Questões de EFAF Geografia - Brasil - Aspectos Socioeconômicos
1.018 Questões
Questão 44 15487634
CPM/ERJ III - 6 ano 2022Assinale qual Estado não faz parte da Região Sul do Brasil:
Questão 37 15485130
CPM/ERJ 6 Ano 2022No Brasil, as migrações internas são motivadas geralmente por fatores econômicos.
Qual região do Brasil atraiu mais migrantes no período de 1950 a 1970?
Questão 17 15426921
CBNB 6 Ano 2022TEXTO
PESQUISA REVELA QUE 19 MILHÕES PASSARAM FOME NO BRASIL NO FIM DE 2020
Dados são de inquérito sobre insegurança alimentar na pandemia
Publicado em 06/04/2021 - 18:31 Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro
O Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), indica que, nos últimos meses do ano passado, 19 milhões de brasileiros passaram fome e mais da metade dos domicílios no país enfrentou algum grau de insegurança alimentar.
A sondagem inédita estima que 55,2% dos lares brasileiros, ou o correspondente a 116,8 milhões de pessoas, conviveram com algum grau de insegurança alimentar no final de 2020 e 9% deles vivenciaram insegurança alimentar grave, isto é, passaram fome, nos três meses anteriores ao período de coleta, feita em dezembro de 2020, em 2.180 domicílios. De acordo com os pesquisadores, o número encontrado de 19 milhões de brasileiros que passaram fome na pandemia do novo coronavírus é o dobro do que foi registrado em 2009, com o retorno ao nível observado em 2004.
A pesquisa traz algumas indicações e sugestões de ações a serem tomadas pelas autoridades públicas. A mais óbvia, segundo disse hoje (6) à Agência Brasil o presidente da Rede Penssan, Renato Maluf, é que seja restituído o auxílio emergencial, “pelo menos com o mesmo valor do ano passado, ou seja, R$ 600”. Maluf disse acreditar que se a pesquisa fosse feita agora os dados poderiam ser piores. “É crucial que seja retomado o auxílio emergencial em um valor significativo”. Para Renato Maluf, o valor que está sendo dado esta semana não pode ser considerado uma política pública. Os valores variam de R$ 375 (para famílias chefiadas por mulheres) a R$ 150 (para quem mora sozinho).
(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-04/pesquisa-revela-que-19-milhoes-passaram-fome-nobrasil-no-fim-de-2020, acesso em 18/10/2021)
Releia o parágrafo abaixo, retirado do texto:
O Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), indica que nos últimos meses do ano passado 19 milhões de brasileiros passaram fome e mais da metade dos domicílios no país ENFRENTOU algum grau de insegurança alimentar.
A forma verbal em destaque (“enfrentou”) está na terceira pessoa do singular porque:
Questão 48 15406550
FIRJAN 2022
O território brasileiro pode ser regionalizado por diferentes critérios. Acima temos dois mapas com regionalização distintas. No primeiro, os estados brasileiros são agrupados em cinco macrorregiões, enquanto o segundo apresenta uma regionalização com apenas três.
Assinale a alternativa em que cita corretamente os critérios utilizados por cada um dos mapas acima:
Questão 24 15406513
FIRJAN 2022Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que carro eletrificado ainda é caro no Brasil
Carga tributária, economia de escala e valor da bateria explicam altos preços dos veículos com propulsão elétrica no País
No ano passado, as vendas de veículos eletrificados (100% elétricos e híbridos) deram um salto no Brasil. Foram emplacadas [em 2020] 19.745 unidades contra 11.858 em 2019. Esse avanço representa aumento de 66,5%, um abismo muito grande em comparação à queda de 26,2% do mercado de automóveis de passeio e comerciais leves com motor a combustão. Nesse cenário, a pergunta que os executivos das montadoras fazem é óbvia: se tamanho crescimento aconteceu com os preços dos modelos com propulsão eletrificada nas alturas, como seria se eles fossem mais acessíveis?
Há alguns fatores que explicam os valores exorbitantes cobrados pelos modelos eletrificados no Brasil. A bateria, que antes era a vilã principal, ainda é um calcanhar de Aquiles, mas o maior empecilho hoje se chama carga tributária. “Precisamos seguir crescendo para não perder o timing do crescimento da mobilidade elétrica no País”, afirma Thiago Sugahara, vice-presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). [...]
“O problema é que, em países da Europa, os veículos com mais eficiência energética pagam menos impostos e, no Brasil, acontece o oposto”, revela Sugahara. Aqui, um automóvel com motor a combustão que percorre entre 10 e 12 quilômetros por litro paga 7% de IPI. Já um carro híbrido, que roda 25 km/l chega a pagar até 15%. “Seria mais coerente se o veículo elétrico pagasse o mesmo IPI que um modelo 1.0 flex”, defende Antonio Calcagnotto, diretor de relações institucionais, governamentais e de sustentabilidade da Audi do Brasil.
“O IPI joga contra”, complementa Sugahara. Para ele, cobrar mais impostos sobre os veículos eletrificados é uma distorção. “Se houvesse incentivos fiscais, as montadoras se sentiriam estimuladas a fazer carros eletrificados no País. E a produção local seria primordial para reduzir os preços”, avalia.
Adaptado de: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/por-que-carro-eletrificado-ainda-e-caro-no-brasil/. Acesso em 21/10/2021.
O texto indica que, de 2019 para 2020, houve um aumento de 66,5% nos emplacamentos de veículos eletrificados.
Se o mesmo percentual de aumento for mantido de 2020 para 2021, quantos carros eletrificados serão emplacados, aproximadamente, neste ano?
Questão 22 15406511
FIRJAN 2022Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que carro eletrificado ainda é caro no Brasil
Carga tributária, economia de escala e valor da bateria explicam altos preços dos veículos com propulsão elétrica no País
No ano passado, as vendas de veículos eletrificados (100% elétricos e híbridos) deram um salto no Brasil. Foram emplacadas [em 2020] 19.745 unidades contra 11.858 em 2019. Esse avanço representa aumento de 66,5%, um abismo muito grande em comparação à queda de 26,2% do mercado de automóveis de passeio e comerciais leves com motor a combustão. Nesse cenário, a pergunta que os executivos das montadoras fazem é óbvia: se tamanho crescimento aconteceu com os preços dos modelos com propulsão eletrificada nas alturas, como seria se eles fossem mais acessíveis?
Há alguns fatores que explicam os valores exorbitantes cobrados pelos modelos eletrificados no Brasil. A bateria, que antes era a vilã principal, ainda é um calcanhar de Aquiles, mas o maior empecilho hoje se chama carga tributária. “Precisamos seguir crescendo para não perder o timing do crescimento da mobilidade elétrica no País”, afirma Thiago Sugahara, vice-presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). [...]
“O problema é que, em países da Europa, os veículos com mais eficiência energética pagam menos impostos e, no Brasil, acontece o oposto”, revela Sugahara. Aqui, um automóvel com motor a combustão que percorre entre 10 e 12 quilômetros por litro paga 7% de IPI. Já um carro híbrido, que roda 25 km/l chega a pagar até 15%. “Seria mais coerente se o veículo elétrico pagasse o mesmo IPI que um modelo 1.0 flex”, defende Antonio Calcagnotto, diretor de relações institucionais, governamentais e de sustentabilidade da Audi do Brasil.
“O IPI joga contra”, complementa Sugahara. Para ele, cobrar mais impostos sobre os veículos eletrificados é uma distorção. “Se houvesse incentivos fiscais, as montadoras se sentiriam estimuladas a fazer carros eletrificados no País. E a produção local seria primordial para reduzir os preços”, avalia.
Adaptado de: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/por-que-carro-eletrificado-ainda-e-caro-no-brasil/. Acesso em 21/10/2021.
Considere dois veículos que custem R$ 60.000,00, um com motor à combustão e um híbrido.
Considerando os percentuais apontados no texto, qual o valor do IPI pago em cada um deles?
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