Questões de EFAF Geografia - Brasil - Atualidades
43 Questões
Questão 33 10739918
CEDAF 2019/1Sobre a geopolítica no Brasil, analise as afirmativas abaixo:
I. À participação do Brasil em fóruns internacionais expressa sua notoriedade no atual contexto global.
Il. O Brasil possui caracteristicas para ser considerado uma potência regional da América do Sul e Latina.
IlI. O Tratado de Tordesilhas foi um acontecimento importante na geopolítica brasileira, pois devido a esse acordo, teve início a formação territorial do pais.
IV. Na época da Guerra Fria, o Brasil se posicionava de forma timida no cenário internacional e optou por se aliar aos Estados Unidos.
Está CORRETO o que se afirma em:
Questão 43 11548442
Pref. de São Paulo 8° Ano Prova Semestral 2018
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAgrQEAI/a-domotica-como-meio-maximizar-a-qualidade-vida-idosos-portadoresnecessidades-especiais. Acesso em: 14 abr. 2018 (adaptado).
Os gráficos indiciam que no Brasil está ocorrendo um processo de
Questão 21 10728189
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2015A charge abaixo reflete as críticas que foram direcionadas a um dos Programas de Governo implantados no Brasil há poucos meses. Parte da imprensa classificou essas críticas como “xenofóbicas”.

O Programa Governamental abordado na charge é o
Questão 125 11497708
CONCURSOS 4 2024A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende:
Questão 23 15408085
FIRJAN 2020Leia o texto a seguir para responder à questão.
2,8 milhões de crianças e adolescentes estão fora da escola
A maior parte dessa população tem entre 4 e 5 anos e 15 a 17 anos. Se as metas do Plano Nacional da Educação vencidas no ano passado tivessem sido cumpridas, todas as pessoas dessa faixa etária estariam na escola
A universalização da Educação Básica continua sendo um desafio no Brasil. Segundo os dados do Censo Escolar 2016, divulgados nesta quinta-feira (16/2) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 2,8 milhões de crianças e adolescentes de 4 a 17 anos estão fora da escola - o ensino é obrigatório para essa faixa etária. A maior parte dessa população tem entre 15 a 17 anos, idade considerada adequada para o Ensino Médio. São quase 1,6 milhão de adolescentes sem frequentar as aulas. No segundo lugar da lista dos que não têm acesso garantido à escola, estão os pequenos de 4 e 5 anos. São 821 mil crianças fora da pré-escola.
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/4749/censo-escolar-2016-28-milhoes-de-criancas-e-adolescentes-estao-fora-da-escola?gclid=CjwKCAjw2qHsBRAGEiwAMbPoDKgjpPAjWMvl23tjyhOg6rdRg-fr4P3odRATU5Xl8Pua41-c9DRAcxoCL70QAvD_BwE Acesso em 11/09/2019.
O gráfico a seguir foi construído com base nos dados do Censo Escolar 2016, que também subsidiam a matéria exposta acima.

Com base nos dados, assinale a única alternativa correta:
Questão 1 10763656
COLTEC 2020Leia o texto para responder as questões.
Incentivar que mais civis se armem não irá melhorar a segurança pública
Ilona Szabó de Carvalho
Armamento é assunto sério, de vida ou morte, e precisa ser discutido com responsabilidade e sem ideologia. Só assim teremos condições de avaliar os reais impactos das propostas que começam a ser apresentadas pelo novo governo. Ironia do destino chegarmos ao momento de mais riscos de retrocessos na lei de controle de armas de 2003, justamente quando temos uma boa notícia para comemorar. Após um longo período de aumento no número de mortes violentas, estima-se que em 2018 houve queda de 12% desses registros.
Todos queremos viver em um país seguro. Isso passa também por evitar que armas caiam nas mãos erradas e por apoiar os bons policiais, dando-lhes melhores condições de trabalho, equipamentos e treinamento de ponta. Como já falei antes, não sou contra a posse de armas por quem cumpre os requisitos e a pequenos ajustes na lei de 2003. A definição de critérios para comprovar a chamada efetiva necessidade e, assim, poder ter uma arma em casa, é exemplo disso.
Mas não podemos abrir mão de discutir quais são os riscos para pais e mães que fazem essa opção, os impactos sobre a violência doméstica, e as reais chances de o cidadão, ao ser assaltado, ser bem sucedido em uma legítima defesa e não ter sua arma roubada. Tampouco podemos deixar de exigir um bom controle de armas por parte dos governos estaduais e federal.
Armas têm vida longa. Por isso, a necessidade de renovação do registro é tão importante e não pode ser extinta. O prazo, que hoje é de cinco anos, foi modificado para dez anos pelo decreto presidencial, e isso preocupa.
Vale lembrar que as armas nascem legais, e que armas legais alimentam o mercado ilegal. Já temos muitas brechas na lei atual e em sua fiscalização, o que permite desvios e condutas ilícitas que ajudam a armar criminosos, organizados ou não.
Precisamos, então, exigir a implementação das medidas que realmente nos trarão a paz que buscamos. Por isso, já adianto: a discussão sobre ampliar posse e porte de armas é uma distração. Incentivar que mais civis se armem não irá melhorar a segurança pública.
O que devemos cobrar do novo governo é que evite que armas continuem chegando nas mãos dos criminosos. Isso só é possível com um plano para garantir uma regulação responsável. Há muitas perguntas a serem respondidas pelas autoridades eleitas. O que farão para melhorar os sistemas de controle de armas da Polícia Federal e do Exército (Sinarm e Sigma)? Como eles serão integrados? Quando começarão a exigir das empresas nacionais e internacionais que a marcação das armas e munições vendidas no Brasil seja feita com tecnologia de ponta? Essas medidas permitirão às polícias chegarem aos culpados de crimes e ao ponto exato dos desvios, seja de forças de segurança oficiais, de empresas de segurança privada ou de cidadãos que descumprem a lei.
Em vez de desmantelar a lei de armas, o novo governo deve se esforçar para aplicar a legislação existente. O novo ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Sergio Moro, tem um amplo mandato para reduzir a corrupção, o crime organizado e a violência letal. Há razões para acreditar que uma boa implementação da lei de armas pode ajudá-lo a atingir as metas de segurança pública que tanto desejamos. Por outro lado, expandir o acesso e a disponibilidade de armas de fogo no país mais homicida do mundo e relaxar ainda mais os fracos controles existentes equivale a jogar mais lenha na fogueira.
Ilona Szabó de Carvalho, empreendedora cívica, mestre em estudos internacionais pela Universidade de Uppsala (Suécia). É autora de “Segurança Pública para Virar o Jogo”
Disponível em: encurtador.com.br/abpxM. Acesso em: 14 de jun. de 2019.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE argumento utilizado no texto para defender a tese dele.
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