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Questões de EFAF Geografia - Brasil - Aspectos Socioeconômicos

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1.018 Questões

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Modo Escuro
Fonte

Questão 56 10784950
Fácil 00:00

Liceu-SP C. Gerais 2012
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Terra
  • Impactos Ambientais Urbanização
  • Exibir tags
Resolução comentada

Observe a figura.

(http://sosriosdobrasil.blogspot.com/2010/01/ charges-sobre-as-chuvas-que-castigam-os.html)

 

A charge ilustra um tipo de ocupação comum em cidades litorâneas brasileiras.

 

Com base na ilustração e nos conhecimentos dos problemas ambientais e sociais, é possível afirmar que

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Questão 10 10757109
Fácil 00:00

UTFPR Verão 2012/2
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Geral - Sociedade e População
  • Regionalização Trabalho
  • Exibir tags
Resolução comentada

Sobre o gráfico abaixo, qual das alternativas está correta?

 

Distribuição regional das crianças que trabalham, por faixa etária

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Questão 3 10757007
Fácil 00:00

UTFPR Verão 2012/2
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Geral - Sociedade e População
  • Trabalho Urbanização
  • Exibir tags
Resolução comentada

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A CADEIRINHA DO GUARDADOR

Por Cristovão Tezza, colunista da Gazeta do Povo, Publicado em 15/03/2011

 

   Como as cidades são hoje todas do auto- móvel, quem dirige sabe: sempre que é preciso estacionar, duas ansiedades se instalam na alma. A primeira é achar uma vaga. Não é fácil. Deixar o mastodonte refrigerado em algum lugar é tarefa difícil, e às vezes cara, se largamos o bicho num estacionamento. Quando temos sorte, a outra ansiedade é a sombra que aparece instantânea, à beira da rua disputada: o guardador de carros.
   Talvez nenhuma ocupação – na verdade, profissão, ainda que não regulamentada em lei, especificada em itens, ou protegida por alguma ordem legal – define tão perfeitamente a cultura e a sociedade brasileira quanto a de “guardador”. Há uma carregada simbologia naquela figura quase sempre simpática que se mantém em geral à meia distância do motorista toda vez que achamos uma vaguinha. Ele não se aproxima muito, para não nos assustar; os braços são sinalizadores de paz, o polegar erguido, que se segue à voz cordata, o tom sorri- dente (Uma olhadinha aí, doutor?). Ele sabe perfeitamente que exerce uma função ambígua, quase que secreta, daí o cuidado da aproximação; e também sabe que, por conclusão tácita, o motorista teme que um “não” pode ser um risco (até no sentido literal, segundo a paranoia nossa de classe média sofrida, o carrinho lustroso pago à prestação que não acaba nunca). Portanto, preferimos também circular na ambiguidade, entre legitimar o papel do guardador e repudiá-lo como algo “ilegal”. Melhor aceitar, mas com reservas, em geral mal

olhando a figura, apenas fazendo um gesto rápido de concordância. Com o gesto, há implicitamente uma moeda em jogo, também não especificada. É o invólucro oficial da esmola.

   Sim, a rua é um espaço público. Mas não somos alemães, suíços ou finlandeses para brandir a lei na cara de um infrator. No país do mensalão, que moral nos resta para reclama do guardador? Mesmo porque sabemos que este “usurpador” do espaço público é pobre – na verdade, bem menos que pobre. É alguém –  idade varia de 10 a 60 anos – que não tem ou não encontrou absolutamente nada melhor a fazer senão passar 12 horas seguidas, todos os dias, olhando para os carros dos outros. Sobrou para ele a calçada, de que ele discretamente toma posse, também simbolicamente, com uma cadeira meio quebrada, um toco, um banquinho  velho, com alguns sinais em torno de que ele “está ali”: uma garrafa, uma marmita, um casaco puído (como o célebre casaco na cadeira do funcionário público que só deu uma saidinha e já volta). E, como todo espaço público brasileiro, também cria, por força de leis não escritas mas muito eficientes, suas máfias, cartórios, intermediários, repassadores, quadras nobres, horários privilegiados, exploração de menores e violência.

  Há dois modos de medir o país – um deles, é pela força da sétima economia do mundo; o outro é pela cadeirinha do guardador de carros na calçada da esquina.

Assinale a alternativa que melhor resume o terceiro parágrafo do texto.

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Questão 2 10756993
Fácil 00:00

UTFPR Verão 2012/2
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Geral - Sociedade e População
  • Serviços Urbanização
  • Exibir tags
Resolução comentada

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A CADEIRINHA DO GUARDADOR

Por Cristovão Tezza, colunista da Gazeta do Povo, Publicado em 15/03/2011

 

   Como as cidades são hoje todas do auto- móvel, quem dirige sabe: sempre que é preciso estacionar, duas ansiedades se instalam na alma. A primeira é achar uma vaga. Não é fácil. Deixar o mastodonte refrigerado em algum lugar é tarefa difícil, e às vezes cara, se largamos o bicho num estacionamento. Quando temos sorte, a outra ansiedade é a sombra que aparece instantânea, à beira da rua disputada: o guardador de carros.
   Talvez nenhuma ocupação – na verdade, profissão, ainda que não regulamentada em lei, especificada em itens, ou protegida por alguma ordem legal – define tão perfeitamente a cultura e a sociedade brasileira quanto a de “guardador”. Há uma carregada simbologia naquela figura quase sempre simpática que se mantém em geral à meia distância do motorista toda vez que achamos uma vaguinha. Ele não se aproxima muito, para não nos assustar; os braços são sinalizadores de paz, o polegar erguido, que se segue à voz cordata, o tom sorri- dente (Uma olhadinha aí, doutor?). Ele sabe perfeitamente que exerce uma função ambígua, quase que secreta, daí o cuidado da aproximação; e também sabe que, por conclusão tácita, o motorista teme que um “não” pode ser um risco (até no sentido literal, segundo a paranoia nossa de classe média sofrida, o carrinho lustroso pago à prestação que não acaba nunca). Portanto, preferimos também circular na ambiguidade, entre legitimar o papel do guardador e repudiá-lo como algo “ilegal”. Melhor aceitar, mas com reservas, em geral mal

olhando a figura, apenas fazendo um gesto rápido de concordância. Com o gesto, há implicitamente uma moeda em jogo, também não especificada. É o invólucro oficial da esmola.

   Sim, a rua é um espaço público. Mas não somos alemães, suíços ou finlandeses para brandir a lei na cara de um infrator. No país do mensalão, que moral nos resta para reclama do guardador? Mesmo porque sabemos que este “usurpador” do espaço público é pobre – na verdade, bem menos que pobre. É alguém –  idade varia de 10 a 60 anos – que não tem ou não encontrou absolutamente nada melhor a fazer senão passar 12 horas seguidas, todos os dias, olhando para os carros dos outros. Sobrou para ele a calçada, de que ele discretamente toma posse, também simbolicamente, com uma cadeira meio quebrada, um toco, um banquinho  velho, com alguns sinais em torno de que ele “está ali”: uma garrafa, uma marmita, um casaco puído (como o célebre casaco na cadeira do funcionário público que só deu uma saidinha e já volta). E, como todo espaço público brasileiro, também cria, por força de leis não escritas mas muito eficientes, suas máfias, cartórios, intermediários, repassadores, quadras nobres, horários privilegiados, exploração de menores e violência.

  Há dois modos de medir o país – um deles, é pela força da sétima economia do mundo; o outro é pela cadeirinha do guardador de carros na calçada da esquina.

O autor ressalta, sobre a “profissão” do guardador de carros:

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Questão 1 10756929
Fácil 00:00

UTFPR Verão 2012/2
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Geral - Sociedade e População
  • Urbanização Urbanização
  • Exibir tags
Resolução comentada

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A CADEIRINHA DO GUARDADOR

Por Cristovão Tezza, colunista da Gazeta do Povo, Publicado em 15/03/2011

 

   Como as cidades são hoje todas do auto- móvel, quem dirige sabe: sempre que é preciso estacionar, duas ansiedades se instalam na alma. A primeira é achar uma vaga. Não é fácil. Deixar o mastodonte refrigerado em algum lugar é tarefa difícil, e às vezes cara, se largamos o bicho num estacionamento. Quando temos sorte, a outra ansiedade é a sombra que aparece instantânea, à beira da rua disputada: o guardador de carros.
   Talvez nenhuma ocupação – na verdade, profissão, ainda que não regulamentada em lei, especificada em itens, ou protegida por alguma ordem legal – define tão perfeitamente a cultura e a sociedade brasileira quanto a de “guardador”. Há uma carregada simbologia naquela figura quase sempre simpática que se mantém em geral à meia distância do motorista toda vez que achamos uma vaguinha. Ele não se aproxima muito, para não nos assustar; os braços são sinalizadores de paz, o polegar erguido, que se segue à voz cordata, o tom sorri- dente (Uma olhadinha aí, doutor?). Ele sabe perfeitamente que exerce uma função ambígua, quase que secreta, daí o cuidado da aproximação; e também sabe que, por conclusão tácita, o motorista teme que um “não” pode ser um risco (até no sentido literal, segundo a paranoia nossa de classe média sofrida, o carrinho lustroso pago à prestação que não acaba nunca). Portanto, preferimos também circular na ambiguidade, entre legitimar o papel do guardador e repudiá-lo como algo “ilegal”. Melhor aceitar, mas com reservas, em geral mal

olhando a figura, apenas fazendo um gesto rápido de concordância. Com o gesto, há implicitamente uma moeda em jogo, também não especificada. É o invólucro oficial da esmola.

   Sim, a rua é um espaço público. Mas não somos alemães, suíços ou finlandeses para brandir a lei na cara de um infrator. No país do mensalão, que moral nos resta para reclama do guardador? Mesmo porque sabemos que este “usurpador” do espaço público é pobre – na verdade, bem menos que pobre. É alguém –  idade varia de 10 a 60 anos – que não tem ou não encontrou absolutamente nada melhor a fazer senão passar 12 horas seguidas, todos os dias, olhando para os carros dos outros. Sobrou para ele a calçada, de que ele discretamente toma posse, também simbolicamente, com uma cadeira meio quebrada, um toco, um banquinho  velho, com alguns sinais em torno de que ele “está ali”: uma garrafa, uma marmita, um casaco puído (como o célebre casaco na cadeira do funcionário público que só deu uma saidinha e já volta). E, como todo espaço público brasileiro, também cria, por força de leis não escritas mas muito eficientes, suas máfias, cartórios, intermediários, repassadores, quadras nobres, horários privilegiados, exploração de menores e violência.

  Há dois modos de medir o país – um deles, é pela força da sétima economia do mundo; o outro é pela cadeirinha do guardador de carros na calçada da esquina.

No primeiro parágrafo, o autor abre a crônica apresentando duas perspectivas das cidades:

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Questão 7 10727808
Fácil 00:00

IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2012
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Conceitos Gerais
  • Cultura Região Nordeste
  • Exibir tags
Resolução comentada

Texto


Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Paraí-ba (Céceu)


Pê - a - pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte, do caboclo forte
Do homem disposto esperando chover
Da gente que canta com água nos olhos
Chorando e sorrindo, querendo viver
Do sertão torrado, do gado magrinho
Do açude sequinho, do céu tão azul
Do velho sentado num banquinho velho
Comendo com gosto um prato de angu
Acende o cachimbo, dá uma tragada
Não sabe de nada da vida do sul
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a – bá
Paraíba
Paraíba do norte que tem seu progresso
Que manda sucesso pra todo país
Que sente a presença da mãe natureza
Que vê a riqueza nascer da raiz
Que acredita em Deus, também no pecado
Que faz do roçado a sua oração
E ainda confia no seu semelhante
E vai sempre avante em busca do pão
O pão que é nosso, que garante a vida
Terrinha querida do meu coração
Pê - a – pá
Erre - a - ra – í
Bê - a - bá
Paraíba

(Em: Ramalho, Zé. Duetos. BMG. São Paulo, 2004. CD-Rom)

O que não se pode afirmar do texto?

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