Questões de EFAF Geografia - Geral - Sociedade e População
605 Questões
Questão 18 15258388
CMRJ 1 ano Ensino Médio 2021Busca por graduação no exterior cresce 38% entre estudantes brasileiros
Um terço dos alunos que foram estudar fora são de São Paulo; entre os países mais procurados estão Portugal e Canadá
Mais de 50.000 brasileiros começaram uma graduação internacional apenas em 2018, 37,7% a mais do que em 2017, segundo dados da pesquisa Selo Belta 2019, da Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta), divulgada neste domingo. Ainda segundo o levantamento, 36,6% dos universitários que foram para o exterior são de São Paulo, cerca de um em cada três estudantes. Os levantamentos quantitativos da Belta, integrando 75% do mercado nacional, se dividem em duas partes: a primeira com agências e a outra com estudantes. (...)
Acessíveis à classe média
Carla Gama, diretora-geral da Experimento Intercâmbio Cultural, ressalta que à medida em que a competição por empregos no Brasil se torna mais acirrada, cresce o interesse em especializações internacionais, afirmando que "os cursos estão mais acessíveis à classe média."
"Muitas pesquisas indicam que até 2030 uma parcela relevante das profissões que conhecemos deixará de existir e, de outro lado, o mercado vem migrando suas exigências, deixando de lado apenas diplomas, para exigir habilidades", corrobora Abdul Nasser, professor da FGV In company e do Ibmec no Rio. "As famílias perceberam que investir em educação no exterior amplia os horizontes e possibilita a formação de um networking globalizado."(...)
Pré-requisitos
Ser estudante da América Latina, ter ótimas notas no colégio e na prova de proficiência em inglês, praticar esportes, fazer trabalho voluntário, ter determinada condição socioeconômica, tudo pode contar na hora de pedir bolsa a uma instituição de ensino superior nos Estados Unidos. "Acho bem democrático o processo de bolsa nos Estados Unidos. Diferentes aspectos vão agregando para o aluno obter bolsa", explica Maura. (...)
Mesmo idioma
Uma via alternativa e sem a barreira da linguagem, Portugal também ganhou a atenção dos estudantes brasileiros. Do ano letivo 2017/18 para o 2018/19, a alta na venda de cursos para o país foi de 32%, segundo a Direção Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência, que não dispõe do total só em cursos de graduação. (...
Entre os principais pontos de atração do país estão o idioma, a cultura, a aceitação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o ingresso de algumas universidades e os bons preços das anuidades, como destaca Tomás Furtado de Souza, de 20 anos, aluno de Gastronomia no Politécnico de Coimbra desde 2019. (...)
(Fonte: https://veia.abril.com.br/brasil/busca-Dor-araduacao-no-exterior-cresce-377-entre-estudantes-brasileiros/ Acessado em: 02/09/2020)
No trecho a seguir, extraído do texto, a especialista ressalta
"(...) que à medida em que a competição por empregos no Brasil se torna mais acirrada, cresce o interesse em especializações internacionais, afirmando que "os cursos estão mais acessíveis à classe média."
Apesar da incorreção em relação à norma-culta ao utilizar a locução conjuntiva "à medida em que", característica da fala informal, o efeito de sentido decorrente de sua utilização é o de:
Questão 14 15258274
CMRJ 1 ano Ensino Médio 2021Busca por graduação no exterior cresce 38% entre estudantes brasileiros
Um terço dos alunos que foram estudar fora são de São Paulo; entre os países mais procurados estão Portugal e Canadá
Mais de 50.000 brasileiros começaram uma graduação internacional apenas em 2018, 37,7% a mais do que em 2017, segundo dados da pesquisa Selo Belta 2019, da Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta), divulgada neste domingo. Ainda segundo o levantamento, 36,6% dos universitários que foram para o exterior são de São Paulo, cerca de um em cada três estudantes. Os levantamentos quantitativos da Belta, integrando 75% do mercado nacional, se dividem em duas partes: a primeira com agências e a outra com estudantes. (...)
Acessíveis à classe média
Carla Gama, diretora-geral da Experimento Intercâmbio Cultural, ressalta que à medida em que a competição por empregos no Brasil se torna mais acirrada, cresce o interesse em especializações internacionais, afirmando que "os cursos estão mais acessíveis à classe média."
"Muitas pesquisas indicam que até 2030 uma parcela relevante das profissões que conhecemos deixará de existir e, de outro lado, o mercado vem migrando suas exigências, deixando de lado apenas diplomas, para exigir habilidades", corrobora Abdul Nasser, professor da FGV In company e do Ibmec no Rio. "As famílias perceberam que investir em educação no exterior amplia os horizontes e possibilita a formação de um networking globalizado."(...)
Pré-requisitos
Ser estudante da América Latina, ter ótimas notas no colégio e na prova de proficiência em inglês, praticar esportes, fazer trabalho voluntário, ter determinada condição socioeconômica, tudo pode contar na hora de pedir bolsa a uma instituição de ensino superior nos Estados Unidos. "Acho bem democrático o processo de bolsa nos Estados Unidos. Diferentes aspectos vão agregando para o aluno obter bolsa", explica Maura. (...)
Mesmo idioma
Uma via alternativa e sem a barreira da linguagem, Portugal também ganhou a atenção dos estudantes brasileiros. Do ano letivo 2017/18 para o 2018/19, a alta na venda de cursos para o país foi de 32%, segundo a Direção Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência, que não dispõe do total só em cursos de graduação. (...
Entre os principais pontos de atração do país estão o idioma, a cultura, a aceitação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o ingresso de algumas universidades e os bons preços das anuidades, como destaca Tomás Furtado de Souza, de 20 anos, aluno de Gastronomia no Politécnico de Coimbra desde 2019. (...)
(Fonte: https://veia.abril.com.br/brasil/busca-Dor-araduacao-no-exterior-cresce-377-entre-estudantes-brasileiros/ Acessado em: 02/09/2020)
Sobre as causas apontadas pelo texto para o crescimento relevante da procura por especialização no exterior (crescimento de 38%), pode-se afirmar que a principal delas encontra-se mais bem definida no trecho a seguir:
Questão 13 15258247
CMRJ 1 ano Ensino Médio 2021Busca por graduação no exterior cresce 38% entre estudantes brasileiros
Um terço dos alunos que foram estudar fora são de São Paulo; entre os países mais procurados estão Portugal e Canadá
Mais de 50.000 brasileiros começaram uma graduação internacional apenas em 2018, 37,7% a mais do que em 2017, segundo dados da pesquisa Selo Belta 2019, da Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta), divulgada neste domingo. Ainda segundo o levantamento, 36,6% dos universitários que foram para o exterior são de São Paulo, cerca de um em cada três estudantes. Os levantamentos quantitativos da Belta, integrando 75% do mercado nacional, se dividem em duas partes: a primeira com agências e a outra com estudantes. (...)
Acessíveis à classe média
Carla Gama, diretora-geral da Experimento Intercâmbio Cultural, ressalta que à medida em que a competição por empregos no Brasil se torna mais acirrada, cresce o interesse em especializações internacionais, afirmando que "os cursos estão mais acessíveis à classe média."
"Muitas pesquisas indicam que até 2030 uma parcela relevante das profissões que conhecemos deixará de existir e, de outro lado, o mercado vem migrando suas exigências, deixando de lado apenas diplomas, para exigir habilidades", corrobora Abdul Nasser, professor da FGV In company e do Ibmec no Rio. "As famílias perceberam que investir em educação no exterior amplia os horizontes e possibilita a formação de um networking globalizado."(...)
Pré-requisitos
Ser estudante da América Latina, ter ótimas notas no colégio e na prova de proficiência em inglês, praticar esportes, fazer trabalho voluntário, ter determinada condição socioeconômica, tudo pode contar na hora de pedir bolsa a uma instituição de ensino superior nos Estados Unidos. "Acho bem democrático o processo de bolsa nos Estados Unidos. Diferentes aspectos vão agregando para o aluno obter bolsa", explica Maura. (...)
Mesmo idioma
Uma via alternativa e sem a barreira da linguagem, Portugal também ganhou a atenção dos estudantes brasileiros. Do ano letivo 2017/18 para o 2018/19, a alta na venda de cursos para o país foi de 32%, segundo a Direção Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência, que não dispõe do total só em cursos de graduação. (...
Entre os principais pontos de atração do país estão o idioma, a cultura, a aceitação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o ingresso de algumas universidades e os bons preços das anuidades, como destaca Tomás Furtado de Souza, de 20 anos, aluno de Gastronomia no Politécnico de Coimbra desde 2019. (...)
(Fonte: https://veia.abril.com.br/brasil/busca-Dor-araduacao-no-exterior-cresce-377-entre-estudantes-brasileiros/ Acessado em: 02/09/2020)
O texto aborda a crescente procura de estudantes brasileiros pelos estudos no exterior e, por meio da estrutura de subtópicos, expõe os pontos que envolvem o tema. Sobre os pré-requisitos apontados, pode-se pressupor que o estudante deve
Questão 47 10768004
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2021Analise as pirâmides etárias (1 e 2) para responder à questão.


(https://novaescola.org.br/plano-de-aula/5930/crescimento -populacional-mundial# Acesso em 08.out.2020)
Comparando as duas pirâmides, é correto afirmar que a pirâmide 1
Questão 18 10594859
FAETEC 2021TEXTO
ONU: Insegurança alimentar aumenta no Brasil e atinge 43 milhões de pessoas
Dados divulgados pela FAO em julho de 2020 revelam que a fome voltou a aumentar no Brasil. De acordo com a entidade, 37,5 milhões de pessoas viviam uma situação de insegurança alimentar moderada no país no período entre 2014 e 2016. Entre 2017-2019, porém, esse número chegou a 43,1 milhões. Em termos percentuais, o número também subiu, de 18,3% para 20,6%.
Os dados fazem parte do informe "O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo”, o estudo global mais completo que acompanha o progresso no sentido de acabar com a fome e a desnutrição. Ele foi produzido conjuntamente por entidades vinculadas à Organização das Nações Unidas (ONU).
Ao longo dos últimos 20 anos, a FAO destacou o avanço do combate à fome no Brasil. Hoje, a taxa de pessoas consideradas como subnutridas é de menos de 2,5% da população. Em 2006, essa taxa era de 4,1%.
A insegurança alimentar severa também caiu, passando de 3,9 milhões de pessoas entre 2014- 2016 para 3,4 milhões entre 2017 e 2019. Em termos percentuais, isso representa uma queda de 1,9% da população do país para 1,6%.
Mas é na camada da população com um pouco mais de recursos que a insegurança alimentar voltou a fazer parte da realidade.
2 bilhões é o número de pessoas no mundo que vivem num estado de insegurança alimentar, o que representa a incapacidade de ter acesso a alimentos seguros, nutritivos e suficientes o ano todo.
Além dos dados sobre insegurança alimentar, a entidade aponta que 14,5% da população brasileira ainda não tem acesso a uma dieta saudável. A
anemia entre mulheres também aumentou, passando de 25,3% para 27,2% entre o período avaliado.
Um outro sinal é obesidade, também resultado de uma alimentação não saudável. Nesse caso, a taxa passou de 20,1% entre 2014-2016 para 22,1% entre 201/e 2019.
Jamil Chade
Adaptado de: noticias.uol.com.br/colunas/
No segundo parágrafo, a palavra “ele” se refere a:
Questão 23 10411749
OBS 2ª Fase 2021Enquanto vários países assistem a uma terrível escalada de casos de covid-19, um pequeno país se tornou o melhor lugar para enfrentar a pandemia global. Na semana passada, essa nação liderou o ranking da agência Bloomberg de resiliência para a covid, à frente da Nova Zelândia, que dominou a lista por meses. O ranking considera fatores que variam de números de casos a liberdade de movimento das pessoas. O Brasil aparece desde o início de abril como o pior lugar para se estar na pandemia entre os 53 países avaliados. Desde o início da pandemia teve um total de 61,4 mil casos de infecção por coronavírus (menos do que a taxa de infecção diária recente no Brasil) e um total de 31 mortes por covid, a última delas registrada no dia 1º de maio.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional
De acordo com o ranking da Bloomberg, o país descrito no fragmento acima e a principal medida adotada para o enfrentamento da doença são, respectivamente:
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