupo de
[5] neurocientistas do University College de Londres acredita ter encontrado o que seria a fórmula
matemática da felicidade. Usando scanners cerebrais, os pesquisadores mediram a reação de um grupo
de pessoas diante de prêmios e recompensas obtidos num joguinho simples de computador. Munido dos
dados sobre em que momento da atividade elas mais registravam satisfação, aliados a outras variáveis,
um programa comparou expectativas e resultados e chegou à fórmula. Ela foi em seguida aplicada a
[10] milhares de voluntários. Na maioria dos casos, a fórmula acertou quais jogadores sairiam “felizes” ou
“infelizes” do jogo. Nada muito sério ou ambicioso, o experimento londrino, no entanto, parece ser
capaz de descrever matematicamente a sensação de felicidade de curta duração. A equação da felicidade
do University College, em essência, define a satisfação em termos da comparação matemática entre a
expectativa da pessoa sobre algo e o que ela efetivamente obtém. Sempre que a expectativa é superada,
[15] a pessoa sente algo parecido com o que chamamos felicidade. A equação da felicidade feita pelos
neurocientistas de Londres já está sendo aprimorada. A nova equação vai levar em conta a, talvez, mais
preponderante variável de satisfação ou frustração do ser humano: o outro. Os pesquisadores esperam
aprender a calcular o peso, na equação da felicidade, da comparação que cada um faz de suas próprias
conquistas em relação às dos amigos, parentes e vizinhos. Nem é preciso esperar o resultado. O peso vai
[20] ser muito grande.
VEJA. São Paulo: Editora Abril; v. 34, n. 2387, ago 2014.
Observe o trecho do texto 2: “Os pesquisadores esperam aprender a calcular o peso, na equação da felicidade, da comparação que cada um faz de suas próprias conquistas em relação às dos amigos, parentes e vizinhos.” (l. 17 a 19)
O termo destacado tem o mesmo valor morfossintático em:
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