Questões de EFAF Geografia
8.144 Questões
Questão 8 10726232
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática (Prova 1) 2014Leia o texto a seguir sobre a Copa do Mundo de futebol no Brasil em 2014:
Acredite no Brasil
A derrota da Seleção Brasileira de Futebol para a Seleção da Alemanha não pode apagar o brilho da organização impecável de uma das maiores Copas do Mundo da história. O Pais deve se orgulhar de sua capacidade para realizar grandes feitos, da competência e da qualidade de seu povo.

Fonte: Revista Isto é, 11 de julho, 2014 (adaptado).
De acordo com as informações mostradas acima, o gasto médio aproximado durante os jogos de cada um dos turistas brasileiros e estrangeiros que transitaram pelo Brasil durante a Copa foi de:
Questão 39 10667469
CMSM 6º Ano 2014Sobre a reportagem, responda o item.
TEXTO
23/09/2014 14h48 - Atualizado em 25/09/2014 18h57
'Água pra gente é igual doce pra criança', diz moradora de Itu
Cidade enfrenta crise no abastecimento há sete meses.
Protesto na tarde de segunda (22) terminou em confronto com a polícia.

Adriana precisou comprar um tanquinho, já que a máquina de lavar não funciona com pouca água (Foto: Natália de Oliveira/G1)
O problema da falta d'água em Itu (SP), que enfrenta racionamento desde fevereiro, tem afetado profundamente a vida dos moradores da cidade. Muitos relatam que já chegaram a ficar até 20 dias sem água nas torneiras. "Hoje, quando vem água, a gente fica que nem criança quando ganha doce. Ninguém acredita que ela chega”, relata a dona de casa Adriana Augusta Galdeno, de 41 anos, moradora do Jardim Aeroporto.
A insatisfação com o problema culminou em um protesto na tarde de segunda-feira (22), na frente da Câmara Municipal, que terminou em conflito com a Tropa de Choque da Polícia Militar.

A louça suja fica em uma edícula nos fundos da casa (Foto: Natália de Oliveira/G1)
Segundo a dona de casa, a família teve que mudar a rotina para se adaptar às torneiras secas. "Quando a água chega, geralmente é de madrugada. Por isso, a gente deixa de dormir para poder lavar roupa, louça e até tomar banho. Tomar banho de caneca já virou um hábito. Faz dez dias que não recebemos água. Não posso lavar roupa e faz uns dez dias que eu não sei o que é tomar banho de chuveiro, porque só temos como fazer isso de caneca”, diz. Para não deixar a louça suja dentro de casa e, assim, atrair insetos, ela optou por colocá-las em uma edícula no fundo da casa. "Não sei mais o que fazer", lamenta.
Fragmento http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2014/09/
VOCABULÁRIO:
Edícula: pequena casa anexa a uma construção principal.
O sentido figurado expresso na frase "Hoje, quando vem água, a gente fica que nem criança quando ganha doce.” (1º parágrafo), é:
Questão 31 10667410
CMSM 6º Ano 2014Sobre o texto, responda o item.
TEXTO

Almanaque Ruth Rocha. São Paulo, Ática, 2005.
Com base nos dados presentes na imagem, é possível afirmar que:
Questão 26 10667394
CMSM 6º Ano 2014Leia com atenção o fragmento do texto “Diário de uma aventura” para responder o item.
TEXTO
Diário de uma aventura

Estudamos detalhadamente o arquipélago de San Blás, no
Panamá, nossa próxima ancoragem. As ilhas ficam ao nível da
água e só se avistam coqueiros a poucas milhas de distância. Para
preocupar mais ainda, existem vários bancos de corais e a
[5] navegação precisa ser feita com muita cautela.
No dia 13 de abril de 1988, depois do meio-dia, chegamos
à ilha Cayo Chichine. Era aniversário de David e também
comemorávamos quatro anos de navegação.
[...]
[10] Esta é a terra dos índios Kunas, que falam poucas palavras em espanhol. Vivem da pesca e da
venda de cocos, e as mulheres confeccionam um tecido bordado a mão, que eles chamam de molas.
Elas se vestem com lindos trajes: fitas bordadas amarradas nas pernas, sarongue, blusas coloridas,
lenço na cabeça e uma argola de ouro no nariz. Os homens são de estatura mediana, muito parecidos
com os índios brasileiros. São diversos os tabus, e, quando hasteiam uma bandeira vermelha, as
[15] visitas são proibidas.
O arquipélago é composto por várias ilhas. As casas são todas construídas com folhas de
coqueiros.
Vilfredo, David e Wilhelm programaram uma pescaria com um índio de quatorze anos.
Impressionante como ele mergulhava a 25 metros de profundidade; caçava os peixes apenas com
[20] uma fisga com elástico na ponta. A água era azul-piscina.
Neste mergulho Vilfredo levou um dos maiores sustos de sua vida. Arpoou uma garoupa de
uns três quilos e em poucos segundos dá de cara com um tubarão, atraído pela vibração e pelo
sangue da garoupa. David e Wilhelm nadam rápido para o dingue e Vilfredo permanece de olho no
monstro, que o rodeia sempre mais perto. O kuna, vendo o drama de Vilfredo, mergulha em cima do
[25] tubarão, como se fosse atacá-lo, soltando bolhas de ar pela boca, de forma ininterrupta. Depois
Vilfredo nos contou que foi impressionante: o tubarão fugiu, e nós aprendemos a assustar os bichos.
Nos dias em que permanecemos ancorados ali, os meninos logo se enturmaram com os
jovens índios, recebendo mesmo convites para dormirem em suas choupanas.
Numa das tardes convidei as índias kunas para um lanche. Vieram oito mulheres numa
[30] comprida canoa, todas vestidas de gala. Só uma falava espanhol e traduzia a conversa. Ficaram
encantadas com os bolos e pão. Uma delas cheirava um pão e, muito encabulada, pediu um pedaço
para o marido; há muito tempo não comiam pão. Passamos uma tarde divertida. No final do café
perguntaram se não queríamos levar duas jovens, de quinze e dezessete anos. Expliquei que era
impossível, íamos para muito longe. Ao partirem, cantaram uma canção de despedida e
[35] agradecimento pela hospitalidade. Uma velha índia chorava. E todos nós tínhamos lágrimas nos
olhos.
Família Schürmann. Diário de uma aventura – Dez anos no mar. Rio de Janeiro, Record, 1995 (Fragmento).
VOCABULÁRIO:
Arpoou: do verbo arpoar; lançou o arpão; pegou com arpão.
Choupanas: habitações rústicas; cabanas.
Corais: espécie de animais encontrados nos mares quentes, responsável pela formação de recifes.
Dingue: pequeno bote a remo.
Fisga: arpão para pescar.
Sarongue: tipo de vestimenta de tecido estampado que se usa amarrado na cintura.
Se o narrador do fragmento “Vilfredo permanece de olho no monstro, que o rodeia sempre mais perto.” (linhas 23 e 24) fosse o próprio Vilfredo, a frase poderia ser reescrita, mantendo-se a coerência, como:
Questão 25 10667389
CMSM 6º Ano 2014Leia com atenção o fragmento do texto “Diário de uma aventura” para responder o item.
TEXTO
Diário de uma aventura

Estudamos detalhadamente o arquipélago de San Blás, no
Panamá, nossa próxima ancoragem. As ilhas ficam ao nível da
água e só se avistam coqueiros a poucas milhas de distância. Para
preocupar mais ainda, existem vários bancos de corais e a
[5] navegação precisa ser feita com muita cautela.
No dia 13 de abril de 1988, depois do meio-dia, chegamos
à ilha Cayo Chichine. Era aniversário de David e também
comemorávamos quatro anos de navegação.
[...]
[10] Esta é a terra dos índios Kunas, que falam poucas palavras em espanhol. Vivem da pesca e da
venda de cocos, e as mulheres confeccionam um tecido bordado a mão, que eles chamam de molas.
Elas se vestem com lindos trajes: fitas bordadas amarradas nas pernas, sarongue, blusas coloridas,
lenço na cabeça e uma argola de ouro no nariz. Os homens são de estatura mediana, muito parecidos
com os índios brasileiros. São diversos os tabus, e, quando hasteiam uma bandeira vermelha, as
[15] visitas são proibidas.
O arquipélago é composto por várias ilhas. As casas são todas construídas com folhas de
coqueiros.
Vilfredo, David e Wilhelm programaram uma pescaria com um índio de quatorze anos.
Impressionante como ele mergulhava a 25 metros de profundidade; caçava os peixes apenas com
[20] uma fisga com elástico na ponta. A água era azul-piscina.
Neste mergulho Vilfredo levou um dos maiores sustos de sua vida. Arpoou uma garoupa de
uns três quilos e em poucos segundos dá de cara com um tubarão, atraído pela vibração e pelo
sangue da garoupa. David e Wilhelm nadam rápido para o dingue e Vilfredo permanece de olho no
monstro, que o rodeia sempre mais perto. O kuna, vendo o drama de Vilfredo, mergulha em cima do
[25] tubarão, como se fosse atacá-lo, soltando bolhas de ar pela boca, de forma ininterrupta. Depois
Vilfredo nos contou que foi impressionante: o tubarão fugiu, e nós aprendemos a assustar os bichos.
Nos dias em que permanecemos ancorados ali, os meninos logo se enturmaram com os
jovens índios, recebendo mesmo convites para dormirem em suas choupanas.
Numa das tardes convidei as índias kunas para um lanche. Vieram oito mulheres numa
[30] comprida canoa, todas vestidas de gala. Só uma falava espanhol e traduzia a conversa. Ficaram
encantadas com os bolos e pão. Uma delas cheirava um pão e, muito encabulada, pediu um pedaço
para o marido; há muito tempo não comiam pão. Passamos uma tarde divertida. No final do café
perguntaram se não queríamos levar duas jovens, de quinze e dezessete anos. Expliquei que era
impossível, íamos para muito longe. Ao partirem, cantaram uma canção de despedida e
[35] agradecimento pela hospitalidade. Uma velha índia chorava. E todos nós tínhamos lágrimas nos
olhos.
Família Schürmann. Diário de uma aventura – Dez anos no mar. Rio de Janeiro, Record, 1995 (Fragmento).
VOCABULÁRIO:
Arpoou: do verbo arpoar; lançou o arpão; pegou com arpão.
Choupanas: habitações rústicas; cabanas.
Corais: espécie de animais encontrados nos mares quentes, responsável pela formação de recifes.
Dingue: pequeno bote a remo.
Fisga: arpão para pescar.
Sarongue: tipo de vestimenta de tecido estampado que se usa amarrado na cintura.
Leia os fragmentos que seguem:
I – “que eles chamam de molas” (linha 11)
II – “mergulha em cima do tubarão, como se fosse atacá-lo” (linhas 24 e 25)
Os pronomes sublinhados, nos fragmentos acima, referem-se aos seguintes termos do texto, respectivamente:
Questão 24 10667385
CMSM 6º Ano 2014Leia com atenção o fragmento do texto “Diário de uma aventura” para responder o item.
TEXTO
Diário de uma aventura

Estudamos detalhadamente o arquipélago de San Blás, no
Panamá, nossa próxima ancoragem. As ilhas ficam ao nível da
água e só se avistam coqueiros a poucas milhas de distância. Para
preocupar mais ainda, existem vários bancos de corais e a
[5] navegação precisa ser feita com muita cautela.
No dia 13 de abril de 1988, depois do meio-dia, chegamos
à ilha Cayo Chichine. Era aniversário de David e também
comemorávamos quatro anos de navegação.
[...]
[10] Esta é a terra dos índios Kunas, que falam poucas palavras em espanhol. Vivem da pesca e da
venda de cocos, e as mulheres confeccionam um tecido bordado a mão, que eles chamam de molas.
Elas se vestem com lindos trajes: fitas bordadas amarradas nas pernas, sarongue, blusas coloridas,
lenço na cabeça e uma argola de ouro no nariz. Os homens são de estatura mediana, muito parecidos
com os índios brasileiros. São diversos os tabus, e, quando hasteiam uma bandeira vermelha, as
[15] visitas são proibidas.
O arquipélago é composto por várias ilhas. As casas são todas construídas com folhas de
coqueiros.
Vilfredo, David e Wilhelm programaram uma pescaria com um índio de quatorze anos.
Impressionante como ele mergulhava a 25 metros de profundidade; caçava os peixes apenas com
[20] uma fisga com elástico na ponta. A água era azul-piscina.
Neste mergulho Vilfredo levou um dos maiores sustos de sua vida. Arpoou uma garoupa de
uns três quilos e em poucos segundos dá de cara com um tubarão, atraído pela vibração e pelo
sangue da garoupa. David e Wilhelm nadam rápido para o dingue e Vilfredo permanece de olho no
monstro, que o rodeia sempre mais perto. O kuna, vendo o drama de Vilfredo, mergulha em cima do
[25] tubarão, como se fosse atacá-lo, soltando bolhas de ar pela boca, de forma ininterrupta. Depois
Vilfredo nos contou que foi impressionante: o tubarão fugiu, e nós aprendemos a assustar os bichos.
Nos dias em que permanecemos ancorados ali, os meninos logo se enturmaram com os
jovens índios, recebendo mesmo convites para dormirem em suas choupanas.
Numa das tardes convidei as índias kunas para um lanche. Vieram oito mulheres numa
[30] comprida canoa, todas vestidas de gala. Só uma falava espanhol e traduzia a conversa. Ficaram
encantadas com os bolos e pão. Uma delas cheirava um pão e, muito encabulada, pediu um pedaço
para o marido; há muito tempo não comiam pão. Passamos uma tarde divertida. No final do café
perguntaram se não queríamos levar duas jovens, de quinze e dezessete anos. Expliquei que era
impossível, íamos para muito longe. Ao partirem, cantaram uma canção de despedida e
[35] agradecimento pela hospitalidade. Uma velha índia chorava. E todos nós tínhamos lágrimas nos
olhos.
Família Schürmann. Diário de uma aventura – Dez anos no mar. Rio de Janeiro, Record, 1995 (Fragmento).
VOCABULÁRIO:
Arpoou: do verbo arpoar; lançou o arpão; pegou com arpão.
Choupanas: habitações rústicas; cabanas.
Corais: espécie de animais encontrados nos mares quentes, responsável pela formação de recifes.
Dingue: pequeno bote a remo.
Fisga: arpão para pescar.
Sarongue: tipo de vestimenta de tecido estampado que se usa amarrado na cintura.
Ao referir-se ao tubarão, o narrador do texto:
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