Questões de EFAF Geografia - Terra
1.086 Questões
Questão 1 11723516
IFNMG Integrado 2020Leia os textos e faça oque se pede:
TEXTO 01
O que é o antropoceno, a era geológica marcada pela ação humana
Se toda a história da Terra fosse condensada em apenas um dia, estaríamos nos últimos 20 segundos.
Não se engane: não faz muito tempo que habitamos este planeta!
Mas o impacto que já deixamos por aqui é significativo.
Por isso, os cientistas Paul Crutzen e Eugene F. Stoermer dizem acreditar que vivemos numa nova era
geológica, que chamam de Antropoceno.
Para eles, as atividades humanas, da agricultura ao desenvolvimento do plástico, do concreto e da energia
nuclear, passando pelo aquecimento global, vem afetando a Terra de tal forma que criamos um novo período de tempo
geológico.
Mas qual será o futuro do nosso planeta nesta nova era?
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-46906076. Acesso em: 30 de out. de 2019.
TEXTO 02

Disponível em: https://www.mensagens10.com.br/mensagem/9547. Acesso em: 30 de out. de 2019.
Pode-se dizer que, em relação à presença do ser humano no planeta, há entre os TEXTOS 01 e 02 uma relação de
Questão 31 11236045
IFPR Processo Seletivo 2020"Quatro pessoas morreram e várias ficaram feridas após um forte terremoto que atingiu as ilhas de Sumatra e Java, na Indonésia, informaram autoridades locais". (...)
(Fonte: Terremoto de magnitude 6,9 deixa quatro mortos na Indonésia, Folha de São Paulo, 03 de agosto de 2019.)
Uma das explicações para a intensa atividade vulcânica na Indonésia, no sudeste asiático, deve-se ao fato de seu território:
Questão 28 11235443
IFS Processo Seletivo 2020Observe a figura abaixo:

Fonte: U.S. Energy Information Administration e EPE
A partir da análise e interpretação da figura, além dos seus conhecimentos, assinale a alternativa correta:
Questão 19 11067189
IFTM Integrados 2020/1Observe a charge a seguir:

Fonte: https://www.humorpolitico.com.br/tag/vazamento-de-petroleo/acesso em 17/11/2019.
Desde agosto desse ano de 2019, começaram o aparecimento de manchas de petróleo no litoral brasileiro.
As primeiras praias afetadas por esse desastre ambiental estão localizadas na região:
Questão 3 11066919
IFTM Integrados 2020/1A questão devem ser respondidas com base no texto a seguir.
Moda: compartilhamento de roupas é tendência entre jovens
Startups de compartilhamento de roupas ganham espaço no Brasil
Por Giulia Vidale

Ana Teresa Saad e Eduarda Ferraz, fundadoras da Clorent
O Airbnb popularizou o aluguel solidário; os aplicativos de transporte, como Uber e Yellow, investiram no transporte feito entre desconhecidos; o Spotify gastou uma fortuna para ser sua melhor opção em música; a Netflix conseguiu levar filmes e séries a milhões de pessoas ao mesmo tempo. Agora Fashion United, de moda querem popularizar o compartilhamento de roupas e acessórios. A proposta? Assinaturas mensais ou aluguéis pontuais disponíveis a qualquer interessado.
Poucos sabem, mas a indústria de moda, além de ser uma das maiores e mais valiosas do mundo, também é uma das mais poluentes. Segundo dados da Fashion United, plataforma que fornece um panorama global da indústria de moda, esse negócio vale 3 trilhões de dólares. Somente no Brasil, em 2017, o setor de vestuários produziu 5,9 bilhões de peças, incluindo vestuário, meias, acessórios, cama, mesa e banho, com um faturamento de 45 bilhões de dólares, o equivalente a 170 bilhões de reais, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). No mesmo ano, o setor ficou em segundo lugar no ranking de maior empregador da indústria da transformação, perdendo apenas para alimentos e bebidas juntos.
Por outro lado, a moda é uma das indústrias mais poluidoras do mundo. Cerca de 35% das microfibras jogadas nos oceanos são provenientes de roupas e têxteis. As etapas de processamento dos vestuários emitem 20% do carbono na atmosfera, quantidade considerada acima do ideal, segundo um relatório da Global Fashion Agenda. Outro estudo, feito pela Global Fashion Agenda em 2017, mostrou que apenas 20% dos 62 milhões de toneladas de roupas e calçados produzidos no mundo todo são reciclados adequadamente ao final do uso.
Esses dados trazem uma grande preocupação em relação a um mundo já dominado por redes de fast fashion, cujas peças custam pouco, mas têm baixa durabilidade: 50% das peças produzidas por essas empresas são descartadas em um ano. Além disso, não se pode esquecer do trabalho análogo à escravidão que é, por vezes, identificado na produção de peças de vestuário para diversas marcas. “Temos, portanto, um papel fundamental”, finaliza Ana Teresa Saad (Clorent).
Disponível em: www.veja.abril.com/economia/moda. Adaptado. Acesso em: 2 out. 2019.
A autora do texto opta por usar o termo fast fashion (moda rápida), em clara analogia ao termo fast food (comida rápida).
Entre as várias características que as aproximam, a autora ressalta:
Questão 1 11066854
IFTM Integrados 2020/1A questão devem ser respondidas com base no texto a seguir.
Moda: compartilhamento de roupas é tendência entre jovens
Startups de compartilhamento de roupas ganham espaço no Brasil
Por Giulia Vidale

Ana Teresa Saad e Eduarda Ferraz, fundadoras da Clorent
O Airbnb popularizou o aluguel solidário; os aplicativos de transporte, como Uber e Yellow, investiram no transporte feito entre desconhecidos; o Spotify gastou uma fortuna para ser sua melhor opção em música; a Netflix conseguiu levar filmes e séries a milhões de pessoas ao mesmo tempo. Agora Fashion United, de moda querem popularizar o compartilhamento de roupas e acessórios. A proposta? Assinaturas mensais ou aluguéis pontuais disponíveis a qualquer interessado.
Poucos sabem, mas a indústria de moda, além de ser uma das maiores e mais valiosas do mundo, também é uma das mais poluentes. Segundo dados da Fashion United, plataforma que fornece um panorama global da indústria de moda, esse negócio vale 3 trilhões de dólares. Somente no Brasil, em 2017, o setor de vestuários produziu 5,9 bilhões de peças, incluindo vestuário, meias, acessórios, cama, mesa e banho, com um faturamento de 45 bilhões de dólares, o equivalente a 170 bilhões de reais, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). No mesmo ano, o setor ficou em segundo lugar no ranking de maior empregador da indústria da transformação, perdendo apenas para alimentos e bebidas juntos.
Por outro lado, a moda é uma das indústrias mais poluidoras do mundo. Cerca de 35% das microfibras jogadas nos oceanos são provenientes de roupas e têxteis. As etapas de processamento dos vestuários emitem 20% do carbono na atmosfera, quantidade considerada acima do ideal, segundo um relatório da Global Fashion Agenda. Outro estudo, feito pela Global Fashion Agenda em 2017, mostrou que apenas 20% dos 62 milhões de toneladas de roupas e calçados produzidos no mundo todo são reciclados adequadamente ao final do uso.
Esses dados trazem uma grande preocupação em relação a um mundo já dominado por redes de fast fashion, cujas peças custam pouco, mas têm baixa durabilidade: 50% das peças produzidas por essas empresas são descartadas em um ano. Além disso, não se pode esquecer do trabalho análogo à escravidão que é, por vezes, identificado na produção de peças de vestuário para diversas marcas. “Temos, portanto, um papel fundamental”, finaliza Ana Teresa Saad (Clorent).
Disponível em: www.veja.abril.com/economia/moda. Adaptado. Acesso em: 2 out. 2019.
A autora do texto, Giulia Vidale, e empresas que investem no compartilhamento de roupas, como a Clorent, centram suas preocupações, principalmente,
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