Questões de EFAF Geografia
8.144 Questões
Questão 34 10739879
CEDAF 2017Leia o texto a seguir:
“O bioma __________________ ocupa cerca de 24% do território brasileiro. Costuma-se considerar o __________________ um tipo de savana, vegetação típica de clima tropical semiúmido em solos relativamente pobres. As savanas são bastante comuns na África, continente que, por sinal, já foi ligado à América do Sul e apresenta algumas condições climáticas e pedológicas (de solos) mais ou menos semelhantes às do nosso continente. Considerado até alguns anos um bioma pobre, o ________________ é visto hoje como rico em biodiversidade e, provavelmente, o tipo de savana mais complexo do mundo.”
(VESENTINI, José William. Geografia: o mundo em transição, volume 2. 2. ed. São Paulo: Ática, 2013.p.187)
Assinale a alternativa que indica o bioma brasileiro que preenche corretamente as lacunas do texto:
Questão 33 10739878
CEDAF 2017A divisão regional do Brasil em três regiões geoeconômicas é a que oferece uma interpretação mais adequada das diferenças regionais do país. Essa divisão foi proposta no final da década de 1960 e reflete as diversas formas de ocupação humana ao longo da história e as características geográficas e econômicas de cada região.

Figura: Brasil – regiões geoeconômicas
Disponível em: Acesso em: 09 nov. 2016.
Legenda: R1 – Centro-Sul, R2 – Nordeste, R3 – Amazônia.
Marque a afirmativa CORRETA sobre as regiões geoeconômicas:
Questão 32 10739877
CEDAF 2017Entre os dias 16 de outubro de 2016 e 19 de fevereiro de 2017, o Brasil está adotando o horário de verão, proposta que teve origem no início do século XX e no Brasil foi implantado pela primeira vez em 1931.
Marque a afirmativa CORRETA sobre o horário de verão:
Questão 8 10739853
CEDAF 2017Texto - A REVOLUÇÃO DO PRECARIADO
Vilma Gryzinski
Entre tantas outras, duas categorias podem ser usadas para dividir a humanidade: a dos que fazem qualquer esforço para ter uma casa própria e a dos que gastam tudo em cerveja no bar. “Cerveja”, evidentemente, é sinônimo de férias deliciosas, a última palavra em eletrônicos, bolsas grifadas ou passeios de barco. “Casa” abrange, entre outras necessidades básicas, viagens com orçamento planejado, pilates, laptop, zapzap e outros dissílabos – além da casa em si. Ambas as categorias fazem isso para tentar abrandar uma das mais básicas e insuportáveis condições da vida, a precariedade. Se eu gastar como marinheiro bêbado em dia de pagamento, o amanhã não vai me surpreender com perdas do que não tenho. Se eu construir uma base sólida, o amanhã não vai me pegar desprevenido sem as coisas que devia ter. Em momentos de crise política, de convulsões econômicas ou de mudanças históricas, formigas e cigarras humanas tremem igualmente com a sensação de extrema instabilidade em sua vida e não adianta truque mental algum para evitar o buraco na barriga que provoca.
O economista inglês Guy Standing começou a usar o termo “precariado” para definir uma nova classe social (...) uma mistura de precário com proletariado, é um fenômeno evidente na Europa. Trata-se de pessoas que têm trabalhos temporários, de baixa remuneração, sem a segurança dos empregos estáveis. Para quem vê a situação com os nossos olhos, os europeus, acolchoados por mecanismos de compensação, reclamam de ventre estufado por décadas de boa vida. A precariedade é praticamente uma condição inerente ao ser brasileiro. Mesmo o que chamamos de estabilidade econômica, tão brutalmente desperdiçada, pareceria uma atividade quase suicida do ponto de vista da Europa. Sair de casa, para muitos de nós, na realidade ou na percepção dela, o que dá no mesmo resultado, equivale a correr um risco de levar um tiro por causa de um celular. Ficar em casa aumenta a probabilidade de que vejamos mais notícias sobre o comportamento dos nobres representantes do povo.
O precariado no senso estrito aumenta a insegurança mesmo daqueles que não estão economicamente incluídos nessa categoria. Disso emana uma sensação de mal-estar que produz resultados instantâneos. Um desses resultados é a queixa de vários países em relação ao fluxo de cidadãos não europeus esgotando os sistemas como as escolas e hospitais. Assim, crescem os partidos de direita que são contrários ao recebimento de imigrantes e refugiados.
É a revolução do precariado, uma espécie de revolta contra as elites globalizadas e desconectadas da vida fora de suas esferas de privilégio, que empurra partidos próximos dos extremos à direita e à esquerda, em geral com o mesmo tom de populismo. No Brasil, essa sensação de falência pode levar o país a se afundar levando consigo cigarras, formigas e todas as outras metáforas com invertebrados que inventamos para evitar o frio na espinha da existência.
Revista Veja, 22 de junho, 2016, p. 30. Texto adaptado.
O melhor sentido para o trecho “Para quem vê a situação com os nossos olhos, os europeus, acolchoados por mecanismos de compensação, reclamam de ventre estufado por décadas de boas vida” é:
Questão 27 10738985
SENAI 1°Ano - CGE 2129 2017/1O gráfico abaixo mostra as mudanças nos tipos de transportes usados pelos moradores da região metropolitana de São Paulo.

Fonte: Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/03/1423587-uso-de-moto-aumenta-44-em-cinco-anos-emsp.shtml. Acesso em: 22 maio 2014.
Ao observar o gráfico, pode-se afirmar que o número de viagens de
Questão 55 10738255
SENAI 1°Ano - CGE 2132 2017/1O desenvolvimento sustentável pode ser definido como aquele que supre as necessidades do presente
sem comprometer as necessidades das gerações futuras.
Dentro desse contexto, analise as seguintes situações.
I. Exploração imoderada dos recursos naturais.
II. Manejo organizado dos recursos.
III. Consumo desordenado.
IV. Observação do contexto histórico-sociocultural.
V. Conservação ambiental.
São situações que correspondem à prática do desenvolvimento sustentável, apenas
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