Questões de EFAF Matemática
26.841 Questões
Questão 38 166740
IFRN 2016Durante 3 dias, a ONG “Amigos Peludos” promoveu uma campanha de resgate de animais abandonados. No primeiro dia, eles resgataram 25 animais e, a cada dia, esse grupo aumentou a quantidade de animais resgatados em 2/5 da quantidade do dia anterior. O total de animais resgatados, no terceiro dia, foi de
Questão 35 166737
IFRN 2016Um grupo de amigos resolveu ajudar uma ONG que cuida de animais abandonados. Para isso, decidiu fazer um jantar no intuito de arrecadar mantimentos e acessórios para os animais. O custo do jantar deve ser dividido igualmente entre cada pessoa do grupo. Se houver três pessoas a mais nesse grupo, cada um diminuirá R$20,00 na sua cota. Caso tenha 4 pessoas a menos no grupo, cada cota aumentará R$50,00. O valor total gasto nesse jantar será de
Questão 33 166734
IFRN 2016O professor de matemática apresentou aos seus alunos o Tangram, uma quebra-cabeça muito antigo, de origem chinesa, composto por sete peças: 5 triângulos retângulos e isósceles, 1 paralelogramo e 1 quadrado. Após conhecer o jogo, um aluno teve a ideia de fazer a figura de um gato, utilizando todas as peças do Tangram, que, juntas, também formam um quadrado, como mostra a Figura 3. Supondo-se que o lado do quadrado maior formado pelas peças tem medida 𝓵 = 𝟒√𝟐 𝒄𝒎, podemos afirmar que a área da figura do gato mede

Questão 31 166732
IFRN 2016
No Texto, é possível visualizar um cachorro abandonado dentro de uma caixa. A Figura 2 mostra a planificação da caixa com suas medidas. A expressão que determina o volume da caixa é dada por

Questão 30 166731
IFRN 2016Ana adotou um gatinho abandonado e, por isso, precisou colocar, na varanda do seu apartamento, uma tela, cujas dimensões podem ser vistas na Figura 1. O preço da tela no mercado é de R$ 50,00 o metro quadrado para pagamento parcelado e é dado um desconto de 10% para pagamento à vista. A expressão que representa o valor a ser pago numa compra à vista, é dada por

Questão 29 166730
IFRN 2016TEXTO
Pobre e faminto, Zimbábue quer saber por que um leão vale mais que humanos
O Zimbábue quer saber por que a morte de um leão comove tanto o mundo enquanto milhares de pessoas no país sequer têm o que comer. Esse é o sentimento do país após a enorme repercussão do assassinato do leão Cecil, caçado por um dentista norte-americano.
“Sim, é cruel. Mas não entendo essa história toda. Tem tantos problemas mais urgentes no Zimbábue, passamos por falta de água, não temos eletricidade, não temos emprego… E as pessoas fazem esse barulho todo por um leão?”, desabafou uma moradora de Harare, capital local, ao site New Zimbabwe.
Alheio ao leão, o Zimbábue é um dos países mais pobres do mundo. Por lá, nada menos do que 72,3% da população vive abaixo da linha da pobreza, com expectativa de vida de apenas 52,7 anos. De acordo com moradores do país, Cecil tinha uma vida que pelo menos três quartos dos zimbabuanos nunca nem sonharão ter.
“Sinceramente, estou chocado com toda a atenção dada à morte do leão Cecil, enquanto meu país tem problemas bem mais graves e urgentes. Quando um leão é morto, o Zimbábue é manchete dos jornais do mundo inteiro. Um pouco de respeito, por favor. Desde quando os leões se tornaram mais importantes que os seres humanos?”, questiona o radialista local Eric Knight.
Além da revolta por conta da atenção dada ao leão em detrimento aos problemas locais, causa incômodo na população o nome do animal. Cecil é associado ao colonizador britânico Cecil John Rhodes, magnata dos diamantes que fez fortuna explorando minas locais. Ainda é debatido o fato de, todos os anos, muitos zimbabuanos serem vítimas de ataques de animais silvestres sem que ninguém dê atenção.
Depois de toda a repercussão da morte de Cecil, os moradores do Zimbábue clamam por atenção para seus maiores problemas e para o fato de ser, ali, um dos países mais pobres do mundo. O governo local, porém, não parece estar muito preocupado: atualmente, se move, diplomaticamente, para julgar em seu território o caçador e faz da caça aos caçadores a prioridade nacional — independentemente de fome, de sede ou de pobreza da população.
Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2015. (Texto adaptado para fins pedagógicos).
Segundo o Texto, a população que vive abaixo da linha de pobreza chega a 72,3%, no Zimbábue. Sabendo-se que cerca de 3.878.000 habitantes vivem acima da linha de pobreza, a população aproximada daquele país é
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)