Questões de EFAF Geografia - Brasil - Aspectos Socioeconômicos
1.018 Questões
Questão 5 10727313
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática (Prova 1) 2017
Fonte: Revista Saúde é Vital Dezembro, 2014. (Adaptado)
De acordo com a informação acima, é correto afirmar que, o total de estados cujo número de comunidades negras rurais e quilombolas é múltiplo de 3 ou 5 é de:
Observação: Não contar duas vezes o mesmo número
Questão 3 10727310
CMJF 6° Ano - Prova de Matemática (Prova 1) 2017A Região Norte é formada pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Fonte: Revista Recreio n° 905, 13/07/2017.
Segundo as informações acima, podemos dizer que a população da Região Norte é de:
Questão 15 10698559
CMRJ 6° Ano - Português 2017Texto

Couro Vegetal
É um material à base de látex natural, extraído das seringueiras nativas da floresta amazônica e confeccionado pelo processo tradicional dos seringueiros em suas moradas na floresta.
Do "Encauchado" ao Couro Vegetal
Os seringueiros desde o início aproveitaram o látex para confeccionar artigos para o próprio uso como a bolsa "capanga", os sapatos de seringa e o saco encauchado: o procedimento do saco encauchado deu origem ao couro vegetal, um tecido de algodão banhado em látex, defumado e vulcanizado em estufas especiais.
Maior agregação de valor
A produção das lâminas de couro vegetal permite uma maior agregação de valor na colocação do seringueiro, comparado com os métodos tradicionais de beneficiamento do látex. Antes o seringueiro ganhava cerca de R$ 1,50 por quilo de borracha seca, utilizando 3,3 litros de látex. Hoje ele ganha R$ 3,00 para cada lâmina de couro vegetal, utilizando 1,3 litros de látex por lâmina.
Qualidade e inocuidade ecológica
Pesquisas foram feitas no sentido de melhorar a durabilidade e qualidade do couro vegetal a fim de atender às exigências do mercado. Hoje o couro vegetal é um material de boa qualidade, internacionalmente reconhecido como um produto ecologicamente inócuo. A comercialização dos produtos de couro vegetal se tornou um motivo de esperança para a melhoria da vida dos seringueiros, sua permanência na floresta e o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Adquirindo os produtos Seringueira, além de colaborar para a preservação da Amazônia e evitar a matança de animais, você está gerando melhores condições de vida e saúde para o povo da floresta.
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Glossário:
• látex: seiva da seringueira
• vulcanizado: que passou pela vulcanização, ou seja, processo de tratamento da borracha
• inocuidade: característica do que é inócuo, inofensivo
Disponível em www.amazonlink.org/seringueira (Adaptado. Acesso em 11/09/2017.)
Na frase “Adquirindo os produtos da Seringueira /.../ você estará gerando melhores condições de vida e saúde para o povo da floresta”, o segmento sublinhado expressa a ideia de
Questão 24 10579856
Colégio Embraer 2017Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as cidades com população de até 500 mil habitantes, consideradas de médio porte, apresentaram os maiores índices de crescimento de 2000 a 2015.
(http://economia.estadao.com.br/blogs/coluna-do-broad/cidades-medias-foram-as-que-mais-cresceram-nos-ultimos-15-anos/. Acesso em 11.ago.2017. Adaptado)
O forte crescimento das cidades médias deve-se, dentre outros fatores,
Questão 52 10555714
SENAI 1° Ano - CGE 2137 2017/2O trecho abaixo se refere à questão.
Especialistas em oceanografia geológica começaram a estudar os sedimentos da costa capixaba, junto à foz do Rio Doce, por volta de cinco anos atrás. Um dos objetivos era ter uma base para estabelecer planos de manejo dessa região, na qual duas das principais fontes de aporte econômico estão em oposição ecológica: a pesca e a extração de petróleo.
Fonte: Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2016/01/12/os-danos-escondidos-na-lama/.
Acesso em: 1 fev. 2016.
Qual a oposição ecológica entre as fontes econômicas citadas no texto?
Questão 12 10554960
SENAI 1° Ano - CGE 2137 2017/2O texto abaixo se refere à questão.
Inferno ou paraíso. Esses são dois dos conceitos que norteiam a construção de grande parte dos discursos sobre a Amazônia. Generalistas, resumem muitos dos preconceitos encontrados na percepção usual que a população brasileira tem da região. Essa percepção reflete o discurso dos veículos de comunicação e livros didáticos, que subestimam a realidade plural da Amazônia e não contemplam, por exemplo, a enorme variedade ecológica, as múltiplas organizações sociais ou os diferentes modelos de exploração econômica. (...)
A geógrafa Magali Bueno defende que as coberturas jornalística e didática só poderiam minimizar as generalizações e preconceitos se fossem pautadas por enfoques mais específicos. “Não é possível fazer uma matéria sobre ‘a’ Amazônia. Seria mais coerente discorrer sobre ‘uma das amazônias’ possíveis: há a Amazônia de Manaus, a do sul do Pará, a de uma comunidade indígena específica, a de um grupo de garimpeiros”.
Fonte: LOBATO, J. A Amazônia no senso comum: riqueza ignorada. In: Ciência Hoje On-Line.
adaptado de: Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/sociologia-e-antropologia/a-amazonia-no-senso-comum-riqueza-ignorada. Acesso em: 8 fev. 2016.
O tema central do texto
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