Questões de EFAF Geografia - Geral - África -
12 Questões
Questão 116 10541985
ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2020Proporção da população urbana que vive em favelas, 2000 e 2014

Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2017.
Disponível em: www.cdn.agenciapeixevivo.org.br. Acesso em: 2 nov. 2020.
No gráfico, a proporção da população que vive em favelas apresentou
Questão 47 11549017
Pref. de São Paulo 9° Ano Prova Semestral 2018
Disponível em: http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=14863. Acesso em: 03 abr. 2018.
A característica regional do continente africano destacada no mapa é presença de
Questão 8 10129430
CMPA 1º Ano - Língua Portuguesa 2018Leia atentamente os textos e responda à questão.
Texto I
Longe do Coração
Cláudia Laitano
A Somália fica no ombro esquerdo da África, separada da Índia pelo
Oceano Índico (valeu, Google Maps). Sua capital é Mogadíscio, mas isso eu
descobri anos atrás, assistindo ao filme Falcão Negro em Perigo. Encerram-
se aí meus 30 centavos de conhecimento sobre a Somália, país onde mais
[05] de 300 pessoas morreram em um atentado.
Já Myanmar fica entre a Índia e a Tailândia. A capital, anote aí se
chama Naypyidaw (sim, Google). Nas últimas semanas, cerca de 500 mil
rohingyas foram obrigados a fugir de Myanmar, dando início a uma das
mais graves crises humanitárias da nossa época. Minoria muçulmana
[10] historicamente perseguida em um país de maioria budista, os rohingyas
costumam ser descritos como “o povo mais martirizado do mundo”. E
olhem que concorrência não é pequena.
O que essas duas histórias têm em comum além do fato de estarem
acontecendo em lugares que a maioria de nós seria incapaz de apontar no
[15] mapa? Somális e rohingyas vêm sendo usados nos últimos dias para
ilustrar um fenômeno desconfortável em tempos de tantos bons
sentimentos de sofá: a empatia seletiva. Sete mortos em Paris nos colocam
em sobressalto, enquanto 70 no Zimbáue nos deixam indiferentes e
raramente viram “bagdes” (aquelas bandeirinhas anexadas ao perfil nas
[20] redes, indicando adesão ou simpatia por uma determinada causa). O
fenômeno não é novo, mas ficou mais evidente com a internet.
As redes, como seus usuários, são movidas por duas emoções
básicas e bastante primitivas: raiva e empatia. Odiamos o que coloca em
risco nosso estilo de vida ou nosso modo de ver o mundo. Nos
[25] compadecemos com tudo que nos parece próximo e familiar. Para que o
sofrimento alheio nos comova, é preciso que a dor ecoe em nós de alguma
forma – eventualmente por motivos nobres, mas em geral por puro
egoísmo. Um vizinho assaltado diante da nossa casa nos aflige mais do que
o estranho encontrado morto em um bairro pobre no outro lado da cidade.
[30] Racionalmente, sabemos que uma coisa é bem pior do que a outra, mas
não sentimos medo, raiva ou compaixão por motivos estreitamente
racionais.
É por isso que o psicólogo canadense Paul Bloom argumenta que a
“compaixão racional” é muito mais importante para a vida em sociedade do
[35] que a empatia e os bons sentimentos. Para Bloom, por ser tendenciosa, a
empatia pode nos induzir a “desastres morais”. É fácil colocar-se no lugar
de quem se parece conosco e lançar todas as pragas do Egito contra quem
desprezamos, mas para decidir o que é certo ou errado, moral ou imoral,
importante ou secundário, nossas afinidades e aversões não são guias
[40] muito confiáveis.
Posar de fiscal da empatia alheia, cobrando manifestações
equidistantes em relação a todas as tragédias do planeta, pode oferecer
uma breve sensação de superioridade moral, mas dificilmente vai
conquistar simpatizantes para alguma coisa. Para quem acredita que
[45] tragédias como os atentados na Somália e a crise dos refugiados de
Myanmar deveriam merecer mais atenção, a melhor estratégia talvez seja
ler e compartilhar notícias sobre o assunto. A rede é o que fazemos com
ela. E quanto mais sabemos uns sobre os outros, mais difícil é ficar
indiferente.
Texto II

Relacionando os textos I e II, percebe-se que, embora tenham diferentes linguagens, aproximam-se quanto à temática pretendida.
O trecho do texto I que melhor traduz o sentido do texto II é
Questão 31 11809478
Pref. de São Paulo 7º Ano 2017/2O mapa retrata a falta de água na atualidade.

OLIC, Nelson Bacic. Caleidoscópios geopolíticos: imagens de um mundo em mutação. São Paulo: Moderna, 2014 (adaptado).
Verifica-se que o continente que apresenta maior dificuldade em relação ao problema apresentado é o
Questão 17 10767194
COLTEC 2021No início da década de 1990, um grupo de países africanos criou a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC, em inglês).
Considerando os objetivos desse bloco, é INCORRETO afirmar que se buscou
Questão 20 10411674
OBS 2ª Fase 2021“Prefiro morrer a voltar”, disse o jovem marroquino que chegou a Ceuta a flutuar em garrafas de plástico.
“Ele não queria voltar, não tinha família em Marrocos, não queria saber se morria de frio. Ele preferia morrer... a ter que voltar para Marrocos. Nunca tinha ouvido aquilo de alguém tão novo”, disse o soldado que traduziu muitas das inquietações dos migrantes.

Fonte: Agência Reuters.
Enclaves espanhóis cobiçados pelo Marrocos, as cidades portuárias de Ceuta e Melilla configuram as únicas fronteiras terrestres entre a União Europeia e a África, muito procuradas como rota de imigração. Oito mil pessoas -- que equivalem a 10% da população de Ceuta -- alcançaram num só dia, duas de suas praias, desencadeando a mais grave crise diplomática das últimas duas décadas entre Espanha e Marrocos.
De acordo com o ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), marroquinos e subsaarianos serão considerados refugiados na medida em que comprovarem que estão numa situação de:
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