Questões de EFAF Geografia - Brasil - Aspectos Socioeconômicos
1.018 Questões
Questão 48 10768538
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019A questão está relacionada ao mapa apresentado a seguir.
Brasil – Domínios morfoclimáticos.

(Aziz Nacib Ab’Sáber, Os domínios da natureza no Brasil, 2003)
Assinale a alternativa que identifica corretamente um dos domínios morfoclimáticos e as respectivas atividades econômicas predominantes.
Questão 26 10759841
COLTEC 2019Observe o bloco diagrama a seguir.

Disponível em: https://pt.slideshare.net/welisgarcia/representaes-do-espao-geogrfico. Acesso em: 28 mai. 2018.
A partir da observação do bloco diagrama, é INCORRETO afirmar que
Questão 32 10739917
CEDAF 2019/1O processo de urbanização que ocorreu no Brasil se deu de modo acelerado e baseado na industrialização tardia, realizada apenas no século XX.
E consequência desse processo:
Questão 40 10738326
IFF 2019/2A população de um país pode ser classificada de acordo com a ocupação nos diferentes setores de produção. Com base nos seus conhecimentos e no gráfico, analise as afirmações:

Fonte: IBGE, Departamento de Contas Nacionais.
I. Apesar do forte processo de mecanização pelo qual o campo brasileiro atravessou nas últimas décadas, aproximadamente 1/4 da mão de obra está empregada em atividades agrícolas, principalmente nas propriedades familiares.
II. Assim como em muitas partes do mundo, o setor de serviços brasileiro observou acelerado crescimento, sendo clara, no nosso caso, a participação da economia informal.
III. População Economicamente Ativa é a parcela da população que está inserida no mercado de trabalho. Isso inclui também os desempregados que estão procurando algum tipo de atividade remunerada.
É(são) CORRETA(S):
Questão 2 10627413
COTIL 1° Ano 2019Texto para a questão:
Fomos proibidos de te amar, São Paulo
Herdamos o mito dos bandeirantes, e vocês transformaram Borba Gato, esse genocida, em fundador de nossa identidade. De legado, temos esta metástase em forma de desenvolvimentismo estéril, estas milhões de toneladas de concreto que hoje tentamos adornar para deixá-las suportáveis, mas que seria melhor não existissem.
Nos confinaram em bolhas de metal, em bolhas de concreto, em bolhas de vidro, como se fôssemos gado que tem por ração plástico. Disseram na nossa cara que11 praia de paulistano é shopping5, que Cumbica é o melhor lugar de nossa cidade, que plano de aposentadoria é pousada na Bahia. Que aqui não se cria filho, que essa terra só serve para ganhar dinheiro, como uma versão apocalíptica de Serra Pelada.
Nos deram uma ponte hedionda como novo cartão postal4, transformaram nossa espinha dorsal em uma avenida de banqueiros, bairros inteiros em cidades-dormitório. Nos chamaram de feios, sem horizonte, sem perspectiva além da fuga. Que aqui não tem amor3. Envenenaram nosso ar, nossa água, e até ela nos usurparam1.
Por identidade nos deram os bairros, que ainda assim se digladiam entre si, o excesso de trabalho e um superpoder: a capacidade de deixar o outro invisível, praticada todos os dias com pessoas e lugares, nos semáforos, quando nos deparamos com o dependente químico que9 chamamos de zumbi, metáfora usada em tom cruel e irônico para dar nome ao nosso maior monstro social2, justamente porque eles não produzem como nós, os viventes.
Nossa história e arquitetura foram deixadas às ruínas, que ativamente permitimos que desmoronem6. Nos legaram um palimpsesto de cidade, onde sobrepomos uma camada de concreto à outra, sem respeito pelo passado, planejamento ou cuidado.
Nos disseram que devemos conquistar ou ser conquistados, non ducor duco*, fomos colocados em estado permanente de guerra uns contra os outros, nos envenenaram com o medo pelas ruas e deixaram que o único elemento que nos cimentasse fosse o ódio comum e ancestral por São Paulo. Sem história, sem horizonte, perdidos. Fomos proibidos de te amar, São Paulo.
Chega. Talvez essa relação atávica de ódio nos encha os olhos de cataratas e não consigamos dar nome a essa emergência ainda, mas o faremos, com o devido distanciamento histórico. Ocupamos as ruas com comida, com música, com arte, com cinema, com vida em toda a sua potência7. Vimos no feio o belo13, deixamos de ter medo da rua, que surge como um eixo que começa a aglutinar em torno de si uma nova identidade de paulistano. Lutamos com mil unhas e dentes por um pedaço de terra que até então não era mais do que10 um estacionamento e que chamaremos de parque. Fizemos da cicatriz causada pelo militarismo um espaço para ensinar os novos paulistanos a andarem de bicicleta. Ocupamos lugares que nunca tínhamos visto e recuperamos a avenida das mãos dos banqueiros. Faremos turismo na cidade que habitamos. Não aceitamos mais esse ódio, esse estado permanente de guerra, a necessidade de conquistar o outro diariamente.
São Paulo é uma cidade no futuro: pós-apocalíptica, radioativa, seca, onde um dia dinheiro e trabalho não serão os únicos imperativos da vida social. Quando o mundo tremer, todas as cidades serão parecidas com a nossa. Do caos e da feiúra emerge uma beleza que apenas nós, que rejeitamos sua ideia de belo, vemos.8
Temos vontade de rua, negamos seus heróis, seus monumentos, seus carros, seus modos de vida. Nem que12 nos custem décadas, mas faremos algo belo com os escombros que herdamos e deles faremos uma cidade, não uma abstração chamada São Paulo. Ocuparemos cada fresta, cada trinca, cada buraco da cidade cinza. Aqui se encerra esse ciclo de ódio e se abre uma possibilidade de um novo começo na relação com São Paulo.
Nossa terra está em transe. Somos afortunados. Somos os novos paulistanos, e essa cidade é nosso rolê.
* expressão latina: “não sou conduzido, conduzo”
(GUERRA, Facundo. Fomos proibidos de te amar, São Paulo. Carta Capital. Caderno Sociedade. 27/08/2015. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/fomos-proibidos-de-te-amar-sao-paulo-2365.html. Acessado em 11/08/2018)
Considere o fragmento extraído do 4° . parágrafo: “...a capacidade de deixar o outro invisível, praticada todos os dias com pessoas e lugares, nos semáforos, quando nos deparamos com o dependente químico que chamamos de zumbi, metáfora usada em tom cruel e irônico para dar nome ao nosso maior monstro social, justamente porque eles não produzem como nós, os viventes.”
Levando-se em conta o contexto, o autor sugere, nesse fragmento, que “nosso maior monstro social”2 é:
Questão 50 10607983
Colégio Embraer 2019Observe as informações contidas na ilustração a seguir.

(O Estado de S.Paulo - 31 05 2019)
De acordo com as informações, o número total de hectares desmatados na floresta Amazônica na primeira quinzena de maio de 2019 foi igual a
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