Questões de EFAF Matemática
26.841 Questões
Questão 24 168054
IFMA 2012A Jaqueline, no mês de novembro, gastou metade do seu salário com alimentação, 1⁄5 do salário com prestações, 1⁄8 do salário com transportes e ainda restou R$ 140,00, que ela gastou com vestuários. O salário de Jaqueline no mês de novembro foi, em reais:
Questão 23 168053
IFMA 2012Marque a alternativa que representa a área da figura hachurada (pintada).

Questão 22 168052
IFMA 2012Adriana e Karine adoram cinema. Elas marcaram de assistir uma estreia na sexta-feira. Ao irem comprar os ingressos, tiveram uma decepção, pois o preço tinha subido, passando de R$ 12,00 para R$ 15,00, mas compraram os ingressos e diminuíram a pipoca. Qual o aumento percentual no valor do ingresso?
Questão 38 166988
IFRN 2012Oito agricultores de uma região doam água para uma escola da comunidade. Cada um contribui com litros de água por dia para encher a caixa d’água, que tem formato de paralelepípedo retângulo com as seguintes dimensões: 90 cm de altura; 1,5 m de comprimento; e 1,1 m de largura. Desse modo, para encher completamente a caixa d’água da escola, cada agricultor doa, por dia, cerca de
Questão 26 166976
IFRN 2012TEXTO
Taxa de analfabetismo no Brasil ainda é preocupante
Nesta década, o índice caiu apenas 0,5%.
Apesar dos quase R$ 3 bilhões investidos pelo governo federal na alfabetização de adultos e de a erradicação do analfabetismo ser meta do Plano Nacional de Educação, foram poucos os analfabetos que aprenderam a ler e escrever entre 2000 e 2010, diz Antônio Gois, com base nos dados do Censo 2010, em reportagem publicada no jornal Folha de S. Paulo.
No total da população de 15 anos ou mais, a proporção de iletrados caiu de 13,6% para 9,6%. Essa redução, no entanto, ocorreu principalmente entre crianças e jovens. Entre os brasileiros que começaram a década passada entre 20 e 49 anos, os avanços foram residuais. Em 2000, esse grupo tinha taxa de analfabetismo de 10%. Dez anos depois, portanto, com idades de 30 a 59 anos, essa geração terminou a década com uma proporção de 9,5% de analfabetos, queda de 0,5 pontos percentuais.

Fonte: http://fernandonogueiracosta.wordpress.com/?s=analfabetos
Para Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a queda residual não deve levar a sociedade a desistir de alfabetizar os adultos. “É direito constitucional. Além disso, é investimento que também impacta a qualidade da educação dos mais jovens, pois o pai com melhor escolaridade tem melhores condições de ajudar o filho na escola”.
Para o Ministro da Educação Fernando Haddad, a maior dificuldade na alfabetização de adultos hoje é sua concentração no meio rural. Segundo ele, o problema não está na oferta, mas na falta de demanda por parte de uma população ocupada principalmente em atividades agrícolas. “Se considerarmos apenas a população de 15 a 59 anos nas cidades, a taxa de analfabetismo é de cerca de 5%. No meio rural, essa proporção se aproxima de 20%.”
Outra dificuldade citada por ele é o fato de o poder público não poder obrigar a população analfabeta a voltar para a escola. “Na faixa etária de zero a 17 anos, isso pode ser feito, pois a criança ou o jovem está sob o pátrio poder dos responsáveis. A partir de 18, você pode oferecer as vagas, mas não tem como obrigar a matrícula”. Isso, no entanto, não desobriga o Estado de, em nome da cidadania, continuar investindo em programas de alfabetização de adultos.
A maioria dos analfabetos do país está no Nordeste, que concentra 53,3% (7,43 milhões) do total de brasileiros que não sabem nem ler nem escrever. Esse percentual é maior do que em 2000, quando era de 51,4%. O Nordeste também tem o Estado na pior situação: 24,3% dos habitantes de Alagoas (537 mil em 2,21 milhões) são analfabetos. Em 2000, eram 33,4%. Alagoas também concentra a maior taxa de analfabetos na zona rural (38,6% da população rural com 15 anos ou mais não sabe ler nem escrever).

A situação do analfabetismo entre os mais jovens, no Brasil, continua preocupante. Na faixa entre 10 e 29 anos, o percentual é de 3,22%, e sobe para 3,91% entre os 10 e os 14 anos, o que significa que a escola está ensinando a ler muito tarde e muito mal.
Esse “muito mal” traz implícito que esses jovens e adultos são quase analfabetos absolutos, ou seja, são capazes apenas de decodificar um bilhete com meia dúzia de palavras simples. Se incluirmos, nesse quadro, os analfabetos funcionais, a situação seria ainda mais negra.
A UNESCO define analfabeto funcional como aquele que sabe escrever seu próprio nome, sabe ler e escrever frases simples, efetuar cálculos básicos, porém é incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e a escrita em atividades cotidianas, impossibilitando seu desenvolvimento pessoal e profissional. Ou seja, o analfabeto funcional não consegue extrair o sentido das palavras, colocar ideias no papel por meio da escrita, nem sabe fazer operações matemáticas mais elaboradas.
(Texto escrito para esta avaliação a partir dos sites http://fernandonogueiracosta.files.wordpress.com/2 011/05/analfabetismo-no-brasil.png; http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.as p?artigo=700; e http://vidaeducacao.com.br/?p=1201
Observando-se o gráfico apresentado no Texto, pode-se afirmar que
Questão 25 166975
IFRN 2012Em uma escola de jovens e adultos, um grupo de alunos resolveu cultivar uma horta como estratégia para envolver a comunidade e a escola. Com autorização da Direção, em um terreno com área retangular de 5,5 m de comprimento por 12 m de largura, foi instalado um canteiro circular de 4 m de diâmetro. Considerando-se
= 3,14 , podemos afirmar que a área não utilizada pelo canteiro nesse terreno retangular é, aproximadamente, de
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