Questões de EFAF Geografia
8.144 Questões
Questão 32 10850865
COLUNI/UFV 1° Dia 2023/1Analise a imagem e o texto a seguir.
UFV COMEMORA SUCESSO DE PÚBLICO NA SEMANA DO FAZENDEIRO.

Evento volta a acontecer presencialmente após dois anos de pausa
A Semana do Fazendeiro, o maior evento de extensão da UFV, esteve de volta ao campus Viçosa, com atividades presenciais na semana de 13 a 19 de agosto de 2022. A programação contou com atrações para todas as idades.
Com o tema “Plantar, Cuidar, Florescer: Sonhos, Conquistas, Vidas”, a 92a Semana do Fazendeiro ofertou 262 oportunidades de capacitação em diversas áreas, como bovinocultura, cafeicultura, controle de pragas, processamento de alimentos e produção artesanal.
Uma das atrações mais visitadas é a mini fazenda [...]. Diversas escolas de Viçosa e região levaram seus alunos para uma visita guiada ao espaço.
Fonte. Jornal Folha da Mata. Viçosa. Ano LIX n. 2778, 18/08/2022, p. 6. (Adaptado)
Sobre a Semana do Fazendeiro, que ocorreu no campus da UFV e sobre a agricultura brasileira, é CORRETO afirmar:
Questão 17 10777768
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2023TEXTO
Quanto custa para completar o álbum da Copa 2022?

No Brasil, onde diariamente 40 milhões de figurinhas foram vendidas em média antes da Copa do Mundo de 2018, cada pacote agora sai por R$ 4 (US$ 0,78), o dobro de quatro anos atrás.
Colecionar álbuns de figurinhas da Copa do Mundo da Fifa – um hobby de longa data dos fãs de futebol – deve ser mais caro do que nunca neste ano devido à inflação global.
Antes do evento no Catar em novembro, a empresa italiana Panini aumentou os preços dos pacotes contendo cinco adesivos em 12,5% no Reino Unido. Agora, o custo para preencher o álbum de 670 figurinhas é cerca de 870 libras (US$ 1.014).
A Panini lançou seu primeiro álbum da Copa do Mundo antes da edição de 1970 no México. Desde então, atraiu crianças e adultos que se reúnem em casa, nas ruas, e agora online, para troca de repetidas em busca de completar suas coleções de figurinhas. A empresa alcançou US$ 1 bilhão em vendas em 2018, tendo como pano de fundo um ano forte de Copa do Mundo.
Durante a Copa de 2018, um matemático da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, calculou que um fã precisaria comprar 4.832 figurinhas em média para completar o álbum. Isso custaria 774 libras ao colecionador.
No Brasil, onde diariamente 40 milhões de figurinhas foram vendidas em média antes da Copa do Mundo de 2018, cada pa-cote agora sai por R$ 4 (US$ 0,78), o dobro de quatro anos atrás. Isso elevaria o custo para completar o álbum para R$ 3.865, 1,5 vezes a renda média mensal do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Nos Estados Unidos, onde 50 pacotes são vendidos por US$ 62 na Amazon.com e US$ 72 no Walmart, completar o álbum poderia custar US$ 1.160, cerca de US$ 150 a mais do que em 2018.
A Panini, que produz álbuns de figurinhas desde 1961, também lançou figurinhas raras em homenagem a 20 craques. Um cartão com o argentino Lionel Messi é vendido por US$ 490 no eBay Inc.. Enquanto isso, Neymar e Cristiano Ronaldo podem ser encontrados por quase US$ 400.
Esta não é a primeira vez que os aumentos de preços estão nas manchetes. Em 2018, a editora aumentou os preços em até 60% no Reino Unido e 100% no Brasil em relação ao custo de 2014. A Panini não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Fonte: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/08/31/completar-o-album-da-copa-do-mundo-pode-custar-quase-r-4000.ghtml
Dentre os trechos abaixo, que foram retirados do texto, identifique aquele em que a(s) vírgula(s) foi/foram utilizada(s) para isolar uma oração adjetiva.
Questão 16 10777766
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2023TEXTO
Quanto custa para completar o álbum da Copa 2022?

No Brasil, onde diariamente 40 milhões de figurinhas foram vendidas em média antes da Copa do Mundo de 2018, cada pacote agora sai por R$ 4 (US$ 0,78), o dobro de quatro anos atrás.
Colecionar álbuns de figurinhas da Copa do Mundo da Fifa – um hobby de longa data dos fãs de futebol – deve ser mais caro do que nunca neste ano devido à inflação global.
Antes do evento no Catar em novembro, a empresa italiana Panini aumentou os preços dos pacotes contendo cinco adesivos em 12,5% no Reino Unido. Agora, o custo para preencher o álbum de 670 figurinhas é cerca de 870 libras (US$ 1.014).
A Panini lançou seu primeiro álbum da Copa do Mundo antes da edição de 1970 no México. Desde então, atraiu crianças e adultos que se reúnem em casa, nas ruas, e agora online, para troca de repetidas em busca de completar suas coleções de figurinhas. A empresa alcançou US$ 1 bilhão em vendas em 2018, tendo como pano de fundo um ano forte de Copa do Mundo.
Durante a Copa de 2018, um matemático da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, calculou que um fã precisaria comprar 4.832 figurinhas em média para completar o álbum. Isso custaria 774 libras ao colecionador.
No Brasil, onde diariamente 40 milhões de figurinhas foram vendidas em média antes da Copa do Mundo de 2018, cada pa-cote agora sai por R$ 4 (US$ 0,78), o dobro de quatro anos atrás. Isso elevaria o custo para completar o álbum para R$ 3.865, 1,5 vezes a renda média mensal do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Nos Estados Unidos, onde 50 pacotes são vendidos por US$ 62 na Amazon.com e US$ 72 no Walmart, completar o álbum poderia custar US$ 1.160, cerca de US$ 150 a mais do que em 2018.
A Panini, que produz álbuns de figurinhas desde 1961, também lançou figurinhas raras em homenagem a 20 craques. Um cartão com o argentino Lionel Messi é vendido por US$ 490 no eBay Inc.. Enquanto isso, Neymar e Cristiano Ronaldo podem ser encontrados por quase US$ 400.
Esta não é a primeira vez que os aumentos de preços estão nas manchetes. Em 2018, a editora aumentou os preços em até 60% no Reino Unido e 100% no Brasil em relação ao custo de 2014. A Panini não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Fonte: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2022/08/31/completar-o-album-da-copa-do-mundo-pode-custar-quase-r-4000.ghtml
Indique a única alternativa que traz uma informação CORRETA com base no texto.
Questão 44 10774530
IFMG 2023/2Após atrasos, Censo terá divulgação em 28 de junho
Nova data foi confirmada pelo IBGE; etapa de apuração dos dados, que prevê coletas pontuais, segue até 28 de maio. Por: VIECELI, Leonardo. In: Cotidiano; Folha de São Paulo; Rio de Janeiro, 3 de maio de 2023.
O Censo Demográfico costuma ser realizado a cada dez anos e a última versão foi realizada em 2010. A edição atual estava prevista para 2020 mas foi adiada pelas restrições da pandemia de Covid-19. Em 2021 houve um novo adiamento, em razão do corte orçamentário para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que ainda foi alvo de fakenews, deslegitimando sua prestação de serviço e prejudicando o trabalho dos recenseadores.
A respeito do trabalho realizado no Censo Demográfico, assinale a alternativa mais apropriada:
Questão 37 10773713
IFMG 2023/1Leia o texto a seguir para responder à questão.
Êxodo urbano
O desafio de não levar para o campo o padrão desordenado das cidades
O "êxodo urbano" é uma realidade em várias localidades turísticas do Brasil e do mundo. Seja como mudança definitiva de moradia ou como opção de lazer nos finais de semana e feriados, os novos endereços rurais se multiplicam em pequenas chácaras e sítios ou grandes condomínios de padrão financeiro cada vez maior.
A busca por melhor qualidade de vida, com menos poluição e violência e mais tranquilidade, é legítima e, a princípio, pode ajudar a dinamizar as economias locais, levando benefícios para todos os envolvidos. Na prática, no entanto, tem ocorrido intensa degradação ambiental e crescimento desordenado, criando as bases para transformar sonhos individuais em pesadelos coletivos.
Com relação a condomínios e loteamentos, por exemplo, é preciso ter cuidados extras, como prover toda a estrutura de acessos e ruas no padrão exigido em lei e nos Planos Diretores Municipais (PDMs), como energia elétrica, abastecimento de água e tratamento de esgoto. "O dono do condomínio tem que oferecer toda a infraestrutura, não pode ficar no colo do município. As prefeituras só podem aprovar com essa garantia", pondera Dalva Ringuier, diretora-executiva do Consórcio Público Intermunicipal de Desenvolvimento do Território do Caparaó.
A orientação para quem está pensando em deixar a cidade é procurar a secretaria de meio ambiente da localidade de interesse, onde todas as informações sobre os trâmites necessários serão fornecidas. E quem já comprou propriedades rurais sem as devidas licenças precisa se regularizar e se informar sobre as leis ambientais, evitando multas e, principalmente, a destruição do meio ambiente.
Disponível em: https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/exodo-urbano-o-desafio-de-nao-levar-para-o-campo-o-padrao-desordenado-das-cidades. Acesso em: 16 out. 2022. Adaptado.
O Sistema Solar é formado pelo Sol e por um imenso conjunto de corpos celestes que se encontram sob a sua influência gravitacional.
Considere as afirmações seguintes e identifique a CORRETA.
Questão 3 10772568
IFMG 2023/1Leia o texto a seguir.
MST passa por 'rebranding' e se aproxima das cidades e da classe média
Movimento centra esforços em bandeiras como agroecologia e busca ganhar escala na produção
Por Fernanda Brigat
Quem percorre ruas, praças e comércios no centro de São Paulo dificilmente escapará de encontrar alguém usando bonés vermelhos com uma imagem já bastante conhecida: um homem segura um facão, ao lado de uma mulher, com o mapa do Brasil ao fundo. Apesar da distância do conglomerado urbano em relação ao campo, a peça é o símbolo do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o MST.
A popularização do boné reflete uma mudança de estratégia que se intensificou nos últimos dez anos, com o movimento centrando esforços na produção de alimentos, na bandeira da agroecologia e na aproximação das cidades e das classes médias. Mesmo o boné ganhou outras cores, como preto, verde, bege e com o arco-íris da bandeira LGBT+.
"Os ricos sempre nos odiaram e isso não vai mudar. A classe média já esteve contra nós, mas agora ela está a favor. Nós pegamos a classe média pela agroecologia, o arroz, a Bela Gil", diz João Pedro Stédile, dirigente e um dos fundadores do MST. A agroecologia prevê um modelo de agricultura sustentável, sem o uso de agrotóxicos ou defensivos agrícolas, e que preserve o entorno.
"O MST vem atualizando seu programa permanentemente, porém, de 2014 para cá, houve uma inflexão, uma vontade política maior por conta das mudanças no capitalismo, na agricultura e, sobretudo, nos crimes ambientais", afirma Stédile.
Outra aposta do movimento é o mercado financeiro. Em setembro de 2021, sete cooperativas fizeram uma captação de recursos por meio da emissão de CRAs (Certificados de Recebíveis Agrícolas), em uma operação considerada emblemática.
Segundo João Paulo Pacífico, presidente da Gaia Impacto, responsável pela captação de 2021, o investimento visa solucionar um gargalo para o crescimento da capacidade de processamento e beneficiamento do que é produzido nos assentamentos.
Pacífico diz ter tido apenas boas experiências em trabalhar com as cooperativas ligadas ao MST. "Em oito anos financiando o agronegócio tradicional, tive inúmeros problemas, desde grandes agricultores do Centro -Oeste a tradings de café agindo de má-fé", afirma. "Com a agricultura familiar não há má-fé. Se ele não pagar, sabe que não consegue dinheiro mais."
Na avaliação do investidor, apesar de a imagem pública do movimento ter melhorado, há ainda muito preconceito pelo que ele considera ser consequência de "muita narrativa, muita propaganda". "Quem produz alimento no Brasil é o MST e a agricultura familiar. O agronegócio produz commodities para exportação."
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/10/mst-passa-por-rebranding-e-se-aproxima-das-cidades-e-da-classe-media.shtml. 15 out. 2022. Acesso em: 17 out. 2022. Adaptado.
O texto exemplifica a estratégia de mudança da imagem pública do MST pela
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