Questões de EFAF Geografia - Globalização
154 Questões
Questão 44 10772618
COLUNI/UFV 1° Dia 2015Analise a letra da música:
PARABOLICAMARÁ
Anna Ratto
Antes mundo era pequeno/ Porque Terra era grande
Hoje mundo é muito grande/ Porque Terra é pequena
Do tamanho da antena parabolicamará
Ê volta do mundo
Antes longe era distante/ Perto só quando dava
Quando muito ali defronte/ E o horizonte acabava
Hoje lá trás dos montes den’de casa camará
Ê volta do mundo/ Ê ê mundo dá volta
De jangada leva uma eternidade/ De saveiro leva uma
encarnação
De jangada leva uma eternidade/ De saveiro leva uma
encarnação
Pela onda luminosa/ Leva o tempo de um raio
Tempo que levava Rosa/ Pra aprumar o balaio
Quando sentia que o balaio ia escorregar
Ê volta do mundo.
[...]
(Disponível em: http://letras.mus.br/anna-ratto/1427801. Acesso em: 16 set. 2014.)
A partir da análise da música e dos conhecimentos sobre o processo de globalização, assinale a afirmativa INCORRETA:
Questão 37 10741659
UTFPR Verão 2015/2respeito das modificações econômicas que ocorreram no espaço mundial nas últimas décadas, somente podemos afirmar que:
Questão 11 167125
IFBA 2015Sobre a globalização é correto afirmar que:
Questão 9 165881
IFGO 2014Texto 02
Sou uma pessoa normal? Não estou no Facebook
“João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém.” Ana é amiga de Sérgio que é amigo de Domingos que é amiga de Inês que é amiga de Margarida que é amiga de Anabela que não é amiga de ninguém. A Anabela sou eu e não tenho amigos no Facebook. A primeira razão porque respondo orgulhosamente que não estou no Facebook é porque me repugna o uso abusivo da palavra amigo. Só quando estive prestes a entrar no Facebook, e entendi melhor o seu funcionamento, compreendi porque me ocorreu o poema de Drummond de Andrade com que abro este texto: porque ele se chama Quadrilha. E eu não queria, nem quero, fazer parte desta quadrilha. E, sobretudo, porque detesto o entra e sai de gente, o desencontro do João que ama Teresa, o falso encontro da Inês que é amiga da Margarida.
No Facebook, todos parecem muito encontrados. E felizes. De uma felicidade esfuziante ou de uma felicidade melancólica.
Vamos começar do princípio. Faz de conta que eu estou no Livro das Caras (que é como, em dias normais, chamo ao Facebook). Quem vê a minha cara, vê o meu coração? Sabe realmente quem sou? O que penso? As minhas contradições e fragilidades? Já agora, as fragilidades também se afixam no mural?
Alguém usa o Facebook para desabafar sentimentos do tipo: “Hoje estou com uma neura mortal.”?; “O meu problema é que estou sem cheta para pagar o IVA.”? Estas minudências partilham-se nas redes sociais? Para que servem as redes sociais? Para fazer amigos? Para partilhar os nossos dias? Partilham-se fotografias das férias, listas de preferências, amigos em comum; e, verdadeiramente, não se partilha nada importante.
AMIGOS ÀS PAZADAS!
Afinal, o que é que tenho contra o Facebook? Tudo! Além da mais pura embirração. As minhas razões são as da minha amiga Margarida: “Não estou no Facebook porque não me interesso por relações pessoais estabelecidas virtualmente. Acho que estas redes são usadas como demonstrações de sucesso social e podem ser absolutamente falsas! São o ambiente propício à criação de personagens que podem estar tão longe da realidade como a Terra de Plutão!”
PIOR QUE UM ALBERGUE ESPANHOL
Se exceptuar o meu empedernido caso e o da Margarida, todas as pessoas à minha volta acham que o Facebook é uma ferramenta indispensável. É o espaço adequado para amontoar amigos. Às pazadas! (Ouço o barulho da terra a bater no camião, pumba, pumba, e penso: Mais uma pazada de amigos). Quanto mais amigos, mais fixe se é! – deve ser o que quer dizer ter centenas, milhares de amigos. E chegados a este ponto, chegamos ao ponto verdadeiramente intransponível da minha relação com o Facebook. Se eu quisesse explicar a uma criança de cinco anos o que é o Facebook, diria que aqui se pratica a máxima: os amigos dos meus amigos, meus amigos são. Hummmm... Apesar de ter a possibilidade de controlar a informação, a quem quero que ela chegue, não consigo deixar de pensar que aquilo é pior do que um albergue espanhol em termos de confidencialidade!
CONVERSAS DE CHACHA
De que falam estes amigos? Conversa de chacha. Espreitei um debate aceso sobre o elevado tema: Achas que o Tomás é atraente? Também fiquei a saber que a Ana (o primeiro elo da cadeia) não sai de casa sem telemóvel Nokia, óculos de sol, chaves, bâton Chanel, iPod clássico. Informação imprescindível, aliás, sobretudo quando penso que sou amiga dela e posso obter esta informação por outras vias. E que ela não me interessa em nada. E que o que me interessa na minha amiga não está postado.
Mas informação como “as cinco coisas sem as quais eu não saio de casa” nos permite alimentar uma vida dupla. (Esta malta tem propensão esquizofrénica e eu é que não sou normal?) Uma vida ficcionada, postada, com o tal sorriso dourado ao Sol; e uma vida real, íntima, intransmissível num espaço público. Tenho a impressão que muitas destas pessoas postam, logo vivem. Eu prefiro viver em vez de postar.
Disponível em: .Acesso em: 10 nov. 2013. [Adaptado]
Para a autora do blog, a característica principal do Facebook é
Questão 28 11038266
IFNMG 2013/1O termo Globalização designa o processo recente de integração e interdependência entre os países.
Tal processo se caracteriza por, EXCETO:
Questão 39 11006231
IFC Exame de Classificação 2013Correlacione o bloco econômico com o enunciado correspondente
1. ASEAN
2. NAFTA
3. SADC
4. União Europeia
( ) Foi criada para desenvolver o Sudeste Asiático e aumentar a estabilidade política e econômica da região. Foi estabelecida em 1967 em Bancoc (Tailândia) pelos cinco membros fundadores: Indonésia, Malásia, Filipinas, Cingapura e Tailândia.
( ) Foi criada pelo Tratado de Roma, o nome atual foi adotado na década de 1990, seus primeiros integrantes foram França, Alemanha Ocidental, Itália, Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo. O objetivo inicial era recuperar a economia dos países membros após a Segunda Guerra.
( ) Esse acordo foi assinado em 1992 pelos Estados Unidos, Canadá e México. A partir desse acordo foi implantado o livre comércio entre as nações integrantes, gerando um grande crescimento do comércio intrabloco, que desviou fluxos de mercadorias de outras regiões.
( ) Esse bloco foi criado para assegurar a cooperação na região austral do continente africano e em 2010 era composto por 14 países que tem por objetivo constituir uma zona de livre comércio. O país membro mais importante é África do Sul.
A alternativa CORRETA de preenchimento dos parênteses de cima para baixo é:
06
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