Questões de EFAF Geografia
8.144 Questões
Questão 17 10142659
CMBel 1°ano - Português 2019Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG)
Os impactos ambientais do acidente em Mariana (MG), causados nos ecossistemas afetados e na conomia da região, são incalculáveis e, em alguns casos, irreversíveis.
No dia 05 de novembro de 2015, a barragem do Fundão, da mineradora Samarco, controlada pela Vale e pela BHP Billiton, rompeu-se, causando uma grande enxurrada de lama. À lama devastou o distrito de Bento Rodrigues, no município de Mariana, em Minas Gerais, destruindo casas e ocasionando a morte de 19 pessoas, incluindo moradores e funcionários da própria mineradora. Além das perdas humanas e materiais, a mesma lama que escapou em razão do rompimento das barragens provocou um grave impacto ambiental.
Impactos ambientais
O rompimento da barragem do Fundão liberou o equivalente a 25 mil piscinas olímpicas de resíduos. A mistura, que era composta, segundo a Samarco, por óxido de ferro, água e muita lama, não era tóxica, mas capaz de provocar muitos danos. Inicialmente, pensou-se que a barragem de Santarém também havia sido afetada, no entanto, o que ocorreu foi a passagem dos rejeitos da outra (Fundão) por cima dessa barragem.
A liberação da lama provocou a pavimentação de uma grande área. Isso acontece porque a lama seca forma uma espécie de cimento, onde nada cresce. Vale destacar que, em razão da grande quantidade de resíduos, a secagem completa do material (que não contém matéria orgânica, sendo, portanto, infértil) poderá demorar anos. Enquanto isso, nada também poderá ser construído no local.
A enxurrada de lama atingiu o Rio Gualaxo — afluente do Rio Carmo, que deságua no Rio Doce e que, por sua vez, segue em direção ao Oceano Atlântico, no Espírito Santo. O impacto mais perceptivo no ambiente aquático foi a morte de milhares de peixes, que sucumbiram em razão da falta de oxigênio na água e da obstrução de suas brânquias. Além da morte de peixes, micro-organismos e outros seres vivos também foram afetados, o que destruiu completamente a cadeia alimentar em alguns ambientes atingidos. Entretanto, não é somente a morte dos organismos vivos que afetou os rios da região; a quantidade de lama liberada provocou assoreamento, desvio de cursos de água e levou até mesmo o soterramento de nascentes.
Muitos biólogos estimam que o Rio Doce precisará, em média, de 10 anos para recuperar-se do terrível impacto. Outros pesquisadores, porém, afirmam que o impacto foi tão profundo que é impossível estimar um prazo para o restabelecimento do equilíbrio da Bacia.
Além de causar a morte no interior dos rios, a lama provocou a morte de toda a vegetação próxima à região. Uma grande quantidade de mata ciliar foi completamente destruída. Os resíduos da mineração também afetaram o solo, causando sua desestruturação química e afetando o pH da terra. Essa alteração no solo dificulta o desenvolvimento de espécies que ali viviam, modificando completamente a vegetação local.
Como a lama afetou o Rio Doce e seguiu em direção ao Espírito Santo, também houve impacto ambiental nos ecossistemas marinhos do litoral. Um dos principais impactos observados foi nos fitoplânctons e zooplânctons que vivem flutuando na água e constituem a base da cadeia alimentar.
População afetada
Além da grande quantidade de pessoas que perderam suas casas e outros bens materiais em Mariana, os sobreviventes enfrentaram dificuldades relativas, principalmente, à falta de água. Isso aconteceu porque grande parte das cidades atingidas dependia dos rios afetados para o abastecimento, que, após o acidente, apresentaram água imprópria para o consumo.
Não foi apenas a população de Mariana que sofreu com as consequências do desastre, mas, sim, toda a população próxima ao Rio Doce. Índios da tribo indígena Krenak, que possuem reserva cortada pelo rio, na época do acidente, relataram estar sem água para consumo, banho e limpeza de seus objetos, por exemplo. Além do mais, não podemos nos esquecer, também, de todas as pessoas que retiravam do rio o sustento para suas famílias.
Impactos do acidente de Mariana em números
De acordo com o Governo Federal, o acidente afetou: 663 km de rios e córregos; 1469 hectares de vegetação; 207 das 251 edificações de Bento Rodrigues; 600 famílias, as quais ficaram desabrigadas.
(Texto adaptado) DOS SANTOS, V. S. Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG). Brasil Escola. Disponivel em: https://brasilescola.uol.com br/biologia/impactos-ambientais-acidente-mariana-mg.htm. Acesso em: 02 out. 2019.
No excerto "o impacto foi tão profundo que é impossível estimar um prazo para O restabelecimento do equilíbrio da Bacia", retirado do terceiro parágrafo do texto, o termo em destaque introduz uma ideia de
Questão 12 10142495
CMBel 1°ano - Português 2019Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG)
Os impactos ambientais do acidente em Mariana (MG), causados nos ecossistemas afetados e na conomia da região, são incalculáveis e, em alguns casos, irreversíveis.
No dia 05 de novembro de 2015, a barragem do Fundão, da mineradora Samarco, controlada pela Vale e pela BHP Billiton, rompeu-se, causando uma grande enxurrada de lama. À lama devastou o distrito de Bento Rodrigues, no município de Mariana, em Minas Gerais, destruindo casas e ocasionando a morte de 19 pessoas, incluindo moradores e funcionários da própria mineradora. Além das perdas humanas e materiais, a mesma lama que escapou em razão do rompimento das barragens provocou um grave impacto ambiental.
Impactos ambientais
O rompimento da barragem do Fundão liberou o equivalente a 25 mil piscinas olímpicas de resíduos. A mistura, que era composta, segundo a Samarco, por óxido de ferro, água e muita lama, não era tóxica, mas capaz de provocar muitos danos. Inicialmente, pensou-se que a barragem de Santarém também havia sido afetada, no entanto, o que ocorreu foi a passagem dos rejeitos da outra (Fundão) por cima dessa barragem.
A liberação da lama provocou a pavimentação de uma grande área. Isso acontece porque a lama seca forma uma espécie de cimento, onde nada cresce. Vale destacar que, em razão da grande quantidade de resíduos, a secagem completa do material (que não contém matéria orgânica, sendo, portanto, infértil) poderá demorar anos. Enquanto isso, nada também poderá ser construído no local.
A enxurrada de lama atingiu o Rio Gualaxo — afluente do Rio Carmo, que deságua no Rio Doce e que, por sua vez, segue em direção ao Oceano Atlântico, no Espírito Santo. O impacto mais perceptivo no ambiente aquático foi a morte de milhares de peixes, que sucumbiram em razão da falta de oxigênio na água e da obstrução de suas brânquias. Além da morte de peixes, micro-organismos e outros seres vivos também foram afetados, o que destruiu completamente a cadeia alimentar em alguns ambientes atingidos. Entretanto, não é somente a morte dos organismos vivos que afetou os rios da região; a quantidade de lama liberada provocou assoreamento, desvio de cursos de água e levou até mesmo o soterramento de nascentes.
Muitos biólogos estimam que o Rio Doce precisará, em média, de 10 anos para recuperar-se do terrível impacto. Outros pesquisadores, porém, afirmam que o impacto foi tão profundo que é impossível estimar um prazo para o restabelecimento do equilíbrio da Bacia.
Além de causar a morte no interior dos rios, a lama provocou a morte de toda a vegetação próxima à região. Uma grande quantidade de mata ciliar foi completamente destruída. Os resíduos da mineração também afetaram o solo, causando sua desestruturação química e afetando o pH da terra. Essa alteração no solo dificulta o desenvolvimento de espécies que ali viviam, modificando completamente a vegetação local.
Como a lama afetou o Rio Doce e seguiu em direção ao Espírito Santo, também houve impacto ambiental nos ecossistemas marinhos do litoral. Um dos principais impactos observados foi nos fitoplânctons e zooplânctons que vivem flutuando na água e constituem a base da cadeia alimentar.
População afetada
Além da grande quantidade de pessoas que perderam suas casas e outros bens materiais em Mariana, os sobreviventes enfrentaram dificuldades relativas, principalmente, à falta de água. Isso aconteceu porque grande parte das cidades atingidas dependia dos rios afetados para o abastecimento, que, após o acidente, apresentaram água imprópria para o consumo.
Não foi apenas a população de Mariana que sofreu com as consequências do desastre, mas, sim, toda a população próxima ao Rio Doce. Índios da tribo indígena Krenak, que possuem reserva cortada pelo rio, na época do acidente, relataram estar sem água para consumo, banho e limpeza de seus objetos, por exemplo. Além do mais, não podemos nos esquecer, também, de todas as pessoas que retiravam do rio o sustento para suas famílias.
Impactos do acidente de Mariana em números
De acordo com o Governo Federal, o acidente afetou: 663 km de rios e córregos; 1469 hectares de vegetação; 207 das 251 edificações de Bento Rodrigues; 600 famílias, as quais ficaram desabrigadas.
(Texto adaptado) DOS SANTOS, V. S. Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG). Brasil Escola. Disponivel em: https://brasilescola.uol.com br/biologia/impactos-ambientais-acidente-mariana-mg.htm. Acesso em: 02 out. 2019.
Com base no texto, analise os pares de proposições a seguir e determine qual deles apresenta ideia de contraste.
Questão 4 10142225
CMBel 1°ano - Português 2019Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
Capitalismo selvagem, consumismo e negligência
“Somente quando for cortada a última árvore, poluído o último rio e pescado o último peixe é que o homem vai perceber que não pode comer dinheiro." Essa frase foi escrita por um índio em uma carta a um ex-presidente americano que desejava comprar terras indígenas. Ela evidencia bem o quanto o ser humano está importando-se com o meio ambiente e o quanto as ações dele são irreversíveis. Em todas as épocas, o que se viu foi um homem preocupado com a urbanização e com o conforto advindo desta em detrimento da natureza e, por conseguinte, de sua saúde.
O mais comum é pensar nessa urbanização como a transformação do verde em cinza, mas ela também ocorre por atitudes consumistas estimuladas pelo capitalismo desenfreado, que eleva a produção de lixo no planeta e consequentemente contamina o meio ambiente. O próprio produto industrializado, concebido para facilitar a vida das pessoas, é fabricado com material e tecnologia que obrigam a sua substituição constante. Além disso, o consumo de produtos altamente poluidores, como automóveis, é estimulado por meio da diminuição nos impostos e na concessão de credito à população.
Uma consequência inexorável dessa conduta é a contaminação do planeta e a perda da saúde que essa degradação ocasiona. Para se ter uma ideia, um estudo da Universidade de San Diego envolvendo recém-nascidos mostrou a presença de mais de cem substâncias químicas que não pertencem ao ser humano no sangue do cordão umbilical. O descarte irregular de lixo é uma forma de provocar essa contaminação, pois placas de aparelhos eletrônicos, os quais são dispensados livremente em lixões, contêm substâncias como mercúrio e chumbo que contaminam o solo e os lençóis freáticos.
Portanto, atitudes que superestimam o progresso e a expansão econômica, porém com ação deletéria na natureza, prejudicam diretamente a saúde dos seres humanos. Diante disso, é preciso que o poder público crie leis que obriguem tanto a população a fazer a triagem do lixo que produz quanto as lojas a receberem produtos já velhos que venderam à população com o objetivo de darem a destinação correta a eles. Evidentemente, se não houver equipes de fiscalização e investigação dos descartes realizados, todo esse trabalho será em vão e o planeta continuará padecendo alterações pela negligência humana.
(Texto adaptado) MATOS, João. Capitalismo selvagem, consumismo e negligência. Redação Mania. Disponível em: https://redacaomania.com/redacao-sobre-meio-ambiente. Acesso em: 02 out. 2019.
Acerca da relação de sentido presente no excerto "[...] leis que obriguem tanto a população a fazer triagens no lixo que produz quanto as lojas a receberem produtos [...]", é correto afirmar que o termo em destaque
Questão 2 10142177
CMBel 1°ano - Português 2019Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
Capitalismo selvagem, consumismo e negligência
“Somente quando for cortada a última árvore, poluído o último rio e pescado o último peixe é que o homem vai perceber que não pode comer dinheiro." Essa frase foi escrita por um índio em uma carta a um ex-presidente americano que desejava comprar terras indígenas. Ela evidencia bem o quanto o ser humano está importando-se com o meio ambiente e o quanto as ações dele são irreversíveis. Em todas as épocas, o que se viu foi um homem preocupado com a urbanização e com o conforto advindo desta em detrimento da natureza e, por conseguinte, de sua saúde.
O mais comum é pensar nessa urbanização como a transformação do verde em cinza, mas ela também ocorre por atitudes consumistas estimuladas pelo capitalismo desenfreado, que eleva a produção de lixo no planeta e consequentemente contamina o meio ambiente. O próprio produto industrializado, concebido para facilitar a vida das pessoas, é fabricado com material e tecnologia que obrigam a sua substituição constante. Além disso, o consumo de produtos altamente poluidores, como automóveis, é estimulado por meio da diminuição nos impostos e na concessão de credito à população.
Uma consequência inexorável dessa conduta é a contaminação do planeta e a perda da saúde que essa degradação ocasiona. Para se ter uma ideia, um estudo da Universidade de San Diego envolvendo recém-nascidos mostrou a presença de mais de cem substâncias químicas que não pertencem ao ser humano no sangue do cordão umbilical. O descarte irregular de lixo é uma forma de provocar essa contaminação, pois placas de aparelhos eletrônicos, os quais são dispensados livremente em lixões, contêm substâncias como mercúrio e chumbo que contaminam o solo e os lençóis freáticos.
Portanto, atitudes que superestimam o progresso e a expansão econômica, porém com ação deletéria na natureza, prejudicam diretamente a saúde dos seres humanos. Diante disso, é preciso que o poder público crie leis que obriguem tanto a população a fazer a triagem do lixo que produz quanto as lojas a receberem produtos já velhos que venderam à população com o objetivo de darem a destinação correta a eles. Evidentemente, se não houver equipes de fiscalização e investigação dos descartes realizados, todo esse trabalho será em vão e o planeta continuará padecendo alterações pela negligência humana.
(Texto adaptado) MATOS, João. Capitalismo selvagem, consumismo e negligência. Redação Mania. Disponível em: https://redacaomania.com/redacao-sobre-meio-ambiente. Acesso em: 02 out. 2019.
O terceiro parágrafo do texto traz uma pesquisa da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos.
Os resultados desse estudo demonstram que
Questão 1 10142107
CMBel 1°ano - Português 2019Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
Capitalismo selvagem, consumismo e negligência
“Somente quando for cortada a última árvore, poluído o último rio e pescado o último peixe é que o homem vai perceber que não pode comer dinheiro." Essa frase foi escrita por um índio em uma carta a um ex-presidente americano que desejava comprar terras indígenas. Ela evidencia bem o quanto o ser humano está importando-se com o meio ambiente e o quanto as ações dele são irreversíveis. Em todas as épocas, o que se viu foi um homem preocupado com a urbanização e com o conforto advindo desta em detrimento da natureza e, por conseguinte, de sua saúde.
O mais comum é pensar nessa urbanização como a transformação do verde em cinza, mas ela também ocorre por atitudes consumistas estimuladas pelo capitalismo desenfreado, que eleva a produção de lixo no planeta e consequentemente contamina o meio ambiente. O próprio produto industrializado, concebido para facilitar a vida das pessoas, é fabricado com material e tecnologia que obrigam a sua substituição constante. Além disso, o consumo de produtos altamente poluidores, como automóveis, é estimulado por meio da diminuição nos impostos e na concessão de credito à população.
Uma consequência inexorável dessa conduta é a contaminação do planeta e a perda da saúde que essa degradação ocasiona. Para se ter uma ideia, um estudo da Universidade de San Diego envolvendo recém-nascidos mostrou a presença de mais de cem substâncias químicas que não pertencem ao ser humano no sangue do cordão umbilical. O descarte irregular de lixo é uma forma de provocar essa contaminação, pois placas de aparelhos eletrônicos, os quais são dispensados livremente em lixões, contêm substâncias como mercúrio e chumbo que contaminam o solo e os lençóis freáticos.
Portanto, atitudes que superestimam o progresso e a expansão econômica, porém com ação deletéria na natureza, prejudicam diretamente a saúde dos seres humanos. Diante disso, é preciso que o poder público crie leis que obriguem tanto a população a fazer a triagem do lixo que produz quanto as lojas a receberem produtos já velhos que venderam à população com o objetivo de darem a destinação correta a eles. Evidentemente, se não houver equipes de fiscalização e investigação dos descartes realizados, todo esse trabalho será em vão e o planeta continuará padecendo alterações pela negligência humana.
(Texto adaptado) MATOS, João. Capitalismo selvagem, consumismo e negligência. Redação Mania. Disponível em: https://redacaomania.com/redacao-sobre-meio-ambiente. Acesso em: 02 out. 2019.
O título do texto, “Capitalismo selvagem, consumismo e negligência”, aborda esses três aspectos ao longo de sua exposição.
De acordo com o valor semântico desses termos, é correto afirmar que eles estão exemplificados no texto, respectivamente, nas seguintes situações:
Questão 11 10135908
CMM 1º Ano - Língua Portuguesa 2019TEXTO IV
Redes sociais mais populares no Brasil

Fonte: https://www.todamateria.com.br/redes-sociais/.
TEXTO V

Fonte: https://macmagazine.uol.com.br/post/2018/09/29/como-usar-o-recurso-tempo-de- uso-do-ios-12-para-melhorar-sua-relacao-com-o-iphone/
TEXTO VI
Tempo gasto com celular preocupa adolescentes e pais, mostra pesquisa
Publicado em 28/08/2018 - 07:06
Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília
O crescimento do uso de tecnologias digitais gera preocupações dos próprios usuários com os excessos do tempo que é gasto com esses dispositivos. Pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que mais da metade dos adolescentes entrevistados (54%) consideram passar muito tempo com o celular. O levantamento foi uma iniciativa do centro de pesquisas Pew Research Center. Foram entrevistados 743 meninos e meninas de 13 a 17 anos e 1.058 pais de diversas regiões do país.
Quase metade dos jovens ouvidos (44%) disse checar o telefone assim que acorda para verificar o recebimento de novas mensagens. Segundo os dados, 28% relataram que agem assim de vez em quando. O tempo navegado em redes sociais foi objeto de preocupação de 41% dos adolescentes consultados. No caso de videogames, o percentual caiu para 26%. Do total, 58% comentaram sentir que devem responder a uma mensagem enviada, sendo 18% frequentemente e 40% em alguns momentos.
[...]
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2018-08/tempo-gasto-com- celular-preocupa-adolescentes-e-pais-mostra-pesquisa.
Com base na leitura do gráfico que constitui o texto IV, pode-se deduzir que:
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