Questões de EFAF Geografia - Economia -
41 Questões
Questão 1 16205453
OBG Fase 3 2024
Fonte: IBGE. Disponível em http://www.ibge.gov.br/ibgeteen.
Questão 50 10765987
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2023Leia o texto.
O período do chamado “milagre” estendeu-se de 1969 a 1973, combinando o extraordinário crescimento econômico com taxas relativamente baixas de inflação.
Os aspectos negativos do “milagre” foram principalmente de natureza social. A política econômica de Delfim Netto, com a criação de um índice prévio de aumento de salários em nível que subestimava a inflação.
Tomando-se como 100 o índice do salário mínimo de janeiro de 1959, ele caíra para 39 em janeiro de 1973. Esse dado é bastante expressivo se levarmos em conta que, em 1972, 52,5% da população economicamente ativa recebia menos de um salário mínimo e 22,8% entre um e dois salários.
(Boris Fausto, História concisa do Brasil. Texto adaptado.)
A política do governo brasileiro sobre o salário mínimo, durante o período do “milagre”,
Questão 22 15406511
FIRJAN 2022Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que carro eletrificado ainda é caro no Brasil
Carga tributária, economia de escala e valor da bateria explicam altos preços dos veículos com propulsão elétrica no País
No ano passado, as vendas de veículos eletrificados (100% elétricos e híbridos) deram um salto no Brasil. Foram emplacadas [em 2020] 19.745 unidades contra 11.858 em 2019. Esse avanço representa aumento de 66,5%, um abismo muito grande em comparação à queda de 26,2% do mercado de automóveis de passeio e comerciais leves com motor a combustão. Nesse cenário, a pergunta que os executivos das montadoras fazem é óbvia: se tamanho crescimento aconteceu com os preços dos modelos com propulsão eletrificada nas alturas, como seria se eles fossem mais acessíveis?
Há alguns fatores que explicam os valores exorbitantes cobrados pelos modelos eletrificados no Brasil. A bateria, que antes era a vilã principal, ainda é um calcanhar de Aquiles, mas o maior empecilho hoje se chama carga tributária. “Precisamos seguir crescendo para não perder o timing do crescimento da mobilidade elétrica no País”, afirma Thiago Sugahara, vice-presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). [...]
“O problema é que, em países da Europa, os veículos com mais eficiência energética pagam menos impostos e, no Brasil, acontece o oposto”, revela Sugahara. Aqui, um automóvel com motor a combustão que percorre entre 10 e 12 quilômetros por litro paga 7% de IPI. Já um carro híbrido, que roda 25 km/l chega a pagar até 15%. “Seria mais coerente se o veículo elétrico pagasse o mesmo IPI que um modelo 1.0 flex”, defende Antonio Calcagnotto, diretor de relações institucionais, governamentais e de sustentabilidade da Audi do Brasil.
“O IPI joga contra”, complementa Sugahara. Para ele, cobrar mais impostos sobre os veículos eletrificados é uma distorção. “Se houvesse incentivos fiscais, as montadoras se sentiriam estimuladas a fazer carros eletrificados no País. E a produção local seria primordial para reduzir os preços”, avalia.
Adaptado de: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/por-que-carro-eletrificado-ainda-e-caro-no-brasil/. Acesso em 21/10/2021.
Considere dois veículos que custem R$ 60.000,00, um com motor à combustão e um híbrido.
Considerando os percentuais apontados no texto, qual o valor do IPI pago em cada um deles?
Questão 6 10734798
IFSP Manhã 2022Leia o infográfico a seguir para responder à questão.

Disponível em https://piaui.folha.uol.com.br/no-setor-de-comercio-e-servicos-covid- -matou-o-dobro-de-pessoas-do-que-nas-areas-de-agricultura-e-transportes/ Acesso em: 04 out. 2021.
Os jornais e revistas, de modo geral, tendem a utilizar infográficos com outras linguagens, para além do escrito, a fim de sintetizar o conteúdo a seus leitores. A imagem acima aponta o número de pessoas vitimadas pela pandemia do novo coronavírus em três diferentes setores econômicos.
De modo geral, os dados veiculados à imagem sugerem:
Questão 3 11066919
IFTM Integrados 2020/1A questão devem ser respondidas com base no texto a seguir.
Moda: compartilhamento de roupas é tendência entre jovens
Startups de compartilhamento de roupas ganham espaço no Brasil
Por Giulia Vidale

Ana Teresa Saad e Eduarda Ferraz, fundadoras da Clorent
O Airbnb popularizou o aluguel solidário; os aplicativos de transporte, como Uber e Yellow, investiram no transporte feito entre desconhecidos; o Spotify gastou uma fortuna para ser sua melhor opção em música; a Netflix conseguiu levar filmes e séries a milhões de pessoas ao mesmo tempo. Agora Fashion United, de moda querem popularizar o compartilhamento de roupas e acessórios. A proposta? Assinaturas mensais ou aluguéis pontuais disponíveis a qualquer interessado.
Poucos sabem, mas a indústria de moda, além de ser uma das maiores e mais valiosas do mundo, também é uma das mais poluentes. Segundo dados da Fashion United, plataforma que fornece um panorama global da indústria de moda, esse negócio vale 3 trilhões de dólares. Somente no Brasil, em 2017, o setor de vestuários produziu 5,9 bilhões de peças, incluindo vestuário, meias, acessórios, cama, mesa e banho, com um faturamento de 45 bilhões de dólares, o equivalente a 170 bilhões de reais, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). No mesmo ano, o setor ficou em segundo lugar no ranking de maior empregador da indústria da transformação, perdendo apenas para alimentos e bebidas juntos.
Por outro lado, a moda é uma das indústrias mais poluidoras do mundo. Cerca de 35% das microfibras jogadas nos oceanos são provenientes de roupas e têxteis. As etapas de processamento dos vestuários emitem 20% do carbono na atmosfera, quantidade considerada acima do ideal, segundo um relatório da Global Fashion Agenda. Outro estudo, feito pela Global Fashion Agenda em 2017, mostrou que apenas 20% dos 62 milhões de toneladas de roupas e calçados produzidos no mundo todo são reciclados adequadamente ao final do uso.
Esses dados trazem uma grande preocupação em relação a um mundo já dominado por redes de fast fashion, cujas peças custam pouco, mas têm baixa durabilidade: 50% das peças produzidas por essas empresas são descartadas em um ano. Além disso, não se pode esquecer do trabalho análogo à escravidão que é, por vezes, identificado na produção de peças de vestuário para diversas marcas. “Temos, portanto, um papel fundamental”, finaliza Ana Teresa Saad (Clorent).
Disponível em: www.veja.abril.com/economia/moda. Adaptado. Acesso em: 2 out. 2019.
A autora do texto opta por usar o termo fast fashion (moda rápida), em clara analogia ao termo fast food (comida rápida).
Entre as várias características que as aproximam, a autora ressalta:
Questão 14 10652569
IFCE* 6º Ano 2020/1Em 1967, o geógrafo brasileiro Pedro Pinchas Geiger propôs uma divisão regional do Brasil em três regiões geoeconômicas. Essa proposta se baseia no processo histórico e econômico de formação do território brasileiro.

Adaptado - https://cultura.culturamix.com/geral/divisao-geoeconomica-do-brasil
Sobre as principais características dessa divisão regional, é correto afirmar-se que
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