Questões de EFAF Geografia - Geral - Sociedade e População
605 Questões
Questão 32 10741026
UTFPR Verão 2016/2Relacionando-se os conceitos demográficos básicos com as características da população do Brasil, somente podemos afirmar que:
Questão 31 10739835
CEDAF 2016Observe a imagem abaixo sobre a estrutura etária da população brasileira.

Fonte: Prova de Geografia do Vestibular de Inverno, 2006. Comissão Central do Vestibular Unificado UEM/CVU. Disponível em: http://www.cvu.uem.br/2006-I/uemI2006p3DiscursivaGeografia.pdf Acesso em: 10 nov. 2015.
Sobre esse assunto é CORRETO afirmar que:
Questão 20 10738348
COLÉGIO SÓLIDO* Colégio Sólido7° ano 2016A partir dos detalhes da tirinha, o leitor pode inferir que
Questão 1 10563700
Colégio Embraer 2016Analise a figura.

Um título adequado para a figura é:
Questão 8 10531315
OBJETIVO 9º Ano - Português 2016Texto - O SINO DE OURO
Contaram-me que, no fundo do sertão de Goiás, numa localidade de cujo nome não estou certo, mas acho que é Porangatu, que fica perto do rio de Ouro e da serra de Santa Luzia, ao sul da Serra Azul – mas também pode ser Uruaçu, junto do rio das Almas e da serra do Passa-Três (minha memória é traiçoeira e fraca; eu esqueço os nomes das vilas e a fisionomia dos irmãos, esqueço os mandamentos e as cartas e até a amada que amei com paixão) –, mas me contaram que em Goiás, nessa povoação de poucas almas, as casas são pobres e os homens pobres, e muitos são parados e doentes indolentes, e mesmo a igreja é pequena, me contaram que ali tem – coisa bela e espantosa – um grande sino de ouro.
Lembrança de antigo esplendor, gesto de gratidão, dádiva ao Senhor de um grão-senhor – nem Chartres, nem Colônia, nem S. Pedro ou Ruão, nenhuma catedral imensa com seus enormes carrilhões tem nada capaz de um som tão lindo e puro como esse sino de ouro, de ouro catado e fundido na própria terra goiana nos tempos de antigamente.
É apenas um sino, mas é de ouro. De tarde seu som vai voando em ondas mansas sobre as matas e os cerrados, e as veredas de buritis, e a melancolia do chapadão, e chega ao distante e deserto carrascal, e avança em ondas mansas sobre os campos imensos, o som do sino de ouro. E a cada um daqueles homens pobres ele dá cada dia sua ração de alegria. Eles sabem que de todos os ruídos e sons que fogem do mundo em procura de Deus – gemidos, gritos, blasfêmias, batuques, sinos, orações, e o murmúrio temeroso e agônico das grandes cidades que esperam a explosão atômica e no seu próprio ventre negro parecem conter o germe de todas as explosões – eles sabem que Deus, com especial delícia e alegria, ouve o som alegre do sino de ouro perdido no fundo do sertão. E então é como se cada homem, o mais pobre, o mais doente e humilde, o mais mesquinho e triste, tivesse dentro da alma um pequeno sino de ouro.
Quando vem o forasteiro de olhar aceso de ambição, e propõe negócios, fala em estradas, bancos, dinheiro, obras, progresso, corrupção – dizem que esses goianos olham o forasteiro com um olhar lento e indefinível sorriso e guardam um modesto silêncio. O forasteiro de voz alta e fácil não compreende; fica, diante daquele silêncio, sem saber que o goiano está quieto, ouvindo bater dentro de si, com um som de extrema pureza e alegria, seu particular sino de ouro. E o forasteiro parte, e a povoação continua pequena, humilde e mansa, mas louvando a Deus com sino de ouro. Ouro que não serve para perverter, nem o homem nem a mulher, mas para louvar a Deus.
E se Deus não existe não faz mal. O ouro do sino de ouro é neste mundo o único ouro de alma pura, o ouro no ar, o ouro da alegria. Não sei se isso acontece em Porangatu, Uruaçu ou outra cidade do sertão. Mas quem me contou foi um homem velho que esteve lá; contou dizendo: “eles têm um sino de ouro e acham que vivem disso, não se importam com mais nada, nem querem mais trabalhar; fazem apenas o essencial para comer e continuar a viver, pois acham maravilhoso ter um sino de ouro”.
O homem velho me contou isso com espanto e desprezo. Mas eu contei a uma criança e nos seus olhos se lia seu pensamento: que a coisa mais bonita do mundo deve ser ouvir um sino de ouro. Com certeza é esta mesma a opinião de Deus, pois ainda que Deus não exista ele só pode ter a mesma opinião de uma criança. Pois cada um de nós quando criança tem dentro da alma seu sino de ouro que depois, por nossa culpa e miséria e pecado e corrupção, vai virando ferro e chumbo, vai virando pedra e terra, e lama e podridão.
(Rubem Braga. Os melhores contos de Rubem Braga. 10. ed. São Paulo: Global, 1999, p. 131-132.)
No trecho “...mas me contaram que em Goiás, nessa povoação de poucas almas...”, a palavra em destaque foi usada com o sentido de
Questão 5 10301586
OBR 1° Ano - Nível 4 2016TEXTO 1 – DIVISÃO DE HOMICÍDIOS ADOTA USO DE DRONES EM NITERÓI
(Adaptado de: http://doctordrone.com.br/divisao-de-homicidios-adota-uso-de-drones-em-niteroi/)
“Quem acha que somente a polícia “gringa” está utilizando drones no combate ao crime, está
enganado. Os 160 policiais da divisão de homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo estão
utilizando com sucesso drones nas operações contra o crime. [...] O delegado responsável pelas
operações, Gabriel Poiava, explicou aos jornalistas locais que o drone tem ajudado no mapeamento das áreas, tornando mais fácil a identificação de rotas de fuga no momento da invasão da polícia, também ajudando a identificar os locais onde os criminosos jogam as drogas e objetos de furtos.”
TEXTO 2 – CUIDADOS AO TROCAR UM SER HUMANO POR UMA MÁQUINA
(Adaptado de: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Visao/noticia/2014/05/cuidados-ao-trocar-um-ser-humano-por-uma-maquina.html)
“[...] As atuais pesquisas para o desenvolvimento de robôs podem ser importantes para os mais variados tipos de atividades. Podem fazer coisas que são perigosas ou insalubres ou que requerem muita precisão. Mas é preciso esclarecer uma ideia equivocada que parece permear o mundo atual, principalmente o corporativo: a de que um robô necessariamente será melhor do que um ser humano na execução de uma tarefa. Trata-se de um engano. [...] Recentemente, foi divulgada uma matéria dizendo que a Toyota, maior montadora do mundo e, ainda, a mais eficiente de todas, está “trocando seus robôs por homens” no Japão. [..] A ideia é justamente essa: somente o ser humano possuiu a capacidade de melhorar seu trabalho. [...] Um robô, por exemplo, jamais será capaz de analisar o trabalho que está sendo feito, conversar com as pessoas que executam as tarefas, fazer perguntas sobre os problemas, incentivá-las a resolver e melhorar suas tarefas. [...] Pessoas pensam e criam. Máquinas apenas executam.”
Após a leitura dos textos acima, pode-se afirmar que:
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