Questões de EFAF Geografia - Brasil - Aspectos Socioeconômicos
1.018 Questões
Questão 14 10652569
IFCE* 6º Ano 2020/1Em 1967, o geógrafo brasileiro Pedro Pinchas Geiger propôs uma divisão regional do Brasil em três regiões geoeconômicas. Essa proposta se baseia no processo histórico e econômico de formação do território brasileiro.

Adaptado - https://cultura.culturamix.com/geral/divisao-geoeconomica-do-brasil
Sobre as principais características dessa divisão regional, é correto afirmar-se que
Questão 18 10616227
Colégio Embraer 2020Leia o editorial para responder à questão
Os jovens e a pandemia
Além de expor velhas fragilidades do sistema de ensino brasileiro, a pandemia do novo coronavírus agregou novos desafios às crianças e aos adolescentes. Segundo estimativa da Unicef, 35 milhões de jovens no País estão fora das salas de aula em razão das restrições de circulação de pessoas impostas para diminuir a taxa de expansão do novo coronavírus. Ainda que seja uma empreitada difícil, dadas as limitações de diversas ordens, é uma exigência de justiça com o País, muito especialmente com as novas gerações, assegurar, nas atuais condições de isolamento social, um mínimo de continuidade ao processo educativo desses jovens, em seus respectivos níveis de ensino.
Recente estudo do Fórum Econômico Mundial observa que “a pandemia é uma oportunidade para nos relembrar das habilidades que os estudantes precisam nesse mundo imprevisível, como decisões embasadas, solução criativa de problemas e, talvez, acima de tudo, adaptabilidade”. Além disso, como especialistas têm ressaltado, ensino a distância não é sinônimo de aula on-line, devendo incluir também vários modos de estimular a aprendizagem remota e a construção colaborativa do conhecimento.
Além da interrupção das aulas presenciais, a pandemia do novo coronavírus expôs desigualdades sociais e econômicas que, em situação normal, já afetavam as condições de ensino. Segundo dados da pesquisa TIC Kids Online 2019 do Cetic.br/NIC.br, 4,8 milhões de estudantes vivem em famílias que não têm acesso à internet.
Para esses jovens, que representam quase 14% do total dos estudantes, a pandemia do novo coronavírus significou de forma imediata a interrupção do aprendizado. Ou seja, a situação de vulnerabilidade tornou-se ainda mais limitadora. Vale lembrar que o dado não se refere a um detalhe ou circunstância acessória. Em pleno século 21, 4,8 milhões de estudantes não têm acesso à internet em suas casas. A consequência é evidente: a falta de acesso a essa infraestrutura básica acarreta profundas restrições e dificuldades de aprendizado. Um país responsável com seu futuro não pode fechar os olhos a tal disparidade.
(Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 22.06.2020. Adaptado)
Na frase “Além de expor velhas fragilidades do sistema de ensino brasileiro, a pandemia do novo coronavírus agregou novos desafios às crianças e aos adolescentes.
(1º parágrafo), os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Questão 17 10616207
Colégio Embraer 2020Leia o editorial para responder à questão
Os jovens e a pandemia
Além de expor velhas fragilidades do sistema de ensino brasileiro, a pandemia do novo coronavírus agregou novos desafios às crianças e aos adolescentes. Segundo estimativa da Unicef, 35 milhões de jovens no País estão fora das salas de aula em razão das restrições de circulação de pessoas impostas para diminuir a taxa de expansão do novo coronavírus. Ainda que seja uma empreitada difícil, dadas as limitações de diversas ordens, é uma exigência de justiça com o País, muito especialmente com as novas gerações, assegurar, nas atuais condições de isolamento social, um mínimo de continuidade ao processo educativo desses jovens, em seus respectivos níveis de ensino.
Recente estudo do Fórum Econômico Mundial observa que “a pandemia é uma oportunidade para nos relembrar das habilidades que os estudantes precisam nesse mundo imprevisível, como decisões embasadas, solução criativa de problemas e, talvez, acima de tudo, adaptabilidade”. Além disso, como especialistas têm ressaltado, ensino a distância não é sinônimo de aula on-line, devendo incluir também vários modos de estimular a aprendizagem remota e a construção colaborativa do conhecimento.
Além da interrupção das aulas presenciais, a pandemia do novo coronavírus expôs desigualdades sociais e econômicas que, em situação normal, já afetavam as condições de ensino. Segundo dados da pesquisa TIC Kids Online 2019 do Cetic.br/NIC.br, 4,8 milhões de estudantes vivem em famílias que não têm acesso à internet.
Para esses jovens, que representam quase 14% do total dos estudantes, a pandemia do novo coronavírus significou de forma imediata a interrupção do aprendizado. Ou seja, a situação de vulnerabilidade tornou-se ainda mais limitadora. Vale lembrar que o dado não se refere a um detalhe ou circunstância acessória. Em pleno século 21, 4,8 milhões de estudantes não têm acesso à internet em suas casas. A consequência é evidente: a falta de acesso a essa infraestrutura básica acarreta profundas restrições e dificuldades de aprendizado. Um país responsável com seu futuro não pode fechar os olhos a tal disparidade.
(Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 22.06.2020. Adaptado)
Considere as passagens do texto:
• Ainda que seja uma empreitada difícil, dadas as limitações de diversas ordens, é uma exigência de justiça com o País, muito especialmente com as novas gerações, assegurar... (1º parágrafo)
• Além disso, como especialistas têm ressaltado, ensino a distância não é sinônimo de aula on- line... (2º parágrafo)
Considerando-se as relações estabelecidas e o sentido, as conjunções destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Questão 16 10616196
Colégio Embraer 2020Leia o editorial para responder à questão
Os jovens e a pandemia
Além de expor velhas fragilidades do sistema de ensino brasileiro, a pandemia do novo coronavírus agregou novos desafios às crianças e aos adolescentes. Segundo estimativa da Unicef, 35 milhões de jovens no País estão fora das salas de aula em razão das restrições de circulação de pessoas impostas para diminuir a taxa de expansão do novo coronavírus. Ainda que seja uma empreitada difícil, dadas as limitações de diversas ordens, é uma exigência de justiça com o País, muito especialmente com as novas gerações, assegurar, nas atuais condições de isolamento social, um mínimo de continuidade ao processo educativo desses jovens, em seus respectivos níveis de ensino.
Recente estudo do Fórum Econômico Mundial observa que “a pandemia é uma oportunidade para nos relembrar das habilidades que os estudantes precisam nesse mundo imprevisível, como decisões embasadas, solução criativa de problemas e, talvez, acima de tudo, adaptabilidade”. Além disso, como especialistas têm ressaltado, ensino a distância não é sinônimo de aula on-line, devendo incluir também vários modos de estimular a aprendizagem remota e a construção colaborativa do conhecimento.
Além da interrupção das aulas presenciais, a pandemia do novo coronavírus expôs desigualdades sociais e econômicas que, em situação normal, já afetavam as condições de ensino. Segundo dados da pesquisa TIC Kids Online 2019 do Cetic.br/NIC.br, 4,8 milhões de estudantes vivem em famílias que não têm acesso à internet.
Para esses jovens, que representam quase 14% do total dos estudantes, a pandemia do novo coronavírus significou de forma imediata a interrupção do aprendizado. Ou seja, a situação de vulnerabilidade tornou-se ainda mais limitadora. Vale lembrar que o dado não se refere a um detalhe ou circunstância acessória. Em pleno século 21, 4,8 milhões de estudantes não têm acesso à internet em suas casas. A consequência é evidente: a falta de acesso a essa infraestrutura básica acarreta profundas restrições e dificuldades de aprendizado. Um país responsável com seu futuro não pode fechar os olhos a tal disparidade.
(Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 22.06.2020. Adaptado)
Com a frase que finaliza o texto “Um país responsável com seu futuro não pode fechar os olhos a tal disparidade.”, o editorial sugere que o país deve
Questão 15 10616174
Colégio Embraer 2020Leia o editorial para responder à questão
Os jovens e a pandemia
Além de expor velhas fragilidades do sistema de ensino brasileiro, a pandemia do novo coronavírus agregou novos desafios às crianças e aos adolescentes. Segundo estimativa da Unicef, 35 milhões de jovens no País estão fora das salas de aula em razão das restrições de circulação de pessoas impostas para diminuir a taxa de expansão do novo coronavírus. Ainda que seja uma empreitada difícil, dadas as limitações de diversas ordens, é uma exigência de justiça com o País, muito especialmente com as novas gerações, assegurar, nas atuais condições de isolamento social, um mínimo de continuidade ao processo educativo desses jovens, em seus respectivos níveis de ensino.
Recente estudo do Fórum Econômico Mundial observa que “a pandemia é uma oportunidade para nos relembrar das habilidades que os estudantes precisam nesse mundo imprevisível, como decisões embasadas, solução criativa de problemas e, talvez, acima de tudo, adaptabilidade”. Além disso, como especialistas têm ressaltado, ensino a distância não é sinônimo de aula on-line, devendo incluir também vários modos de estimular a aprendizagem remota e a construção colaborativa do conhecimento.
Além da interrupção das aulas presenciais, a pandemia do novo coronavírus expôs desigualdades sociais e econômicas que, em situação normal, já afetavam as condições de ensino. Segundo dados da pesquisa TIC Kids Online 2019 do Cetic.br/NIC.br, 4,8 milhões de estudantes vivem em famílias que não têm acesso à internet.
Para esses jovens, que representam quase 14% do total dos estudantes, a pandemia do novo coronavírus significou de forma imediata a interrupção do aprendizado. Ou seja, a situação de vulnerabilidade tornou-se ainda mais limitadora. Vale lembrar que o dado não se refere a um detalhe ou circunstância acessória. Em pleno século 21, 4,8 milhões de estudantes não têm acesso à internet em suas casas. A consequência é evidente: a falta de acesso a essa infraestrutura básica acarreta profundas restrições e dificuldades de aprendizado. Um país responsável com seu futuro não pode fechar os olhos a tal disparidade.
(Opinião. https://opiniao.estadao.com.br, 22.06.2020. Adaptado)
De acordo com o texto, a pandemia do novo coronavírus descortinou uma situação preocupante do cenário brasileiro.
Trata-se da
Questão 114 10541970
ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2020Matopiba tchê
As pessoas se reúnem pelo menos duas vezes por semana para ensaiar músicas tradicionalistas gaúchas. O ponto de encontro é o Centro de Tradições Gaúchas, localizado no município de Luís Eduardo Magalhães (Bahia), a mais de 2,5 mil quilômetros de distância do Rio Grande do Sul — terra que muitos sequer conhecem. Entre os mais de cem alunos que formam quatro turmas de invernada, de mirim a adulta, grande parte nasceu bem longe do Sul. Na pista de dança, filhos de gaúchos e de paranaenses se misturam a jovens baianos, mineiros e goianos na troca de passos de chamamé, xote, rancheira, milonga e bugio.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em: 6 set. 2019 (adaptado).
Essas tradições, realizadas fora de seu lugar de origem, são resultado das migrações
06
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