Questões de EFAF Geografia
8.144 Questões
Questão 34 15307076
CMPA 1 Ano 2025Texto
Artigo de opinião escrito pelo engenheiro João Guilherme Sabino Ometto e publicado em 12 de dezembro de 2024 no jornal Folha de São Paulo. Leia-o para responder à questão.
O urgente combate à desertificação no país
Cerca de 38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, estão vulneráveis a processos de seca; gestão integrada dos recursos hídricos é essencial
12 dez. 2024 às 22h00
João Guilherme Sabino Ometto Engenheiro formado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), é empresário do setor agrícola e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA)
[1] A recente adesão do Brasil à Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (Idra),
coalizão que busca mobilizar capital político, técnico e financeiro para o enfrentamento do
problema, é muito oportuna, pois o semiárido de nosso país é apontado como uma das áreas
do planeta nas quais o aquecimento global tem provocado efeitos mais drásticos. É o que
[5] indica o mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
(IPCC), organismo das Nações Unidas.
Números atualizados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima confirmam
a necessidade de medidas urgentes e eficazes para reverter o preocupante cenário: cerca de
38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, são vulneráveis à desertificação e à seca, assim
[10] como 1,4 milhão de quilômetros quadrados de terras em 13 estados.
Os diagnósticos apontam que, por causa das mudanças climáticas, as regiões do
semiárido e da caatinga, englobando parte expressiva do Nordeste e do norte de Minas
Gerais, têm enfrentado secas mais intensas e temperaturas mais altas do que as habituais.
Tais condições, acrescidas do avanço do desmatamento, tendem a agravar a desertificação,
[15] que, segundo o IPCC, já engloba áreas não contínuas, que, somadas, equivalem ao tamanho
da Inglaterra ou a três vezes o estado do Rio de Janeiro.
Há soluções viáveis para melhorar bastante esse cenário. Em concordância com
especialistas nesse tema, acredito que uma das principais estratégias para lidar com a seca
seja a gestão integrada dos recursos hídricos. Isso exige a articulação dos governos federal e
[20] estaduais, prefeituras, comunidades e produtores rurais, inclusive da agricultura familiar. A
ideia é promover o uso sustentável e equitativo da água.
Também é fundamental concluir o projeto de transposição do rio São Francisco, que já
está praticamente pronto, e acelerar a distribuição da água para os estados abrangidos; ou
seja, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Outra medida relevante é o
[25] investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas
adversas, como o cultivo de espécies vegetais resistentes à seca, sistemas de irrigação
inteligentes e a adoção de técnicas de manejo do solo que aumentem sua capacidade de
retenção de água.
Para viabilizar essas soluções é decisivo o engajamento dos produtores rurais, como
[30] demonstra o êxito na proteção de extensas áreas e mananciais hídricos em numerosas
fazendas, sítios e até pequenas propriedades familiares do Brasil. Nesse sentido, seria
interessante que o Plano Safra, cuja edição 2024-25 foi lançada recentemente pelo governo,
destinasse mais recursos, com juros menores, ao combate à seca.
Do montante total anunciado, de R$ 400,59 bilhões, a única rubrica que se encaixa no
[35] combate à desertificação refere-se ao Programa para Financiamento a Sistemas de Produção
Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), com aporte de R$ 7,68 bilhões, que incorpora os
financiamentos destinados à adaptação à mudança do clima e à baixa emissão de carbono.
Porém, além do valor estar aquém das dimensões do desafio a ser enfrentado, as taxas de
juros, entre 7% e 8,5% ao ano, embora inferiores às do mercado financeiro convencional,
[40] ainda são elevadas, principalmente se levarmos em conta o número expressivo de agricultores
familiares nas áreas mais afetadas.
Considerando a premência do combate às secas e da recuperação de áreas
desertificadas, cabe urgente mobilização do poder público, em articulação com o setor do
agronegócio, produtores rurais e organismos científicos, como a Embrapa, para solucionar o
[45] problema.
Os ganhos serão muitos em termos de proteção ambiental, atenuação das mudanças
climáticas, aumento da produção agrícola sustentável e geração de emprego e renda.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/12/o-urgente-combate-a-desertificacaono-pais.shtml. Acesso em: 12 ago. 2025.
Releia os trechos abaixo.
I. “(...) o semiárido de nosso país é apontado como uma das áreas do planeta nas quais o aquecimento global tem provocado efeitos mais drásticos.” (linhas 03 e 04).
II. “Tais condições, acrescidas do avanço do desmatamento, tendem a agravar a desertificação (...)”. (linha 14).
III. “Outra medida relevante é o investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas adversas.” (linhas 24 a 26).
Considerando as formas verbais em destaque e o seu contexto de uso, marque a alternativa correta.
Questão 33 15307074
CMPA 1 Ano 2025Texto
Artigo de opinião escrito pelo engenheiro João Guilherme Sabino Ometto e publicado em 12 de dezembro de 2024 no jornal Folha de São Paulo. Leia-o para responder à questão.
O urgente combate à desertificação no país
Cerca de 38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, estão vulneráveis a processos de seca; gestão integrada dos recursos hídricos é essencial
12 dez. 2024 às 22h00
João Guilherme Sabino Ometto Engenheiro formado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), é empresário do setor agrícola e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA)
[1] A recente adesão do Brasil à Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (Idra),
coalizão que busca mobilizar capital político, técnico e financeiro para o enfrentamento do
problema, é muito oportuna, pois o semiárido de nosso país é apontado como uma das áreas
do planeta nas quais o aquecimento global tem provocado efeitos mais drásticos. É o que
[5] indica o mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
(IPCC), organismo das Nações Unidas.
Números atualizados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima confirmam
a necessidade de medidas urgentes e eficazes para reverter o preocupante cenário: cerca de
38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, são vulneráveis à desertificação e à seca, assim
[10] como 1,4 milhão de quilômetros quadrados de terras em 13 estados.
Os diagnósticos apontam que, por causa das mudanças climáticas, as regiões do
semiárido e da caatinga, englobando parte expressiva do Nordeste e do norte de Minas
Gerais, têm enfrentado secas mais intensas e temperaturas mais altas do que as habituais.
Tais condições, acrescidas do avanço do desmatamento, tendem a agravar a desertificação,
[15] que, segundo o IPCC, já engloba áreas não contínuas, que, somadas, equivalem ao tamanho
da Inglaterra ou a três vezes o estado do Rio de Janeiro.
Há soluções viáveis para melhorar bastante esse cenário. Em concordância com
especialistas nesse tema, acredito que uma das principais estratégias para lidar com a seca
seja a gestão integrada dos recursos hídricos. Isso exige a articulação dos governos federal e
[20] estaduais, prefeituras, comunidades e produtores rurais, inclusive da agricultura familiar. A
ideia é promover o uso sustentável e equitativo da água.
Também é fundamental concluir o projeto de transposição do rio São Francisco, que já
está praticamente pronto, e acelerar a distribuição da água para os estados abrangidos; ou
seja, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Outra medida relevante é o
[25] investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas
adversas, como o cultivo de espécies vegetais resistentes à seca, sistemas de irrigação
inteligentes e a adoção de técnicas de manejo do solo que aumentem sua capacidade de
retenção de água.
Para viabilizar essas soluções é decisivo o engajamento dos produtores rurais, como
[30] demonstra o êxito na proteção de extensas áreas e mananciais hídricos em numerosas
fazendas, sítios e até pequenas propriedades familiares do Brasil. Nesse sentido, seria
interessante que o Plano Safra, cuja edição 2024-25 foi lançada recentemente pelo governo,
destinasse mais recursos, com juros menores, ao combate à seca.
Do montante total anunciado, de R$ 400,59 bilhões, a única rubrica que se encaixa no
[35] combate à desertificação refere-se ao Programa para Financiamento a Sistemas de Produção
Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), com aporte de R$ 7,68 bilhões, que incorpora os
financiamentos destinados à adaptação à mudança do clima e à baixa emissão de carbono.
Porém, além do valor estar aquém das dimensões do desafio a ser enfrentado, as taxas de
juros, entre 7% e 8,5% ao ano, embora inferiores às do mercado financeiro convencional,
[40] ainda são elevadas, principalmente se levarmos em conta o número expressivo de agricultores
familiares nas áreas mais afetadas.
Considerando a premência do combate às secas e da recuperação de áreas
desertificadas, cabe urgente mobilização do poder público, em articulação com o setor do
agronegócio, produtores rurais e organismos científicos, como a Embrapa, para solucionar o
[45] problema.
Os ganhos serão muitos em termos de proteção ambiental, atenuação das mudanças
climáticas, aumento da produção agrícola sustentável e geração de emprego e renda.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/12/o-urgente-combate-a-desertificacaono-pais.shtml. Acesso em: 12 ago. 2025.
Marque a alternativa que responde corretamente às duas perguntas abaixo:
Pergunta 01:
Por que o semiárido e a caatinga estão conhecendo dificuldades para além das já rotineiras?
Pergunta 02:
Como o autor avalia as taxas de juros relacionadas ao RenovAgro?
Questão 32 15307071
CMPA 1 Ano 2025Texto
Artigo de opinião escrito pelo engenheiro João Guilherme Sabino Ometto e publicado em 12 de dezembro de 2024 no jornal Folha de São Paulo. Leia-o para responder à questão.
O urgente combate à desertificação no país
Cerca de 38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, estão vulneráveis a processos de seca; gestão integrada dos recursos hídricos é essencial
12 dez. 2024 às 22h00
João Guilherme Sabino Ometto Engenheiro formado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), é empresário do setor agrícola e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA)
[1] A recente adesão do Brasil à Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (Idra),
coalizão que busca mobilizar capital político, técnico e financeiro para o enfrentamento do
problema, é muito oportuna, pois o semiárido de nosso país é apontado como uma das áreas
do planeta nas quais o aquecimento global tem provocado efeitos mais drásticos. É o que
[5] indica o mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
(IPCC), organismo das Nações Unidas.
Números atualizados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima confirmam
a necessidade de medidas urgentes e eficazes para reverter o preocupante cenário: cerca de
38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, são vulneráveis à desertificação e à seca, assim
[10] como 1,4 milhão de quilômetros quadrados de terras em 13 estados.
Os diagnósticos apontam que, por causa das mudanças climáticas, as regiões do
semiárido e da caatinga, englobando parte expressiva do Nordeste e do norte de Minas
Gerais, têm enfrentado secas mais intensas e temperaturas mais altas do que as habituais.
Tais condições, acrescidas do avanço do desmatamento, tendem a agravar a desertificação,
[15] que, segundo o IPCC, já engloba áreas não contínuas, que, somadas, equivalem ao tamanho
da Inglaterra ou a três vezes o estado do Rio de Janeiro.
Há soluções viáveis para melhorar bastante esse cenário. Em concordância com
especialistas nesse tema, acredito que uma das principais estratégias para lidar com a seca
seja a gestão integrada dos recursos hídricos. Isso exige a articulação dos governos federal e
[20] estaduais, prefeituras, comunidades e produtores rurais, inclusive da agricultura familiar. A
ideia é promover o uso sustentável e equitativo da água.
Também é fundamental concluir o projeto de transposição do rio São Francisco, que já
está praticamente pronto, e acelerar a distribuição da água para os estados abrangidos; ou
seja, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Outra medida relevante é o
[25] investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas
adversas, como o cultivo de espécies vegetais resistentes à seca, sistemas de irrigação
inteligentes e a adoção de técnicas de manejo do solo que aumentem sua capacidade de
retenção de água.
Para viabilizar essas soluções é decisivo o engajamento dos produtores rurais, como
[30] demonstra o êxito na proteção de extensas áreas e mananciais hídricos em numerosas
fazendas, sítios e até pequenas propriedades familiares do Brasil. Nesse sentido, seria
interessante que o Plano Safra, cuja edição 2024-25 foi lançada recentemente pelo governo,
destinasse mais recursos, com juros menores, ao combate à seca.
Do montante total anunciado, de R$ 400,59 bilhões, a única rubrica que se encaixa no
[35] combate à desertificação refere-se ao Programa para Financiamento a Sistemas de Produção
Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), com aporte de R$ 7,68 bilhões, que incorpora os
financiamentos destinados à adaptação à mudança do clima e à baixa emissão de carbono.
Porém, além do valor estar aquém das dimensões do desafio a ser enfrentado, as taxas de
juros, entre 7% e 8,5% ao ano, embora inferiores às do mercado financeiro convencional,
[40] ainda são elevadas, principalmente se levarmos em conta o número expressivo de agricultores
familiares nas áreas mais afetadas.
Considerando a premência do combate às secas e da recuperação de áreas
desertificadas, cabe urgente mobilização do poder público, em articulação com o setor do
agronegócio, produtores rurais e organismos científicos, como a Embrapa, para solucionar o
[45] problema.
Os ganhos serão muitos em termos de proteção ambiental, atenuação das mudanças
climáticas, aumento da produção agrícola sustentável e geração de emprego e renda.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/12/o-urgente-combate-a-desertificacaono-pais.shtml. Acesso em: 12 ago. 2025.
Ao longo desse artigo de opinião, são empregadas cinco orações subordinadas adverbiais finais reduzidas de infinitivo.
Sabendo disso, marque a alternativa que justifica corretamente essa quantidade expressiva.
Questão 31 15307046
CMPA 1 Ano 2025Texto
Artigo de opinião escrito pelo engenheiro João Guilherme Sabino Ometto e publicado em 12 de dezembro de 2024 no jornal Folha de São Paulo. Leia-o para responder à questão.
O urgente combate à desertificação no país
Cerca de 38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, estão vulneráveis a processos de seca; gestão integrada dos recursos hídricos é essencial
12 dez. 2024 às 22h00
João Guilherme Sabino Ometto Engenheiro formado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), é empresário do setor agrícola e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA)
[1] A recente adesão do Brasil à Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (Idra),
coalizão que busca mobilizar capital político, técnico e financeiro para o enfrentamento do
problema, é muito oportuna, pois o semiárido de nosso país é apontado como uma das áreas
do planeta nas quais o aquecimento global tem provocado efeitos mais drásticos. É o que
[5] indica o mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
(IPCC), organismo das Nações Unidas.
Números atualizados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima confirmam
a necessidade de medidas urgentes e eficazes para reverter o preocupante cenário: cerca de
38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, são vulneráveis à desertificação e à seca, assim
[10] como 1,4 milhão de quilômetros quadrados de terras em 13 estados.
Os diagnósticos apontam que, por causa das mudanças climáticas, as regiões do
semiárido e da caatinga, englobando parte expressiva do Nordeste e do norte de Minas
Gerais, têm enfrentado secas mais intensas e temperaturas mais altas do que as habituais.
Tais condições, acrescidas do avanço do desmatamento, tendem a agravar a desertificação,
[15] que, segundo o IPCC, já engloba áreas não contínuas, que, somadas, equivalem ao tamanho
da Inglaterra ou a três vezes o estado do Rio de Janeiro.
Há soluções viáveis para melhorar bastante esse cenário. Em concordância com
especialistas nesse tema, acredito que uma das principais estratégias para lidar com a seca
seja a gestão integrada dos recursos hídricos. Isso exige a articulação dos governos federal e
[20] estaduais, prefeituras, comunidades e produtores rurais, inclusive da agricultura familiar. A
ideia é promover o uso sustentável e equitativo da água.
Também é fundamental concluir o projeto de transposição do rio São Francisco, que já
está praticamente pronto, e acelerar a distribuição da água para os estados abrangidos; ou
seja, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Outra medida relevante é o
[25] investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas
adversas, como o cultivo de espécies vegetais resistentes à seca, sistemas de irrigação
inteligentes e a adoção de técnicas de manejo do solo que aumentem sua capacidade de
retenção de água.
Para viabilizar essas soluções é decisivo o engajamento dos produtores rurais, como
[30] demonstra o êxito na proteção de extensas áreas e mananciais hídricos em numerosas
fazendas, sítios e até pequenas propriedades familiares do Brasil. Nesse sentido, seria
interessante que o Plano Safra, cuja edição 2024-25 foi lançada recentemente pelo governo,
destinasse mais recursos, com juros menores, ao combate à seca.
Do montante total anunciado, de R$ 400,59 bilhões, a única rubrica que se encaixa no
[35] combate à desertificação refere-se ao Programa para Financiamento a Sistemas de Produção
Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), com aporte de R$ 7,68 bilhões, que incorpora os
financiamentos destinados à adaptação à mudança do clima e à baixa emissão de carbono.
Porém, além do valor estar aquém das dimensões do desafio a ser enfrentado, as taxas de
juros, entre 7% e 8,5% ao ano, embora inferiores às do mercado financeiro convencional,
[40] ainda são elevadas, principalmente se levarmos em conta o número expressivo de agricultores
familiares nas áreas mais afetadas.
Considerando a premência do combate às secas e da recuperação de áreas
desertificadas, cabe urgente mobilização do poder público, em articulação com o setor do
agronegócio, produtores rurais e organismos científicos, como a Embrapa, para solucionar o
[45] problema.
Os ganhos serão muitos em termos de proteção ambiental, atenuação das mudanças
climáticas, aumento da produção agrícola sustentável e geração de emprego e renda.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/12/o-urgente-combate-a-desertificacaono-pais.shtml. Acesso em: 12 ago. 2025.
Observe alguns empregos do sinal grave, o qual indica, nas relações de regência verbal e nominal, a ocorrência de crase.
I. “A recente adesão do Brasil à Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (Idra),” (linha 01).
II. “(...) cerca de 38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, são vulneráveis à desertificação e à seca (...)” (linhas 08 e 09).
III. “Outra medida relevante é o investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas adversas (...)” (linhas 24 a 26).
Considerando esses empregos, marque a alternativa correta.
Questão 6 14935949
ONHB 4 Fase 2025Veja as fotografias de Brasília que mostram caminhos traçados por pedestres e, em seguida, leia um trecho do Relatório do Plano Piloto.
Linhas de desejo I

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: “Linhas de desejo”: os caminhos inventados por pedestres na cidade feita para carros. BBC News Brasil, [s.d.]. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-64038880. Acesso em 23 de janeiro de 2025. CRÉDITOS: Diego Bresani PALAVRAS-CHAVE: história das cidades, brasil republicano
Linhas de desejo II

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: “Linhas de desejo”: os caminhos inventados por pedestres na cidade feita para carros. BBC News Brasil, [s.d.]. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-64038880. Acesso em 23 de janeiro de 2025. CRÉDITOS: Diego Bresani PALAVRAS-CHAVE: história das cidades, brasil republicano
Relatório do Plano Piloto de Brasília
(...)
8- Fixada assim a rede geral do tráfego de automóvel, estabeleceram-se, tanto nos setores centrais como nos residenciais, tramas autônomas para o trânsito local dos pedestres a fim de garantir-lhes o uso livre do chão, sem contudo levar tal separação a extremos sistemáticos e antinaturais pois não se deve esquecer que o automóvel, hoje em dia, deixou de ser o inimigo inconciliável do homem, domesticou-se, já faz, por assim dizer, parte da família. Ele só se “desumaniza”, readquirindo vis-à-vis do pedestre feição ameaçadora e hostil quando incorporado à massa anônima do tráfego. Há então que separá-los, mas sem perder de vista que em determinadas condições e para comodidade recíproca, a coexistência se impõe.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Relatório ORIGEM: Adaptado de: Relatório do Plano Piloto de Brasília / Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil) (Iphan) Superintendência do Iphan no Distrito Federal, Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal ; coordenação e organização, Carlos Madson Reis, Claudia Marina Vasques e Sandra Bernardes Ribeiro. – Brasília, DF: Iphan-DF, 2018.140 p. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/lucio_costa_miolo_2018_reimpressao_.pdf. Acesso em: 23 fev. de 2025. CRÉDITOS: IPHAN GLOSSÁRIO: Vis-à-vis: em relação a; em comparação com. PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história das cidades
Os documentos:
Questão 14 16208292
OBG Fase 3 2024Leia a notícia e responda à questão.

Fonte : https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/americo-martins/internacional/analise-em-busca-de-votos-biden-arrisca-abrir-guerra-comercial-com-a-china/. Acesso: 14/06/2024.
Qual órgão multilateral é o responsável por fiscalizar tais medidas?
06
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