Questões de EFAF Geografia - Terra -
95 Questões
Questão 11 16553404
AMA 2 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Leia o texto abaixo.
Terras Indígenas protegem a floresta
A conservação ambiental das Terras Indígenas é uma estratégia de ocupação territorial estabelecida pelos povos indígenas. Os povos indígenas ajudam a ampliar a diversidade da fauna e da flora local porque têm formas únicas de viver e ocupar um lugar.
Pesquisas recentes têm mostrado que os povos indígenas tiveram um papel fundamental na formação da biodiversidade encontrada na América do Sul. Muitas plantas, por exemplo, surgiram como produto de técnicas indígenas de manejo da floresta, como a castanheira, a pupunha, o cacau, o babaçu, a mandioca e a araucária. No caso da castanha-do-pará e da araucária, estas árvores teriam sido distribuídas por uma grande área pelos povos indígenas antes da ocupação europeia no continente.
O manejo destes povos sobre a biodiversidade teve um papel fundamental na formação de diferentes paisagens no Brasil, seja na Amazônia, no Cerrado, no Pampa, na Mata Atlântica, na Caatinga, ou no Pantanal. Os povos indígenas sempre usaram os recursos naturais sem colocar em risco os ecossistemas. Estes povos desenvolveram formas de manejo adequadas e que têm se mostrado muito importantes para a conservação da biodiversidade no Brasil. [...]
No sul do Brasil, por exemplo, a TI1 Mangueirinha ajuda a conservar uma das últimas florestas de araucária nativas do mundo, enquanto no Sul da Bahia, os Pataxó da TI Barra Velha, ajudam a proteger uma das áreas remanescentes2 de maior biodiversidade da Mata Atlântica. Na Amazônia, maior Bioma brasileiro, enquanto 20% da floresta já foi desmatada nos últimos 40 anos, juntas, as Terras Indígenas perderam apenas 1,2% de suas florestas originais, segundo dados do Projeto Mapbiomas (2023). [...]
A importância das Terras Indígenas na conservação da biodiversidade forçou a formulação de um marco legal para promover a gestão ambiental dos territórios indígenas [...]. Hoje, a grande luta dos povos indígenas é para que o conjunto de leis derivado desse reconhecimento seja cumprido, garantindo a manutenção de suas terras [...].
*Vocabulário:
1TI: Terra Indígena.
2remanescentes: restantes.
SANTOS, Tiago Moreira dos. Terras Indígenas protegem a floresta. Terras Indígenas no Brasil. Disponível em: https://meulink.fit/XuBpxZPRfnNQkVW. Acesso em: 28 maio 2025. Fragmento. (P00139748_SUP)
Qual é a tese defendida nesse texto?
Questão 10 16553387
AMA 2 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025Leia o texto abaixo.
Terras Indígenas protegem a floresta
A conservação ambiental das Terras Indígenas é uma estratégia de ocupação territorial estabelecida pelos povos indígenas. Os povos indígenas ajudam a ampliar a diversidade da fauna e da flora local porque têm formas únicas de viver e ocupar um lugar.
Pesquisas recentes têm mostrado que os povos indígenas tiveram um papel fundamental na formação da biodiversidade encontrada na América do Sul. Muitas plantas, por exemplo, surgiram como produto de técnicas indígenas de manejo da floresta, como a castanheira, a pupunha, o cacau, o babaçu, a mandioca e a araucária. No caso da castanha-do-pará e da araucária, estas árvores teriam sido distribuídas por uma grande área pelos povos indígenas antes da ocupação europeia no continente.
O manejo destes povos sobre a biodiversidade teve um papel fundamental na formação de diferentes paisagens no Brasil, seja na Amazônia, no Cerrado, no Pampa, na Mata Atlântica, na Caatinga, ou no Pantanal. Os povos indígenas sempre usaram os recursos naturais sem colocar em risco os ecossistemas. Estes povos desenvolveram formas de manejo adequadas e que têm se mostrado muito importantes para a conservação da biodiversidade no Brasil. [...]
No sul do Brasil, por exemplo, a TI1 Mangueirinha ajuda a conservar uma das últimas florestas de araucária nativas do mundo, enquanto no Sul da Bahia, os Pataxó da TI Barra Velha, ajudam a proteger uma das áreas remanescentes2 de maior biodiversidade da Mata Atlântica. Na Amazônia, maior Bioma brasileiro, enquanto 20% da floresta já foi desmatada nos últimos 40 anos, juntas, as Terras Indígenas perderam apenas 1,2% de suas florestas originais, segundo dados do Projeto Mapbiomas (2023). [...]
A importância das Terras Indígenas na conservação da biodiversidade forçou a formulação de um marco legal para promover a gestão ambiental dos territórios indígenas [...]. Hoje, a grande luta dos povos indígenas é para que o conjunto de leis derivado desse reconhecimento seja cumprido, garantindo a manutenção de suas terras [...].
*Vocabulário:
1TI: Terra Indígena.
2remanescentes: restantes.
SANTOS, Tiago Moreira dos. Terras Indígenas protegem a floresta. Terras Indígenas no Brasil. Disponível em: https://meulink.fit/XuBpxZPRfnNQkVW. Acesso em: 28 maio 2025. Fragmento. (P00139748_SUP)
Qual trecho desse texto utiliza dados estatísticos como estratégia argumentativa?
Questão 1 15404976
FAETEC 2024"Recentemente, líderes mundiais se reuniram em uma conferência internacional para discutir as mudanças climáticas e seus impactos globais. As negociações focaram em reduções significativas na emissão de gases de efeito estufa e no investimento em energias renováveis. A reunião foi marcada por debates intensos e a busca por um consenso urgente."
Com base no texto, qual é a principal finalidade da conferência internacional?
Questão 4 15403988
IFRJ 2024O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social
Por Katia Maria Pacheco dos Santos, pesquisadora com pós-doutorado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP, Marcelo Cândido da Silva, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Dirce Maria Lobo Marchioni, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
A fome afeta atualmente 33,1 milhões de brasileiros, o equivalente a 15,5% da população, conforme dados da pesquisa publicada no ano passado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Os resultados dessa pesquisa mostram claramente que, em meia década, houve um crescimento das desigualdades sociais de diversas ordens no país, resultando em milhões de famintos. Além disso, essa pesquisa apurou que no Estado de São Paulo há 6,8 milhões de pessoas passando fome.
Sem dúvida, a pesquisa científica é fundamental para nortear a formulação e o monitoramento das diversas políticas públicas. Um exemplo recente de contribuição da pesquisa para os diversos níveis da administração pública, e também às várias representações da sociedade civil que atuam na área da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), é a pesquisa realizada pelo Grupo de trabalho USP “Políticas Públicas de Combate à Insegurança Alimentar e à Fome”, que culminou em um relatório com 39 propostas de combate à fome e à insegurança alimentar. Esse relatório é o resultado de uma pesquisa coletiva realizada por docentes, pós-graduandos e pós-doutorandos das áreas de Ciências Humanas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Agrárias e Ciências Exatas.
Além da contribuição da academia, por meio da produção científica, a participação social é elemento essencial para a implementação de políticas eficazes de combate à insegurança alimentar e à fome. Nesse sentido, um mecanismo fundamental para viabilizar a participação social são os conselhos de direitos, conforme garantido no artigo 204 da Constituição Federal de 1988, entre eles o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, o Consea, assim como os Conselhos Estaduais e os Municipais de SAN.
É inegável que os conselhos são instrumentos indispensáveis para pautar junto aos governos federal, estadual ou municipal temas dos mais diversos: as desigualdades e as restrições no acesso aos alimentos básicos; a urgência de investimentos públicos para viabilizar a produção e o abastecimento interno, como, por exemplo, o feijão, que é produzido principalmente pela agricultura familiar; os investimentos públicos na ciência e na tecnologia para o combate à insegurança alimentar e demais temas-chave que devem ser prioridades das políticas públicas, e não meros coadjuvantes. Ademais, os conselhos de SAN têm a obrigação de desenvolver e implementar ações de formação e capacitação permanentes a todos os conselheiros, gestores e lideranças comunitárias para a execução do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan – Lei Federal nº 11.346/2006).
O problema da fome no Brasil remonta a muitas e muitas décadas. No entanto, como signatário dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), o país se comprometeu com a erradicação da fome e é fundamental que gestores públicos, cientistas e sociedade civil reúnam esforços para que todos tenham acesso à alimentação adequada, que promova saúde e bem-estar.
Jornal USP. O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social. In: https://jornal.usp.br/artigos/o-combate-a-fome-e-a-inseguranca-alimentar-exige-pesquisa-cientifica-e-participacao-social/ Acesso em 27 Ago. 2023 (adaptado e reduzido)
No trecho “É inegável que os conselhos são instrumentos indispensáveis para pautar junto aos governos federal, estadual ou municipal temas dos mais diversos:” (4º parágrafo), após o dois-pontos, a progressão das ideias do texto ocorre por meio de:
Questão 45 11187023
CONCURSOS 3 2024"Dentre os países do mundo, o Brasil é o que abriga a maior diversidade de animais e plantas. O banco genético de milhares de espécies, cujo valor foi estimado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em pelo menos US$ 2 trilhões, pode ser o grande trunfo econômico do país neste século XXI, que tanta ênfase dá à biotecnologia".
(O Globo Caderno Especial: Planeta Terra, 03/07/2002)
Em relação à situação é correto afirmar que da biodiversidade brasileira,
Questão 25 11186513
CONCURSOS 3 2024Leia as afirmativas a seguir:
I. É dever do servidor público manter o desperdício de material.
II. A proteção dos ecossistemas relaciona-se com a recuperação da qualidade ambiental.
Marque a alternativa CORRETA:
06
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