Questões de EFAF Geografia - Economia
706 Questões
Questão 38 10780710
CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2017Analise o mapa:

Fonte: http://pt.slideshare.net. Acesso: 15 de setembro de 2016.
Uma característica que confere elevada produtividade as atividades econômicas expressas no mapa consiste em:
Questão 47 10769834
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2017Atualmente, a União Europeia enfrenta grandes desafios econômicos que seus membros tentam superar.
Um desses desafios é
Questão 42 10752568
COLTEC 2017O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, produziu e divulgou, recentemente, a Pesquisa Mensal de Emprego que abrange informações referentes à taxa de desemprego no Brasil (ver gráfico). A pesquisa foi realizada em seis regiões metropolitanas: Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

IBGE - Pesquisa Mensal de Emprego. Elaboração: OMI/AGEMCAMP
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que
Questão 32 10739877
CEDAF 2017Entre os dias 16 de outubro de 2016 e 19 de fevereiro de 2017, o Brasil está adotando o horário de verão, proposta que teve origem no início do século XX e no Brasil foi implantado pela primeira vez em 1931.
Marque a afirmativa CORRETA sobre o horário de verão:
Questão 8 10739853
CEDAF 2017Texto - A REVOLUÇÃO DO PRECARIADO
Vilma Gryzinski
Entre tantas outras, duas categorias podem ser usadas para dividir a humanidade: a dos que fazem qualquer esforço para ter uma casa própria e a dos que gastam tudo em cerveja no bar. “Cerveja”, evidentemente, é sinônimo de férias deliciosas, a última palavra em eletrônicos, bolsas grifadas ou passeios de barco. “Casa” abrange, entre outras necessidades básicas, viagens com orçamento planejado, pilates, laptop, zapzap e outros dissílabos – além da casa em si. Ambas as categorias fazem isso para tentar abrandar uma das mais básicas e insuportáveis condições da vida, a precariedade. Se eu gastar como marinheiro bêbado em dia de pagamento, o amanhã não vai me surpreender com perdas do que não tenho. Se eu construir uma base sólida, o amanhã não vai me pegar desprevenido sem as coisas que devia ter. Em momentos de crise política, de convulsões econômicas ou de mudanças históricas, formigas e cigarras humanas tremem igualmente com a sensação de extrema instabilidade em sua vida e não adianta truque mental algum para evitar o buraco na barriga que provoca.
O economista inglês Guy Standing começou a usar o termo “precariado” para definir uma nova classe social (...) uma mistura de precário com proletariado, é um fenômeno evidente na Europa. Trata-se de pessoas que têm trabalhos temporários, de baixa remuneração, sem a segurança dos empregos estáveis. Para quem vê a situação com os nossos olhos, os europeus, acolchoados por mecanismos de compensação, reclamam de ventre estufado por décadas de boa vida. A precariedade é praticamente uma condição inerente ao ser brasileiro. Mesmo o que chamamos de estabilidade econômica, tão brutalmente desperdiçada, pareceria uma atividade quase suicida do ponto de vista da Europa. Sair de casa, para muitos de nós, na realidade ou na percepção dela, o que dá no mesmo resultado, equivale a correr um risco de levar um tiro por causa de um celular. Ficar em casa aumenta a probabilidade de que vejamos mais notícias sobre o comportamento dos nobres representantes do povo.
O precariado no senso estrito aumenta a insegurança mesmo daqueles que não estão economicamente incluídos nessa categoria. Disso emana uma sensação de mal-estar que produz resultados instantâneos. Um desses resultados é a queixa de vários países em relação ao fluxo de cidadãos não europeus esgotando os sistemas como as escolas e hospitais. Assim, crescem os partidos de direita que são contrários ao recebimento de imigrantes e refugiados.
É a revolução do precariado, uma espécie de revolta contra as elites globalizadas e desconectadas da vida fora de suas esferas de privilégio, que empurra partidos próximos dos extremos à direita e à esquerda, em geral com o mesmo tom de populismo. No Brasil, essa sensação de falência pode levar o país a se afundar levando consigo cigarras, formigas e todas as outras metáforas com invertebrados que inventamos para evitar o frio na espinha da existência.
Revista Veja, 22 de junho, 2016, p. 30. Texto adaptado.
O melhor sentido para o trecho “Para quem vê a situação com os nossos olhos, os europeus, acolchoados por mecanismos de compensação, reclamam de ventre estufado por décadas de boas vida” é:
Questão 27 10738985
SENAI 1°Ano - CGE 2129 2017/1O gráfico abaixo mostra as mudanças nos tipos de transportes usados pelos moradores da região metropolitana de São Paulo.

Fonte: Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/03/1423587-uso-de-moto-aumenta-44-em-cinco-anos-emsp.shtml. Acesso em: 22 maio 2014.
Ao observar o gráfico, pode-se afirmar que o número de viagens de
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