Questões de EFAF Geografia
8.144 Questões
Questão 44 10778489
IFMG 2018/1Leia o texto abaixo.
TEXTO
Seu sonho era ter uma vida melhor. Para isso, deixava a família por até nove meses por ano e viajava mil quilômetros até o “Eldorado”. Hoje, 34 anos depois da primeira viagem, acumula dores no corpo e não consegue mais trabalhar. Ainda que conseguisse, não encontraria as vagas de antigamente. Aos 47 anos, Natalino Lopes Moreira é um exemplo dos migrantes do Vale do Jequitinhonha (MG) e de estados do Nordeste que tentavam ganhar a vida em lavouras de cana-de-açúcar do interior de São Paulo, especialmente na região de Ribeirão Preto, uma das mais ricas do país.
Folha de São Paulo (online). 30 jun. 2017. Disponível em: https://goo.gl/mkAYQ6. Acesso em: 23 ago. 2017. Fragmento.
O texto evidencia uma modalidade de migração que pode ser definida como
Questão 42 10778484
IFMG 2018/1A Copa do Mundo de futebol é um torneio internacional organizado pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), cuja próxima edição será na Rússia. A abertura dos jogos está prevista para o dia 14 de junho de 2018, às 18 horas, na cidade de Moscou, localizada no fuso correspondente ao meridiano 45° a leste de Greenwich.
A que horas a abertura dos jogos será exibida ao vivo, no estado de Minas Gerais, localizado no fuso correspondente ao meridiano 45° a oeste?
Questão 41 10778469
IFMG 2018/1Leia a notícia abaixo.
TEXTO
Dependente da mineração, Minas vive paradoxo após tragédia ambiental em Mariana
A tragédia ambiental em Mariana revela um para-
doxo vivido por Minas Gerais. Ao mesmo tempo em
[5] que precisa combater os riscos da mineração, o estado
tem uma economia fortemente atrelada a essa atividade:
7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) vêm da indústria
extrativa mineral, segundo o último dado divulgado pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),
[10] referente a 2013. A presença da mineração é ostensiva,
marcada na paisagem, no nome e na história. O desbra-
vamento da região que hoje corresponde ao estado de
Minas Gerais se iniciou no século XVI, com a busca dos
bandeirantes por ouro e pedras preciosas. [...]
[15] Mesmo em um cenário de queda brusca do pre-
ço do minério de ferro, o último levantamento do Ins-
tituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), divulgado em
outubro, prevê que as mineradoras investirão US$ 53,6
bilhões no país no período 2014-2018. É um recuo de
[20] 15,7% em relação ao estudo anterior, mas ainda um
montante expressivo. O estado de Minas concentrará
a maior fatia (41,8%), com R$ 22,4 bilhões. O insumo
também tem peso relevante na pauta de exportações
brasileiras. Neste ano, até outubro, foram US$ 11,9 bi-
[25] lhões em embarques de minério de ferro, 7,4% do total
de vendas brasileiras para o exterior. Hoje, 72 empresas
têm concessões de lavra só de minério de ferro em Mi-
nas, segundo o Departamento Nacional de Produção
Mineral (DNPM). O grupo inclui Vale, sua controlada
[30] Samarco, Anglo American, CSN e Usiminas. O estado é
campeão em requerimentos de pesquisa mineral e registros de licença [...].
Disponível em: https://goo.gl/eWtq51. Acesso em: 11 set. 2017. Fragmento.
Qual é a correlação apropriada entre a estrutura geológica e a principal região extratora do minério de ferro em Minas Gerais?
Questão 8 10778307
IFMG 2018/1TEXTO

Disponível em: https://goo.gl/D37dxb. Acesso em: 03 set. 2017.
A associação entre os textos verbal e não verbal que compõem a charge tem por objetivo
Questão 2 10778254
IFMG 2018/1Leia o texto para responder à questão.
texto
O desperdício de comida
Em todo o mundo, joga-se fora ou perde-se, por ano,
1,3 bilhão de toneladas de alimentos, o equivalente a um
terço da produção total e a mais da metade da colheita
[5] de cereais. Num cenário em que a população do planeta
deve saltar dos atuais 7 bilhões para 9 bilhões de habi-
tantes até 2050, impõe-se a revisão urgente dos padrões
de consumo e de produção alimentar. Assim, o Progra-
[10] ma das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma)
e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e
Agricultura (FAO) decidiram lançar uma campanha de
conscientização para tentar reduzir o desperdício que se
verifica, em maior ou menor grau, em todos os países.
[15] A FAO faz uma distinção entre perda e desperdício
de alimentos. A perda está ligada à fase da colheita e da
produção e se verifica muito mais em países em desen-
volvimento, que enfrentam defasagem tecnológica e falta
de investimento em infraestrutura, em transporte e em
[20] especialização de mão de obra. No Brasil, que está entre
os dez países que mais perdem alimentos, 35% da produ-
ção agrícola fica pelo caminho. Já o desperdício é aquele
observado tanto na comercialização quanto no consu-
mo, quando o alimento ainda comestível é jogado no
[25] lixo. Trata-se, nesse caso, de um fenômeno mais comum
nos países desenvolvidos. Dados da FAO mostram que
os consumidores europeus e americanos se desfazem de
algo entre 95 e 115 quilos per capita de comida por ano,
enquanto que, no Sudeste Asiático, na África Subsaaria-
[30] na e na África Meridional, esse volume não passa de 11
kg per capita.
A campanha da FAO e do Pnuma salienta que se dá
importância excessiva à aparência dos alimentos, o que
se traduz nas rigorosas normas aplicadas pelas grandes
[35] redes de supermercados, resultando no descarte de co-
mida ainda própria para o consumo. Além disso, esse
alimento descartado poderia ser entregue a organizações
humanitárias ou entidades de caridade, e não simples-
mente jogado no lixo.
[40] No que diz respeito a questões de comportamento,
a FAO mostra que o consumidor, nos países ricos e nos
emergentes, muitas vezes compra mais alimentos do que
realmente necessita, apenas para aproveitar promoções,
ou então come mais do que precisa em restaurantes que
[45] oferecem comida à vontade a preço fixo.
É fato que não se mudam comportamentos arraiga-
dos somente pelo desejo bem-intencionado de algumas
organizações internacionais. No entanto há um argu-
mento que pode ajudar a deslanchar esse processo: o
[50] prejuízo com o desperdício não se limita à questão ali-
mentar. Ao se jogar comida fora, estão sendo perdidos
também recursos naturais, força de trabalho e muito di-
nheiro investido para produzir esses alimentos. A FAO
calcula que nada menos que US$ 1 trilhão por ano sim-
[55] plesmente vai para o lixo.
Disponível em: http://opiniao.estadao.com.br/noticias/ geral,o-desperdicio-de-comida-imp-,992093. Acesso em: 02 set. 2017. Fragmento.
O autor desse texto defende a tese de que
Questão 33 10774328
COLUNI/UFV 1° Dia 2018O contexto atual de avanço tecnológico, configurando o espaço geográfico como meio técnico-científico-informacional, inaugurou a possibilidade de existência de empresas com fábricas globais. Nestas empresas a produção é descentralizada e espalhada por vários países: cada parte do processo produtivo é realizada num país. Ao final, o produto é destinado ao comércio internacional. A esse respeito, leia o fragmento a seguir:
“Seus processos de produção são adaptados de modo a se aproveitar da disponibilidade de tecnologia emão-de-obra, à medida que a empresa se estabelece. Seus métodos gerenciais são flexíveis e se amoldam às diversas culturas com que entra em contato. Sua cadeia de comando se baseia na tecnologia de= informação e nas telecomunicações”.
(Disponível em: https://midiaindependente.org/pt/red/2004/06/282690.shtml. Acesso em: 5 set. 2017)
A configuração adotada na descentralização pelas empresas globais sinaliza o uso de vantagens locacionais específicas.
NÃO é uma vantagem locacional dessa configuração descentralizada:
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