Questões de EFAF Geografia - Geral - Japão - Aspectos físicos
4 Questões
Questão 63 11589605
Pref. de São Paulo 7º Ano Prova Semestral 2019
Disponível em: https://www.terra.com.br/diversao/guiadasemana/festa-das-cerejeiras-2017-no-parque-do-carmo,4d1b8abb6c14b6da9a1fc25adb6f9728k60kqdj1. html. Acesso em: 25 set. 2017.
A paisagem do Parque do Carmo, localizado na zona leste de São Paulo, se transforma com o florescimento das mais de 4000 árvores cerejeiras no mês de agosto. O parque recebe a tradicional Festa das Cerejeiras, que está em sua 39ª edição, atraindo paulistanos e visitantes para relaxarem, se emocionarem com a beleza da paisagem natural e se deliciarem com a gastronomia típica oferecida como sushi, yakissoba e tempurá, além de apresentações de música, dança e da tão difundida arte marcial.
Disponível em: http://www.abcdoabc.com.br/abc/noticia/fim-semana-tem-festa-cerejeiras-parque-carmo-53202. Acesso em: 4 ago. 2017 (adaptado).
A festa citada no texto é influenciada por uma cultura estrangeira.
Esse fato acontece devido ao processo sociocultural de
Questão 54 10783929
Liceu-SP 2014Dois aviões partem de Paris às 9h da manhã de uma segunda-feira. Um avião parte com destino a São Francisco, nos Estados Unidos e o outro com destino a Tóquio, no Japão. O voo até São Francisco durou 14 horas e o voo até Tóquio durou 16 horas.

A hora e o dia da chegada dos aviões pelo horário local do pouso em São Francisco e Tóquio foram, respectivamente,
Questão 1 10739601
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O texto abaixo se refere à questão.
Viagem ao centro da Terra Pesquisadores japoneses querem perfurar 7 km de rochas para chegar até o manto terrestre
Quem não conhece o clássico livro de Júlio Verne em que um grupo de exploradores entra num vulcão e vai até o centro do planeta, cruzando pelo caminho com pterodáctilos, dinossauros e até homens das cavernas? Pois uma equipe de pesquisadores japoneses do Centro de Exploração Profunda da Terra (Centre for Deep Earth Exploration), com sede em Yokohama, quer dar ao menos o primeiro passo de uma façanha similar: eles planejam ser os primeiros a fazer uma perfuração até o manto da Terra.
É óbvio que o objetivo não é achar animais pré-históricos. A vida que eles querem encontrar é bem mais simples: bactérias e outros microorganismos. “Nosso plano é coletar rochas para descobrir se existem seres vivos nas altas temperatura e pressão do manto. Se isso for possível, é sinal de que também pode haver vida em outros lugares de condições extremas, como Marte”, afirma Asahiko Taira, diretor do centro. “O homem trouxe amostras de rochas até da Lua, mas nunca conseguiu entender como é o manto terrestre, que está muito mais perto e compõe a maior parte do nosso planeta”, emenda Shinichi Kuramoto, outro membro da expedição. As amostras ainda podem ajudar a compreender o funcionamento de terremotos em grandes profundidades, como o que causou o tsunami na Ásia em dezembro de 2004, além de facilitar o estudo de mudanças climáticas pelas quais a Terra já passou, como as chamadas eras glaciais.
A perfuração deve começar em 2007, pode durar mais de um ano e vai ser realizada no meio do Oceano Pacífico, uma vez que a crosta terrestre é mais fina debaixo dos mares do que sob as placas continentais. O navio Chikyu está sendo equipado com uma perfuratriz semelhante às usadas pelas companhias petrolíferas, capaz de penetrar 7 km dentro da rocha, até atingir o manto. Para tanto, será necessário um tubo com 25 vezes o tamanho do edifício Empire State, em Nova York.
Fonte: CABRAL, M. Revista Superinteressante, 221. ed., p. 22, dez. 2005.
As palavras conhece, similar e climáticas – encontradas no texto – são corretamente classificadas quanto à tonicidade, respectivamente, como
Questão 44 10362098
EFOMM 2012EXTRACT 1
Japan’s shipyards remain intact after quake
Japan’s major shipyards escaped the full impact of the March 11 earthquake and tsunami that struck the northeastern coast of the country with full force. An official at the Japan Ship Exporters’ Association said the devastating natural disaster “will have no impact on future export ship orders at all”. Although several small shipyards in the quake-hit areas were affected, major Japanese shipyards that build large vessels for exports are concentrated in western Japan and remain intact, the official said. Mitsui Engineering & Shipbuilding sustained “slight material damages” in the company’s Kasai Center and Chiba Works but did not consider such slight damages would cause serious impact on operations. “The rotational schedule of interruption of power supply due to the earthquake may affect our operation at our works and subsidiaries. However, the degree of the impact is not known now,” the company said in a statement. Japanese export ship orders rose for the 15th consecutive month in February o a year-on-year basis. Japanese shipbuilders received orders for 277 export vessels – 259 bulk carriers, 10 oil tankers and eight general cargo vessels – in the April-February period.
(Adapted from: www.australianmerchantnavy.com, March 2011)
EXTRACT 2
Tsnunami Debris Expected on U.S. Shores in 3 Years
The powerful tsunami triggered by the 9.0 Japanese earthquake destroyed coastal towns near Sendai, washing such things as houses and cars into the ocean. Projections of where this debris might head have been made at the international Pacific Research Center, university of Hawaii at Manoa. What their model predicts about the tsunami debris is that they first spread out eastward from the Japan Coast in the North Pacific Subtropical Gyre. In a year, the Papahanaumokuakea Marine National Monument will see pieces washing up on its shores; in two years, the remaining Hawaiian islands will see some effects; in three years, the plume will reach the US West Coast, dumping debris on Californian beaches and the beaches of British Columbia, Alaska, and Baja California. The debris will then drift into the famous floating junk yard, the North Pacific Garbage Patch, where it will wander around and break into smaller and smaller pieces. In five years, Hawaii shores can expect to see another barrage of debris that is stronger and longer-lasting than the first one. Much of the debris leaving the North Pacific Garbage Patch ends up on Hawaii’s reefs and beaches. These model projections will help to guide clean-up and tracking operations.
(Adapted from: www.geog.ucsb.edu, April 2011)
According to the second extract, the model developed by the International Pacific Research Center intends to:
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