Questões de EFAF Geografia
8.144 Questões
Questão 10 15477889
CMRJ 6 Ano Português 2021A fuga da classe A para o interior
Famílias mais abastadas deixam as metrópoles brasileiras em busca de uma vida mais tranquila - e aquecema economia das cidades menores
Henrique Gomes Batista e Sérgio Matsuura
Nos primeiros dez dias de 2021, Eduardo Xambre Henrique Filho, de 10 anos, não tocou em
seu videogame ou tablet. Preferiu andar de bicicleta e curtir o bosque da nova residência da família,
que trocou um confortável apartamento no Brooklin, bairro nobre da Zona Sul paulistana, por uma
casa em um condomínio fechado na região de Valinhos, a 90 quilômetros da capital paulista. A
[5] mudança de comportamento do filho foi um dos elementos que fizeram seu pai, o diretor comercial
Eduardo Xambre Henrique, de 41 anos, aproveitar as vantagens do home office para buscar qualidade
de vida longe da metrópole, movimento que tem se intensificado - sobretudo quando se trata da
população com maior poder aquisitivo. Após um 2020 de "test drive" no campo ou na praia, durante
a quarentena, a mudança definitiva de CEP já provoca transformações no mercado imobiliário e na
[10] dinâmica das cidades menores.
As razões para a mudança são variadas. Além da qualidade de vida, há a busca por mais
segurança, mais espaço e conforto diante da possibilidade de novos períodos de confinamento e até
mesmo a economia de gastos em razão do menor custo de vida no interior. O movimento, mais
pronunciado em São Paulo e no Rio de Janeiro, também ocorre em capitais menores, como Porto
[15] Alegre, Natal e Fortaleza. Todos os motivos da retirada, no entanto, só puderam ser viabilizados
devido a uma mudança maior: a do mercado de trabalho, que agora deve adotar, na maioria dos
setores, o padrão híbrido, aliando os modelos presencial e remoto. "Eu tinha essa vontade de morar
no interior há alguns anos, mas a questão de home office ajudou a impulsionar a decisão", afirmou
Henrique, que trabalha em uma multinacional europeia e adquiriu uma casa que tem mais que о
[20] dobro da área útil de seu apartamento, além de uma vasta área verde. "São Paulo agora é para fazer
turismo, visitar amigos e familiares."
O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo
(CNC), Fabio Bentes, avalia que, embora o movimento esteja concentrado nas faixas de renda mais
altas, já é possível notar uma desconcentração e uma pulverização populacional dos grandes centros.
[25] "E um dos primeiros sinais está no mercado imobiliário", ponderou. Em Petrópolis, cidade da Região
Serrana do Rio de Janeiro, os reflexos da chegada de novos moradores já são percebidos no
aumento das vendas de imóveis. Dados da prefeitura mostram que até outubro do ano passado, о
último balanço disponível, num período de crise econômica, o recolhimento do Imposto sobre
Transmissão de Bens Imóveis - pago após a compra de um imóvel - havia chegado a R$ 17,3
[30] milhões no ano, acima da meta do município para 2020, de R$ 16 milhões. Imobiliárias e corretores
de imóveis da cidade confirmam o bom momento e relatam uma mudança no perfil dos
compradores após a pandemia. Se antes a busca era por uma casa de veraneio, agora eles procuram
um novo endereço para morar.
Marcos Labanca, empresário do ramo imobiliário petropolitano, contou que os resultados de
[35] 2020 estão entre os melhores de sua empresa, com mais de 70 vendas, o dobro de um ano normal. E
a expectativa é que o mercado continue aquecido em 2021, com mais famílias se mudando para a
cidade em busca de qualidade de vida. "Acho que as pessoas concluíram que ficar em isolamento
dentro de um apartamento é complicado, é monótono. Então, passaram a procurar lugares para
morar com um gramado, onde dá para ver o céu, com menos gente", disse Labanca. "E, claro, os
[40] juros baixos ajudaram muito. Já está difícil encontrar uma casa boa para comprar aqui." Segundo
Fabrício Junqueira, delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro para
a região, entre maio e agosto a procura em sites de imobiliárias por imóveis no município aumentou,
em média, 300% em relação ao mesmo período de 2019. "Quando começou a pandemia, nós
ficamos muito preocupados, mas em abril houve uma explosão na locação por temporada, e logo
[45] depois a conversão em vendas de imóveis", lembrou o corretor.
O movimento migratório, apesar de não ser ainda de "massa", já provoca efeitos nos dados
do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os últimos levantamentos mostram
uma recuperação mais rápida do mercado de trabalho em cidades do interior, em comparação com
as capitais. No caso específico do Rio de Janeiro, dos 92 municípios do estado, o Rio está na 61a
posição no ranking de geração de empregos formais ente agosto e novembro de 2020, com variação
positiva de 1,2%. Petrópolis está em 16°, com taxa de 3,5%.
Marden Campos, professor [...] da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ressaltou
[50] que as cidades que começaram a receber o novO fluxo de moradores geralmente já têm
infraestrutura em decorrência do turismo, como é o caso [...] de Petrópolis. Por isso, conseguem
atender às necessidades de serviços de pessoas de fora. "Mas elas acabam ganhando um dinamismo
econômico. E isso está acontecendo, principalmente na área de construção." Especialista em fluxos
migratórios, Campos afirmou, porém, que, apesar de ainda não ser possível mensurar a dimensão do
[55] fenômeno, será improvável que ele adquira escala nacional, em razão da limitação de renda [...]. Além
disso, nem todas as áreas podem oferecer sistemas híbridos a seus funcionários, sobretudo as
categorias de base do setor de serviços, em que impera, muitas vezes, o trabalho presencial. Mas, nas
cidades onde o movimento já ocorre, a tendência é aumentar.
(Adaptado de https://oglobo.globo.com/epoca/sociedade/a-fuga-da-classe-a-para-o-interior-1- 24889132?versao=amp)
O TEXTO vincula a mudança de cidade às possibilidades de certo estrato da sociedade. Essa vinculação
Questão 9 15477886
CMRJ 6 Ano Português 2021A fuga da classe A para o interior
Famílias mais abastadas deixam as metrópoles brasileiras em busca de uma vida mais tranquila - e aquecema economia das cidades menores
Henrique Gomes Batista e Sérgio Matsuura
Nos primeiros dez dias de 2021, Eduardo Xambre Henrique Filho, de 10 anos, não tocou em
seu videogame ou tablet. Preferiu andar de bicicleta e curtir o bosque da nova residência da família,
que trocou um confortável apartamento no Brooklin, bairro nobre da Zona Sul paulistana, por uma
casa em um condomínio fechado na região de Valinhos, a 90 quilômetros da capital paulista. A
[5] mudança de comportamento do filho foi um dos elementos que fizeram seu pai, o diretor comercial
Eduardo Xambre Henrique, de 41 anos, aproveitar as vantagens do home office para buscar qualidade
de vida longe da metrópole, movimento que tem se intensificado - sobretudo quando se trata da
população com maior poder aquisitivo. Após um 2020 de "test drive" no campo ou na praia, durante
a quarentena, a mudança definitiva de CEP já provoca transformações no mercado imobiliário e na
[10] dinâmica das cidades menores.
As razões para a mudança são variadas. Além da qualidade de vida, há a busca por mais
segurança, mais espaço e conforto diante da possibilidade de novos períodos de confinamento e até
mesmo a economia de gastos em razão do menor custo de vida no interior. O movimento, mais
pronunciado em São Paulo e no Rio de Janeiro, também ocorre em capitais menores, como Porto
[15] Alegre, Natal e Fortaleza. Todos os motivos da retirada, no entanto, só puderam ser viabilizados
devido a uma mudança maior: a do mercado de trabalho, que agora deve adotar, na maioria dos
setores, o padrão híbrido, aliando os modelos presencial e remoto. "Eu tinha essa vontade de morar
no interior há alguns anos, mas a questão de home office ajudou a impulsionar a decisão", afirmou
Henrique, que trabalha em uma multinacional europeia e adquiriu uma casa que tem mais que о
[20] dobro da área útil de seu apartamento, além de uma vasta área verde. "São Paulo agora é para fazer
turismo, visitar amigos e familiares."
O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo
(CNC), Fabio Bentes, avalia que, embora o movimento esteja concentrado nas faixas de renda mais
altas, já é possível notar uma desconcentração e uma pulverização populacional dos grandes centros.
[25] "E um dos primeiros sinais está no mercado imobiliário", ponderou. Em Petrópolis, cidade da Região
Serrana do Rio de Janeiro, os reflexos da chegada de novos moradores já são percebidos no
aumento das vendas de imóveis. Dados da prefeitura mostram que até outubro do ano passado, о
último balanço disponível, num período de crise econômica, o recolhimento do Imposto sobre
Transmissão de Bens Imóveis - pago após a compra de um imóvel - havia chegado a R$ 17,3
[30] milhões no ano, acima da meta do município para 2020, de R$ 16 milhões. Imobiliárias e corretores
de imóveis da cidade confirmam o bom momento e relatam uma mudança no perfil dos
compradores após a pandemia. Se antes a busca era por uma casa de veraneio, agora eles procuram
um novo endereço para morar.
Marcos Labanca, empresário do ramo imobiliário petropolitano, contou que os resultados de
[35] 2020 estão entre os melhores de sua empresa, com mais de 70 vendas, o dobro de um ano normal. E
a expectativa é que o mercado continue aquecido em 2021, com mais famílias se mudando para a
cidade em busca de qualidade de vida. "Acho que as pessoas concluíram que ficar em isolamento
dentro de um apartamento é complicado, é monótono. Então, passaram a procurar lugares para
morar com um gramado, onde dá para ver o céu, com menos gente", disse Labanca. "E, claro, os
[40] juros baixos ajudaram muito. Já está difícil encontrar uma casa boa para comprar aqui." Segundo
Fabrício Junqueira, delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro para
a região, entre maio e agosto a procura em sites de imobiliárias por imóveis no município aumentou,
em média, 300% em relação ao mesmo período de 2019. "Quando começou a pandemia, nós
ficamos muito preocupados, mas em abril houve uma explosão na locação por temporada, e logo
[45] depois a conversão em vendas de imóveis", lembrou o corretor.
O movimento migratório, apesar de não ser ainda de "massa", já provoca efeitos nos dados
do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os últimos levantamentos mostram
uma recuperação mais rápida do mercado de trabalho em cidades do interior, em comparação com
as capitais. No caso específico do Rio de Janeiro, dos 92 municípios do estado, o Rio está na 61a
posição no ranking de geração de empregos formais ente agosto e novembro de 2020, com variação
positiva de 1,2%. Petrópolis está em 16°, com taxa de 3,5%.
Marden Campos, professor [...] da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ressaltou
[50] que as cidades que começaram a receber o novO fluxo de moradores geralmente já têm
infraestrutura em decorrência do turismo, como é o caso [...] de Petrópolis. Por isso, conseguem
atender às necessidades de serviços de pessoas de fora. "Mas elas acabam ganhando um dinamismo
econômico. E isso está acontecendo, principalmente na área de construção." Especialista em fluxos
migratórios, Campos afirmou, porém, que, apesar de ainda não ser possível mensurar a dimensão do
[55] fenômeno, será improvável que ele adquira escala nacional, em razão da limitação de renda [...]. Além
disso, nem todas as áreas podem oferecer sistemas híbridos a seus funcionários, sobretudo as
categorias de base do setor de serviços, em que impera, muitas vezes, o trabalho presencial. Mas, nas
cidades onde o movimento já ocorre, a tendência é aumentar.
(Adaptado de https://oglobo.globo.com/epoca/sociedade/a-fuga-da-classe-a-para-o-interior-1- 24889132?versao=amp)
A migração para cidades do interior é exemplificada, em certo momento do TEXTO, com a cidade de Petrópolis. Assinale a alternativa em que a expressão destacada retoma uma cidade que não seja necessariamente Petrópolis:
Questão 8 15477863
CMRJ 6 Ano Português 2021A fuga da classe A para o interior
Famílias mais abastadas deixam as metrópoles brasileiras em busca de uma vida mais tranquila - e aquecema economia das cidades menores
Henrique Gomes Batista e Sérgio Matsuura
Nos primeiros dez dias de 2021, Eduardo Xambre Henrique Filho, de 10 anos, não tocou em
seu videogame ou tablet. Preferiu andar de bicicleta e curtir o bosque da nova residência da família,
que trocou um confortável apartamento no Brooklin, bairro nobre da Zona Sul paulistana, por uma
casa em um condomínio fechado na região de Valinhos, a 90 quilômetros da capital paulista. A
[5] mudança de comportamento do filho foi um dos elementos que fizeram seu pai, o diretor comercial
Eduardo Xambre Henrique, de 41 anos, aproveitar as vantagens do home office para buscar qualidade
de vida longe da metrópole, movimento que tem se intensificado - sobretudo quando se trata da
população com maior poder aquisitivo. Após um 2020 de "test drive" no campo ou na praia, durante
a quarentena, a mudança definitiva de CEP já provoca transformações no mercado imobiliário e na
[10] dinâmica das cidades menores.
As razões para a mudança são variadas. Além da qualidade de vida, há a busca por mais
segurança, mais espaço e conforto diante da possibilidade de novos períodos de confinamento e até
mesmo a economia de gastos em razão do menor custo de vida no interior. O movimento, mais
pronunciado em São Paulo e no Rio de Janeiro, também ocorre em capitais menores, como Porto
[15] Alegre, Natal e Fortaleza. Todos os motivos da retirada, no entanto, só puderam ser viabilizados
devido a uma mudança maior: a do mercado de trabalho, que agora deve adotar, na maioria dos
setores, o padrão híbrido, aliando os modelos presencial e remoto. "Eu tinha essa vontade de morar
no interior há alguns anos, mas a questão de home office ajudou a impulsionar a decisão", afirmou
Henrique, que trabalha em uma multinacional europeia e adquiriu uma casa que tem mais que о
[20] dobro da área útil de seu apartamento, além de uma vasta área verde. "São Paulo agora é para fazer
turismo, visitar amigos e familiares."
O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo
(CNC), Fabio Bentes, avalia que, embora o movimento esteja concentrado nas faixas de renda mais
altas, já é possível notar uma desconcentração e uma pulverização populacional dos grandes centros.
[25] "E um dos primeiros sinais está no mercado imobiliário", ponderou. Em Petrópolis, cidade da Região
Serrana do Rio de Janeiro, os reflexos da chegada de novos moradores já são percebidos no
aumento das vendas de imóveis. Dados da prefeitura mostram que até outubro do ano passado, о
último balanço disponível, num período de crise econômica, o recolhimento do Imposto sobre
Transmissão de Bens Imóveis - pago após a compra de um imóvel - havia chegado a R$ 17,3
[30] milhões no ano, acima da meta do município para 2020, de R$ 16 milhões. Imobiliárias e corretores
de imóveis da cidade confirmam o bom momento e relatam uma mudança no perfil dos
compradores após a pandemia. Se antes a busca era por uma casa de veraneio, agora eles procuram
um novo endereço para morar.
Marcos Labanca, empresário do ramo imobiliário petropolitano, contou que os resultados de
[35] 2020 estão entre os melhores de sua empresa, com mais de 70 vendas, o dobro de um ano normal. E
a expectativa é que o mercado continue aquecido em 2021, com mais famílias se mudando para a
cidade em busca de qualidade de vida. "Acho que as pessoas concluíram que ficar em isolamento
dentro de um apartamento é complicado, é monótono. Então, passaram a procurar lugares para
morar com um gramado, onde dá para ver o céu, com menos gente", disse Labanca. "E, claro, os
[40] juros baixos ajudaram muito. Já está difícil encontrar uma casa boa para comprar aqui." Segundo
Fabrício Junqueira, delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro para
a região, entre maio e agosto a procura em sites de imobiliárias por imóveis no município aumentou,
em média, 300% em relação ao mesmo período de 2019. "Quando começou a pandemia, nós
ficamos muito preocupados, mas em abril houve uma explosão na locação por temporada, e logo
[45] depois a conversão em vendas de imóveis", lembrou o corretor.
O movimento migratório, apesar de não ser ainda de "massa", já provoca efeitos nos dados
do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os últimos levantamentos mostram
uma recuperação mais rápida do mercado de trabalho em cidades do interior, em comparação com
as capitais. No caso específico do Rio de Janeiro, dos 92 municípios do estado, o Rio está na 61a
posição no ranking de geração de empregos formais ente agosto e novembro de 2020, com variação
positiva de 1,2%. Petrópolis está em 16°, com taxa de 3,5%.
Marden Campos, professor [...] da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ressaltou
[50] que as cidades que começaram a receber o novO fluxo de moradores geralmente já têm
infraestrutura em decorrência do turismo, como é o caso [...] de Petrópolis. Por isso, conseguem
atender às necessidades de serviços de pessoas de fora. "Mas elas acabam ganhando um dinamismo
econômico. E isso está acontecendo, principalmente na área de construção." Especialista em fluxos
migratórios, Campos afirmou, porém, que, apesar de ainda não ser possível mensurar a dimensão do
[55] fenômeno, será improvável que ele adquira escala nacional, em razão da limitação de renda [...]. Além
disso, nem todas as áreas podem oferecer sistemas híbridos a seus funcionários, sobretudo as
categorias de base do setor de serviços, em que impera, muitas vezes, o trabalho presencial. Mas, nas
cidades onde o movimento já ocorre, a tendência é aumentar.
(Adaptado de https://oglobo.globo.com/epoca/sociedade/a-fuga-da-classe-a-para-o-interior-1- 24889132?versao=amp)
Segundo o TEXTO, a migração para cidades do interior foi consequência direta
Questão 50 15406485
FIRJAN 2021Brasil reconhece mais 7,7 mil venezuelanos como refugiados
Aplicação de procedimento facilitado alcança cerca de 46 mil pessoas. Brasil tem o maior número de venezuelanos reconhecidos como refugiados na América Latina

A população refugiada no Brasil é bastante diversificada (...) ao todo são cerca de 50 mil pessoas de 55 países diferentes, sendo que os venezuelanos representam 90% desse total.
As autoridades brasileiras estimam aproximadamente 260 mil venezuelanos vivem atualmente no país. O fluxo de refugiados e migrantes vindos da Venezuela é o maior êxodo da história recente da América Latina e a ONU estima que mais de cinco milhões de pessoas venezuelanas já deixaram seu país de origem.
Disponível em: https://www.acnur.org/portugues/2020/08/28/brasil-reconhece-mais-77-mil-venezuelanos-como-refugiados/Acessado em: 10/11/2020
O estado de Roraima é o que mais tem sentido os impactos da crise no país vizinho, onde faltam medicamentos, atenção sanitária e alimentos. Em 2018, um grupo de moradores de Pacaraima (RR), cidade que faz fronteira com a Venezuela, incendiou acampamentos de imigrantes e os expulsaram.
Uma das maiores dificuldades enfrentadas por refugiados e imigrantes no país de destino é o acolhimento e a integração local.
A resistência que estes estrangeiros encontram entre a população local denominamos
Questão 48 15406482
FIRJAN 2021Leia o texto abaixo para responder à questão:
Pesquisa revela como idosos encaram o avanço da idade
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa média de vida do brasileiro é de 77 anos. De 1940 a 2020, a expectativa média aumentou em 167%. Isso porque, seguindo a tendência mundial de redução das taxas de natalidade e número de óbitos, a idade média do brasileiro passou de 45,5 anos, em 1940, para 78 anos, em 2020 (IBGE).

Fomentada pelo desenvolvimento econômico e por avanços tecnológicos, tanto na medicina quanto no saneamento básico, essa transição demográfica aumentou a expectativa de vida da população e vem redefinindo o significado de "terceira idade". Mais ativos do que nunca, homens e mulheres com mais de 55 anos não só vivem mais, como vivem melhor. É o que aponta a pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), em parceria com a Bayer.
Adaptado de: https://gazetamt.com.br/28/10/2017/longevidade-pesquisa-revela-como-idosos-encaram-o-avanco-da-idade/ Acesso em 04/11/2020
As transições demográficas ocorrem quando há mudanças significativas na dinâmica do crescimento populacional, decorrente dos avanços da medicina, urbanização, desenvolvimento de novas tecnologias, taxas de natalidade e outros fatores. O processo de transição demográfica ocorre tanto no Brasil, quanto em outros países, tendo se consolidado de forma mais notória em alguns países da Europa
Demografia: área do conhecimento que estuda a dinâmica das populações
Identifique a alternativa que demonstra uma transição demográfica.
Questão 45 15406478
FIRJAN 2021Identifique os itens que se relacionam com as características do Pantanal.
I. Apesar de ser o menor bioma em extensão territorial do Brasil, é considerado uma das maiores planícies alagadas do mundo.
II. Tem solo e hidrografia semelhantes aos da Caatinga.
III. Esse bioma abrange o território dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
IV. É um bioma com grande biodiversidade, compreende a bacia hidrográfica do Rio Paraguai e o clima predominante é o tropical.
Assinale a alternativa CORRETA
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)